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ABAÍRA COMPLETA CINCO ANOS SEM REGISTRO DE HOMICÍDIO

Com a fama de ser a “cidade da cachaça”, Abaíra completou exatos cinco anos sem registro de homicídios em seus limites municipais. A bela e pacata cidade está localizada no centro da Chapada Diamantina, no interior do Estado. Além da comercialização da cachaça e a realização do Festival da Cachaça (a cada dois anos), o município é conhecido também por atividades extensivas de agricultura familiar e pelo turismo de aventura.

A 29ª Companhia Independente da Policia Militar (CIPM) aponta que Abaíra é um caso de sucesso contra os CVLI’s – Crimes violentos letais intencionais. O principal fator para esse resultado, são ações diárias nas zona rural, que por ser o espaço mais distante da fiscalização policial, é onde haviam registros periódicos de homicídios. O delegado Flávio Góes afirma que ” a polícia se antecipa a eventuais crimes, com a ajuda sobretudo da população”. Além disso, há uma colaboração cultural da população para que a vida de sossego na cidade seja um marco que atraem turistas ao longo do ano para a cidade. Além de aguardente, diversas atrações naturais como cachoeiras e cavernas estão localizadas no entorno a cidade.

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CONHEÇA ALGUMAS DAS PRINCIPAIS PESQUISAS NO SUL DA BAHIA EM 2018

Cerca de 30% dos resultados de pesquisas científicas da Bahia estão relacionados com temas ligados as características naturais e sociais da região sul do estado. Essa porcentagem é reflexo da presença de universidades e centros de pesquisa que atuam há décadas por aqui. Além da busca histórica pelo melhoramento genético do cacau, pesquisas sobre a Mata Atlântica, biodiversidade marinha, desenvolvimento regional e saúde coletiva são exemplos de alguns trabalhos executados ao longo do ano em Instituições como UESC, UFSB, IFBA, CEPLAC e faculdades particulares. Cabe frisar também que existem pesquisas que falam sobre a nossa região, mas que são desenvolvidas em outras instituições, já que nos últimos anos diversas parcerias institucionais, intercâmbios e coorientações aproximaram pesquisadores externos de nossa região.

Dentre os mais de 1.100 artigos identificados pelo site Ipolítica em 2018, destacamos alguns que são interessantes, e que alcançaram forte visibilidade em suas áreas de conhecimento, seja visualizações e/ou citações. Confira:

1 – Saúde vaginal com auxílio de fermentação de cacau: Pesquisadores do Centro de Biotecnologia e Genética da UESC. Acesse: https://www.hindawi.com/journals/bmri/2018/7571954/

2 – Pássaros se adaptam a retirada da floresta regional: Pesquisadores da Ecologia e Conservação da UESC. Acesse: https://esajournals.onlinelibrary.wiley.com/doi/pdf/10.1002/eap.1791

3 – Variações de nitrogênio em função do reflorestamento regional: Pesquisadores da UFSB e Estados Unidos. Acesse: https://www.nature.com/articles/s41598-018-19403-0

4 – A saúde aplicada como uma resposta interdisciplinar da comunidade: Pesquisadores em Saúde da Família UFSB. Acesse: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-32832018000401257&lng=pt&tlng=pt

5 – Manguezais de Ilhéus afetados pela poluição do rio Cachoeira: Pesquisadores da Prodema – UESC. Acesse: https://link.springer.com/article/10.1007%2Fs10661-017-6420-6

6 – Arqueologia regional de nossas ocupações ancestrais: Pesquisadores em Geografia da UESC e UNICAMP. Acesse: http://www.revistas.usp.br/rdg/article/view/145074

7 – Espécie de Cacau apresenta chances dobradas de sabor fino: Pequisadores da CEPLAC e IFBA. Acesse: http://www.ceplac.gov.br/paginas/agrotropica/revistas/agrotropica_30_3.pdf

8 – Turistas que alimentam peixes em recife de coral provocam danos as espécies: Pesquisadores do Instituto Coral Vivo e UESC. Acesse: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1676-06032018000300309&lng=en&tlng=en

9 – Aquíferos de Itabuna: Pesquisadores da UNESP – SP. Acesse: https://aguassubterraneas.abas.org/asubterraneas/article/view/29151/18864.

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RODOVIA ILHÉUS-BUERAREMA TEM MAIS UM CAPÍTULO DE NEGLIGÊNCIA

Inaugurada em 1972, a rodovia BA-251, que interliga as cidades de Ilhéus e Buerarema, segue sem infraestrutura que promova o desenvolvimento econômico dos agricultores locais. A ausência de asfalto e também de manutenção em seu cascalho, foi motivo para que associações familiares entrassem, em 2011, com uma ação civil pública junto com o Ministério Público – MPE para que o Governo do Estado da Bahia e/ou Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes – DNIT recuperem a estrada.

Hoje, o cenário ao longo dos 41 km de rodovia é de incontáveis buracos, jovens sem acesso a escolas, famílias sem atenção básica de saúde e alimentação, e a impossibilidade de produtores venderem seus cultivos nas feiras livres das cidades regionais.

O novo capítulo dessa falta de assistência do estado é que, após assinatura de um primeiro Termo de Ajuste de Conduta (TAC) que não foi cumprido pelo governo, outro foi determinado pela justiça. E dessa vez, a multa é de $ 5.000,00 (cinco mil reais) por dia caso esse segundo TAC não seja cumprido pelo Governo do Estado da Bahia.

O grande anseio dos moradores, representado por Associações como a do Santo Antônio de Ilhéus, é que o mínimo direito de ir e vir, a trafegabilidade e a oportunidade de melhorias de qualidade de vida dos moradores locais seja uma realidade. Cabe frisar que, além de cacau, ao longo da rodovia estão presentes diversos sistemas de policulturas. Há também uma potencialidade de se tornar uma “estrada parque” pela quantidade de remanescentes florestais que a mesma perpassa.

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