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CINCO PESSOAS LGBTQIA+ SÃO MORTAS POR SEMANA NO BRASIL

Um dia não para comemorar, mas para reverenciar as lutas de uma comunidade que ainda sofre com a discriminação e com a violência.

A data marca o Dia Internacional Contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia e mostra que ainda há muito a ser feito: só no ano passado em todo o país, foram registrados pelo menos cinco assassinatos por semana de pessoas LGBTQIA+. Os dados divulgados pelo Observatório de Mortes e Violências contra LGBTI+ ainda revelam que o número aumentou 21,9% em comparação a 2020, saltando de 215 para 262.

A luta para provar que pessoas LGBTQIA+ não são doentes não é de hoje. Foi em 17 de maio de 1990 que a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID). Porém, na prática, falta muitas vezes o reconhecimento social.

Embora membros da comunidade LGBTQIA+ consigam falar por horas sobre a violência e o preconceito com que se deparam todos os dias, faltam dados que traduzam esse cenário. Diante desse quadro, para lidar com tantos desafios, o acolhimento é essencial.

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