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Ester Gomes

ITABUNA: FUNCIONÁRIOS DA ESTER GOMES ESTÃO SEM CONTRATO E COM SALÁRIOS ATRASADOS

As dificuldades na saúde do município de Itabuna vão desde o funcionamento até o atendimento por parte dos funcionários. O iPolítica recebeu a denúncia de que funcionários da Maternidade Ester Gomes (Mãe Pobre), estão trabalhando sem contrato, com salários atrasados e sem previsão de quando vão receber.

O cansaço dos servidores é visível para quem passa pela Ester Gomes e, segundo relatam alguns funcionários, “isso acaba comprometendo na qualidade dos atendimentos prestados pela unidade hospitalar.”.

Apesar de Itabuna viver um verdadeiro caos na saúde pública, tudo isso caiu no esquecimento com a realização da lavagem da Avenida Manoel Chaves (Kennedy), no São Caetano, neste domingo, 1, levando centenas de pessoas a percorrerem as ruas principais ao som de trio elétrico e com locutores enaltecendo o Prefeito e alguns Vereadores.

O Blog tentou contato com a direção da Maternidade mas não obteve resposta até o momento.

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ITABUNA: RECÉM NASCIDO MORRE APÓS PARTO NA ESTER GOMES

A saúde pública de Itabuna está totalmente entregue e o poder executivo não dá sinais de providências. Desta vez, mais uma criança morreu por negligência médica no município.

Um recém nascido, que teve seu parto feito por uma enfermeira na Maternidade Ester Gomes (Mãe Pobre), morreu nesta quarta-feira, 27, após vir ao mundo com saúde pra dar e vender.

Segundo boletim de ocorrência registrado por familiares da criança, o médico Luiz Carlos de Leite Souza atendeu a mãe da criança por volta de 21 horas da terça-feira (26), sendo medicada e orientada a voltar para sua residência.

Horas após a gestante retornou a maternidade onde, já em trabalho de parto, foi atendida pelo mesmo médico. Daí, de acordo com o BO, ele solicitou a uma enfermeira que realizasse o parto.

A criança, que segundo a família, nasceu bem, morreu minutos após o parto. No prontuário de óbito, atestado pela maternidade, consta que a criança já estava sem vida, após o parto. O caso foi parar no Complexo Policial se Itabuna, onde se iniciaram as investigações.

Veja o boletim de ocorrência:

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ITABUNA: VEREADORES APURAM IRREGULARIDADES EM REPASSES À ESTER GOMES

Os vereadores Enderson Guinho (PDT), Charliane Sousa (PTB), Jairo Araújo (PCdoB) e Babá Cearense (PSL) solicitaram documentos ao secretário de saúde, Uildson Nascimento, durante reunião na Câmara Municipal. Na terça, 19, o gestor atendeu à convocação de comissões da Casa. O quarteto apura se houve irregularidade nos repasses de recursos à Maternidade Ester Gomes.

Com base em informações do Conselho de Saúde, Charliane questionou um repasse de R$ 289 mil em 2017, que teria ocorrido sob a forma de empréstimo. Segundo conselheiros ouvidos na reunião, a Ester Gomes afirmou que o dinheiro foi devolvido integralmente, porém o Conselho alega que não teve como verificar documentalmente a restituição.

Indagado sobre o motivo da devolução, Uildson respondeu que desconhecia a razão, mas “vou apurar essa questão [porque] secretaria não é banco para fazer empréstimo”, informou. O gestor da saúde itabunense esclareceu que a lei permite o adiantamento de recursos pelos prestadores de serviços. Em tempo, Jairo Araújo pediu cópia do extrato comprobatório da devolução.

Também convocado pela Câmara, Sérgio Oliveira – conselheiro da Fundação Fernando Gomes, mantenedora da maternidade – não compareceu à reunião. O presidente da Comissão de Saúde, Enderson Guinho, informou que medidas legais serão tomadas. “Mesmo pessoas privadas, física ou jurídica, quem recebam verba pública estão submetidas à fiscalização legislativa”, salientou.

Guinho encerrou a reunião defendendo a abertura de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) para investigar as denúncias envolvendo contratos com prestadores de serviços. “Essa Casa não pode se omitir de apurar. Estão claros os atos ilegais. Mesmo dinheiro devolvido não apaga o crime. Infelizmente, apenas seis vereadores assinaram até agora”, lamentou.

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ITABUNA: MULHER EM TRABALHO DE PARTO NÃO CONSEGUE ATENDIMENTO NA ESTER GOMES

Uma mulher passou por uma situação de apuros nesta quinta-feira, 14. Ao entrar em trabalho de parto, na porta da Maternidade Ester Gomes, Mariane Conceição, de 26 anos teve o atendimento negado e foi orientada a a se dirigir para a Ilhéus, pois não tinha anestesista naquele momento na unidade hospitalar.

Segundo informações, começou então o desespero da família. Sem poder encaminhar pro Hospital de Base, contactaram o SAMU, que informou que não tinha viatura disponível. “Mandaram arrumar um carro e levá-la pra Ilhéus”, disse um familiar visivelmente transtornado.

O iPolítica tentou contato com a maternidade mas não obteve respostas até o momento desta publicação.

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ITABUNA: CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE SOLICITA REUNIÃO NO MP PARA DEFINIR RETORNO DO ATENDIMENTO MATERNO INFANTIL NA MATERNIDADE ESTER GOMES

A partir da solicitação do Conselho Municipal de Saúde de Itabuna, reiniu-se no Ministério Público hoje pela manhã a Secretaria Municipal de Saúde de Itabuna, a Maternidade Ester Gomes e o Conselho. Com a intermediação do MP, ficou estabelecido um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), onde a maternidade se compromete a restabelecer o atendimento de obstetrícia de baixo risco.

Por parte da Secretaria Municipal de Saúde, o compromisso de fazer repasse acordado anteriormente em conjunto com a Sesab no valor de R$ 450 mil. Ainda no acordo, ficou estabelecido que a secretaria e a maternidade proporão acordo definitivo para posterior aplicação.

O Conselho Municipal de Saúde continuará acompanhando e solicitará todos os documentos no sentido de estabelecer o princípio da publicidade para garantir a transparência e, o mais importante, a normalização do atendimento materno infantil para a população que não suporta mais interrupções e incertezas.

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ITABUNA: MATERNIDADE ESTER GOMES ANUNCIA O ENCERRAMENTO DOS SERVIÇOS DE PEDIATRIA, LABORATÓRIO E OBSTETRÍCIA

Por meio de ofício encaminhado à Prefeitura Municipal de Itabuna, Conselho Municipal de Saúde, Ministério Público Estadual e demais entidades, nesta quinta-feira (3), a Fundação Fernando Gomes, que administra os atendimentos e serviços da Maternidade Ester Gomes, a Mãe Pobre, anunciou o encerramento dos serviços pediátricos, laboratoriais e obstetras.

De acordo com o documento, que foi enviado por Neiva Samara, presidente da instituição, as atividades foram encerradas nesta sexta-feira, 4. “Lamentamos esse desfecho, sobretudo em função dos mais de trinta anos de digna atuação em consonância com o Sistema Único de Saúde – SUS”, relata em um trecho do documento.

Em agosto deste ano, Sérgio Gomes, conselheiro da Maternidade, havia informado que a unidade não seria fechada e garantiu os pagamentos dos serviços prestados (Relembre).

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ITABUNA: CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE FAZ DENUNCIAS GRAVES CONTRA A MATERNIDADE ESTER GOMES

O Conselho Municipal de Saúde de Itabuna, por meio de nota, emitiu denúncia relacionadas à Maternidade Ester Gomes, conhecida como Mãe Pobre. Segundo aponta a denúncia, várias emendas e recursos do governo federal foram destinados a unidade, sem o devido retorno para a população.

Segundo denúncia o Conselho, estão sendo encaminhados vários recursos para a Maternidade.. O conselho denuncia também o superfaturamento de serviços, que são pagos pelo SUS, a exemplo de um parto, que segundo o conselho custaria R$ 400,00, a maternidade estaria cobrando R$ 1.200,00.

Em documento enviado ao iPolítica, são destacadas várias áreas da unidade onde apresentam diversos problemas, que vão desde a estrutura até o atendimento ao público. “Percebe-se que algumas paredes do hospital não são laváveis, alguns suportes de soro não são adequados, banheiros precários, pisos impróprios, ausência de identificação em algumas salas, mobiliário precisando de reforma e/ou troca, ausência de rede canalizada de vácuo e ar comprimido, ausência de suporte ventilatório de alto risco e de emergência e ausência de torpedo de oxigênio portátil.”

Em outro trecho do documento, o Conselho solicita a presença de demais órgãos para que possam fiscalizar determinados setores da unidade hospitalar. “Por fim, faz-se necessário a vistoria técnica dos órgãos competentes, como Vigilância Sanitária, Conselho Regional de Enfermagem, Auditorias competentes, dentre outros, a fim de elaborar parecer técnico para melhorar as condições estruturais e de pessoal da unidade”.
A denúncia anônima enviada ao conselho, relata também a falta de profissionais da área, possibilitando apenas três atendimentos na unidade. O conselho requisitou o contrato de prestação de serviço para averiguar as denúncias e tomar as medidas necessárias.

O filho do prefeito Fernando Gomes, Sérgio Gomes, estaria administrando a maternidade, segundo aponta a denúncia anônima entregue ao Conselho. Funcionários da Ester Gomes que foram demitidos,, lutam judicialmente para poder receber as verbas rescisórias, a maternidade alega falta de recursos para efetuar a quitação dos débitos trabalhistas.

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