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AÇÃO PUBLICITÁRIA PRIVILEGIOU CLIENTES DE CHEFE DA SECOM E APOIADORES DE BOLSONARO

Sob o comando de Fabio Wajngarten, a Secom fez mudanças na estratégia da campanha de publicidade sobre a reforma da Previdência, a maior e mais cara do governo no ano passado, segundo a Folha de São Paulo.

Emissoras clientes de uma empresa do secretário e TVs religiosas, apoiadoras do presidente Jair Bolsonaro, acabaram favorecidas. A campanha foi feita em fases. Após Wajngarten assumir, a Globo foi excluída. De acordo com a publicação, foram mantidas apenas praças regionais da emissora.

De um total de R$36,7 milhões na segunda etapa, Record, Band e SBT receberam, respectivamente, R$ 6,5 milhões, R$ 1,1 milhão e R$ 5,4 milhões. A Globo ficou com R$ 2,6 milhões. Record e Band têm contratos com a FW Comunicação, de Wajngarten. Ele nega irregularidades.

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