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AS LEIS DE PROTEÇÃO AOS ANIMAIS

O caso dos 67 filhotes de Shih-tzu encontrados no porta-malas do carro e no banco traseiro pela PRF na BR-242, nas mediações de Itaberaba, no dia 28 de agosto deste ano, teve uma repercussão estrondosa, a ponto do abrigo onde ficaram acolhidos estes cãozinhos recebeu mais de 20 mil mensagens SMS com a intenção de adoção.

Contudo, pelo péssimo armazenamento destes filhotes, 5 já haviam morrido na estrada, e mais 28 um pouco após o resgate também não resistiram e vieram a óbito. Estes filhotes seriam entregues a petshops em Pernambuco e em Salvador para o fim comercial.

Na mesma época que os Shih-tzu foram resgatados, a operação policial alcunhada de Operação Caçador fechou uma rinha de galo em área urbana de Abreu e Lima, no Grande Recife. Na ocasião, nove pessoas foram presas pelos crimes de tráfico de drogas, homicídios, roubos, porte ilegal de armas de fogo, associação criminosa e crime ambiental.

Quinta-feira, a cadelinha Vitória, a qual havia sido jogada de uma janela aqui na cidade de Itabuna com apenas 2 meses de vida no dia 22, saiu, felizmente, com vida, do hospital veterinário. O homem responsável alegou ter tido um surto no momento, e que se arrependeu do ato. Todos estes três fatos, que estão servindo de exemplos, são casos de mau-tratos aos animais.

O crime de maus-tratos está previsto no Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605, de 12.02.1998 (Lei de Crimes Ambientais): Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos(…)”. A pena prevista é de detenção de três meses a um ano e multa, ou seja, poderá ser convertido em pena alternativa por se tratar de crime de menor pontencial ofensivo, a qual é aquela que se a pena for de até dois anos, o criminoso poderá prestar serviços à comunidade ao invés de cumprir pena. A pena é aumentada em um sexto, conforme o próprio § 2º: “A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.” No entanto, no dia 9, o Senado aprovou um projeto de lei que aumentará a pena que era de até um ano para de 2 até 5 anos de reclusão. O projeto é de autoria do deputado Fred Costa (Patriota-MG), e já foi aprovado pela Câmara, agora só falta a sanção do presidente para entrar em vigor.

O maus-tratos de animais não está exclusivamente na lei ambiental, podendo ser encontrado também na nossa Lei Maior no art 23: “competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e municípios: VI – proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas; VII – preservar as florestas, a fauna e a flora; (…)”. É bom enfatizar que esta competência de proteger o Meio Ambiente não é exclusivo de nenhum ente federado em específico, sendo da competência de todos: tanto da União, como os Estados e os Municípios. Da mesma forma, o artigo. 225 fala que : “Todos têm o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para os presentes e futuras gerações.(…)”, continuando no § 1.º: “Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao poder público: (…)” e no inciso VII diz: “proteger o Meio Ambiente adotando iniciativas como: proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoque a extinção de espécies ou submetam os animais à crueldade.” Em toda a Constituição, a natureza deve ser preservada em todos os seus sentidos: seja ser-vivo ou não, o dever de preservar é de todos os brasileiros. Os animais fazem parte do meio ambiente, sendo dever do homem previsto na Constituição de tratar bem, cuidar e respeitar.

Em um outro artigo mais antigo, eu disse que os animais, na concepção desta que escreve este texto, pode ser sacrificado mediante realização de cultos religiosos, assim como é aceitável que possam servir de cobaias em prol da ciência (mas em caso de abuso, também incorrerá em crime previsto na lei ambiental no mesmo art. 32, §1º), caso não haja outro meios possíveis de se realizar os experimentos. Todavia, os animais, assim como todo ser vivo (incluindo as plantas), devem receber o respeito dos seres humanos. Maltratar qualquer ser para servir de chacota, diversão, sarcasmo, ou até mesmo por pura crueldade do homem, não são motivos razoáveis. A vida é sagrada, e deve ter limites a serem respeitados.

A Organização Mundial da Saúde estima que existam mais de 30 milhões de cães e gatos no Brasil, é uma outra pesquisa muito intrigante é que mostrava que entre 2 mil internautas brasileiros participantes da pesquisa, 92% já presenciaram maus-tratos contra animais, porém, lamentavelmente, somente 17% denunciaram as práticas. Outro dado mostra que 67% dos internautas pesquisados afirmam já ter presenciado animais abandonados em suas cidades.

Estes dados mostra que as pessoas pouco se comovem com a agressão ou abandono contra os animais, o que é triste por estar sendo banalizado a violência contra o animal.
Em caso de presenciar alguma situação de maus-tratos como: abandonar, ferir, mutilar ou envenenar, manter preso permanentemente em correntes, manter em locais pequenos e sem higiene não abrigar do sol, da chuva e do frio deixar sem ventilação ou luz solar não dar comida e água diariamente negar assistência veterinária ao animal doente ou ferido, o cidadão deve primeiro encontrar um lugar para o animalzinho e depois ligar para a polícia militar para prestar uma queixa, visto que a polícia não acolhe estes animais. Caso a polícia se recuse, é necessário acionar o Ministério Público, uma vez que os animais estão sob a tutela do Estado, e por fim, é possível registrar ocorrências de maus-tratos contra animais silvestres através da Linha Verde, do Ibama, no número 0800 61 8080 ou outro órgão competente te de sua cidade como o INEMA em Itabuna.

Os animais não são agressivos como nós, seres humanos, eles, mesmo os selvagens, atacam apenas quando se sentem ameaçados, ou para se alimentar. Os animais são inocente, e, se forem domésticos, sendo bem criados pelos seus donos, se tornam absolutamente dóceis e mansos. Os animais são indefesos diante da violência humana, sendo uma covardia que agride um animal.

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ITABUNA – UM PASSADO GLORIOSO

Por José Cássio Varjão

“Com o desenvolvimento do capitalismo moderno, os muito ricos se associaram aos altos executivos e passaram a controlar grandes empresas (indústria, comércio e bancos). Trata-se uma revolução administrativa em que a empresa familiar perde lugar para grandes corporações. Esse grupo passa a ter influência social e política que afeta a vida de milhões de pessoas.” (A Elite do Poder, 1956 – Charles Wright Mills). Wright Mills, na segunda metade do século passado fez essa afirmação, definindo a alta hierarquia da ordem institucional econômica americana.

Em Itabuna, J.S. Pinheiro (Ford), Oduque Veículos (Ford), Silveira S/A (Chevrolet) Fonape (Wolkswagen), Cimol, Rosemblait, Móveis Itarte, Makro, Crediário Cometa, Farmácia Cabral, Mercado Messias , são alguns exemplos de empresas familiares do município, que deram lugar a grandes empresas de outras regiões.

Na década 70/80 do século passado, a cidade tinha entre 112 mil e 144 mil habitantes respectivamente. Av. Cinquentenário e adjacências, repletas de lojas, geravam milhares de empregos e a circulação diária de milhares de pessoas revelava que tínhamos uma das economias mais fortes do interior do nordeste do Brasil.

Tínhamos o Aeroporto Tertuliano Guedes de Pinho, o excelente prédio da Prefeitura e tínhamos filiais de todas as empresas de compra de Cacau, incluindo as locais e multinacionais. Empregos, muitos empregos, para quem se arriscava sair da roça para tentar a sorte na “cidade grande”.

O lazer de Itabuna era completo. Famosas boates, vários cinemas e dezenas de bares e restaurantes alegravam a população. Tínhamos o excelente Itabuna Esporte Clube, o Itabuna Clube e o Estádio Luiz Viana Filho, com um dos gramados mais bonitos do Brasil. (diziam que a drenagem e a grama eram as mesmas do Serra Dourada em Goiânia). Flamengo, Botafogo, Vasco, Santa Cruz, Ponte Preta foram alguns times que jogaram no Luizão.

Brasileirão de 79 foram 3 vitórias, 3 empates e 3 derrotas, 10 gols pró e 8 gols contra. Excelente campanha.

Quando começou nossa derrocada? Com a vassoura de bruxa ou antes, com a falta de visão dos governantes que deveriam imaginar que sem a força do cacau na economia da cidade, o progresso iria bater em outra porta? Será que nas altas rodas do Palace Hotel nunca colocaram essa situação sobre a mesa ou poderemos colocá-la no rol das “não decisões políticas”?

Estamos atravessando essa intempérie há mais de trinta anos. Temos mais 80 mil habitantes com relação àquela época. A economia informal cresce assustadoramente, tem mais barracas na Av. Cinquentenário do que lojas com as ditas “portas abertas”. Já imaginou Itabuna sem os 2 mil empregos oferecidos pela TEL Telemática? Melhor não pensar nisso.

110 anos de emancipação e já fomos melhor do que somos. 143ª posição no ranking das cidades mais populosas do Brasil. Porém, o PIB per capta de R$ 18.023,73 não nos coloca na relação das 1550 cidades com maiores PIB’s per capta do Brasil. Portanto, Itabuna, no sul do Estado da Bahia, indubitavelmente, já foi melhor do que é.

“Toda ciência nasce de um sistema de observações, então a ciência política deve basear-se em um estudo dos fatos, e esses fatos devem ser fornecidos pela história”. Gaetano Mosca. Esse é o método histórico-comparativo para estudar as sociedades humanas.

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POLÍTICA (IN)CIVILIZADA

Pretendo estar vivo para presenciar a mudança radical nos moldes de fazer política no Brasil, em especial na minha cidade Itabuna, aliás, aqui principalmente.

Fazer política no passado, o modelo era dos coronéis. Um pouquinho depois, o modelo evoluiu e passou a ser dos caciques, e agora, na era da tecnologia, redes sociais e dificuldades financeiras, o modelo declinou e vergonhosamente passou a ser de quem dá mais.

Se fizermos um trabalho de regressão mental ou moral, é possível que muita gente vá dizer que sente saudade do tempo em que o coronel ficava na varanda do casarão, sentado numa cadeira de balanço, charuto cubano na boca, enquanto as pessoas, normalmente aquelas menos esclarecidas, chegavam e se dirigiam à ele perguntando o seguinte: Coroné, nóis vai vortar em quem? E com apenas um tom, ele falava o seu preferido, e todos cumpriam à risca o voto no seu indicado.

Já no tempo dos caciques, não muito distante desse que estamos vivendo, normalmente eles estavam no poder ocupando cargos eletivos, a exemplo de prefeito, deputado, senador ou governador, e em períodos eleitorais, eles apareciam com as suas comitivas, enquanto os seus representantes na cidade mobilizavam o maior número de possível de votantes, todos obedientes, e se aglomeravam numa praça pública em comícios para ouvirem o que seu cacique iria falar, deixando a todos e a todas encantados e convencidos para quem votar.

Nos dias atuais, os obedientes se rebelaram e ninguém mais obedece ou pergunta em quem votar. Não são todos, mas a grande maioria agora vota por conveniência, e em lugar de perguntarem em quem votar, querem saber o preço, quanto vão pagar pelo seu voto ou o que vão lhe oferecer em troca.

Mesmo diante de um quadro de conveniência explicita e descarada, ainda assim não adianta fechar negócio com antecedência, pois receberá o voto aquele candidato que pagar a última pinga, ou seja, que fechar negócio na noite anterior à eleição ou no momento da boca de urna.

Imaginem todos que nos velhos tempos a gente reclamava dos coronéis e dos caciques, bastava que não fosse do lado de um deles. Nos dias de hoje, até parece que tudo mudou, mas é engano, tudo continua como antes, apenas o método está diferente, já que são poucos os que saem das suas casas para votar por dever cívico e obrigação eleitoral.

Lamentavelmente a maioria não vota no candidato melhor e mais capacitado, mas sim, vota no cara que é legal, que é parceiro e porque pagou uma cerveja ou disse que vai arranjar um emprego.

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NOVA DISTRIBUIÇÃO DE ICMS PARA OS MUNICÍPIOS REDUZ A RECEITA DOS MAIORES ARRECADADORES DE IMPOSTOS

O ICMS, imposto estadual, consiste em importante receita para os municípios, mormente os maiores, em que a atividade econômica é pujante. É que, embora pertencendo ao Estado, ele é imposto de receita compartilhada, dado que pertence a mais de uma pessoa política, no caso, Estados e Municípios.

Segundo a Constituição Federal, 25% do ICMS arrecadado no Estado pertencem aos Municípios, sendo que, desse total, 75%, no mínimo, são destinados na proporção do valor adicionado nas operações realizadas em seus territórios, e até 25% de acordo com o disposto em lei estadual.

Exemplo: se o Estado arrecada R$ 100,00 de ICMS, ele deve devolver R$ 25,00 aos Municípios. Desse valor, o Município onde ocorreu o fato gerador do tributo recebe 75% (R$ 18,75) e os demais Municípios recebem os 25% restantes, conforme dispõe lei estadual, que, geralmente, observa o critério populacional para referida distribuição.

Em que pese esse critério, constantes eram as insatisfações de alguns prefeitos com a distribuição do recurso do ICMS. É que, da forma como disposto na Constituição, algumas distorções estavam presentes nesse sistema de repartição, pois pode fazer com que pequenos Municípios, onde estão instaladas grandes indústrias, possuam elevado valor adicionado e, com isso, recebam somas vultosas de repasses do ICMS, ainda que não haja relação comprobatória da necessidade de maiores recursos. Em contrapartida, municípios com maior população, por não terem muitas indústrias, acabam recebendo pequena monta do imposto estadual.

Com base nessa possível distorção, o Congresso Nacional aprovou a EC n. 108/2020, que tornou o FUNDEB permanente, e, além disso, alterou a distribuição das parcelas de receita pertencentes aos Municípios. Pela nova redação, elas serão creditadas em 65%, no mínimo, na proporção do valor adicionado do ICMS, e até 35%, de acordo com o que dispuser lei estadual. Portanto, o percentual do ICMS distribuído conforme o valor adicionado caiu de 75% para 65%, o que reduz a participação da receita dos Municípios produtores no bolo estadual.

No entanto, a EC n. 108/2020 colocou importante observação: obrigatoriamente, a distribuição de, no mínimo, 10 (dez) pontos percentuais do ICMS se dará com base em indicadores de melhoria nos resultados de aprendizagem e de aumento da equidade, considerado o nível socioeconômico dos educandos.

Aqui o acerto: agora, a diferença dos 10% do repasse do ICMS tem um indicador que é a melhoria da educação. Desse modo, quanto melhor o resultado de aprendizagem e o aumento da equidade, na proporção no nível socioeconômico dos educandos, maior será o repasse do ICMS aos Municípios.

Com poucos recursos, caberá à criatividade e à inventividade dos gestores tornarem sua educação mais qualificada, para, com isso, receberem mais receita e, cada vez mais, aumentarem sua participação no “bolo” do imposto estadual. Sendo a melhoria educação o critério de aumento da receita, temos que a medida foi importante. Resta-nos saber os parâmetros que essa lei estadual trará para medir a melhoria da educação e o aumento da equidade.

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CAPITÃO AZEVEDO É A CARTA DO BARALHO

Enquanto tem gente escrevendo opiniões falsas apenas para satisfazer e iludir seu pré-candidato escolhido, preferimos escrever verdades sem imaginar a quem estamos satisfazendo ou provocando inquietações.

O modelo agressivo e ofensivo de fazer política aqui em Itabuna está vencido, e não é de agora, portanto, é melhor ter cuidado para não prejudicar o pré-candidato escolhido, principalmente ao fazer leitura fictícia e mentirosa sobre o quadro atual de avaliação eleitoral, a exemplo de mencionar o seu pré-candidato como favorecido num cenário que não condiz com a realidade.

Afirmar que a entrada de mais um pré-candidato na disputa vai beneficiar o seu escolhido e o outro que também está ocupando posição abaixo de quem lidera as pesquisas, significa apenas querer alegrar o seu terceirista, e querer provocar um desentendimento entre aquele que lidera as pesquisas em todos os cenários, e o outro que entrou, porém, ainda não sabe se vai ficar, já que será a justiça quem vai decidir. O tempo dirá…

Como um dos nomes mencionados em artigo que circulou nas redes sociais nos últimos dias foi do ex-prefeito Capitão Azevedo, e de forma categórica o autor “articulista” afirmou que se tratava de “carta fora do baralho”, engana-se veementemente, e muito me espanta sua concepção, haja vista o que mais se comenta na cidade, inclusive no centro, é que o Capitão Azevedo é a “carta do baralho”, reconhecidamente líder em todos os cenários, seja no corpo a corpo, no boca a boca, nas redes sociais, nas pesquisas domésticas, e mais interessante, ele está na cabeça de todos os seus concorrentes, principalmente daqueles que carregam dinheiro no bolso, os quais pretendem investir o que for preciso para tirarem do Capitão Azevedo a condição de líder e de provável vencedor.

O único adversário capaz de tirar o posto número um do Capitão Azevedo, sem sombra de dúvidas é o próprio Capitão Azevedo, e para que isso não aconteça, basta apenas que ele não erre na sua trajetória de campanha, e não entre no jogo de alguns concorrentes que já começaram a propagar números mentirosos, a inventar situações inexistentes, divulgar baixarias, provocar animosidades, enfim, o Capitão Azevedo sabe que nesse momento de crise causada pelo Coronavírus, ele é o melhor pré-candidato para recuperar a economia de Itabuna, é o mais experiente para organizar e melhorar a saúde pública, ele sabe também que tem a confiança do servidor público, é trabalhador, além do seu estilo equilibrado e sereno para tomar decisões.

Em lugar de Capitão Azevedo ser “carta fora do baralho”, é provável que o baralho do autor e articulador que escreveu o artigo não esteja completo, uma vez que no jogo da política AZ é o ÁS, e por ser aquele que corre por fora como líder isolado, então nada se discute, “Capitão Azevedo é a carta do baralho” sim senhor.

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AS LOLITAS DA VIDA REAL

Dolores Haze, uma garota de 12 anos, a qual é a protagonista de uma das obras mais polêmicas do século passado. A obra renomada e controversa Lolita narrará a história desta criança sob a ótica do seu padrasto pedófilo, cujo seu pseudônimo é Humbert Humbert. Apesar de não sabemos qual é o seu verdadeiro nome, vemos o narrador, que é professor universitário, se mudar para a cidade fictícia de Ramsdale, Humbert, destarte, aceitará se hospedar na casa de Charlotte Haze, mas só após se encantar fulminantemente pela filha dela, a Dolores. Durante toda a história, o narrador-personagem justifica para nós leitores as razões para os seus atos de pedofilia: o trauma de não ter vivido o seu grande amor na juventude, e, por este motivo, buscou de todas as formas suprir este infortúnio com outras moças, até mesmo com as garotas de programas, porém, ele diz que só encontrou o seu bálsamo com a sua Lolita. Também o vemos descrevê-la com charme, trejeitos, intenções bastante sedutoras, de uma mulher sexy, contudo devemos nos atentar para o fato de quem está falando, pois são impressões de um criminoso justificando as suas ações repugnantes.

No início do mês de agosto, uma criança de 10 anos, do estado do Espírito Santo, teve a autorização judicial para realizar um aborto em decorrência dos reiterados crimes de estupro cometido pelo seu tio de 33 anos desde os 6 anos de idade, porém, por motivo de ter sido ameaçada, ela jamais o denunciou só sendo descoberta através de um exame já num estágio avançado de gravidez. A vítima não demonstrava nenhuma vontade de levar a gravidez adiante, uma vez que a decisão a favor do aborto, o juiz do caso cita na sentença que a vítima “entra em profundo sofrimento, grita, chora e nega a todo instante, apenas reafirma não querer […] levar a gravidez adiante”.

Não falarei aqui sobre o caso de aborto, deixarei para uma outra oportunidade, irei me ater apenas no assunto estupro de vulnerável, porém, citei eventualmente acerca do assunto por estar inserido no assunto por consequência, no entanto, não será o mote central deste artigo.

Ainda sobre o caso, o tio que estava foragido já foi encontrado na madrugada do dia 18, em Betim, região metropolitana de Belo Horizonte. O suspeito pelo crime confessou envolvimento no caso durante seu deslocamento até a prisão, apesar de afirmar que não foi o único da família a cometer o crime. A vítima ficou aliviada ao saber da prisão do tio por temer que este atentasse contra a sua avó. Ele pode pegar mais de 15 anos de prisão.

De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2019, entre os anos de 2017 e 2018, a cada hora, quatro meninas de até 13 anos são estupradas no país, o que é número estatístico absurdamente alto, visto que casos de estupro de crianças representam mais da metade das mulheres vítimas de estupro, segundo o mesmo estudo.

A nossa Carta Magna zelou com esmero a respeito do cuidado com as nossas crianças, e foi de tamanha preocupação, que o artigo é deveras extenso e completo: “Art. 227 É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”. Nota-se ao final de que a intenção primordial do legislador foi o de salvaguardar a criança em todos os âmbitos da vida, pelo fato da criança ser extremamente frágil, pura, desprovida de meios para de proteger, tendo que ser realizado por outro já maduro o suficiente para resguardar todos estes direitos.

Conceituando este crime, podemos dizer que é a vontade, ou seja, deve haver o elemento dolo, de ter conjunção carnal ou de praticar qualquer ato libidinoso com menor de 14 anos ou pessoa vulnerável nos termos do parágrafo 1º do art. 217 do Código Penal. Explicando melhor, o agente que cometer o crime deve estar ciente dessa condição de vulnerabilidade do sujeito passivo, ou seja, ele tem que ter consciência absoluta de que a vítima é menor de 14, ou que não esteja apta a conceder o ato sexual, assim previsto no Código Penal: “Art. 217-A. Ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 (catorze) anos”. A pena para quem cometer este crime é de reclusão, e pode variar entre 8 à 15 anos.

O Superior Tribunal de Justiça, conforme a súmula 593, consolidou o entendimento da vulnerabilidade absoluta para os menores de 14 anos in verbis: “Súmula 593 – O crime de estupro de vulnerável se configura com a conjunção carnal ou prática de ato libidinoso com menor de 14 anos, sendo irrelevante eventual consentimento da vítima para a prática do ato, sua experiência sexual anterior ou existência de relacionamento amoroso com o agente.” Em outras palavras, o ato sexual é considerado crime mesmo com o consentimento do menor, deixando claro.

O que pode servir de estimulação para que estes crimes aconteçam é o ocorre na nossa cultura: uma super exposição das nossas crianças (principalmente as meninas, mas não só elas) em relação ao sexo, o que pode estimular, e até se tornar uma justificativa para os pedófilos (que já eles têm a mente criminosa) para o cometimento de seus crimes (e um adendo relevante para falar que roupas, maquiagens, poses, jeito de ser não são motivos para o cometimento de nenhum crime). Uma prova contundente é a constante aparição de crianças em propagandas utilizando muita maquiagem, vestes que imitam os visuais adultos como as atrizes mirins globais; também as competições de beleza com direito a cílios postiços, muito laquê, salto alto, e roupas excessivamente curtas e coladas, criando uma imagem sexualizada estilo a cantora funk adolescente, MC Melody, a qual, desde criança, já tirava fotos em poses sensuais, usando roupas inadequadas para a idade que tinha, que o fazia por estímulo de seu pai, o qual também é cantor de funk. Um outro exemplo recente e revoltante é o cartaz de divulgação do novo filme produzido pela Netflix, Cuties. As cinco meninas protagonistas aparecem vestidas com roupas curtas e coladas, e pior, em posições nada adequadas, sendo notório o desconforto de algumas das crianças neste cartaz. Apesar do filme ter sido premiado, a péssima ideia de sexualizar crianças resultam no reforço da imagem que a criança provoca o desejo sexual.

O despertar da sexualidade tem o seu momento certo, não deve ser apressado, é errado dizer que a criança tem esta sensualidade, de que ela tem noção de todas as consequências do sexo, e de que ela é capaz de consentir uma relação sexual. Uma criança ainda não tem a percepção do seu corpo, e nem está preparada biologicamente para iniciar uma vida sexual. Crianças ainda só tem vontade de brincar, de curtir, e levar uma vida tranquila, saudável e feliz.

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QUANDO A CASA CAI

Por Leléu Rodrigues

Nada melhor e mais empolgante para um candidato a prefeito classificado abaixo de quem lidera a disputa, quando em tempo de pré-campanha ou campanha eleitoral tem dinheiro no bolso, coragem para falar inverdades, pagar para noticiar mentiras e elaborar pesquisa com números falsos, neste caso para iludir o eleitorado ou possíveis e supostos aliados poderosos.

Os tempos mudaram e as pessoas também. Antigamente esse modelo era “supimpa”, inventava-se uma pesquisa com números favoráveis e aquelas pessoas que acreditavam, imediatamente corriam para se alinharem ao candidato que supostamente liderava a pesquisa, pelo menos até o momento em que um adversário que também tivesse dinheiro no bolso agisse utilizando-se da mesma metodologia.

Nos dias atuais de nada adianta, pois a tecnologia chegou para desfazer o mito que somente quem tem dinheiro pode fazer pesquisa, assim, quem tem grana ou não consegue abusar das redes sociais e ter noção ao menos sobre o seu posicionamento em meio ao povo que vota.

Em todos os tempos a melhor pesquisa existente sempre foi o corpo a corpo juntamente com o boca a boca. Não se iludam os pré-candidatos e possíveis candidatos dinheiristas porque nada mudou, neste caso específico tudo continua como antes, é o corpo a corpo e o boca a boca o modelo de pesquisa mais verdadeira e transparente, portanto, se o curioso ou curiosos quiserem comprovar a realidade, é simples, basta saírem às ruas, de preferência da periferia, e vão perceber quem está liderando de fato as pesquisas, bem como, vão descobrir também que os demais classificados abaixo do líder terão dificuldades para reverter o quadro, uma vez que falando inverdades e criando pesquisas com números falsos, tudo com certeza será desmentido, principalmente perante a quem tem o poder de investigar e descobrir os números verdadeiros sobre todos que fazem parte da disputa.

Tem gente que aprendeu a fazer política limpa e honesta, esses passam por sérias dificuldades para obterem uma vitória ou serem reconhecidos, enquanto outros que aprenderam a fazer política desleal e desonesta, esses podem até conseguirem êxitos, porém, passageiro, pois a partir do momento em que os mais influentes lhe descobrem, toda a sua força se enfraquecerá, o seu luxo desbotará, seu sobrenome perderá importância, a sua palavra será desacreditada, já o seu dinheiro deixará de ter valor.

O político dinheirista e mentiroso, ele cria um mundo de sonhos, um mundo de irrealidades, adentra nele, e lá de dentro ele passa a acreditar em tudo que imagina, inventa, acha que é o melhor, o mais inteligente, tem certeza que mesmo de dentro do seu mundo, que as pessoas vão te eleger, até o dia da eleição quando as urnas do mundo real lhe mostrará que perdeu e tudo acabou. Quando a casa cai.

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CINCO COMPETÊNCIAS FUNDAMENTAIS PARA VENCER NA ELEIÇÃO DE 2020?

Discute-se muito pouco no Brasil, que competências um vereador, Deputado Estadual, Federal, Senador, Prefeito ou Governador precisa ter para assumir e desempenhar bem estas funções.

Imagine se formos pensar esta questão para os candidatos as eleições municipais, estaduais e/ou federais, sejam, nas eleições proporcionais e/ou majoritárias.

Trata-se sempre de quanto o candidato é conhecido, é forte, tem DNA politico, tem apoio efetivo de seu partido, tem estrutura ou recursos financeiros, mas, raramente se discute que competências ele tem para vencer uma eleição ou desempenhar bem este papel, após ser eleito.

O conceito de competência pode ser bem traduzido como um conjunto de Conhecimentos, habilidades e atitudes, o famoso CHA, muito utilizado pela área de recursos humanos. Conhecimento aqui entendido como saber, Habilidades como saber fazer e Atitude como o fazer em si.

O tema é muito rico, vasto e abrangente, mas, neste artigo vamos nos dedicar a explorar as competências necessárias para que um candidato tenha a mínima condição de competitividade eleitoral.

E você que já tem mandato ou é pré-candidato não se preocupe, competências podem ser desenvolvidas por qualquer ser humano. Claro que isto requer método, disciplina, prática e suporte especializado de profissionais capazes de lhe apoiarem neste processo de autodesenvolvimento.

E que competências seriam estas que preciso como Candidato?

Primeiro, conhecer bem a sua identidade, os seus ativos pessoais e profissionais. Tecnicamente poderíamos aqui usar o termo autoconhecimento, questões ligadas a perfil comportamental. Como também aspectos ligados a sua história, suas atividades profissionais, suas ações em si.

E porque isto é importante, como vou pensar a minha estratégia de comunicação, como vou trabalhar a conquista de votos, como vou apresentar a minha história, com coerência e singularidade, sem conhecer quem sou eu, na minha essência.

Uma segunda competência fundamental é a capacidade de se relacionar, com a equipe da campanha, seja profissional ou voluntária, com os meus apoiadores, com a mídia e principalmente com os eleitores, presencialmente ou virtualmente.

Nesta competência aparecem aspectos ligados à empatia (saber se colocar no lugar do outro), a escuta ativa (saber ouvir), ter interesse genuíno nas pessoas (se conectar de verdade com o outro).

Uma terceira competência é a capacidade de planejamento e gestão da campanha, das ações como um todo e do cotidiano de qualquer eleição. Há grande maioria dos candidatos não tem estrutura de campanha e acabam tendo que assumir um duplo papel de candidato e coordenador da campanha. Apesar de não recomendarmos esta duplicidade, é a grande realidade das campanhas.

Esta competência passa por questões como saber definir prioridades, gerenciar bem o tempo, definir os papeis da equipe de campanha, administrar os recursos da campanha. E mesmo que o candidato tenha um bom Coordenador de Campanha, para lidera-lo, precisar ter esta competência bem resolvida.

Outra competência, a quarta, é a capacidade de aprender continuamente e de forma rápida. Qualquer campanha envolve temas dos mais variados, não só a politica em si, mas, saúde, educação, economia, mobilidade, entre tantos outros. E você não tem como, independente da sua formação acadêmica ou nível de escolaridade, se tornar especialista nestas temáticas. Ou seja, precisará ler, ouvir, discutir e sim, formar ideias, propostas e ter posicionamentos claros sobre temas recorrentes e de primeira grandeza, de acordo com o cenário eleitoral, o momento, a sua cidade ou a sua linha de atuação.

E por último, a quinta competência, a capacidade de comunicar-se bem. Não estamos falando aqui de obrigatoriamente ser um grande e carismático orador. Na realidade isto é para poucos, mas, sim de saber passar sua mensagem, conquistar credibilidade, ter clareza nas suas ideias e posições. E principalmente saber se conectar a atenção, interesse e desejo do seu eleitor.

Podem, devem e existem outras competências, mas, com minhas mais de 100 eleições que participei, direta ou indiretamente, devo ter aprendido algo.

Portanto, você que é candidato às eleições de 2020, identifique suas competências, potencialize as que já possui e ainda é tempo, de desenvolver novas e necessárias competências para aumentar suas chances de sucesso nesta quase “guerra”, chamada ELEIÇÃO 2020.

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ILHÉUS: O RETRATO ELEITORAL FALTANDO 90 DIAS PARA A ELEIÇÃO 2020

Faltando exatamente 90 dias para o pleito 2020, que este ano ocorrerá em uma data especial pelo momento que vivemos de pandemia, 15 de novembro será o dia do primeiro turno das eleições 2020. Mesmo com tão proximidade, o cenário eleitoral em Ilhéus é totalmente indefinido e aberto. Ou seja, TODO mundo tem chance e NINGUÉM está descartado. Algumas ditas pesquisas, levantamentos, sondagens e apuração da opinião do eleitor ilheense têm sido feitos por grupos e partidos, mas apenas para consumo interno e para organização de estratégias. Sem registros no TRE, NINGUÉM poderia divulgar também. A única coisa que é visível e marcante, é a total indefinição do cenário…

As conversas de bastidores têm se intensificado, mas sem definições, o que acaba contribuindo para o posicionamento indefinido do eleitor, pois a quantidade de pré-candidatos a prefeito ainda é muito grande. Até o momento são os seguintes abaixo, sem estar em ordem de nenhuma colocação, de nenhuma preferência.

Bernadete Sousa – PSOL.

Nilton Cruz – PT.

Roberto Barbosa – Solidariedade.

Zé Nazal – REDE

Cosme Araújo – PDT.

João Barros – PRTB.

Mário Alexandre – PSD.

Reinaldo Soares – PTB.

Jorge Vianna – MDB.

Cacá – PP.

Valderico Júnior – DEM.

Thiago Martins – Democracia Cristã.

*Observação importante:

A sequência acima é aleatória.

Esses são nomes que grupos e partidos têm defendido pelas ruas e pelas redes sociais. Vale lembrar a importância das redes sociais nessa eleição, principalmente por causa do advento da pandemia, onde é recomendável, por questões de saúde pública, não ter aglomerações e contato corpo a corpo, que é a poderosa arma em corrida eleitoral.

Existem dois nomes que apesar de seus partidos estarem publicamente apoiando determinado pré-candidato, eles circulam na mídia e redes como pré-candidatos, Manuelito Puentes do Patriota e Jailson Nascimento do PSB. Isso é inusitado e está gerando muitas perguntas.

Mas um fato novo acendeu uma centelha no tabuleiro do xadrez político neste final de semana, o pedido de exoneração de Bebeto Galvão, da assessoria especial no gabinete do governador Rui Costa. O fogo deverá se espalhar sobre a cobiçada ilha de São Jorge e vai deixar muita gente sem dormir.

O que está claro é que, só vamos ter a certeza de quem e quantos serão de fato candidatos, após o 15 de setembro, data do fim do prazo das convenções partidárias. Ou seja, daqui a 30 dias. Até lá, vamos ouvir de tudo. Provocação, balão de ensaio, bravatas, blefes e sonhos. São esses alguns nomes dados a várias pré-candidaturas. Nós vamos aguardar o desenrolar dos fatos e a definições dos partidos, aí voltaremos a analisar possibilidades. Até lá, seguimos atentos aos sinais que o eleitor quiser.

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A DISPUTA POR UM CANDIDATO A VICE

Por Leléu Rodrigues

Quando um candidato a prefeito não está pontuando bem nas pesquisas, suponhamos que esteja classificado de segundo lugar abaixo, é incrível como ninguém quer ser seu parceiro de chapa. Quando o nome do suposto escolhido é mencionado, e este toma conhecimento, imediatamente se antecipa em negar o convite, mesmo que ainda não tenha sido formulado oficialmente. O cara evita reunião com o grupo ou com o candidato, alega compromissos, enfim, para alguns e na mente deles, ser candidato a vice de quem não lidera pesquisa é passar vergonha, é se desentender com amigos e familiares, a não ser se o partido decidir por uma chapa puro sangue, os dois da mesma sigla, ou quando alguém aceita apenas para colocar seu partido em evidência ou por exigência e determinação superior.

Quando se trata de ser candidato a vice na chapa de quem lidera pesquisa e tem chances reais para vitória, literalmente, isso mesmo, literalmente tudo muda, fica belo e maravilhoso, pelo menos na imaginação de quem não está pelo lado de dentro do processo, e que não vive na pele as disputas convenientes que somente Deus sabe quais são de acordo a personalidade e o caráter de cada um.

Para quem imagina ser fácil a escolha de alguém pra ser candidato a vice na chapa de um candidato que lidera em pesquisa, estão enganados, pois além das conveniências, existem as vaidades, os ciúmes, as invejas, e acreditem, não há qualquer possibilidade de uma escolha consensual, por unanimidade, isso acontece em qualquer parte do mundo, inclusive e principalmente aqui em Itabuna.

Jamais falarei em caráter generalizado, já que não são todos, mas dentro de qualquer grupo de um candidato a prefeito que lidere pesquisa, pessoas sem expressão ou nenhuma experiência na política, muitas se consideram também aptas para o cargo de vice, ou no mínimo fazem seus lobbys a favor desse ou daquele indivíduo, alegando, inclusive, que o dito oferece muito mais e melhores condições para o majoritário, seja em votos, financeiramente ou em conceito, quando na realidade tudo gira em torno de conveniências e outros interesses que não vem ao caso.

Em todos os partidos políticos no Brasil existem caciques, os quais se consideram donos das agremiações, usam, utilizam e abusam das siglas como se fosse sua propriedade particular, mandam e desmandam, fazem intimidações, ameaças, e o pior, quando se aproxima de períodos eleitorais, se o candidato do seu partido tiver liderando as pesquisas, ai todos vão conhecer o temperamento, a postura, a personalidade e o caráter do “chefe”.

Pra finalizar, o que chama atenção em todo esse processo de disputas e conveniências, é que depois de eleitos, ser vice de quem quer que seja não manda em nada, principalmente se o mandatário for do tipo que aceitou a composição apenas para concorrer nas eleições.

Ser candidato a vice é bom quando o indivíduo é escolhido unilateralmente pelo candidato majoritário, se possível na hora que ele estiver dormindo e sonhando.

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A COVID-19 E OS CRIMES DE CHARLATANISMO E CURANDEIRISMO

“Trago o seu amor de volta em 3 dias”, “tome banho de tal planta/flor e os anjos vão te proteger”.Estas frases de efeito que prometem milagres , realizações, proteção, sorte espalhadas nos postes e muros das cidades; são, muitas vezes (sim, estas são exceções), fontes para enganar pessoas, que, mesmo muito inteligentes, são muito fiéis as suas crenças, seja cristã, de matrizes africana, orientais, ou pagãs. De início, não há nenhum mal em ter alguma crença, ou superstição que te faça ter esperança de sorte em algum âmbito da vida, seja no amor, dinheiro, carreira, saúde, família. É costumeiro alguém vestir a mesma camisa ou tênis surrados em dia de jogo do seu time do coração, ou ter um objeto como amuleto com poderes sobrenaturais (pé de coelho, olho de Horus, pimenta, trevo de 4 folhas, uma pedra) que lhe dará sorte naquela entrevista de emprego dos seus sonhos, no dia da prova daquela matéria insuportável, oferecer flores, adereços, velas a santos, ou até adotar hábitos como entrar em um local com o pé direito, só receber presente com a mão direita, ou evitar certas acontecimentos para espantar o azar como não passar embaixo de uma escada, não cruzar com um gato preto na rua.

Casos curiosos e famosos demonstram o quanto o ser humano é dotado da extrema necessidade de seguir um guru, um ser superior, ou um guia espiritual, ou ter certas superstições em relação às coisas da vida; exemplos conhecidos não faltam; exemplo de em 2003, José Sarney, ao substituir Antonio Carlos Magalhães na presidência do Senado, realizou uma busca por todo o gabinete com o intuito de encontrar algum grampo, porém, ao invés de grampos, foi encontrados patuás de candomblé espalhados pelo recinto. O senador então foi para um espaço que era menor ao lado da sala. Algo sem muita lógica se você não acredita no sobrenatural.

Na nossa Lei Maior está resguardado o direito da liberdade de professar qualquer crença e cultua qualquer religião, inclusive o exercício dos cultos e a sua liturgia: “É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias” que consta no Art. 5°, VI da Magna Carta. O direito de fé e de professar a sua crença é inclusive um direito humano.

Porém, não é incomum que alguns líderes religiosos e pessoas que se dizem ter dons sobrenaturais se utilizarem desta liberdade de crença para prometerem falsos milagres: prever e até mudar o futuro, realizando os desejos mais íntimos e profundos de pessoas inocentes ou crentes fervorosos. Estes criminosos constantemente vendem objetos: pedra, pedaço de pano, flores, água, sabonetes, incensos, perfumes, entre outros, capazes de realizar os seus desejos e fazer tornar real algo que se sabe depender de outras coisas. E estamos falando de dois artigos específicos: 283 e o 284, mais precisamente crime de charlatanismo é-o crime de curandeirismo, ambos são crimes contra a saúde pública.

Para explicar o que é o crime de curandeirismo, posso conceituar conforme o código penal, o qual está assim: “Art. 284 – Exercer o curandeirismo: I – prescrevendo, ministrando ou aplicando, habitualmente, qualquer substância; II – usando gestos, palavras ou qualquer outro meio; III – fazendo diagnósticos: Pena – detenção, de seis meses a dois anos. Parágrafo único – Se o crime é praticado mediante remuneração, o agente fica também sujeito à multa.”

Um caso de um líder religioso que acabou por cometer fraudes contra as pessoas crédulas e inocentes por anos e o seu crime obteve uma proporção internacional foi o João de Deus. Este curandeiro começou a sua fama dizendo que era dotado de dons da cura desde menino; quando cresceu, este iniciou a sua carreira atendendo diversas pessoas, inclusive muitos famosos, e até personalidades estrangeiras, realizando procedimentos controversos conhecidos como cirurgias espirituais, e ficando conhecido como curandeiro. Foi apenas em 2018 que o dito médium foi desmascarado, sendo acusado de mais de 300 crimes sexuais entre violação sexual mediante fraude e de estupro de vulnerável que ocorreram dentro do recinto onde realizava as suas supostas curas: a Casa Dom Inácio de Loyola, em Goiás. Alem desta condenação em 2019, ele também foi condenado por diversos outros crimes.

Já o crime de charlatanismo está disposto no artigo 283 do Código Penal e diz assim: “Inculcar ou anunciar cura por meio secreto ou infalível: Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa”.

Assim como o caso descrito de João de Deus, nesta época de pandemia, em que o mundo inteiro se uniu na causa da busca de uma solução para a covid-19, e correndo contra o tempo para encontrar possíveis curas, vacinas, ou tratamentos possíveis, para que todas as pessoas ao redor do mundo retorne à sua normalidade e que todos possam retornar as suas atividades diárias.
O primeiro caso é o do pastor renomado da Igreja Mundial do Poder de Deus, Waldemiro Santiago, o qual divulgou diversos vídeos pela internet anunciando a venda de sementes de feijão, as quais custavam de R$ 100,00 até R$ 1.000,00 cada, e, segundo o líder religioso, se fossem cultivadas, elas teriam o poder milagroso de curar a covid-19, colocando assim vários fiéis em risco, uma vez que não há nenhuma comprovação de que estes feijões tivessem de fato algum poder curativo contra a doença. Destarte, o pastor evangélico agiu fraudulentamente, uma vez que se utilizou da sua imagem de líder religioso com o fim de enganar pessoas de boa-fé que confiariam na sua palavra de homem de Deus, e, a divulgação de vídeos neste sentido pode colocar todas as pessoas em risco, visto que muitos, acreditando no anúncio e de estar curado, ou estar imune à doença, não seguirão mais as recomendações apropriadas.

O Ministério Público Federal de SP, o qual está investigando o caso, indiciará também o Ministério da Saúde por ter retirado da sua página oficial um alerta acerca dos falsos feijões milagrosos. O MPF ingressou com uma ação civil pública com intuito de que o líder religioso conjuntamente com a igreja paguem de indenização o valor de no mínimo R$ 300 mil por danos sociais e morais coletivos segundo o próprio blog Ipolitica.

O segundo caso que merece ser comentado, porém não tão divulgado, foi a cartomante que pediu 100 mil reais para espantar os espíritos malignos de uma empresária de 47 anos em Brasília. A vítima teve uma primeira consulta a qual foi feita gratuitamente. A golpista, dizendo que faria um trabalho espiritual que a livraria de espíritos malignos que a rondava, cobrou uma nova sessão no valor de R$ 820,00 reais, dinheiro que seria utilizado apenas para comprar os itens fundamentais para a realização do trabalho. Depois de 4 dias, a vítima retornou à casa da falsa cartomante, o que esta lhe falou que haviam feito um trabalho contra a empresária, o que estava atrapalhando a vida da vítima, pois 72 demônios estavam atormentando a vida da empresária. Para desfazer o trabalho, a criminosa solicitou a quantia de 72 vezes 820 (valor da primeira cobrança). Não satisfeita, ainda exigiu que a empresária lhe entregasse as suas jóias. A vítima, após perceber que caiu em um golpe, denunciou à polícia. A falsa vidente devolveu as joias depois de prestar depoimento, já a vítima não deu prosseguimento ao processo.
Todos estes casos, além de muitos outros envolvendo falsos adivinhos, feiticeiros, videntes, têm o intuito de enganar pessoas que creem em magias e milagres e extorquir o dinheiro delas. Um problema é que grande parte dos religiosos preferem não julgar seus líderes, uma vez que consta no livro da Bíblia que a vingança e a justiça pertencem a Deus, contudo, se os líderes religiosos, assim como falsos cartomantes, falsos adivinhos e feiticeiros devem ser punidos, pois são estelionatários. A crença deve ser livre, mas as pessoas que se aproveitam disso devem ser julgadas como qualquer outro criminoso.

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GRUPO IPOLÍTICA, COMUNICAÇÃO COM SERIEDADE

Por Leléu Rodrigues

A imprensa de Itabuna sempre foi reconhecida, principalmente por causa dos seus valores pessoais. Não irei citar nomes para evitar cometer injustiças, entretanto, no momento atual preciso assumir uma postura de parcialidade, até porque nos tornamos amigos e irmãos, daí, omitir seu nome e não falar sobre a grandeza da sua empresa, ou melhor, das empresas que hoje compõem seu grupo de comunicação, seria desonestidade da minha parte, literalmente falando.

Ricky Mascarenhas, ou, como gosto de tratá-lo carinhosamente, “meu Gordinho querido”, primeiro minha gratidão pela sua amizade, e segundo parabéns pelo seu novo empreendimento empresarial “Grupo Ipolítica”.

Itabuna tem muitos profissionais de qualidade na área da comunicação. Não há um sequer que não mereça espaço e o nosso respeito, independente se exercem suas atividades de forma bem intencionada ou não. Existem nomes que fazem parte da história de nossa cidade, aliás, alguns são verdadeiros ícones, patrimônio itabunense.

Enquanto ao meu amigo e irmão Ricky Mascarenhas e o Grupo Ipolítica, saibam que além de orgulhoso estou também muito feliz, na realidade estou me sentindo como se tudo fosse parte de minha vida, diante de tamanha alegria pelo seu crescimento e prosperidade. De agora por diante somente Deus para impedir os avanços da sua caminhada, tudo que você plantou será colhido a partir de já, desse momento, pois a todos que praticam e oferecem o bem, nenhum mal lhe será atingido, e esse abençoado, protegido e merecedor, é você, meu Gordinho querido.

Diante das ideias e propostas que você apresentou na última reunião com relação ao projeto do seu novo empreendimento, não temos dúvidas que o Grupo Ipolítica será um divisor na comunicação de Itabuna, quiçá na comunicação regional. Ao sair do encontro, todos nós ficamos encantados, aliás, estamos ansiosos pela realização e execução dos projetos, os quais acreditamos serão todos coroados de sucessos.

A curiosidade mata, assim, tenho certeza que todos estão ávidos para saber sobre tudo do novo empreendimento, entretanto, esse artigo apenas está sendo publicado devido a minha insistência pessoal, já que também estamos em conversa e entendimento para uma parceria a qual Deus irá abençoar e que também será coroada de sucesso.

Ainda não vamos divulgar todos os detalhes do novo empreendimento, já que o imóvel está em fase de reforma e adequações, bem como de aquisições do mobiliário. Muito em breve Itabuna receberá esse presente, igualmente o Grupo Ipolítica de Ricky Mascarenhas receberá seus convidados e amigos para conhecer o mais aconchegante espaço da comunicação de nossa cidade.

Parabéns e sucesso Rick! Você merece e Itabuna também.

Leléu Rodrigues

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A VIDA NÃO É O QUE NOS ACONTECE. É O QUE FAZEMOS DAQUILO QUE NOS ACONTECE!

Eu certamente não vou me lembrar da historia exata, porque escutei há alguns anos, mas vou tentar resumir. Recém formada, trabalhando em uma agência de Marketing Promocional em Salvador, viajava bastante para eventos institucionais. Sempre conversadeira, ia acumulando pessoas e causos.

Era convenção de uma grande empresa na Costa do Sauípe, e lá passei praticamente uma semana, entre montagem e desmontagem de stand do cliente, e acompanhamento do evento. Circulando, conheci um senhorzinho que me resumiu o seguinte: ele tinha uma padaria relativamente pequena e dali sustentava sua família e o status de empresário. (Vale lembrar que Empreendedor é um termo mais atual!) Um dia, ele teria sido surpreendido com a pequena padaria em chamas. O fogo teria destruído tudo! Tudo mesmo! Recomeçar seria uma opção, se ele pudesse, mas nem dinheiro para isso tinha!

Arranjar um emprego seria o mais prudente naquele momento, mas com a idade um pouco avançada, ele teria conseguido apenas uma vaga para vender um determinado produto, de porta em porta. E assim o fez. Alguns anos depois, estava ali, sentado naquele stand, tomando sorvete (todo dia eu ia lá filar um sorvetinho), enquanto me falava dos filhos, que eram, naquele momento, grandes empresários e estavam ali como tal.

A mudança e reconstrução não me impressionaram, até porque amo biografias e já li milhares assim! O que nunca esqueci foi ele me dizer que se o fogo não tivesse destruído sua pequena padaria, talvez ele não tivesse a oportunidade de se orgulhar dos seus. O fogo que destruiu o seu “ganha-pão”, foi o mesmo que acabou lhe expondo a outra vida, outras pessoas, e outra forma de “apresentar” a vida aos filhos!

Obs: o stand era de uma marca de móveis nacionalmente conhecida, o sorvete era apenas um receptivo, e meu companheirinho estava em Sauípe praticamente a passeio! Feliz de mim que pude conhece-lo!

Manuela Berbert é Publicitária e Especialista em Marketing de Conexões.

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OS PRÓXIMOS PASSOS PARA ITABUNA

Sabemos que nenhuma cidade do Brasil e do mundo sairá ilesa da atual pandemia que estamos vivenciando. Os prejuízos já são enormes e podem ser mensurados, como a perda de arrecadação por parte das prefeituras municipais; as demissões em massa; o encolhimento da atividade econômica e, principalmente, o agravamento do colapso social e da desigualdade, com reflexos diretos na vida do cidadão contribuinte, afetando as áreas mais periféricas e os grupos mais vulneráveis da sociedade.

No caso de Itabuna, a diferença se dará na capacidade de uma gestão eficiente dos recursos públicos, que estarão escassos; na reestruturação da economia e na sensibilidade para com os que mais precisarão do Poder Público Municipal. Esta dura realidade nos obriga a pensar nos próximos passos que teremos de dar para que a nossa gente possa ter acesso às oportunidades que deverão ser construídas, levando-se em conta três pilares como prioridade: a construção de um amplo sistema de proteção social; a execução de um plano para a recuperação da economia e do emprego; e o foco na refundação da educação básica.

Teremos um horizonte imediato de pessoas dependentes do sistema público de saúde, o que ocasionará uma maior pressão sobre a futura gestão. Isto significa que, a maioria das pessoas estarão na dependência de colocarmos para funcionar todo o aparato da rede municipal de saúde. A mesma tarefa árdua deverá ser aplicada na reconstrução dos nossos instrumentos de assistência social direta e de segurança alimentar, que foram relegados a um plano inferior, sufocados para dar fôlego a uma atual gestão sem prioridades.

O desemprego, que já apresentava sua dura conta, deve ser agravado pelos efeitos da pandemia e da sequência de decisões equivocadas, que culminaram no fechamento de empresas e no agravamento do setor produtivo local. Temos que colocar em prática o mais ousado e completo plano de recuperação da economia e do emprego, com metas bem claras de curto, médio e longo prazo. Um plano que case com a nossa perspectiva de pactuar com a população de Itabuna, a construção de um pilar que colocará a cidade, definitivamente, no caminho do desenvolvimento. Proteção social, com economia forte e educação transformadora. Eis o nosso caminho a ser percorrido, com alguém que tenha experiência e capacidade para liderar o difícil governo que virá, longe da dicotomia novo x velho. Os problemas são maiores que isso!

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ANO DE 2020, PERDIDO OU GANHADO ?

Em Isolamento físico, domiciliar e não social, por que estamos nos relacionando através das ferramentas tecnológicas, WhatsAps, Instagram, Face book (quem tem), e-mails, ligações através da Internet ou ligações no modo antigo, quer seja através de celular ou de aparelhos telefônico fixos, portanto, o isolamento não é social, continuamos cumprindo as regras e normas da sociedade, mesmo em casa, trabalhando, cumprindo tarefas de ¨home work¨, que hoje, com a pandemia coloca-se como novo formato de trabalho do novo tempo, chamado de ¨novo normal¨.

Aí, voltemos para o que o isolamento físico também serve, pensamentos, reflexões… o ANO DE 2020 ESTÁ PERDIDO OU GANHADO? Comecemos por imaginar Pedido…como foram as nossas expectativas no Revéilon, na passagem do ano velho de 2019 para o Ano Novo de 2020? Ahhh, pensamos tantas coisas, imaginamos tantas realizações, a exemplo de minha neta mais velha, Camila, que pensou no vestibular, hummm será perdido ou ganhado? Os políticos com certeza pensaram nas eleições, perdido ou ganhado? Empresários pediram um ano de economia forte, perdido ou ganhado? absoluta certeza todos pediram ¨saúde pra dá e vender¨, aí nesse quesito? será ganhado, mas, infelizmente tivemos alguns irmãos perdidos nessa pandemia, muito triste. Aí, após alguns exemplos, começamos o Ano 2020, verão, férias, Carnaval, festas, eventos, e ainda não tínhamos entendido que o primeiro semestre desse ano começava Perdido, afastamento social, domiciliar, medo, pavor de aglomeração, falta de renda, preocupação com a família, pessoas conhecidas infectadas, entubadas, avós, pais, filhos, netos e famílias separadas para se proteger do vírus maldito, ano perdido, aulas suspensas, cirurgias eletivas suspensas, comércio fechado, comércio de serviço fechado, o mundo parou por que o povo estava PERDIDO.

O Ano de 2020 no segundo semestre Perdido ou Ganhado ? outro pensamento, outra reflexão, optei por Ganhado, vou explicar: igrejas fechadas, mas em cada casa, cada pessoa passou a ser uma igreja, Ganhado por que famílias estão em oração, famílias juntas ou separas, aproveitando da tecnologia, Ganhado por que estamos vencendo o medo com responsabilidade, afastamento, máscara, Ganhado por que chegamos à conclusão que os ensinamentos e os valores da educação doméstica, como ¨o lavar as mãos antes das refeições¨, ¨lavar as mãos quando chegar da rua ¨, ¨não deixar o sapato de rua sujo no quarto¨ e outros ensinamentos sanitários da infância está bem atual, Ganhado por que os cientistas estão mostrando que é preciso investimento em Ciência e Tecnologia e não em Carnaval, Ganhado por que precisamos respeitar, valorizar e pagar melhor os professores e os profissionais de saúde, Ganhado por que a humanidade está aprendendo a ser mais humana, menos falsos abraços e beijos e mais Amor ao próximo, Ganhado por fazer-se necessário o respeito aos ensinamentos de DEUS, Ganhado por que aprendemos a não nos deixar levar pelos reclames do consumismo na mídia entendendo que é melhor guardar o dinheiro que ganhamos com suor do nosso rosto para as primeiras necessidades, Ganhado por que o Mundo tem orado pelo remédio, pela vacina contra corona vírus, Ganhado por que aprendemos a amar a Deus sobre todas as coisas e não usar sem nome em vão, ganhado por que a experiência com ELE é o melhor que pode nos acontecer! É certo que o segundo semestre do ano de 2020 acaba de começar, será atípico, mas cremos que para os que estão firme com DEUS será um Ano já está GANHADO !

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