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Coluna Livre

A ERA DA INFORMAÇÃO PÓS-COVID-19

Por Andreyver Lima*

Ainda é cedo para entender os efeitos da pandemia na sociedade. Novas mídias e tecnologias, sempre tão importantes para a humanidade, iniciam uma nova era para a história da comunicação.

Por muito tempo, nos comunicamos exclusivamente por meio da fala ou da escrita e por volta de 1450, chega a Era da Imprensa, quando aprendemos a reproduzir textos de maneira massiva, moldando um mundo de palavras. O processo histórico, a partir daí, nos levou a um sistema econômico chamado de Capitalismo, o qual vivemos desde então.

Essa nova era comunicacional pós-Covid e as transformações trazidas com ela consolida a capacidade da internet como transformadora da política, economia e cidades à medida que mudamos a maneira como consumimos informação.

Os novos hábitos e comportamentos, como home office, pagar boletos no aplicativo, assistir lives, fazer lives, pedir delivery e matar a saudade por videoconferência nos fazem adaptar à digitalização de nossa rotina. E a inteligência artificial dos celulares bomba como nunca.

Além disso, mais médicos fazem consultas online como uma maneira de ver seus pacientes em situações não emergenciais. Os especialistas esperam que a telemedicina continue como uma tendência.

O teórico da comunicação McLuhan, bastante conhecido pelo termo “aldeia global”, muito antes da internet como conhecemos, já previa o que aconteceria nos anos futuros. Hoje em dia, o mundo realmente se tornou uma aldeia, quebrando fronteiras geográficas e sociais.

A pandemia mudou a economia. Isso reflete diretamente nos diversos setores. Um novo cenário surge quando as empresas precisam se alinhar, cortar custos, ao mesmo tempo que precisam investir no digital do seu negócio, inovando outras empresas. Num mapa econômico pró-China, sérias mudanças na estruturação de empresas acontecerão daqui para a frente, na velocidade de uma conexão 5g.

Andreyver Lima é comentarista político no Jornal Interativa News 93,7FM e editor do site sejailimitado.com.br

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EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE ISOLAMENTO SOCIAL: DESAFIOS PARA TODOS

Por Richard Batista Silveira, Laysa Costa Ferreira e Maria Ligia Macedo

O novo corona vírus (COVID-19) obrigou o mundo a praticar o isolamento – ou distanciamento – social, fazendo com que muitos profissionais fossem deslocados de seus ambientes de trabalho e realizassem o chamado “home office”. A escola também se viu obrigada a alterar suas dinâmicas. Como uma tríade bastante definida, temos os professores se reinventando, a escola buscando alternativas para suprir as necessidades de professores e de alunos, e os pais que agora são colocados como atores principais no processo de construção de conhecimentos junto a seus filhos.

Um ponto importante que devemos levar em consideração é que nenhuma publicação acerca das dinâmicas educacionais nesse período de isolamento social pode ser generalizante ou apresentar um estado da arte. Tudo que vem ocorrendo até aqui é muito novo para todos os atores envolvidos no sistema educacional. Gestores e professores passaram anos discutindo de forma precária os conceitos como “sala de aula invertida” e “educação híbrida”, e de uma hora para outra são obrigados a aplicar todas essas teorias da “melhor forma possível”, trazendo para si uma gama de desafios a serem enfrentados.

Como dito anteriormente, não podemos generalizar nem mesmo os desafios, uma vez que a escola pública enfrentará muito mais problemas que as escolas particulares.

Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira e do IBGE (2019) apontam que dos 45 milhões de estudantes assistidos pelo sistema público de ensino, cerca de 30% não possuem um computador (ou outro dispositivo equivalente) nem internet, muito menos um espaço adequado para estudar em suas casas. Alguns desses estudantes possuem um smartphone com internet pré-paga que muitas vezes é compartilhado com outros membros da família, pratica essa que infelizmente não assegura o aprendizado e a elaboração de uma rotina de estudos. Diante desse cenário, dificilmente podemos pensar numa equidade no processo de ensino e aprendizagem, o que fortacele ainda mais a desigualdade na educação.

O Conselho Nacional de Educação, por meio de uma conselheira, afirmou que a maior dificuldade no Brasil, assim como nos demais países, é a situação imprevisível em uma área que não tem tradicionalmente a cultura digital do trabalho remoto ou da educação à distância, isso é novo e complexo para quem trabalha com educação básica nas escolas públicas e particulares.

Gestores, professores, pais e estudantes de escolas privadas irão enfrentar desafios nessa nova dinâmica de Educação a Distância, mas são desafios amenizados pelas práticas que se tornaram cotidiano como a dificuldade em lidar com as plataformas de ensino, gestão do tempo, auxílio às dificuldades cognitivas de seus filhos, entre outros. Considerando que alguns desses pais também são vítimas do sistema econômico comprometido pelo isolamento social é importante ressaltar os problemas de cunho socioeconômicos que virão a ser enfrentados pelos estudantes das classes sociais mais baixas, haja vista que essas crianças e jovens, que se encontram em situação de vulnerabilidade, além de dependerem da educação ofertada, necessitam da alimentação oferecida pelas instituições públicas, uma vez que possuímos uma parcela de estudantes e familiares em situação crítica, onde faltam até mesmo elementos básicos para sua sobrevivência.

Departamentos de Assistência Social de algumas cidades da Bahia e até mesmo do Estado buscam alternativas para que esses estudantes sejam assistidos e não fiquem sem alimentação especialmente nesse período no qual os parcos recursos advindos dos trabalhos informais realizados por seus pais, não estarão mais disponíveis.

Por outro lado, não podemos deixar de (re)pensar nos desafios impostos aos professores nesse contexto de “home office”, pois, esses profissionais também são pais, mães e filhos. Muitos precisam cuidar de seus pais (idosos e, portanto, em situação de risco frente ao COVID-19), filhos e cônjuges; além de toda demanda cotidiana exigida desses educadores, eles ainda precisam criar uma aula dinâmica, interessante e interativa para seus alunos que irão o assistir via videoconferência em diversas plataformas disponibilizadas por escolas e sistemas de ensino.

Diante de tantos desafios, resta-nos outro e talvez o mais importante: a acessibilidade das plataformas de Ensino a Distância, uma vez que essas plataformas não preveem tecnologias assistivas para a inclusão de professores e alunos com necessidades de aprendizagem especiais, que pode trazer para o professor um desafio ainda maior e mais dispendioso ao tentar adaptar as suas aulas nessas plataformas, e para o aluno essa falta de recursos pode provocar, ao contrário do esperado, uma grande falta de interesse pelo fato de haver uma maior dificuldade de encontrar informações e a falta de compreensão dos conteúdos da estrutura dos ambientes de Ensino a Distância.

Em face de toda essa gama de desafios para a continuidade dos processos de ensino e aprendizagem, temos que compreender que educar não é apenas depositar conteúdos na cabeça dos estudantes, mas sim um diálogo entre todas as partes para uma melhor e mais eficiente prática de ensino e aprendizagem, considerando que construção de conhecimentos pode e deve acontecer em todos os ambientes, sejam eles formais ou informais, e a sala de aula excede os limites físicos da escola, se a escola é a “segunda casa”, a casa precisa ser uma eterna escola.

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DEMOCRACIA EM RISCO: O DISCURSO DE MORTE DO PRESIDENTE

Por Andreyver Lima*

O Presidente da República, Jair Bolsonaro, participou de manifestação neste domingo (19), em Brasília, em frente ao Quartel General do Exército, onde tinham algumas dezenas de apoiadores, descumprindo a ordem do Ministério da Saúde em relação a evitar aglomeração, que possibilita a proliferação do coronavírus. Em seu discurso, transmitido ao vivo pela rede social, tosse várias vezes e prega um golpe de estado. “Não queremos negociar nada”, afirmou.

Evidentemente que em qualquer democracia você, negocia, dialoga, debate, ouve, concorda ou discorda. Ao dizer que não negocia, que não conversa, ele se refere diretamente ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal. Mais transparente impossível, que o presidente está propondo um golpe de estado.
Um governo, sem diálogo com legislativo e judiciário, é ditatorial.

No Twitter, soma-se o seu filho, Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro, atacando o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. O objetivo foi alcançado, aumentar a polarização entre bolsonaristas e os desafetos do presidente. O termo AI-5 entrou nos trending topics, amplificando a mensagem de retorno dos militares e ataques aos poderes. O Ato Institucional 5, decreto emitido na Ditadura Militar dava ao presidente a prerrogativa de fechar o Congresso e cassar mandatos de políticos.

Em várias cidades do Brasil estão ocorrendo carreatas, incentivadas pelo presidente, propondo a reabertura do Comércio, o que vai levar a uma expansão do coronavírus. É necessário que morram mais brasileiros para que o Congresso Nacional haja?

Nestes tempos, é importante lembrar que na promulgação da Constituição, de 5 de outubro de 1988, o Dr.Ulisses Guimarães disse. “A constituição certamente não é perfeita, ela próprio confessa ao admitir a reforma. Quanto a ela discordar, sim. Divergir, sim. Descumpri-la, jamais. Afrontá-la, nunca. Traidor da Constituição é traidor da Pátria.”

*Andreyver Lima é comentarista político no Jornal Interativa News 93,7FM e editor do site sejailimitado.com.br

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A EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE ISOLAMENTO SOCIAL

Por Richard Batista Silveira*

O fragmento de um provérbio oriental que afirmar o seguinte: “… tempos difíceis geram homens fortes” Não consigo para de pensar nesse processo de isolamento social como um desses “tempos difíceis”, esse momento tem mostrado que não possuímos a menor estrutura política, humana e social para vivenciá-la, ou seja: de alguma forma, somos fruto de “tempos fáceis”. Podemos elencar inúmeros desafios que estamos enfrentando, entretanto, como acadêmico prefiro me colocar a questões que estão dentro de minha linha de pesquisa, no caso a educação tecnológica, e seu processo de inserção – meio que forçosa – no modelo formal de educação.

O sistema educacional, a escola, os gestores, professores, alunos e pais estão vivendo nesse momento de isolamento social – que muitos insistem em chamar de quarentena – uma dinâmica bastante ímpar, onde até mesmo os críticos mais ferrenhos da Educação a Distância (EaD) inclinam-se as tecnologias da comunicação e informação, para que o sistema educacional não pare. Desde a antiguidade haviam escolas, podemos citar por exemplo as escolas dos gramáticos da Grécia clássica e as escolas paroquiais da Alta idade Média, porém o sistema de educação tradicional – ao qual estamos acostumados – surge no contexto da reforma protestante, quando se pensa em dar acesso à leitura a uma parcela maior da população, ensinando a esses jovens mecanismos da cultura letrada e hábitos de convivência em sociedade.

Por incrível que pareça esse modelo de educação conseguiu permanecer com poucas alterações até os anos 60 do século passado, porém dando claros sinais de que estava em decadência. Voltando para o século XXI fica mais evidente ainda esse aspecto de que “algo não está indo bem”, a escola não é mais a mesma, ou no discurso dos docentes com mais anos de profissão e tradição: “os alunos não são mais os mesmos! ”, evidente que não, os novos alunos são filhos de novos tempos. Atualmente já pensamos no conceito de Educação 4.0, em dinâmicas educacionais como a “sala de aula invertida” e “ensino híbrido”, todos tem como ponto comum a inserção da Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs).

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A SUPRESSÃO DA LIBERDADE EM TEMPOS DE PANDEMIA

Por Lilian Hori*

O governador de São Paulo, João Doria, no dia 9/4, fez um pronunciamento dizendo que caso a população paulista continuasse a desrespeitar a quarentena, ele iria endurecer as penas, e aplicar a multa e até mesmo a prisão. Esta declaração causou muitas controvérsias no meio jurídico, uma vez que São Paulo é o Estado mais afetado no país pela pandemia, com 695 mortes no total até a data em que escrevo segundo a secretaria estadual de Saúde, e com a ocupação dos leitos já chegou o nível de 50%.

Em entrevista ao jornal O Globo, o governador, com o fim de alcançar a meta de 70% de adesão à quarentena disse o seguinte: “Vamos fazer o teste este final de semana. Se não elevarmos esse nível de pessoas cumprindo a quarentena – que hoje é de 50% – para 60% e caminharmos para 70%, a partir de segunda-feira (13), não apenas o governo do estado, como também a prefeitura de São Paulo, tomarão medidas mais rígidas. Queria evitar isso, porque isso significa que pessoas não poderão apenas receber advertências, mas também multa e voz de prisão. Desejo ter que evitar isso. As pessoas precisam ter consciência”.

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OS DESAFIOS DO HOME OFFICE; COMO TER MELHOR PRODUTIVIDADE ?

Fique por dentro

Convidei Claudiana Figueiredo para nos ajudar a ter uma melhor produtividade. Ela falou também sobre os desafios do Home Office. Prepare-se porque após essa crise, precisaremos estar mais preparados para lidar com as possíveis mudanças no mercado de trabalho.

Claudiana Figueiredo é gerente regional da unidade do Sebrae – Ilhéus; Mestre em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Territorial; Especialista em Gestão de negócios e Cidades Criativas; Advogada e Pedagoga; Autora dos Livros Cidades e Criatividade – Inspiração para um Negócio e Um Sonho de Família.

Clica nesse link, assista e coloque as dicas em prática!

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PANDEMIAS

Por Rosivaldo Pinheiro

Estamos num momento de extrema dificuldade, enfrentando duas pandemias – uma na saúde e outra nas redes sociais devido a uma série de desinformações baseadas nos achismos e ou nas maldades produzidas deliberadamente com o propósito de incentivar o obscurantismo. As redes sociais acabam potencializadas pelo comportamento do presidente da República, que persiste em se contrapor à ciência.

O conflito de posicionamento entre ele e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, por exemplo, serve de adubo e frutifica as contra-informações, as fake news. Os mensageiros de boas novas e do apocalipse fazem os seus plantios nesse terreno fértil e disponível à reprodução do ódio presente em grande parte das postagens e dos diálogos no mundo virtual. Importante destacar que essa ferramenta está ainda mais potencializada durante o período de confinamento social.

Essas narrativas em nada contribuem para o enfrentamento ao vírus. É necessário termos compreensão do momento vivido e que este exige união de todos e respeito às orientações das autoridades de saúde do Brasil e internacionais. Precisamos ter atenção com o comportamento social e as medidas adotadas na saúde e na economia e os resultados alcançados por países que já atingiram ou estão no pico da Covid-19. Essas experiências servem de parâmetros para nosso discernimento e mitigação das dificuldades.

Partidarizar o debate, por mais justo que pareça, acaba sendo um atestado de falta de consciência individual e de cidadania. Até o uso de uma medicação passou a seguir a politização e a polarização, mesmo diante do constante chamamento dos pesquisadores e dos médicos, que, em grande maioria, não negam que esse e outros remédios fazem parte das tentativas de enfrentamento ao novo vírus para recuperação dos pacientes da Covid-19. As medicações em uso estão sendo estudadas em laboratórios e novas fórmulas podem surgir na perspectiva de tratamento da doença. Compreendamos que toda medicação deve ser prescrita pelos médicos aos pacientes, evitando desdobramentos que prejudiquem a saúde dos mesmos ou que os levem à morte.

Esperamos que haja um pacto em favor da vida. Que as autoridades possam, a partir dos seus papéis constitucionais e científicos, ajudar no esforço por meio da formulação de políticas públicas que garantam a saúde e a manutenção da economia, se necessário, abrindo mão das metas fiscais e usando as reservas internacionais. Estamos diante de uma guerra, portanto, precisamos agir dentro dessa perspectiva. É hora de esquecermos nossas diferenças e reforçarmos nossas semelhanças em favor da vida e do país. Que as nossas ideologias sejam colocadas em prática em outro momento da luta democrática

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AS ELEIÇÕES IMPORTAM MAIS DO QUE A VIDA?

O Novo é um partido recente, fundado em 2011, o qual veio dar uma nova roupagem a linha da ideologia da direita. Seu presidente, João Amoedo, administrador, banqueiro e engenheiro, ganhou muito destaque por ser um dos nomes que ilustrou a disputa para o cargo de presidente em 2018.

Os ideais do partido sempre teve um olhar mais voltado para as questões econômicas, com posições liberais na economia, porém, com a pandemia do coronavírus, o presidente da sigla, João Amoêdo, vem se posicionando a favor da opinião da grande maioria dos cientistas e das posições da OMS, como também teceu duras críticas frente as ações do presidente Bolsonaro em relação ao enfrentamento da pandemia e da crise mundial; além disso, os deputados e o governador de Minas Gerais também vêm atuando neste sentido: de aplicar as orientações do Ministério da Saúde e da OMS.

Com o propósito de combater a covid-19 e evitar um colapso no sistema de saúde brasileiro, os parlamentares redigiram uma PEC (proposta de emenda à constituição): PEC 10/20, o qual teve o epíteto de “orçamento de guerra” cujo o conteúdo seria uma série de medidas a serem tomadas pelo governo durante o estado de calamidade pública por causa da pandemia. A intenção primordial desta PEC será a elaboração um regime extraordinário para facilitar a execução do orçamento relacionado às medidas emergenciais, evitando assim problemas jurídicos no futuro.

Dentre as muitas medidas propostas, está previsto um alívio ao que se refere a rigidez dos gastos públicos, podendo o governo utilizar o dinheiro contratar de profissionais, comprar de equipamentos e insumos, realização de obras e outros serviços relacionados. Uma das diversas propostas que chamou atenção foi a que destinaria o dinheiro do fundo eleitoral e do fundo partidário (são fundos diferentes) para o combate ao coronavírus, juntos, este montante chegaria ao valor de 3 bilhões de reais. Esta proposta foi feita pelo partido Novo; no entanto, este ponto ganhou muita resistência entre os políticos no congresso, visto que o ano de 2020 terá eleições municipais.

O fundo eleitoral (como ficou conhecido), instituído em 2017 através da lei 13.487/17, é definido pelo TSE como sendo “fundo público destinado ao financiamento das campanhas eleitorais dos candidatos”, e no seu artigo 16 diz acerca da sua constituição: “O Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) é constituído por dotações orçamentárias da União em ano eleitoral, em valor ao menos equivalente: I ao definido pelo Tribunal Superior Eleitoral, a cada eleição, com base nos parâmetros definidos em lei; II – a 30% dos recursos da reserva específica (…);” ou seja, os recursos provêm do Tesouros Nacional, a justificativa para a criação do fundo eleitoral é de que as eleições brasileiras são custosos por ser um país extenso, e, em 2018, foi utilizado 1,7 bilhões de reais para as campanhas políticas, é para as eleições de 2020, estava previsto o valor ainda maior de 1,86 bilhões.

Já o fundo partidário é constituído por multas eleitorais, recursos financeiros legais, doações espontâneas privadas e dotações orçamentárias públicas, nos quais 5% será distribuído igualmente entre todos os partidos e 95% serão distribuídos conforme o número de votos obtidos na última eleição para a Câmara dos Deputados, segundo a lei 9096/95 (Lei Orgânica dos Partidos Políticos). Este recurso tem a sua destinação de 60% para cada órgão estadual e municipal; e servirá, dentre outras coisas, para: propaganda doutrinária e política; alistamento e campanhas eleitorais; criação e manutenção de instituto ou fundação de pesquisa e de doutrinação e educação política, que neste último caso, deve ser destinado no mínimo 20% do valor recebido.
O mais peculiar é que a proposta, apesar de ter sido vista como muito positiva pela população e muitos adeptos à ideia, infelizmente não houve adesão no congresso, gerando muita polêmica, uma vez que põe em risco a campanha política de muitos candidatos. A rejeição em destinar os fundos para enfrentar a covid-19 foi de tal magnitude, que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, ao por em votação a PEC na sexta-feira (3), retirou este ponto do texto original, desta forma, a proposta foi aprovada e seguirá para o senado sem apreciar esta proposta. Ainda sobre a transferência do fundo eleitoral, o TRF 2, no dia 31 do mês anterior, a pedido da AGU, suspendeu a liminar que dava prazo ao Bolsonaro e o presidente do Senado, Alcolumbre sobre a medida. No entendimento da AGU, a decisão se tratava de: “uma situação de grave lesão à ordem pública e à ordem administrativa, interferindo de uma maneira absolutamente sensível na separação de poderes, usurpando competências legitimamente concedidas não só ao Poder Executivo, como também ao Legislativo, colocando em risco a normalidade institucional do país.”, o que foi acatado pelos magistrados dizendo que: “acarretar grave lesão à ordem pública, tendo em vista o risco de agravamento da crise político-social que a nação atravessa, com reflexos, inclusive, no cenário econômico deste País”.

É repugnante e deprimente os nossos governantes priorizarem as eleições, pensarem em candidaturas, e em fazerem campanha política num momento sensível e frágil da população, instante em que vivemos em um estado de exceção, de calamidade pública: milhões de pessoas estão perdendo a vida, outros milhões estão em situações muito grave de saúde nos hospitais. A seriedade da situação em que o mundo inteiro está enfrentando, requer que todos os esforços do governo sejam em razão da vida, que as vaidades e os interesses pessoais dos políticos sejam postas em segundo plano.
As pessoas falam que a economia pode ser recuperada mais adiante, e que esta pode esperar, do mesmo modo as eleições municipais podem ser mais modesta, sem que se despenda tantos recursos, cujo valor neste momento pode ser crucial para poder salvar vidas, ou auxiliar aqueles que precisam deste dinheiro para sobreviver. As eleições podem (e devem) se adaptar tranquilamente às circunstâncias anormais do quadro crítico, cuja situação corre o risco de se prolongar por muito mais tempo caso não sejam tomadas todas as providências cabíveis, e para isto, é necessário o máximo de recursos possível, uma vez que estamos em meio de uma pandemia e de uma crise econômica mundial sem precedentes. Esta recusa do governo só demonstra que os interesses políticos para eles estão acima da saúde pública, do bem-estar da população; eles preferem a garantia de que as eleições ocorram (deixando claro que eu sou a favor da democracia e das eleições como consta na Constituição Cidadã, todavia mais ainda a favor da saúde do povo que participa dela), não importando a situação do país e do mundo, muito menos o quanto povo sofra para a realização destas.

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O PANDEMÔNIO DA EPIDEMIA

Por Gustavo Felicíssimo*

Já que o período é de reclusão forçada, nada mais adequado a um cronista que refletir a seu respeito. Olho repentinamente para a minha modesta biblioteca e me ocorre que viver sem a inelutável companhia dos livros, em qualquer tempo, me seria inviável. Ainda mais se é imperativo abandonar as ruas. De modo que ficar em casa não é mais uma opção, mas uma imposição da circunstância. Assim, me parece imperativo dizer que o tempo, além de crônico, é viral.

Só que minhas raízes são errantes. E então, após alguns afazeres profissionais, me encontro caminhando pela cidade, por calçadas que havia bem pouco tempo estavam tomadas por toda sorte de gente no seu ir e vir incessante, frenético. Onde lojistas noticiavam os produtos da última moda, agora encontramos outro tipo de informação: fechados por tempo indeterminado. Não há mais anúncios, mas prenúncios de que dias ainda mais difíceis estão por vir.

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CORONAVÍRUS: É CADA UM POR SI E O PRESIDENTE CONTRA TODOS

Por Andreyver Lima*

Em 24 de março de 2020, o Brasil viu o mais bizarro pronunciamento de um presidente da república ser transmitido em cadeia nacional de rádio e televisão. Indo na contramão de todas a orientações do próprio governo, Bolsonaro chamou o Covid-19 de ‘resfriadinho’, levando desinformação ao povo brasileiro.

Embora tente minimizar a gravidade do novo coronavírus, o presidente recebeu relatórios da Abin, a agência de inteligência do governo federal, que mostram o impacto da doença no Brasil. O mais recente deles projeta que 5.571 brasileiros deverão morrer por Covid-19 até 6 de abril – ou seja, em duas semanas.

Entretanto, na manhã desta quarta-feira (25), em reunião com governadores por videoconferência, para tratar do enfrentamento ao coronavírus, continuou na mesma linha de ataque, com suas bravatas, criticando o governador de São Paulo, João Doria.

Ainda pensando nas eleições 2018, afirmou que o governador não tem autoridade para criticá-lo após ter sido eleito as suas custas e depois ter lhe virado as costas. Mas o que chama atenção é a reação negativa do vice Hamilton Mourão, sentado ao lado do presidente.

*Andreyver Lima é comentarista político no Jornal Interativa News 93,7FM e editor do site sejailimitado.com.br

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COMO CUIDAR DA NOSSA SAÚDE MENTAL EM TEMPOS DE CORONAVÍRUS.

Por Maria Reis Gonçalves* (Tia Nem)

Todos nós estamos acostumados a viver sobre tensão mental, nossa mente se acostumou a viver cansada, cheia de estresse e ansiosa, isso é causado por diversos fatores, sendo o principal a luta pela sobrevivência. As contas a pagar, as obrigações familiares, os compromissos profissionais, até mesmo os momentos de lazer, que deveriam relaxar, às vezes trazem uma grande demanda de preocupação. E toda essa carga emocional termina por prejudicar a nossa saúde mental. No entanto devemos ter em mente, que não só o nosso corpo necessita de cuidados, mas principalmente a nossa mente. Lembrem-se de: “MENS SANA IN CORPORE SANO”.

Desde o surgimento da Pandemia do Covid 19 – O Coronavírus, as pessoas ficaram isoladas em suas casas, o que estão chamando de “Isolamento Social”, seguindo uma orientação da própria Organização Mundial da Saúde – OMS, essas pessoas ficam ouvindo e assistindo, a todos os tipos de informações, de diferentes meios de comunicação e às vezes informações desencontradas, o que demanda uma enorme carga emocional, prejudicando a saúde mental do individuo. Pois, a depender da noticia, as pessoas podem ficar sobressaltadas, com a sensação de impotência e vulnerabilidade, o que pode causar medo, ansiedade, depressão e até a síndrome do pânico.

Diante desse quadro, que se apresenta, onde não temos nenhuma previsão, real, do futuro, o que devemos fazer para proteger a nossa sanidade mental? Primeiro devemos entender que essa situação é completamente atípica e não temos nenhum controle sobre ela, por isso é normal sentir medo do desconhecido, não sabemos até quando esse vírus irá durar em nosso meio, nem quando surgirá uma vacina ou mesmo como será a situação socioeconômica do Brasil após o termino do isolamento. No entanto é necessário criamos uma certa normalidade dentro dessa nova rotina, principalmente para aqueles que possuíam uma vida mais agitada no seu dia adia.

Nesse cenário de rotina imposta pelo Coronavirus, vamos unir esforços para mantermos tanto o físico quanto a mente, em equilíbrio, através de uma nova rotina, e assim continuarmos a ter a qualidade de vida que é tão importante para as nossas emoções e o nosso espírito e assim usufruirmos um bem-estar emocional.

Devemos construir uma rotina que nos traga atividades pesarosa, fazendo tudo o que gosta de maneira compartilhada com todos que moram na mesma casa. Tendo os cuidados necessários, exigidos para a preservação da saúde de cada um; E lembre-se: mesmo em isolamento social, você pode ajudar!

Devemos em, um momento do dia, buscar as noticias em relação ao que está acontecendo ao nosso redor, e no mundo porém, devemos nos focar nas que nos falem das melhoras e da resiliência dos povos atingidos e principalmente das ações em beneficio da coletividade, e filtre as noticias para que as mesmas não o coloque em situações conflitantes, provocados surtos de ansiedades ou até mesmo pânico;

Ao levantar, pratique a respiração profunda, onde deverá aspirar o ar pelo nariz, de forma lenta, por pelo menos 4 segundos, percebendo que o seu abdômen está bem cheio de ar, segure-o por 3 segundos e expirar lentamente por 7 segundos. Você deve está focado na aplicação dessa respiração, ao mesmo tempo que envia ao seu cérebro a mensagem que está tudo bem;

Mantenha contato com seus familiares, amigos, colegas de trabalhos, ligue, mande mensagens de whatsapp, fale de coisas boas, o isolamento social é apenas um mecanismo de defesa da proliferação do vírus, não é para você deixar de se comunicar com as pessoas. Não esqueça que o isolamento é um estressor para você e para os seus antes queridos, que estão na mesma situação, então a comunicação é uma maneira de mostrar que você se importa com eles.

Não esqueça das brincadeiras com os filhos e a esposa, momentos que talvez, vocês nem passavam juntos, por ter que trabalhar demais. Crie situações engraçadas para que possam rir juntos, assistam a filmes, leiam livros em conjunto, existem histórias que podem ser compartilhadas, E seja um exemplo de força e coragem para todos, afinal a esperança, disciplina e perseverança, é algo que vive no cerne do homem.

Se você estiver confuso e em pânico pela situação, busque ajuda, procure nas redes sociais pessoas especializadas em psicologia e ligue, não se constranja, ninguém nasceu para ser super herói, não tenha receio e fale dos seus medos e conflitos. Principalmente se você começar a sentir o corpo trêmulo, falta de ar, suores, dores no peite, pode ser sintomas da Síndrome do Pânico, não hesite em buscar ajuda, antes que o quadro se agrave. No mais, é orar, pedir ajuda a Deus, pensar no coletivo e esperar toda essa fase passar.

*Psicóloga

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CORONAVÍRUS: A IMPORTÂNCIA DO EQUILÍBRIO EMOCIONAL NA PANDEMIA

Como está sendo o seu isolamento social, hein? A Pandemia da Covid-19, mudou completamente a rotina das pessoas que estão preocupadas/desesperadas com tanta informação sobre o novo Coronavírus. Mas, calma.

É preciso manter a saúde mental nesse momento de crise. A psicanalista Mariana Benedito gravou de casa, assim como eu, para lhe ajudar. Clica no link e assista ao vídeo lá no Canal “Karen Póvoas”.

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O CORONAVÍRUS E AS NECESSIDADES DO ESTADO DE BEM-ESTAR SOCIAL

Por Rosivaldo Pinheiro

O mundo assiste a um momento de extrema dificuldade e de incerteza. Mesmo diante dos avanços tecnológicos e da ciência, o momento atual acaba sendo fora da curva e põe de joelhos países poderosos e os seus líderes: China, Estados Unidos, Alemanha, Itália e outros. Todos estão diante do mesmo desafio: usar mecanismos do estado para assistir as suas populações evitando o caos humanitário e sustentar a roda econômica diante do novo coronavírus. Os cientistas, profissionais de saúde, de segurança e comunicação estão no epicentro do problema, assim também devem estar os governantes. Cabe a cada governo adotar medidas urgentes, responsáveis, éticas e de bem-estar social para mitigar os efeitos do Covid-19.

Um programa de socorro econômico para setores essenciais, mais vulneráveis, redução de tributos, alargamento de prazos para pagamentos de obrigações, suspensão de pagamento da dívida pública, uso de reservas externas, manutenção dos empregos e outras alternativas. Será necessário agir na direção das políticas de transferência de renda e assistenciais, liberando os pagamentos suspensos do Programa Bolsa Família, aposentadorias, auxílio-saúde, benefício de prestação continuada (BPC), repactuação de financiamentos e liberação de um valor para desempregados e profissionais informais – são 50 milhões de brasileiros nessa condição, população superior à da Argentina, além de garantir transferências de recursos para os municípios, possibilitando a esses a adoção de medidas de isenção de água, assistência social às populações em situação de rua, investimentos em saúde e outras emergências inerentes ao funcionamento das administrações. Enfim, atenuar os desdobramentos desse severo momento é tarefa urgente, e, se não forem adotadas, poderemos ter uma escalada da violência e da calamidade.

O momento requer união, cooperação de esforços, equilíbrio. Os líderes mundiais precisarão exercer um papel global, possibilitando um novo arranjo ao sistema econômico para termos fluxos econômicos globais e paz social, possibilitando recuperação aos países atingidos direta e indiretamente pelo coronavírus. No Brasil, o obscurantismo não nos garantirá saídas, portanto, caberá ao Congresso Nacional, Câmara Federal e Senado liderar uma saída através de um pacto social, trazendo para ele o Executivo e o Judiciário. Sem esse esforço, nos perderemos no ideologismo inconsequente e colheremos as consequências irreparáveis que poderão nos empurrar para um ciclo de perversidades e atrocidades ainda piores do que as mais realistas previsões possam nos fornecer.

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A DIFERENÇA ENTRE ESTADO DE DEFESA E ESTADO DE SÍTIO E A COVID-19

Perante o quadro alarmante em que o Brasil se encontra com a pandemia da covid-19, foi realizada uma coletiva de imprensa, dada pelo presidente ontem, dia 20, em que foi dito por ele que ainda não estaria no radar nem a possibilidade de estado de sítio assim como o estado de defesa. A primeira vista, talvez fosse natural que fosse realmente decretada o estado de defesa, contudo, o presidente Bolsonaro tem total razão em dizer que tanto o estado de defesa quanto o estado de sítios são situações extremadas, que não se deve ser utilizado de forma irresponsável e banal, malgrado a gravidade da situação do país e o temor da população frente aos acontecimentos assustadores, estas medidas restringem de forma dilacerante vários dos nossos direitos básicos.

Mas como diferenciar estas duas situações? Ambas as situações são competências que são exclusivas da União, ou seja, apenas ela poderá reconhecer e decretar ambas as situações, assim como está previsto no artigo 21 da CF: “Compete à União: V – decretar o estado de sítio, o estado de defesa e a intervenção federal”. Também ambas são situações de exceção que tem como finalidade restaurar a normalidade de uma situação de calamidade.

O estado de defesa caracteriza-se pela restrição de direitos, tal como a de correspondência, sigilo telefônico, assim como a de reunião. Estas restrições só podem ocorrer quando existir uma grave e iminente instabilidade institucional (como por exemplo: a desconfiança e descrédito do povo ao poderes legislativo, executivo e judiciário, clamando pela intervenção militar), ou uma grave calamidade de grandes proporções da natureza.

No caso de estado de defesa, o presidente, depois de ouvir o conselho da república e o conselho da defesa nacional, ele decretará o estado de defesa para após ser encaminhado ao Congresso Nacional (que é composta pela junção dos senadores e dos deputados)que, apenas com a maioria absoluta dos seus membros (50% de todos os 81 senadores e 513 deputados mais 1, ou melhor, 41 senadores e 257 deputados) será decidido pela acepção ou não da decretação. Tudo isto é exposto no artigo 136 da CF: “O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza.”

É importante ressaltar que o estado de defesa não poderá ser decretado por mais de trinta dias, e só poderá ser prorrogado por igual período. Já o estado de sítio vai se configurar quando houver: comoção grave de repercussão nacional, quando o estado de defesa comprovadamente não foi eficiente, declaração de guerra, ou ainda resposta agressão armada estrangeira. Neste outro caso, o chefe do governo, o presidente, após novamente ouvir os Conselheiros da República e da Defesa, não decretará prontamente, ele fará primeiro uma solicitação ao Congresso nacional de uma autorização, o qual deve ser dado nova pela maioria absoluta) para só assim decretar o estado de sítio. Na Carta Magna, encontrasse o seguinte teor: “Art. 137. O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, solicitar ao Congresso Nacional autorização para decretar o estado de sítio nos casos de: I – comoção grave de repercussão nacional ou ocorrência de fatos que comprovem a ineficácia de medida tomada durante o estado de defesa; II – declaração de estado de guerra ou resposta a agressão armada estrangeira”. Quanto ao referente às restrições de direito, além daquelas elencadas no estado de defesa, a União também poderá fazer busca e apreensão, requisitar bens individuais (ou seja: o governo pode tomar quaisquer bens de particulares), além de intervenção de serviços públicos em empresas particulares.

E, no caso de sítio, as duas primeiras hipóteses terão o prazo igual ao de defesa (de no máximo trinta dias podendo apenas ser prorrogado por uma vez pelo mesmo período decretado anteriormente) e nas duas últimas hipóteses (declaração de guerra e agressão armada) não há tempo estimado, podendo se estender pelo tempo que for necessário até cessar a situação.

O governo pretende decretar o estado de calamidade, o que se torna relevante tendo em vista ao que se refere aos gastos públicos, cuja a pandemia do covid-19, que neste caso justificaria um gasto maior do orçamento do governo com a saúde pública, uma vez que não terá que obedecer a lei orçamentária para o ano de 2020 que é de R$ 124,1 bilhões, e assim os recursos para a saúde seriam maiores, já que no Brasil, número de mortes em decorrência do vírus é de 11 pessoas, e o total de infectados pela covid-19 já são 904 no país, conforme a última divulgação dada pelo Ministério da Saúde que ainda não contabilizou os que acometeram ainda neste sábado.

Para que o país não entre em colapso, tornando o Brasil em um país instável a ponto de ser necessário tomar decisões drásticas, o povo brasileiro, antes de tudo, deve manter a calma, procurar se informar quais são as melhores medidas a serem tomadas para a prevenção e seguir a risca todas as indicações e normas fornecidas tanto do ministério da saúde (sim, a desobediência configura crime segundo o artigo 268 do Código Penal),, quanto dos profissionais da saúde e cientistas. Sempre procurem fontes confiáveis de informação. Atitudes conscientes, e a obediência aos órgãos de saúde são fundamentais para enfrentar estes momentos difíceis.

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