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ITABUNA: EMPRESÁRIOS DEFENDEM O ORDENAMENTO DO COMÉRCIO INFORMAL

A necessidade de ordenamento do comércio informal no centro de Itabuna foi pauta de uma reunião online realizada nesta terça-feira, 1, com empresários da Associação Comercial e Empresarial de Itabuna, Câmara de Dirigentes Lojistas, o secretário de Indústria, Comércio, Emprego e Renda de Itabuna, Ricardo Xavier e a secretária de Segurança e Ordem Pública, Mariana Alcântara. Essa é a segunda vez que uma reunião é realizada para discutir sobre o tema com a atual gestão.

O diretor da ACI, Mauro Ribeiro, apresentou imagens do comércio informal instalado de forma desorganizada no passeio da avenida Cinquentenário e em ruas transversais do centro da cidade. É comum a presença de carros de mão e de automóveis servindo como expositores de produtos alimentícios, quando deveriam estar sendo comercializados nas feiras livres.

Outra reclamação registrada foi a presença de gradios instalados nas portas dos bancos e que, segundo os comerciantes, estão atrapalhando a circulação, mesmo com a colocação dos toldos, não soluciona o problema das filas nos bancos. Os empresários presentes na reunião reclamaram que os vendedores ambulantes se instalam nas portas das lojas, promovendo aglomerações, devido a passagem de pedestres e ocupam vagas de estacionamento para exposição de produtos diversos.

Com intuito de solucionar o problema, Ricardo pediu a união de todas as entidades e destacou que está planejando uma operação, com diálogo e a participação de 5 secretarias do governo, juntamente com a Polícia Militar, Ministério Público e as entidades. “Estaremos fazendo uma força tarefa, unindo as secretarias para executar o plano em duas frentes. A primeira de forma emergencial e a outra, de forma planejada, com o intuito de ter resultados de curto, médio e longo prazo”, ressaltou o secretário.

O presidente da ACI, Sérgio Velanes, parabenizou a iniciativa do secretário, “tendo em vista que o comércio é a principal atividade econômica da cidade e a organização do seu espaço, sem aglomerações, promove um ambiente propício para empresas investidoras”, destacou.

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