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ELITE DO MINISTÉRIO DE GUEDES ACUMULA CARGO E INFLA SALÁRIO, DIZ JORNAL

Defensores de reformas e corte de despesas, integrantes da cúpula do Ministério da Economia acumulam cargos em estatais e, assim, elevam o contracheque. Alguns recebem mais que o teto do funcionalismo (R$ 39,3 mil).

Isso é possível por meio do pagamento de jetons (remuneração para quem participa das reuniões de conselhos), que não contam como salário nem para o limite máximo que um funcionário público federal pode receber. Jetons são distribuídos a 330 servidores, e o custo passa de R$ 1 milhão por mês.

O ministro Paulo Guedes não os recebe. Ele tem um ganho bruto de R$ 30,9 mil por mês, menos que servidores seus no topo da carreira. Cinco ministros do governo Jair Bolsonaro usam do expediente. Articulador da redução de gastos na Previdência, o ministro Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) é, até o momento, o que mais se beneficia.

O extra no holerite de Marinho, que é de R$ 30,9 mil, pode chegar a R$ 21 mil. Procurado, ele não comentou. A Economia diz que os conselheiros têm ‘capacidade de contribuir na missão da gestão pública’. Com informações da Folha de São Paulo.

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