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ITABUNA: EM VISITA, DEPUTADO DESTACA RENOVAÇÃO NA CÂMARA DE VEREADORES

Em visita à Câmara de Itabuna na manhã de sexta-feira (30 de abril), o deputado federal Joseildo Ramos (PT) ressaltou o quão significativa é a presença de 18 novos vereadores na atual legislatura.

Ao mesmo tempo, lembrou, a mudança vem na mesma medida da responsabilidade diante da expectativa que os eleitos geraram na população. Ele foi convidado pelo correligionário, vereador Manoel Porfírio, para uma visita à Casa, com a presença de enfermeiros, sindicalistas, mais representantes políticos de Barro Preto, Itapé e Ilhéus.

Além do anfitrião, foi recebido em Plenário pelos edis Cosme Resolve (PMN), Luiz Júnior da Saúde (DC), Wilma de Oliveira (PCdoB), Alex da Oficina (PTC), Antônio Piçarra (Solidariedade), Erasmo Ávila (PSD), Fabrício Pancadinha (PMN), Israel Cardoso (PTC), Kaiá da Saúde (Avante) e Marcelo Souza (Cidadania). “Nós, vereadores, assumimos o desafio de legislarmos juntos, caminharmos juntos. Lutaremos por coisas que melhorem a vida da nossa população”, afirmou Porfírio.

Apelo da enfermagem

O parlamentar é um defensor veemente da política como instrumento para atender às demandas nas mais diversas áreas e disse fazer questão de manifestar-se toda vez que ouve comentários que depreciam a relevância do poder público.

“Nós achamos em alguém apaixonado pela política como Manoel, alguém que está garimpando um minério; hoje são poucos, mas amanhã serão mais. A política é a atividade mais nobre do ser humano. Cabe a quem faz política gostar cada vez mais dela, pra demonstrar que hoje vivemos 90, 100 anos por conta das conquistas que tivemos na prevenção, na saúde pública. Tudo quem construiu foi a política, com os altos e baixos”, argumentou.

Junto com colegas de profissão dele, Luiz Júnior entregou um documento em que pedem apoio ao parlamentar na luta pela aprovação do projeto 2564/2020, que estabelece um piso salarial para enfermeiros e técnicos de enfermagem.

“A classe da saúde é sofredora e precisa ser vista; a enfermagem sente o descaso, a desvalorização. Muitas vezes não tem nem local para dormir; muitos levam seu lençol de casa para forrar o chão [no lugar de trabalho]” , desabafou.

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