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Conjunto Penal de Itabuna

SINEBAHIA OFERECE 50 VAGAS DE EMPREGO EM JEQUIÉ, ILHÉUS E ITABUNA NESTA TERÇA-FEIRA

O SineBahia anunciou 50 vagas de emprego para esta terça-feira, 4, sendo 41 para Itabuna, 7 para Ilhéus e 2 para Jequié. Os candidatos interessados devem se dirigir, em Itabuna, à unidade do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) situada na Avenida Aziz Maron, Bairro Góes Calmon, no Shopping Jequitibá, das 9h às 18h, em Ilhéus na unidade do SineBahia no SAC, sala 14, situada à Rua Eustáquio Bastos, 308 – Centro, em Ilhéus e/ou acessar o site empregabrasil.mte.gov.br e em Jequié na Avenida Rio Branco, sem número, no Centro.

É Imprescindível portar número do PIS, PASEP ou NIS; Carteira de Trabalho, RG, CPF, currículo, comprovante de residência e certificado de escolaridade.

Confira as vagas:

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FEIRA DE ODONTOLOGIA ENVOLVE 582 INTERNOS DO CONJUNTO PENAL DE ITABUNA

O Conjunto Penal de Itabuna (CPI) realizou, entre os dias 24 e 27, a sua 1ª Feira de Odontologia – Resgatando Sorrisos. Ao todo, 582 internos e internas passaram pelos diversos estandes, consultórios e auditórios da feira. Esse número envolve testes rápidos para detecção de HIV e sífilis (167), ouvintes das palestras (287) e atendimentos com profissionais da odontologia (128).

A ação foi realizada pela empresa Socializa Brasil, que faz a administração do presídio em regime de cogestão com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Administração Prisional e Ressocialização (Seap). A unidade já oferece o atendimento odontológico no dia a dia. “Com a feira, concentramos o atendimento e as ações de prevenção, atingindo, dessa forma, um maior número de reeducandos”, afirma o diretor do CPI, Adriano Valério Jácome da Silva.

Foram realizadas ações de educação para a higiene bucal (palestras com concluintes do curso de Odontologia da Unime), atendimentos com odontólogos e com duas técnicas de saúde bucal (TSBs), que realizaram limpezas de tártaro, o que é permitido à profissão. Ao final das palestras todos receberam um kit com escova de dente, creme dental e enxaguante.

Ao longo do evento, profissionais que já trabalham no Conjunto Penal e outros convidados fizeram os atendimentos. Além do consultório da unidade prisional, foi utilizado um consultório móvel. A feira de odontologia foi também uma forma de comemorar o Dia Nacional do Dentista (25 de outubro).

Os números informados incluem os atendimentos, testes e palestra já agendados para as 73 mulheres internas, que ocorrerão na próxima segunda-feira, no anexo feminino. A feira também promoverá ações junto aos funcionários do Conjunto Penal de Itabuna, assim como o acesso aos testes rápidos para detecção de HIV e sífilis. O evento contou com apoio das equipes de segurança e da direção da unidade.

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ITABUNA: INTERNOS DO CONJUNTO PENAL REALIZAM SONHO DE CURSAR UMA FACULDADE

Três internos do Conjunto Penal de Itabuna (CPI) iniciaram, nesta terça-feira (8), uma nova etapa de suas vidas: passaram a ser, de fato e de direito, estudantes do Ensino Superior. A cerimônia de entrega da documentação de matrícula, carga horária e conteúdos programáticos foi realiza no próprio CPI e contou com a presença do juiz da Vara de Execuções Penais e Medidas Alternativas da comarca de Itabuna, Antônio Carlos Maldonado, do diretor do CPI, capitão PM Adriano Valério Jácome, e de representantes da OAB e Conselho da Comunidade para Assuntos Penais, além da empresa Socializa Brasil, que administra a unidade em regime de cogestão com o Governo do Estado.

Não foi um caminho fácil, como reconheceram os “calouros”, as autoridades e profissionais da educação e ressocialização – da empresa Socializa Brasil e do Colégio Estadual de Itabuna, que tem um anexo no CPI. “Por isso mesmo cada um de vocês leva sobre si uma grande responsabilidade. Hoje vocês podem ser modelos para outros estudantes em situação de cárcere que, vendo seus exemplos, podem escolher o caminho da educação para a reinserção social, que é o objetivo maior de suas passagens pelo sistema carcerário”, observou o diretor Adriano Jácome.

Na mesma linha, o juiz Antônio Carlos Maldonado, que autorizou a matrícula e a saída dos estudantes, destacou o empenho da equipe do Conjunto Penal que, com todas as dificuldades, possibilitou a realização desse sonho, e a dedicação de cada um dos novos estudantes. “Esse é um momento muito importante na vida de cada um de vocês. Pessoalmente, não tenho informação, na Bahia – pelo menos no interior – de internos do sistema prisional cursarem o Ensino Superior. É uma grande honra e uma grande responsabilidade para todos”.

Reconstrução

Todos os novos estudantes estão no regime semiaberto. Os três já foram inseridos em atividades laborativas de apoio ao próprio Conjunto Penal, o que significa que, trabalhando no contraturno, farão jus a remuneração para auxiliar na manutenção dos seus estudos. Passam a ser, na prática, colaboradores da empresa Socializa Brasil.

Os três falaram sobre o novo momento em suas vidas e foram unânimes em reconhecer a oportunidade de transformação que tem a partir dessa nova etapa. “Quero, daqui a alguns anos, poder olhar para meus filhos e, de fato, ser outra pessoa. Decepcionei meus pais, que tinham grandes sonhos para mim, mas tenho a chance de não decepcionar meus filhos”, discursou um. “Para mim, esse é um momento de transformação”, enfatizou o segundo.

Os dois foram seguidos pelo terceiro colega: “quando fui preso, comecei a pensar que essa não era a vida que queria pra mim. Tem um versículo da Bíblia, de autoria do apóstolo Paulo, que, escrevendo aos romanos, disse o seguinte: ‘Detestai o mal, apegando-vos ao bem’. Adotei esse lema para minha vida, dali em diante. Essa é minha oportunidade de cumprir aquilo que decidi naquele dia – apegar-me ao bem e detestar o mal, para reconstruir minha vida a partir da educação”.

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