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CARLOS BOLSONARO PODE SER INVESTIGADO NA CPI DA PANDEMIA INSTAURADA PELO SENADO

A existência de um possível ‘ministério paralelo da saúde’ pode ser investigada pela CPI da Pandemia que foi instaurada pelo Senado Federal. Segundo o requerimento apresentado, esse suposto ministério teria atuado junto ao governo federal na defesa de medicamentos sem eficácia comprovada contra a Covid-19.

O documento solicita também a quebra do sigilo do empresário Carlos Wizard e do vereador e filho do presidente Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ). Os pedidos foram assinados pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), que sugere a quebra dos sigilos telefônico, fiscal, bancário e telemático do empresário e de Carlos. Além disso, o senador requereu também dados mantidos pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

A suspeita é de que o empresário Carlos Wizard seria um dos financiadores do ministério paralelo ao lado da médica Nise Yamaguchi, que tentaram alterar a bula da cloroquina por meio de decreto presidencial para incluir o medicamento no tratamento contra a Covid-19 no país.

Renan Calheiros, relator da CPI, e Alessandro Vieira, autor de requerimento para quebra de sigilos do vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro / Foto Agência Senado

Já Carlos Bolsonaro teria participado em uma reunião com representantes da Pfizer no Palácio do Planalto, o que causou estranheza por parte do senador em ver um vereador opinando e participando em decisões do governo federal. “Causa espécie o fato de um vereador ser chamado a participar e opinar em decisões que devem ser tomadas pelo governo federal, com o apoio de especialistas da saúde”, argumentou o senador Alessandro Vieira.

Outros dois nomes apontados pelo senador foram os da diretora jurídica da Pfizer Shirley Meschke e da gerente de relações governamentais da empresa Eliza Samartini, que teriam participado do encontro onde Carlos Bolsonaro supostamente teria participado.

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