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AS DUAS VÍTIMAS DO CASO ESTHER VASCONCELOS

O caso que envolve a jovem Esther Vasconcelos, em Itabuna, teve mais um trágico capítulo nesta quinta-feira (11). O homem, identificado como Bira, descumpriu uma medida protetiva e agrediu o esposo da vítima na avenida Cinquentenário, próximo à praça José Bastos.

Há cerca de sete anos, a jovem vem buscando na justiça uma “proteção” contra Bira, que é portador de deficiência mental. Diversas agressões já foram registradas por Esther e informadas às autoridades competentes, mas o fato nunca teve uma solução concreta.

De um lado uma mulher, casada, que busca ter sua vida normalmente com seu esposo, família e amigos. Do outro lado, um homem, com problemas mentais, que necessita de auxílio e tratamento. Nesse período (de sete anos) Bira chegou a ser preso, após ter descumprido uma medida protetiva, mas, em pouco tempo, solto pela Justiça.

A agressão ao esposo de Esther, nesta quinta-feira, gerou uma revolta por parte da população, e uns “justiceiros” usaram da própria mão para agredir Bira, que foi espancado com socos e pauladas na praça dos Capuchinhos, no bairro Conceição.

A tragédia se caminha para uma outra tragédia, e quem pode fazer por onde, assiste tudo de braços cruzados. A jovem, mais uma vez, prestou um boletim de ocorrência no Complexo Policial de Itabuna. Bira, a mercê da sociedade, apresenta risco para as pessoas e corre o risco de que algo possa acontecer com ele. Nessa história há duas vítimas e nenhuma resolução para ambas.

Além de Esther, que é uma perseguição pessoal, Bira também já agrediu outras mulheres, como relatado à esta redação, na Avenida Princesa Isabel e na frente de uma faculdade no centro de Itabuna.

Politizar o tema não vai dar solução. O necessário é que, as autoridades competentes, busquem resolver o fato e dar segurança para os dois lados.

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