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MULHERES REPRESENTAM 50% DOS TRABALHADORES NAS AGÊNCIAS DE PROPAGANDA DA BAHIA

O Universo feminino nas agências de propaganda será o tema da próxima da live #TamoJunto, promovida pelo Sindicato das Agências de Propaganda do Estado da Bahia (Sinapro-Bahia). A transmissão, que acontece na terça-feira (30), às 10h, no perfil do Sinapro-Bahia no Instagram (@sinaprobahia), irá apresentar os dados da pesquisa realizada com as 53 agências baianas associadas à entidade. De acordo com o levantamento, as mulheres já representam 50% do total de funcionários das agências publicitárias baianas. Mais da metade dessas agências (54,71%) têm sócias mulheres e elas já ocupam 79,24% dos cargos de chefia destas empresas.

A presidente do Sinapro-Bahia, Vera Rocha, recebe como convidada da live #TamoJunto Melyssa Chaves, diretora executiva da agência As Marias Propaganda, do município de Luís Eduardo Magalhães. Formada em Marketing e com pós-graduação em Marketing Político e Eleitoral e em Docência do Ensino Superior, Melyssa é um dos exemplos de mulheres que comandam. Feminista e ativista pela causa LGBTQIA+, Melyssa é uma das três sócias da agência As Marias Propaganda e coordenadora regional da Associação Nacional Mães pela Diversidade.

Universo Feminino

A pesquisa Universo feminino nas agências de propaganda entrevistou representantes, entre gestores e funcionários, das 53 agências publicitárias associadas à entidade em toda a Bahia. O número representa 25% do universo total de agências publicitárias do estado (208 empresas). De acordo com a pesquisa, dos 1.272 profissionais que trabalham nas 53 agências participantes, incluindo “freelancers”, 636 são mulheres, o equivalente a 50% do total de funcionários. As mulheres não fazem parte do quadro de funcionários de apenas três agências (5,6%) que participaram da pesquisa.

Um dos questionamentos feitos aos entrevistados foi sobre “se as mulheres em funções iguais às dos homens recebem a mesma remuneração? Em 42 agências (79,25%), a resposta foi “sim”. Apenas duas agências (3,77%) responderam que “não”, que havia disparidade de salários entre gêneros na organização. Para outras nove agências (16,98%), a questão não se aplica, pois não têm mulheres trabalhando na empresa ou não exercem as mesmas funções que os homens.

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