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ADVOGADA MARISA CHAGAS COMENTA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER NOS CASOS DE ESTUPRO ENVOLVENDO DANIEL ALVES E ROBINHO

Homenageada da semana no mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher (8 de março), a advogada Marisa Chagas foi a convidada do Café iPolítica na Boa FM 96.1 para participar de entrevista direto de flashes ao vivo no Boteco Gaúcho.

Chagas conversou com o comunicólogo Eric Thadeu e deu uma aula sobre como as leis brasileiras estão mais avançadas em relação ao combate aos crimes de violência contra a mulher, especialmente “estupro”, do que outros países, especialmente os europeus.

Eric Thadeu e Marisa Chagas (Foto: Vinicius Santana)

Os jogadores Daniel Alves e Robinho foram condenados, respectivamente, a 4,5 anos e a 9 anos de prisão. Esta segunda condenação se deu em 2022 pelo crime de estupro de vulnerável, uma vez que a vítima estava inconsciente e foi violentada por vários homens ao mesmo tempo, entre eles, o jogador Robinho.

No Brasil, o crime de estupro é considerado hediondo, ou seja, as punições são mais severas e, para esse crime, não cabe o pagamento de fiança para que o acusado possa responder em liberdade.

Tal abrandamento das condenações na Itália e na França fazem com que os condenados tenham a ampla possibilidade de serem libertados muito rapidamente, especialmente o jogador Daniel Alves, ao qual foi dada a possibilidade de deixar a cadeia imediatamente, caso pague uma multa no valor de €$ 1 milhão (algo próximo a R$ 5 milhões).

Já o jogador Robinho, embora tenha sido condenado na Itália em 2022, evadiu para o Brasil, onde teve o seu caso analisado, na última semana, pelo Superior Tribunal Federal (STF), que decidiu pelo imediato início de cumprimento da pena. O regramento, no entanto, segue os dizeres das leis nacionais, que aponta que, se o condenado tiver bom comportamento, poderá deixar a prisão após cumprido um terço do período previsto. Ou seja, terá liberdade em três anos.

Marisa comentou ainda sobre o caso da psicóloga Michele Rios que, retornando na madrugada do último domingo, 17/03, de uma viagem para Ituberá, foi importunada sexualmente no meio da noite, dentro do ônibus, por um jovem de 17 anos que alegou sonambulismo. A psicóloga denunciou ainda o descaso e a desproteção do motorista que conduzia o veículo, apontado pela advogada Chagas como “omisso” no caso em questão.

Após a repercussão do caso, relatos deram conta de que este não é um caso isolado e a empresa Águia Branca anunciou que o motorista já foi demitido.

O programa Café iPolítica na Boa FM vai ao ar todos os sábados, das 8h às 10h, com o apoio do Boteco Gaúcho.

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