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Coluna Livre

PRECISAMOS FALAR EM AI-5

A frase que marcou os últimos acontecimentos políticos vem do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), o qual disse, na ocasião de uma entrevista com a jornalista Leda Nagle, ocorrida no dia 31 de outubro, que “…se a esquerda radicalizar a este ponto, a gente vai precisar ter uma resposta, é uma resposta ela pode ser via um novo AI-5, pode ser via uma legislação aprovada através de plebiscito (consulta prévia,) como ocorreu na Itália…”

Estas declarações, mesmo pronunciadas de modo displicentes, não o isenta de todo o peso que gera o instituto suscitado pelo deputado. Atos Institucionais foram diplomas legais baixados pelo poder executivo (assim como é o decreto, porém o Ato Institucional não passa pelo legislativo, então o presidente detinha o poder absoluto) no período de 1964 a 1969. O AI-5 foi o documento que oficializou de vez a ditadura militar no Brasil.

 No final do ano de 1968, mais precisamente 13 de dezembro, o AI-5 foi baixado pelo Marechal Arthur da Costa e Silva, o qual deu a ele próprio diversos poderes, inclusive o poder de fechar o Congresso Nacional, assim como cassar mandatos de parlamentares, autorizada também a demissão sumária de qualquer funcionário público que não colaborasse com o governo, suspender direitos políticos de qualquer cidadão, decretar o confisco de bens considerados ilícitos e o mais perigoso de tudo: suspender a garantia de direitos como o habeas corpus (instrumento que garante a liberdade de ir, vir e de permanecer) com a justificativa  de restaurar a ordem, de reunião, além de impor um toque de recolher o qual deveria ser obedecido rigorosamente, e não menos relevante, a instalação da sentirá prévia; e o mais perigoso: os acusados passaram a ser julgados por tribunais militares sem direito a recorrer (o que configura um tribunal de exceção sem direito ao devido processo legal. Hodiernamente, o tribunal de exceção é vedado, e o devido processo legal, ou direito de se ter um julgamento justo com direito ao contraditório, e ampla defesa é garantido pela Constituição Federal). Este instituto perdurou até o ano de 1978. Apesar de ter sido extinto dez anos após a sua decretação, o documento não previa nenhuma data de término, ou seja, tinha caráter perpétuo.

As causas que levaram à criação do AI-5 são diversas: a celebração do movimento estudantil em relação aos movimentos de protestos contra a política tradicional com o icônico lema “é proibido proibir”. Ora os estudantes que participaram do movimento reivindicaram algumas queixas como: pela melhoria da alimentação e de redução de preços no restaurante Calabouço, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, sofreu forte repressão da polícia e resultou na morte do estudante Edson Luís de Lima Souto. Outro fato foi que à época, as igrejas também desempenharam um papel relevante ao se posicionar a favor dos direitos humanos; assim como as lideranças que foram cassadas pelo governo se associaram em vista de combater a ditadura. Naquele ano, aconteceu também na cidade de Osasco uma greve dos metalúrgicos em que 20 mil metalúrgicos deixaram de trabalhar, algo que não ocorria desde o início da ditadura militar, com a finalidade trabalhista. Destarte, todos estes movimentos em favor da democracia culminaram numa ação por parte do governo que temia a tomada do poder pelos comunistas. O ministro do Exército, Aurélio de Lira Tavares, pronunciou naquele momento que deveriam ser combatidas de forma enérgica as “ideias subversivas”, o qual, sob a ótica do Estado, estava sendo implantado no Brasil “um processo bem adiantado de guerra revolucionária” liderado pelos comunistas.

Com a AI-5, criaram-se órgãos de inteligência e repressão militar, a exemplo: Operação Bandeirante (OBAN) subordinada ao exército e financiada por grandes empresários. A OBAN depois passou a se chamar Centro de Operações para a Defesa Interna (CODI) e coordenava o Departamento de Operações Internas (DOI), estrutura conhecida como DOI-CODI. Outro organismo de repressão criado foi o Departamento de Ordem Política e Social (DOPS), todos estes órgãos foram destinados ao combater de supostos adversário infiltrados que ameaçariam a segurança nacional.

Não foi por acaso que a única menção de uma nova edição do AI-5 teve tanta repercussão no âmbito político brasileiro e noticiado no nos principais jornais internacionais como o New York Times e Washington Post. No dia 6 de novembro, a deputada Joice Hasselmann pediu à PGR que fosse feita uma denúncia criminal e que fosse instaurado um processo penal contra o deputado; ao meu ver, uma atitude certa, uma vez que realmente esta declaração pode considerado um crime de Apologia ao Crime: “Art. 287 – Fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime”, cuja a pena é de detenção, de três a seis meses, ou multa.

Após tantas repercussões negativas, o Eduardo tentou se retratar em um programa de televisão famoso: “Eu peço desculpas a quem porventura tenha entendido que estou estudando o retorno do AI-5 ou achando que o governo, de alguma maneira, estaria estudando qualquer medida nesse sentido. Essa possibilidade não existe. Agora, muito disso é uma interpretação deturpada do que eu falei”, afirmou ao apresentador do programa.

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HISTÓRIAS PRA TE INSPIRAR – OS DISSABORES DE UMA CHEF DE COZINHA

A história de hoje lá no canal fala sobre relacionamento abusivo. Uma chef de cozinha sofreu agressões do ex-marido mesmo grávida. No início, ela quis dar uma segunda chance ao agressor que prometia mudar. Esse é um dos erros das vitimas que sofrem violência doméstica calada. A personagem de hoje conta como podemos ajudá -las. Compartilha esse vídeo Vamos encorajar as mulheres! Inscreva-se e curta o vídeo 😉

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MANCHAS DE PETRÓLEO: MAIS DESASTRES ANUNCIADOS

As manchas de petróleo que vem atingindo a costa Nordeste do Brasil, a partir do derramamento criminoso ou acidental de um navio petroleiro que carregou na Venezuela, tendo o derramamento ocorrido, segundo projeções a cerca de 700 quilômetros da costa brasileira no dia 29 de julho, de acordo com a apuração inicial que identificou, a partir de imagens de satélite, uma mancha de petróleo cru. Dessa forma, a hipótese é de que haja muito mais óleo em oceano aberto e há possibilidade desse material avançar mais pela costa brasileira, conforme veremos adiante.

Esse derramamento de óleo que atingiu as praias de todos os nove estados nordestinos é considerado o maior do gênero em extensão, o qual chegou em sua maioria na forma emulsificada, ou seja, por agregação, aumento do peso e volume de partículas (orgânicas, físicas, etc), em razão da mistura/batimento do mar e do óleo cru de petróleo.

Outros processos físico-químicos ocorrem quando o petróleo entra em contato com a água do mar. Esse composto pode se espalhar na superfície (interface água-ar), formando um filme superficial. Parte do petróleo derramado também pode evaporar, de acordo com as condições de temperatura e batimento do mar, e outra porção deste composto pode se solubilizar na água, processo que ocorre em maior intensidade nas primeiras horas após o derramamento, portanto, a contaminação das praias não só ocorre com presença, vista a olho nu, do mousse de óleo, mas desse material solubilizado nas praias do Nordeste, portanto grande possibilidade de contaminação por animais marinhos, flora e por banhistas também.

Assim, o questionamento que se faz é: esse óleo continuará chegando as praias nordestinas? Possivelmente continuará chegando, uma vez que no final de setembro e outubro formou-se um vórtice ciclônico oceânico, na área da costa nordestina, que pode ter aprisionado em sua célula uma quantidade de petróleo, a outra foi levada pela corrente oceânica distribuindo o óleo por toda costa nordestina, até as praias do extremo Sul da Bahia e ao Arquipélago de Abrolhos.

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HISTÓRIAS PRA TE INSPIRAR – MULHER COM OLHAR EMPREENDEDOR

Foque nos seus objetivos. Alcance novos vôos nos negócios. Tenha coragem pra mudar e crescer profissionalmente. O sucesso é certo!!

A esteticista Ayalla Santana é um exemplo disso. Ela venceu o medo, acreditou na sua capacidade e foi! Hoje é uma empreendedora realizada. Mas ela quer continuar alcançando outros vôos!

🎬Assista, curta o vídeo, compartilha com os amigos e se inscreva no canal.

#prateinspirar
#empreendedorismofeminino

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SOBRE A CPMI DA FAKE NEWS E DE COMO ESTE FENÔMENO TRANSFORMARÁ AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES

Para desenvolver acerca este tema, antes se mostra indispensável tecer do que se trata de uma CPMI: a sigla significa que Comissão Parlamentar Mista de Inquérito. Ela consiste em uma investigação a qual é conduzida pelo Poder Legislativo, que transforma a própria casa em comissão para investigar, segundo o artigo 35 da Câmara Federal: “investigar um fato que seja muito importante para a vida pública e para a ordem constitucional, legal, econômica ou social do País”. Elas são de caratê temporárias, podendo atuar também durante o recesso parlamentar. O prazo é de 120 dias, contudo, elas podem ser prorrogáveis por até metade, ou seja: 60 dias; mediante deliberação do Plenário, para conclusão do fato a ser objeto de investigação. É imprescindível dizer que uma CPMI não tem poder de requerer a instauração de grampos telefônicos, e nem tem o poder de condenação, o qual é incumbido exclusivamente ao juiz. Após a colheita de todas as provas, é emitido um relatório o qual é encaminhado ao Ministério Público a fim de abrir um processo judicial.

Explicado o básico do que vem a ser uma CPI ou CPMI, no dia 3 de outubro foi instalada a CPMI da Fake News, em que estão sendo investigados os partidos políticos ligados ao presidente, como o PSL, assim como os de oposição como o PT. Ela visa investigar, segundo a assessoria do Senado: “os ataques cibernéticos que atentam contra a democracia e o debate público; a utilização de perfis falsos para influenciar os resultados das eleições 2018; a prática de cyberbullying sobre os usuários mais vulneráveis da rede de computadores, bem como sobre agentes públicos; e o aliciamento e orientação de crianças para o cometimento de crimes de ódio e suicídio”. A criação desta CPMI foi proposta pelo deputado Alexandre Leite (DEM-SP) que, para tanto, coletou assinaturas de 276 deputados e 48 senadores e foi oficialmente instaurada por Davi Alcolumbre (DEM-AP).

O fato é que a eleição presidencial de 2018 foi marcada pelo fenômeno da Fake News, pela primeira vez no Brasil (a primeira vez em que as mídias sociais mudaram as eleições foi a eleição presidencial de 2016, nos EUA, elegendo o Donald Trump como o novo presidente), neste ínterim, as mídias sociais se mostraram cruciais no instante de definir os rumos daquelas eleições, e que também foi utilizada a disseminação de notícias falsas para denegrir a imagem do adversário político.

Como está claro, o intuito desta CPMI é investigar ambos os lados políticos, e podemos citar aqui diversas fakes news propagadas nas mais diversas mídias, relembrando algumas mas memoráveis: Kit Gay e livro exibido por Bolsonaro em um famoso jornal de âmbito nacional, o qual, segundo o MEC, o tal livro impróprio jamais tinha sido distribuído nas escolas, depois da esclarecida a polêmica, o próprio TSE ordenou a retirada dos vídeos os quais afirmavam veementemente que isto seria verdade. Em sua entrevista recente no Roda Viva, a deputada federal, Joice Hasselmann, (PSL-SP), defendeu-se do caso em que, durante o dia da votação, compartilhou um vídeo falso o qual mostrava supostamente alguém apertando o número 1 numa urna eletrônica, e automaticamente aparecia o candidato petista, Fernando Haddad, insinuando que as urnas foram fraudadas para beneficiar o governo da situação na época. Ela afirmou que não disseminou uma fake news, e que só teve a intenção de dar o alerta aos seus eleitores, todavia, ao divulgar o vídeo sem nenhuma ressalva quanto a veracidade do vídeo publicado pela deputada, fica constatado que ela praticou o crime de disseminação de notícia falsa. E, não menos importante, o cantor Geraldo Azevedo ter alegado que foi torturado, quando jovem, pelo vice-presidente Mourão; é grave por ser crime de calúnia imputar falsamente um crime à alguém, neste caso, tortura, que é um crime previsto na Constituição no artigo 5º, inc. XLIII: “a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura, o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem;” uma fez que o mesmo artigo 5º, inciso III, prevê que ninguém será submetido à tortura nem a tratamento desumano ou degradante.

Percebe-se aqui que houve a prática do crime em todas as partes, ninguém ficou isento do delito. A Constituição permite a liberdade de expressão através do artigo 5º, inciso IX que diz: “IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença” , vetando apenas o anonimato. E nesse espeque, torna-se relevante destacar ainda as garantias asseguradas à liberdade de manifestação do pensamento (artigo 5º IV e V, CF), à liberdade de comunicação (artigo 5º X, CF) e à liberdade de informação (artigo 5º, XIV e XXXIII, CF), como ainda artigo 220, caput, parágrafo 1º e parágrafo 2º, CF: “A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo, não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.”.

Em vista da proporção que se formou em decorrência das eleições; o Brasil, que até então não previa este tipo de crime, ainda em 2018, foi elaborada uma proposta de lei; a qual já foi sancionada e incorporada no Código Eleitoral (13.834/19), que criminaliza a fake news, e a partir das próximas eleições, quem acusar falsamente um pretendente a cargo político com o intuito de prejudicar sua candidatura será condenado à pena de dois a oito anos de prisão, além do pagamento de multa. Essa pena poderá ser aumentada em um sexto, caso o acusado use o anonimato ou nome falso. Está lei foi necessária pelo motivo de que a legislação eleitoral anteriormente previa somente a pena detenção de até seis meses ou pagamento de multa para casos de injúria na propaganda eleitoral ou ofensa à dignidade ou ao decoro da pessoa.

A criminalização da fake news denota que, com o advento das novas tecnologias que cada vez mais fazem parte do nosso cotidiano, os legisladores e os juristas devem adequar as nossas legislações à nova realidade que se expõe na sociedade a qual está sempre em constante mutação. Esta CPMI talvez conscientize os pré-candidatos das eleições municipais do ano que vem a não se utilizarem desta prática criminosa para as campanhas.

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HISTÓRIAS PRA TE INSPIRAR – ECONOMIA COMPARTILHADA

Terça é dia de contar boas histórias no Canal. A de hoje fala sobre um armário que ia parar no lixo, mas foi todo reformado com ajuda de moradores e está servindo para incentivar a economia compartilhada.

Clica no link abaixo e se surpreenda com o poder que o armário coletivo tem de mudar hábitos. Essa é uma iniciativa da personagem de terça passada.

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HISTÓRIAS PRA TE INSPIRAR – CASA LIXO ZERO

Você costuma reaproveitar o lixo da sua casa? Separa o material reciclável do orgânico ou mistura tudo e joga fora?

Inspire-se na advogada Jurema Cintra que tem um estilo de vida sustentável. A casa dela quase não tem lixo porque ela consegue reutilizar o material. Os vizinhos passaram a fazer o mesmo. Assista ao vídeo e siga o exemplo dela também!

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PARE! PORQUE ACABAR COM A CEPLAC?

Por Luciano Veiga*

A luta pela defesa da Ceplac, perpassa pela defesa de um ambiente de pesquisa e extensão, que ao longo dos anos conseguiu manter vivo princípios hoje tão caros aos povos, sustentabilidade social, econômica e ambiental.

Seria saudosista imaginar que a velha Ceplac criada em 20 de fevereiro de 1957, hoje aos 62 anos de existência, tivesse a mesma robustez dos seus primórdios tempos. Porém criou resiliência, casca dura, pois sobreviver a 32 anos, mais da metade de sua vida, produzindo pesquisa de qualidade, referência mundial no seu setor e garantir o elo entre pesquisa e extensão, sem oxigenar os seus quadros funcionais, é um case de sucesso. Fazer cada vez mais com menos, é o que se busca em uma gestão de excelência privada ou pública.

Se não bastasse a sua inanição funcional, que por si só dá para desenhar o seu fim, vive mais uma vez vítima do fogo amigo, das instituições que poderiam somar e criar uma governança de pesquisa e extensão compartilhada, dando musculatura às organizações, em especial ao conjunto das suas missões e visões, o que se observa é o salve-se quem puder, do tipo, eu fico com a pesquisa e você com a extensão e a Ceplac? – apaga a luz.

O debate em torno da Ceplac, na verdade é uma discussão sobre a ponta do iceberg. A região cacaueira no Brasil padece de políticas públicas de fomento financeiro, pesquisas e extensão, que desenvolvidas conjuntamente são suficientes para gerar e garantir novas áreas de produção, com atingimento do equilíbrio econômico, social e ambiental.

Nestes últimos dias vimos ressuscitar o debate em torno da Ceplac. Foram calorosos, sobre a sua vida ou a sua morte. Opiniões divergentes apontam para o mesmo lugar: a ponta do iceberg, o que está em jogo é o capital material e imaterial desta instituição que será distribuída ou vendida para alimentar um fundo que irá financiar em tempos de recursos diminutos o próprio Ministério da Agricultura, deixando a Ceplac, que luta para preservar o que conquistou, pagar o preço pela sua inanição ao longo do tempo onde a sua alimentação/oxigenação foi cortada, vivendo em uma UTI, onde briga pela vida, e ainda assim consegue criar tecnologia e levá-la aos que mais precisam. Mas, nada disso serve, com pouco recursos a Ceplac esqueceu de se comunicar, a sociedade não consegue perceber que seu patrimônio vai muito além dos bens materiais, o maior acervo mundial do CHOCOLATE é nosso, pois o verdadeiro sabor se faz com Cacau.

As instituições e representações uniliteralmente não devem puxar pra si o protagonismo da revitalização ou não da Ceplac, devem buscar na verdade é garantir com transparência e universalidade, a preservação e continuidade da pesquisa e extensão os dois pilares desse órgão, que tantos, independente de governo lutam para ACABAR.

Amanhã, acordaremos com a manchete “A Instituição Ceplac não existe mais”.

Este vazio, não será apenas um grito saudosista, terá efeito imediato em um sistema produtivo que ficará órfão, tantos para os que gritaram pela sua morte, como para aqueles que acreditaram na sua vida, vão gritar pela sua ressurreição.

A nossa Mata Atlântica, transformada em pasto e plantio de café, eucalipto e tanto outro cultivos inovadores das empresas e/ou instituições públicas que virão ocupar seu espaço, pois Rei morto – Rei posto.

Há tempo “PARE” DE ACABAR COM A CEPLAC.

*Luciano Veiga – Advogado, Administrador – Especialista em Planejamento de Cidades (UESC)

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A SIGNIFICÂNCIA DA CONDENAÇÃO EM SEGUNDA INSTÂNCIA

Nesta quinta-feira, dia 17, retomou-se ao STF o assunto que ocasionou muitas controversas na Lava-Jato pelo fato de ter sido um episódio distinto no processo que levou à condenação do ex-presidente Lula: o cumprimento de pena já na condenação de segunda instância. O pedido foi solicitado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Quando foi suscitado pela primeira vez no Supremo, em 2009, era determinado, até aquele momento, que era da incumbência do juiz de cada caso decidir o início da prisão. O caso que definiu a primeira jurisprudência exigindo o esgotamento de todos os recursos para iniciar cumprimento de pena foi de um homicídio doloso em que o réu respondia o processo em liberdade mesmo após mais de 10 anos que passara o crime, uma vez que sempre entrava com recursos acerca das sentenças. Supremo decidiu, destarte, pela primeira vez, por sete votos à quatro, que a execução da pena só deveria ocorrer após a análise do último recurso possível.

Já a última vez em que este assunto foi discutido pelos ministros, em 2016, neste momento, o entendimento da côrte foi de que o artigo 283 do Código de Processo Penal: “Ninguém poderá ser preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada da autoridade judiciária competente, em decorrência de sentença condenatória transitada em julgado ou, no curso da investigação ou do processo, em virtude de prisão temporária ou prisão preventiva”, não constituía empecilho para o início da execução penal, compreensão que culminou na condenação na segunda instância do ex-presidente; o que pela ótica da nossa Constituição é inadmissível, uma vez que ela garante de forma indubitável no seu art. 5º, inciso LVII, a presunção de inocência, nestes termos: “Ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória”. Este direito da não culpabilidade é de tal súpero em escala global sendo um dos pilares  que constituem a Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, em seu artigo XI, 1, dispõe: “Toda pessoa acusada de um ato delituoso tem o direito de ser presumida inocente até que a sua culpabilidade tenha sido provada de acordo com a lei, em julgamento público no qual lhe tenham sido asseguradas todas as garantias necessárias à sua defesa”. Trânsito em julgado significa quando não há mais nenhuma possibilidade passível de recurso na ação, esgotando-se todas as possibilidades de recursos.

Toda esta proteção posta em diversos documentos universais tem o propósito único de proteger aquele bem ao qual é inerente ao ser humano: a liberdade, que, ao ser usurpada pelo Estado pela tirania, sem que haja um meio de defesa, acarreta na mais cruel e empedernido ação contra o ser uma vez que nenhum ser, por mais singelo que seja, não consegue viver encarcerado, o homem é um ser por sua natureza livre, Sartre já dizia: “A liberdade é a condição ontológica do ser humano. O homem é antes de tudo, livre.”.  

Desta forma, julgar esta matéria baseando-se no fato de uma única pessoa, com receio de que o Lula possa ser liberado ao se beneficiar com a decisão dos ministros, parece ser algo egoísta: mesmo que o próprio esteja entre aqueles que poderão obter o benefício, contudo, existem centenas de outras pessoas as quais carecem que este benefício seja concedido ao mais breve possível. Nesta seara, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contabilizou 4.895 presos como potenciais beneficiários de uma eventual mudança de entendimento, o que pode auxiliar na redução da superlotação das penitenciárias brasileiras. Ir de encontro ao que diz a nossa Constituição colocará em cheque todos os nossos direitos conquistados, relativizando todos os outros direitos humanos fundamentais, estaremos dizendo que os direitos humanos poderiam ser cerceados, ficando a critério do Estado quem pode usufruir ou não do princípio, algo muito perigoso.

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DICA DA LIVINHA – USE A MODA PARA CONTAR AO MUNDO QUEM VOCÊ É

Por Livinha Póvoas

Sabia que você é a sua marca pessoal? Isso mesmo lindona. Você, mulher empresária, empreendedora, mãe… que desenvolve vários papéis e contribui na sociedade em vários aspectos acaba deixando a sua marca, a sua força e o seu dinamismo.

Se inspirar em mulheres fortes é também falar de você!
Toda mulher é linda e original, seja qual for a sua condição, basta cuidar-se, estar atenta ao que lhe faz feliz. A autoestima é o seu brilho maior.
A mulher na moda não está buscando ser vista para exaltar a sua beleza nata, mas sim, para conquistar o seu espaço, respeito e credibilidade em posições ainda ocupados somente pelos homens.
Conte ao mundo quem você é através da moda! Faça isso sem medo de usar seu scarpin.

Falando somente de mulher para mulher, vou deixar uma dica da Livinha: essa busca pelo empoderamento começa quando respeitamos umas às outra, quando nos unimos para transformar sonhos em realidade de outras mulheres, quando utilizamos a nossa história para inspirar e promover a troca de experiências. Nosso maior poder está na sororidade!

Empoderar-se é um ato diário. Quero registrar que durante o I Fórum da Bahia Mulheres Empreendedoras, realizado no teatro Candinha Dória, em Itabuna- BA, passaram por lá mulheres fortes, que nos deram exemplo disso, como Ana Fontes eleita entre as 20 mulheres mais poderosas do Brasil em 2019, Aiala Lago que falou sobre marca pessoal, Thalita Ortega criadora do Bebê em feltro, Elaine Carleto da Rota Transportes, e Leilane Benevides dos chocolates finos.
Todas mulheres lindas, plenas, abundantes, felizes e determinadas em seus seguimentos, nos mostraram o segredo da persistência.

Mulherada, só mais uma dica para essa semana: Mais importante que a vontade de vencer, é a coragem para começar.
Brilhem sempre, beijosss!


Lívia Póvoas é Assistente Social, Consultora de Imagem e Estilo, Personal Shopper e estudante de moda. Está sempre atualizada no assunto. Mora em Itabuna, mas tem clientes em toda a região.
Insta: @livinhapovoas
Email: liviapovoas@hotmail.com

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HISTÓRIAS PRA TE INSPIRAR – 5ML DE ESPERANÇA PRA SALVAR VIDA

São só 5ml de sangue que coletam de vc durante o cadastro de doadores de medula óssea. Em novembro terá a campanha de incentivo. Cadastre-se e salve vidas. O filho do técnico em laboratório Enault Freitas lutou por dois anos tentando encontrar alguém compatível para receber o transplante de medula óssea e ficar curado da leucemia. Mas ele não encontrou nenhum doador e não conseguiu resistir à doença.

Na história de hoje, vc vai conhecer a força de um pai que perdeu o filho e transformou a dor em solidariedade. Ele fundou uma ONG pra incentivar a doação de medula óssea.

Assista! Inscreva-se no canal! Cadastre-se como doador!

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DICA DA LIVINHA – BONITO É SER CRIANÇA!

Por Livinha Póvoas

Chegou a vez dos baixinhos, que agora não são tão baixinhos a ssim e estão crescendo com estilo em looks infantis.

A moda infantil ficou mais elaborada e versátil, principalmente quando os pais se vestem com roupas iguais aos dos seus filhos, confortáveis e combinando com a tendência da moda.

É bem legal ver a moda tal mãe e tal filha! Acho um barato quando vejo minha cunhada saindo com minha sobrinha Luiza com looks na moda para passear no Shopping.

Tem muita estampa legal viu, mãe?! Vai a dica da Livinha: as estampas florais estão presentes nos vestidos, nas jaquetas, nos chapéus, calças quentes e saias. O colorido e o estilo esportivo estão em alta no mundo da modinha infanto juvenil também! Aproveita para fazer sucesso com os calçados confortáveis e estilosos.

As mamães também vão se apaixonar com as peças em tons de camuflagem que dão um toque de elegância na criançada.
As roupas casuais, como a camiseta sobreposta, a calça e saia jeans são práticas e deixam qualquer criança confortável e muito linda.

Como esse é o mês das crianças, quero aproveitar e falar com o meu olhar de assistente social, para levá-los a uma reflexão.

Deixe a criança ser criança! Preserve os direitos dela! Toda criança e adolescente, tem direito à vida, à saúde, respeito e dignidade independente de cor, etnia ou classe social. Todas precisam de atenção, proteção e cuidados especiais. Mais uma dica: É crime a exploração sexual e o trabalho infantil.
As crianças se espelham em seus pais. Certamente, para virarem adultos do bem é preciso crescer em ambiente saudável e com bons exemplos.
Bonito é fazer uma criança feliz!

Lívia Póvoas é Assistente Social, Consultora de Imagem e Estilo, Personal Shopper e estudante de moda. Está sempre atualizada no assunto. Mora em Itabuna, mas tem clientes em toda a região.
Insta: @livinhapovoas
Email: liviapovoas@hotmail.com

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HISTÓRIAS PRA TE INSPIRAR – FAMÍLIA SOBRE RODAS

Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima! Agradeça por acordar, por ter pessoas que lhe amam. Pare de se lamentar! Viva a vida!

É assim que Antônio Boca encara a vida. O garçom tem uma família com deficiência física e ajudou a fundar com a esposa, a Cadefi (Casa de Apoio aos deficientes físicos de Ilhéus). Ele tem uma família sobre rodas e vive feliz!!

▶️Assista a esta história e tenha um excelente dia!
Já se inscreveu no canal?😊

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DICA DA LIVINHA – OUTUBRO ROSA NA MODA

Por Livinha Póvoas

Oba! O outubro é rosa! Esse é o momento para falar das cores.
O Pantone Color Institute anunciou os tons mais importantes que estarão em alta na temporada primavera-verão 2020. As tonalidades para as futuras coleções, que inspiram estilistas importantes, são definidas pela Pantone. É claro que na paleta de cores está a queridinha do mês: a cor rosa.

Seja qual for o tom, rosado, pink, ou puxado para o neon, o rosa está com tudo e anima qualquer look. Vale experimentar nos acessórios, nas roupas e também nos biquínis.

No guarda-roupa fitness, também tem muita novidade, além do conforto das peças há shortinhos, calças e tops para malhar com detalhes, estampas e nuance de cores cada vez mais amplas em modelos bacanas. Ir para academia, ou fazer aquela caminhada é manter-se em movimento e com saúde. A cor rosa favorece a todas, das mais discretas às mais ousadas.

O outubro é um mês super especial e há anos ele tem um significado que vai além do calendário. É um mês de prevenção e conscientização marcado pela campanha mundial de detecção precoce contra o Câncer de mama que ainda atinge milhares de mulheres.

O mundo da moda também se solidariza, lança e apoia campanhas de cunho social. A exemplo disso é “O Câncer de Mama no Alvo da Moda”, campanha realizada há mais de 25 anos pela Hering.
Aproveita o mês de Outubro para se cuidar e elevar autoestima.

Em Itabuna, o grupo ” Se toque” oferece apoio emocional, informação, orientação em saúde e direitos. Quer saber mais? Basta entrar em contato com Sueli através do @gruposetoqueitabuna
Inspire-se, se toque, e arrase no look pink!
Ser fashion é ser solidário e estar de bem consigo mesma.

*Lívia Póvoas é Assistente Social, Consultora de Imagem e Estilo, Personal Shopper e estudante de moda. Está sempre atualizada no assunto. Mora em Itabuna, mas tem clientes em toda a região.
Insta: @livinhapovoas
Email: liviapovoas@hotmail.com

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ITABUNA: ESCOLA ARCO-IRIS REAFIRMA, NA PRÁTICA, O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Em Itabuna, no último dia 19 de Setembro, a Escola Arco-Íris inaugurou seu sistema de captação de energia solar, passando a ser a primeira escola da região Sul do Estado da Bahia autossuficiente em produzir sua própria energia elétrica a partir de placas solares (fotovoltaico) instaladas, trazendo um legado imensurável no contexto do desenvolvimento sustentável. O vídeo promocional da inauguração do projeto pode ser visto no Instagram (https://www.instagram.com/p/B2nCt3TBepn/) e Facebook (https://www.facebook.com/watch/?v=1655234271279452) da Escola.

 Para Isaac Coelho Argolo, sócio-diretor da escola, “com a instalação de painéis de captação de energia solar na sede da Escola, estamos reafirmando nosso compromisso com o meio ambiente, o que é mais uma forma de demonstrar consciência sobre o valor e a utilização responsável dos recursos naturais”. Assim, enfatiza Isaac que a energia solar é considerada uma “energia limpa” pois não há emissão de gases que aceleram o efeito estufa no momento da geração. “É mais do que sonhar com um mundo melhor para as nossas crianças. É poder, na prática, ajudar a fazê-lo!”.

É importante estabelecer que entre os principais benefícios de se instalar painéis solares fotovoltaico, está o uso de uma forma universal e renovável de energia. Principalmente na região nordeste do Brasil, que tem os melhores espaços para captação de energia solar, por ser o Brasil um país localizado entre os trópicos, tem-se sol em abundância durante o ano inteiro, conforme pode-se inferir no mapa abaixo, denominado Atlas Solarimétrico do Brasil. Pois, no quesito de competitividade potencial comparada, podemos afirmar que “o pior local do Brasil para a geração solar fotovoltaico é melhor que o melhor local da Alemanha”, sendo esta nação é um dos líderes mundiais na geração solar fotovoltaico.

Fonte: Atlas Solarimétrico do Brasil

Por fim, segundo dados sobre a produção de energia equiparada, a cada metro quadrado de uma área mediana, produzimos o equivalente aproximado de energia a um barril de petróleo, por ano. Apesar dessas condições favoráveis, o uso dessa tecnologia ainda é muito pouco aproveitado em nosso país.

Portanto, ao produzir sua própria eletricidade por meio da energia solar, a Escola Arco-Íris estará contribuindo para um desenvolvimento mais sustentável, visando a sobrevivência das gerações futuras, “é pensar global e agir local!”, logo, está de parabéns, merecendo nosso destaque!

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