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PESQUISA FSB/BTG: BOLSONARO TEM 33%, HADDAD VAI A 23%

Do Bahia Notícias

A nova pesquisa FSB/BTG Pactual, divulgada nesta segunda-feira (17) e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-03861/2018, mostra que o candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) ainda na liderança, mas sem crescer e uma tendência de forte crescimento de Fernando Haddad (PT).

O levantamento foi realizado entre os dias 22 e 23 de setembro com 2000 eleitores e a margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

No cenário espontâneo, a intenção de voto de Bolsonaro oscilou de 30% para 31%, de uma semana para outra, enquanto Fernando Haddad passou de 12% para 17% e se consolidou na segunda posição (duas semanas atrás, ele tinha apenas 3% das intenções de voto espontânea). Já Ciro Gomes (PDT) mostrou estabilidade, oscilando negativamente de 8% para 7%. Geraldo Alckmin (PSDB) oscilou positivamente no limite da margem de erro de 2% para 4%, João Amoêdo (Novo) oscilou negativamente de 3% para 2%, mesmo percentual de Marina Silva (Rede), que manteve o percentual da última semana.

Álvaro Dias (PODE) e Henrique Meirelles (MDB) se mantiveram com 1%, enquanto os demais não pontuaram. Não sabem ou não responderam oscilaram de 22% para 21%, não votariam em ninguém continuaram em 8%, enquanto brancos e nulos foram de 4% para 3% em uma semana.

Estimulada: Já na intenção de votos estimulada, Jair Bolsonaro se manteve em 33%, enquanto Haddad teve a alta mais expressiva ao passar de 16% para 23% em apenas uma semana, isolando-se no segundo lugar. Ciro Gomes, por sua vez, teve queda de quatro pontos, passando de 14% para 10% em uma semana e caiu para o terceiro lugar. Alckmin oscilou no limite da margem de erro e passou de 6% para 8%, voltando ao patamar de duas semanas atrás e empatado tecnicamente com Marina Silva, que seguiu com 5%. Amoêdo seguiu com 3% da semana anterior, enquanto Alvaro Dias manteve os 2%. Meirelles oscilou de 2% para 3% dos votos neste cenário, enquanto Cabo Daciolo (PATRI) deixou de pontuar. A porcentagem de quem não votaria em ninguém foi de 9% para 7%, branco/nulo somam 2%, enquanto não sabe/não responderam foi de 5% para 4%.

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