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“QUEREMOS SABER!” COLOCOU EM DISCUSSÃO ELEMENTOS QUE FORMAM MEMÓRIA DE ITABUNA

A edição de agosto do programa “Queremos Saber!”, na Câmara de Itabuna, reuniu ontem, dia 27, a sociedade para discutir sobre o patrimônio histórico da cidade. Uma explanação feita pela Professora Dra. Janete Ruiz de Macedo levou à reflexão e questionamentos, como: qual a identidade social de Itabuna? O que está sendo feito da memória, da cultura e do patrimônio histórico da cidade?

Proposta e presidida pelo vereador Júnior Brandão, o projeto também reuniu a presidente do Conselho de Turismo, Eva Lima; o presidente do Conselho de Políticas Culturais, Lula Dantas; representando o presidente da FICC – Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania – Daniel Leão, sentou-se à mesa o cantor Jan Costa.

Na plateia, professores, estudantes, jornalistas e produtores culturais ouviram a professora Janete chamar a atenção sobre o fechamento de equipamentos como o Museu Casa Verde, no centro da cidade, e a Casa de Jorge Amado, em Ferradas.

Ela também frisou a importância de ações para o desenvolvimento de hábitos culturais e o papel da escola como “grande reprodutora de memórias de uma sociedade”. Também reforçando o valor do tripé educação, cultura e cidadania, Lula Dantas constatou: “Há uma lacuna de políticas públicas para a cultura de Itabuna; ainda lutamos por essa instância”.

A professora Janete Macedo adiantou, ainda, que a Rede Uesc de Museus realizará uma exposição sobre personagens amadianos, na Casa de Jorge Amado, em Ferradas, a partir do dia 23 de setembro.

O vereador Júnior Brandão reuniu sugestões apresentadas no projeto e adiantou, entre as primeiras medidas, um documento pedindo a reabertura do Museu Casa Verde e da Casa de Jorge Amado, além da proposta para a Secretaria Municipal de Educação viabilizar a ida de alunos aos museus da cidade. Outra possibilidade é a oferta de um livro para os alunos do 3º ano do ensino fundamental cuja tônica será o patrimônio histórico da cidade.

O edil adiantou, ainda, que recursos para a cultura devem ser textualmente introduzidos na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2020.

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