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Coluna Livre

ELEIÇÃO: A ANTIGA FANTASIA DO PARAÍSO QUE NÃO CHEGA

Por Fernando Caldas*

Para o torcedor, o dia mais feliz é o do título. Um êxtase toma lugar e, por instantes, a vida parece bela e o universo ganha sentido. Vencer é se sobrepor ao outro, ao que traja uniforme diferente. Ser humano é competir, eleger adversários e desenhar brigas imaginárias e conseqüências. Mito e emoção, de mãos dadas, traçam o destino dos mortais, e todos possuem seu gueto: estético, festivo, esportivo, religioso ou político. Este último, o mais intrigante, porque, ao contrário dos demais, mistura realidade material e sonho. Arte, carnaval, futebol e religião, por exemplo, são absolutamente categorias do mundo imaginário, brumas, fantasias, existem no universo mental coletivo e, embora até se mate por tais causas, aquelas pulsões não passam de subjetividades, fixações e, em muito sentido, doença psíquica. A política, entretanto, diz respeito a fazeres ordinários. Num sentido lato, a ação política envolve desde um acordo de arrumação de móveis numa residência até a assinatura de um tratado de guerra de uma nação para com outra. Mas quero falar, neste breve texto, do sentido menor de política, que são as eleições municipais. Esse momento cíclico e idêntico, essa ilusão inventada por gregos antigos.

Para que serve um prefeito? Em tese, para gerir uma empresa, seu orçamento, prioridades, funcionários, parceiros. Uma empresa mantida por impostos. Um prefeito competente será aquele que conseguir equilibrar receita e despesa, mantendo as contas em dias e empreendo níveis de manutenção aceitáveis nos diversos setores. Os recursos são limitados, o tempo de administração é mínimo, pois logo virão novos gerentes e um novo prefeito cuidará do conglomerado. Um trabalho burocrático, rotineiro, cercado de promissórias, fundos, legislação e planos orçamentários. Porém, porque vivemos numa democracia, determina-se que esse empresário seja escolhido pelo povo. Povo esse, em sua maioria, completamente ignorante quanto ao funcionamento da empresa. E, onde há ignorância as paixões comandam e, onde há paixão, há mito.

Assim, a escolha do administrador municipal se transforma numa competição esportiva. A razão vai às favas e a cidade inteira começa a vibrar numa freqüência alucinada, e assistimos a uma histeria coletiva. Todos tomam seus postos, uns de vermelho, outros de verdes, outros de azul, berrando numerais, possessos. Ocorrem grandes carreatas e caminhadas, verdadeiros rituais dionisíacos, regados à cerveja, cantigas e ofensas às cores e números alheios. A fuzarca dura até o dia cinco de outubro, ao final da tarde. Depois, um breve silêncio e, ao cair da noite, um dos grupos irá às ruas gritar pela última vez e doar alguns dólares a mais aos cofres da AMBEV. Um mês depois, os loucos todos já terão voltado à vida normal – que é afinal, a realidade, com suas querências e pobrezas de todo dia.

Em janeiro, o administrador novato toma posse e, num breve espaço de tempo, passa a ser criticado por aqueles que corriam empunhando sua bandeira, poucos meses atrás. Ou elogiado por outros, beneficiados pessoalmente de alguma forma pelo novo governo. Os miseráveis continuarão miseráveis, os feirantes continuarão feirantes, os professores – quase todos vermelhos de tão tristes -, continuarão na sua rotina, frente aos seus analfabetos sem cura. Porque, como diz o poeta, para isso fomos feitos, e não tardará uma copa do mundo, uma outra eleição. Marx reeditou o mito do paraíso na Terra, e são os que nisso creem os fabricantes dessa agonia chamada eleição. Prefiro ficar com Jesus, acreditando que o nosso Reino não é aqui, porque o homem não pode salvar o homem, se somos vaidade e de vaidade não passamos.

*Fernando Caldas é Filósofo, escritor, cantor e compositor.

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365 NOVAS CHANCES

Por Natália Coutinho*

É chegado o último mês do ano. Dezembro bate na porta com um gorro de natal, mesas fartas, fogos de artificio e o sentimento de amor e renovação em cada coração. Não apenas festas e espumantes, dezembro se trata de uma conversa intima, muito além do que vestir uma cor e pular as sete ondinhas. É olhar para trás e saber que mais um ciclo se fechou para outro iniciar, é entender que sempre teremos uma nova chance. O que podemos fazer melhor em nosso presente para que nos espere o extraordinário em nosso futuro?

Comece modificando suas crenças e experimentando o desapego nos pequenos detalhes. Que tal passar um dia sem navegar na web? Parece uma tarefa difícil e alguns até diriam que impossível. Aos poucos vamos superando limites e conquistando novas formas de enxergar o nosso entorno, indo além do dito e da consciência tática da maioria. Pare de procrastinar, de culpar o mundo pelo seu fracasso, leia bons livros que estejam ligados ao seu propósito de vida, estabeleça datas para o alcance de tais objetivos e nunca se esqueça de estar com pessoas que te motivam, torcem por você e querem o seu bem.

O ano velho é recheado por um emaranhado de encontros e desencontros. Pessoas, relacionamentos, sucesso profissional, religião, viagens e experiências transformadoras – sejam estas positivas ou negativas. O importante não é a realização daquela promessa que escreveu em seu caderninho na última virada do ano. A questão é o que você aprendeu com a realização (ou não) dela e o que precisou fazer para que fosse alcançada.

O ano velho é visto por muitos como uma página que não deve ser lida novamente, mas se engana quem pensa assim. A falta de consciência em nossas ações nos proporciona o esquecimento dos nossos aprendizados longínquos. Devemos sim consultar em nossa “memória ran” o que foi bom e aquilo que foi ruim, o que nos motivou e aquilo que foi desanimador, o que fizemos valer a pena e o que deixamos de lado por mera acomodação. Tudo é aprendizado, só não fique preso ao que nada te acrescenta mais.

“Não vejo a hora deste ano acabar!”, “No ano que vem tudo vai ser diferente” ou, ainda, “No ano que vem eu faço isso”. Ouvindo frases como estas, penso em como as pessoas adiam ações e sonhos por falta de planejamento e disposição para fazerem as coisas acontecerem no presente e não em um futuro incerto. Para mudar ou recomeçar é preciso coragem e iniciativa. E para isso é preciso estar bem consigo mesmo e com o ambiente a sua volta. Portanto, silencie a mente e foque naquilo em você que é necessário mudar e comece a tirar as suas metas do papel. Desejo que a sua viagem pelos dias do ano novo que vem surgindo sejam de primeira classe e, quando decidir descer na estação onde a paz lhe sorriu, não hesite. Abrace o seu 2019.

* Estudante de Jornalismo e Apresentadora de TV

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ARTIGO: O FIM DE UM CICLO

Por Celso Tracco*

A eleição presidencial de 2018 foi histórica em muitos aspectos e talvez seu resultado possa mudar o rumo da, ainda jovem, democracia brasileira.

O primeiro aspecto que devemos observar é que o Partido dos Trabalhadores (PT) participou de todas as eleições diretas para presidente desde 1989. Sempre foi uma participação de protagonista, ficando em 2º lugar em 1989, 1994, 1998 e 2018 e vencendo em 2002, 2006, 2010 e 2014. Isto não é de se desprezar, afinal o partido foi fundado em 1980 e sua estrutura surgiu de uma inusitada união entre intelectuais acadêmicos de esquerda e uma forte base sindical. Operacionalmente, para alcançar uma rápida capilaridade, usou, entre outras estratégias, a rede das Comunidades Eclesiais de Base da Igreja Católica (CEB’s). Com isso, tomou conta das periferias, sempre muito carentes, das grandes cidades. Na década de (19)80 o país já dava muitos sinais de cansaço e esgotamento do regime militar, instaurado em 1964. Além disso, na economia, a década de 80 foi conhecida como a década perdida, com baixíssimo crescimento. Há de se reconhecer, politicamente falando, que ninguém soube aproveitar melhor essas condições que o PT. Sendo oposição e perdendo, nas eleições de 1989, 1994 e 1998, chegou ao poder em 2003 permanecendo até o final de 2015, quando se iniciou o processo de impeachment da então presidente, Dilma Rousseff. Em 2018, o PT chegou mais uma vez ao segundo turno, mesmo em condições muito adversas, pois seu principal dirigente político está preso desde abril…

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CUIDADO: NÃO SEJA VÍTIMA DE GOLPES E ESTELIONATOS

POR ROBERTO JOSÉ DA SILVA*

Nesta matéria minha pretensão, com uma linguagem de fácil acesso, transmitir informações a população sobre os mais usuais golpes e estelionatos praticados por meio eletrônico, na internet, no WhatsApp, por meio da telefonia móvel ou fixo, dentre outros meios, para que a população tenha informações e possa se precaver desses usuais golpes. Para tanto, utilizo informações da SERASA e CERTI.BR – Centro de Estudos, respostas e tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil.

Segundo a Serasa Experian, somente no Brasil, ocorrem em média 17 tentativas de fraude por segundo contra o consumidor. Os mais variados golpes são aplicados contra os mais diversos setores da economia. Empresas de telefonia, setor de serviços, seguradoras, bancos e financeiras são os alvos preferidos dos fraudadores. Assim, não é uma tarefa simples atacar e fraudar dados em um servidor de uma instituição bancária ou comercial e, por este motivo, golpistas vêm concentrando esforços na exploração de fragilidades dos usuários. Utilizando técnicas de engenharia social e por diferentes meios e discursos, os golpistas procuram enganar e persuadir as potenciais vítimas a fornecerem informações sensíveis ou a realizarem ações, como executar códigos maliciosos e acessar páginas falsas. Uma vez de posse dos dados das vítimas, os golpistas costumam efetuar transações financeiras, acessar sites, enviar mensagens eletrônicas, abrir empresas fantasmas e criar contas bancárias ilegítimas, entre outras atividades maliciosas. Dessa forma, muitos dos golpes aplicados na Internet podem ser considerados crimes contra o patrimônio, tipificados como estelionato.

São várias as modalidades de fraudes ou estelionatos mais praticados, dentre eles:

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ARTIGO: VOCÊ SE LEMBRA EM QUEM VOTOU NA ÚLTIMA ELEIÇÃO?

Por Celso Tracco*

Em véspera de eleição surgem notícias do tipo: 8 em 10 eleitores não se lembram em quem votaram para deputado federal, estadual ou distrital; eleitores não fiscalizam seus representantes, e por aí vai, demonstrando que a nossa frágil democracia ainda tem muito por crescer, desenvolver e se consolidar.

Nossa experiência democrática é muito superficial, porque somos uma sociedade:

Secularmenteiletrada – recente pesquisa mostrou que 44% da população não lê e 30% nunca comprou um livro na vida. Se a população em geral não lê, porque iria se interessar por política? Política, direita, esquerda, liberalismo? Ah! Não adianta entender! Nada muda!

Extremamente desigual – a renda média per capita de 1% dos trabalhadores mais bem pagos representa a mesma massa de renda de 40% dos trabalhadores que recebem na faixa mais baixa de salários. É lícito pensar que quem está preocupado com a sobrevivência diária de sua família, não se importa com quem está no poder, tanto faz. Ninguém olha para o pobre, o que interessa é comida na mesa!..

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NO GOVERNO DOS ‘CULEJO”, A FALTA DE EDUCAÇÃO COM O POVO É REGRA

Por Davidson Brito | davidson_brito@yahoo.com.br

Em meados de 2015, após assumir o Ministério da Educação, uma declaração feita, quatro anos antes, por Cid Gomes (PDT), ganhou grande repercussão em todo o país. O recado foi direto para as e os professores que estavam em greve há 24 dias no Ceará. “Quem entra em atividade pública deve entrar por amor, não por dinheiro”, disse, o em 2011, governador.

Tal declaração gerou diversas reações, nos mais variados agrupamentos sociais. O que sem dúvidas, nos remete à algumas reflexões importantes no atual contexto que vivemos em Itabuna. Isso porque, mesmo depois de anos terem se passado, e embora nenhum outro governante tenha feito uma defesa pública sobre tal afirmação, na prática a situação é bem diferente.

O que Fernando tem haver com isso?

O prefeito Fernando Gomes (sem partido) foi eleito em 2016 com o slogan “foram me chamar. Eu estou aqui, o que é que há”. Em uma clara demonstração que voltava para resolver os problemas do povo. No entanto, chegando a quase metade do seu mandato, verifica-se um caos quase que total nos serviços essenciais básicos, como a saúde e educação, além é claro de todo autoritarismo e falta de democracia com os servidores municipais e camelôs. Em alternativa, o beneficiamento dos grandes empresários são cada vez maiores.

Ainda em 2017, quando seu governo mal tinha começado, o mesmo já tinha que dar explicações, após acusações do Ministério Público, que indicou nepotismo, após sua esposa e um sobrinho assumirem, respectivamente, as secretarias de assistência social e administração. Se já não bastasse ser o segundo prefeito com maior salário na Bahia, o mesmo resolveu fazer dos cofres públicos uma fonte de enriquecimento para sua família. Ainda insatisfeito, faz uma verdadeira farra com o dinheiro público, ocupando a folha de pagamento com uma lista exorbitante de cargos comissionados, privilegiando contratos de aluguéis e de coleta de lixo exorbitantes, como forma de fortalecer seus pares, os grandes empresários…

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O QUE EU DESEJO PRA ITABUNA É MAIS SAÚDE

Por Eric Júnior *

Reeleito Provedor da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, maior instituição do interior do Norte e Nordeste do país, posso escrever, hoje, que exerço a minha função não somente por amor à medicina, mas por uma saúde melhor para a minha cidade. Para isto, claro, os desafios foram e são muitos, mas menores que a minha vontade e a vontade de quem está fazendo tudo acontecer junto comigo, principalmente no projeto Santa Casa Nos Bairros, um mutirão de saúde, mensal, realizado em comunidades carentes do nosso município.

Médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, fisioterapeutas, assistentes sociais e profissionais dos mais diversos setores administrativos doam seu tempo e a sua dedicação, todos os meses, em uma manhã de sábado. Todos voluntários, vale lembrar. Chegamos ao volume de mais de 400 atendimentos médicos (com especialidades como cardiologia, pediatria, ginecologia, geriatria etc) por mutirão, e mais de mil pessoas, aproximadamente, circulando na Feira de Saúde e tendo acesso a testes de glicemia, aferição de pressão e orientações das mais diversas especialidades. São números expressivos que fazem a diferença e modificam o dia a dia na saúde da população carente de Itabuna, e modificando o dia a dia de todos os envolvidos, nos tornando mais próximos e engajados na certeza de estarmos fazendo a nossa parte por um mundo melhor.

O mutirão, que nasceu da necessidade de aproximar a instituição da população, além de atuar de forma preventiva na saúde, segue mantendo a sua proposta inicial, colaborativa e integradora. Aproveito o aniversário de Itabuna para agradecer a todos que embarcaram neste desafio junto comigo, e desejar à nossa cidade mais saúde. A Santa Casa é nossa, e o projeto Santa Casa nos Bairros é de vocês!

*Eric Junior é médico e provedor da Santa Casa de Itabuna.

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ITAJUÍPE: PREFEITURA ENTREGA FARDAMENTO PARA ALUNOS DA REDE MUNICIPAL

O prefeito Marcone Amaral e sua equipe realizaram hoje (16) a entrega do fardamento para os alunos do Ensino Fundamental da rede municipal de ensino. A escola escolhida para simbolizar a entrega do fardamento, a Escola Municipa Lourdes Pinillos, recebeu o prefeito Marcone Amaral, a Secretária de Educação, Maria de Lourdes Santana Silva e a comitiva do prefeito, que foram recebidos pelos alunos e professores da referida escola.

A entrega do fardamento para todos os alunos da rede municipal de ensino cumpre mais uma etapa do planejamento da gestão do prefeito Marcone Amaral em fornecer todo o material necessário para que os educandos sintam-se bem recebidos no ambiente escolar. Para a professora Maria de Lourdes, “o fardamento permite que os alunos estabeleçam uma identificação com sua escola, fortalecendo a autoestima de cada um”, disse.

Para o Prefeito Marcone Amaral, “esta oportunidade de fornecer aos nossos alunos o novo fardamento é mais uma conquista do nosso governo, que tem por objetivo trabalhar para o povo e pelo povo. Com esta ação, proporcionamos aos nossos alunos o estímulo à sua autoestima e à sua diginidade, princípios que também incentivam o ensino-aprendizagem”, declarou.

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MAIS UMA VEZ ESCREVO SOBRE PLANEJAMENTO EM ILHÉUS, OU SOBRE A FALTA DELE

Por Carlos Mascarenhas*
carlos.consutic@gmail.com

Estava lendo durante este fim de semana o livro SEU ALENCAR.COM OUTRAS HISTÓRIAS…, de Guarani Valença de Araripe, que me foi presenteado pelo amigo José Leite, e lá na página 73 encontrei um texto que divido aqui com vocês, e aproveito para fazer alguns comentários.

Vamos ao texto:

O PLANO DE DESENVOLVIMENTO LOCAL INTEGRADO DO MUNICÍPIO DE ILHÉUS

Minha viagem aos Estados Unidos deu-se em razão de convite do Governo Americano (via GAI – Governamental Affairs Institute) a um grupo de prefeitos de municípios do Estado da Bahia. Houve de minha parte o cumprimento da missão oficial, que me foi delegada pelo referido grupo de prefeitos, composto por: José Waldomiro Borges, Prefeito de Jequié; Joca de Souza Oliveira, Prefeito de Juazeiro, e Jaime Mascarenhas, Prefeito de Prado. A missão de Assessor Técnico foi plenamente cumprida.

No final de 1968 nossa empresa PRO-URB, com escritório em Salvador, assinou um contrato com a prefeitura de Ilhéus, para a realização do Plano de Desenvolvimento Local Integrado do Município de Ilhéus, financiado pelo Serviço Federal de Habitação e Urbanismo – SERFHAU, órgão do Ministério do Interior. Era prefeito de Ilhéus, à época, o jovem médico Dr. Nerival Rosa Barros…

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A BARRAGEM ESTÁ PRONTA! MAS, E AGORA?

Por Roberto José*

Estive recentemente na Barragem do Rio Colônia logo após sua “inauguração” parcial – pelo governador do Estado, o qual esteve acompanhado de um séquito de “cabos eleitorais” e políticos da região, alí fiz algumas reflexões, que eu compartilho com a população de Itabuna e região.

De fato, há muito o que comemorar com a inauguração dessa infraestrutura que vai subsidiar o abastecimento de água nos municípios da região central do Sul da Bahia. É uma luta de décadas, sem precisar falar que é uma demanda de centenas de anos, quando comparado a outras regiões do mundo que barram rios como tarefa inicial do desenvolvimento local. Mas chegou, e isso é ótimo!

Os ganhos são imediatos, com destaque para produção de estimados 62.670.695m³ de volume d’água, controle de enchentes em áreas ribeirinhas, vai diluir o esgoto lançado sem tratamento das cidades da bacia do Cachoeira, principalmente Itabuna, além da perenização do curso d`água e valorização imobiliária do entorno do espelho d`água da barragem, o que acarreta em atrativos econômicos…

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OUSAR SONHAR, OUSAR VENCER!

*Por Celsinho Cotrim

Por entender que embora tenha sua origem etimológica em senex, o Senado já não alija os mais jovens, o que não quer dizer, menos experientes…

Foi-se o tempo, que o cargo de senador era vitalício, e exigia entre outras coisas, rendimento anual de oitocentos mil réis…

Com esta compreensão, como pré-candidato ao Senado pelo PRONA, desejo levar a minha força, experiência e coragem, para essa casa legislativa, representando o meu Estado da Bahia.

Este é um novo tempo, tempo de visões renovadas e de continuar vivendo sonhos possíveis. Sonhar o mesmo sonho, com a diferença do que era analógico, agora é no digital…

Aos céticos, direi como disse o beija-flor ao ser indagado sobre a pretensão de apagar o incêndio da floresta, levando no bico, uma gota de água por vez: Vou fazer a minha parte.

Mas, poderiam ainda apelar para o famoso dito popular que diz que uma andorinha só não faz verão. Realmente. Andorinha não faz verão mesmo. Quando em bando, apenas dão indício de que chegou o verão. Mas, nada impede que uma andorinha voe, com plenitude, em qualquer outra estação do ano. Pois voar, é da sua natureza…

A minha geração, continua com a mesma esperança da geração dos meus pais. Apesar dos reveses, o sonho não acabou, muito ao contrário, dos erros cometidos à correção de rumo, tendo aprendido com eles, caminhar na direção certa.

Para seguirmos adiante, devemos usar as experiências vividas, não como um sofá para ficarmos sentados, mas, sim, como um trampolim que nos impulsione pra frente.

Meu tempo é hoje, é aqui, é agora!

*Celsinho Cotrim é Administrador e Planejador Municipal e Pós-graduado em Gestão Governamental

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MEU DESABAFO SOBRE A FORMA CRUEL QUE CEIFARAM A VIDA DE UM COLEGA DE FARDA.

Por Cabo Neto

Não são inversão de valores, é sim a falta de valores, de humanidade.

E isso acontece e acontecerá com qualquer cidadão neste país.

Atrelado a isso, a essa revolta social e interna, dentro das polícias militares, vem a famigerada DEMONIZAÇÃO A FARDA.

Isso mesmo! A cada morte de um policial neste país, ela é justificada explicitamente por conta da violência das ações policiais ou do “despreparo” dos agentes de segurança.

Observo os debates via rede social, quando acontece qualquer ato ilícito de um militar, seja ele das Forças Armadas ou das PM’s, achincalham as corporações de maneira vergonhosa, covarde, preconceituosa e política.

Isso no intento de desvalorizar, menosprezar e colocar a todos num mesmo patamar de ilicitude, assemelhando ou atribuindo crime a quem não o cometeu.

Erros sempre existirão. Os países mais desenvolvidos do mundo tem seus erros em ações policiais.

Que se investigue, que se incrimine, que os “culpados” sejam punidos.

Existe um ditado interna corporis que sempre falamos aos mais novos da caserna…

A POLÍCIA PERTO INCOMODA, MAS LONGE FAZ FALTA.

A formação do Estado se deu para pacificação social, e quando estes agentes, pacificadores de conflitos são perseguidos, atacados, violentamente mortos devido a sua condição profissional, há algo errado.

A sociedade está doente, é ilógico tantas mortes.

Ver, ler e ouvir discursos ideológicos contra a farda, contra a PM, enfraquece todo o Estado brasileiro.

Quem ganha? O CRIME E O CRIMINOSO ETERNAMENTE VITIMIZADO.

E deixo aqui uma pergunta…

Existe RESSOCIALIZAÇÃO para esse indivíduo?

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E AS SOMBRAS, HEIM?!

Dia e noite. Sol e lua. Branco e preto. Inverno e verão. Luzes e sombras. Opostos. Complementares. Complementares! Essa é a principal ideia que precisamos ter em mente quando o assunto são as nossas sombras. Todo e qualquer objeto quando posto em direção à luz, automaticamente o que se forma é a sua sombra. E assim somos nós: compostos de aspectos positivos, que revelamos, que mostramos, que manifestamos; e aspectos que interpretamos como negativos, que escondemos, que mantemos obscuros, que renegamos.

As sombras nada mais são do que partes, aspectos, características nossas que aprendemos, ao longo de nossa criação e educação, que não eram adequadas, aceitas. A raiva, os desejos sexuais, a demonstração de fraqueza, a vulnerabilidade, os anseios por poder e bens materiais foram construídos, na grande maioria das pessoas, como manifestações negativas, que precisavam ser reprimidas. Só que, por exemplo, a energia da raiva que nos leva à agressividade – quando não é reconhecida – é a mesma energia que impulsiona um pai ou uma mãe a se jogar num rio sem saber nadar para salvar um filho. Não existem emoções positivas ou negativas, quem as categoriza e coloca em caixinhas é a mente, que é constituída por nossas interpretações de mundo, experiências, crenças; e sempre busca analisar e colocar toda e qualquer informação que nos chega logo em algum rótulo ou categoria.

A grande questão que envolve as sombras é que, quando não as reconhecemos em nós – e todos nós temos! – projetamos nossos aspectos destrutivos nas pessoas que nos cercam, no mundo, na maneira como enxergamos a vida. Passamos a ver defeitos em tudo e todos, julgamos e acusamos a todo momento. Enxergamos e somos capazes de enumerar os defeitos do vizinho, do primo, do colega de trabalho. Sempre do outro. O mundo está errado, as pessoas precisam mudar; eu, nunca. Não vemos as nossas próprias sombras. E uma coisa importante a se dizer, também, querido leitor, é que as sombras não são de todo prejudiciais. Não se trata, aqui, de algo que é preciso a todo custo ser “jogado fora”. A grande busca é a integração dessas sombras.

Passamos um tempo imenso de nossas vidas dispensando uma energia imensa em mostrar o que não somos e esconder o que somos pelos mais variados motivos. Criamos máscaras, personagens que nos protegem: mostramos e manifestamos todos os aspectos que julgamos como aceitáveis e que, no fundo, nos farão sentirmo-nos amados, e escondemos aqueles que entendemos que nos distanciarão do amor do outro. Mas, a integração de nossas sombras se dá, a partir do momento que, literalmente, paramos de apontar o dedo e percebemos em nós a existência daquele comportamento que julgamos no outro.
Existe uma frase bem conhecida do renomado psicanalista Carl Jung que diz que a tudo que se resiste, persiste. Então, hoje, finalizo esta coluna de uma maneira diferente: propondo um exercício. Você, que me lê agora, neste momento, comece a observar seus incômodos. Se uma determinada pessoa te incomoda, seja por qual for o motivo, perceba, em você, de que forma essa característica que incomoda no outro se manifesta aí dentro.
Topa? Valendo!

* – Psicanalista em formação; MBA Executivo em Negócios; Pós-Graduada em Administração Mercadológica; Consultora de Projetos da AM3–Consultoria e Assessoria.
E-mail: mari.benedito@outlook.com

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