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Caminhoneiros

SENADO APROVA PROJETO QUE ZERA PIS/COFINS SOBRE ÓLEO DIESEL

O Senado aprovou agora há pouco o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 52/2018, que zera até o final do ano a cobrança de PIS/Cofins sobre o óleo diesel. O texto faz parte dos compromissos assumidos pelo governo e pelo Congresso para dar fim à greve dos caminhoneiros. O movimento tem provocado desabastecimento em todo o país. Os caminhoneiros protestam contra o alto preço do combustível. O texto segue para a sanção da Presidência da República.

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BAHIA: GOVERNO DO ESTADO REAFIRMA ISENÇÃO DO TERCEIRO EIXO PARA CAMINHONEIROS

O movimento nacional de caminhoneiros e carreteiros, que cobra do governo federal ajustes na política de preços dos combustíveis, foi recebido por representantes do Governo do Estado nesta terça-feira (29). Os 11 motoristas autônomos estiveram na Secretaria de Relações Institucionais (Serin), onde receberam do Governo do Estado a garantia da suspensão da cobrança do pedágio sobre o terceiro eixo dos caminhões, quando vazios.

Outros pontos foram apresentados aos representantes do governo estadual; no entanto, as pautas são de responsabilidade do governo federal. Ainda foi reafirmado o compromisso de manter o diálogo de uma forma mais ampla, com uma mesa de negociações permanente.

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GREVE DOS CAMINHONEIROS: EMPRESAS DE ÔNIBUS REDUZEM A FROTA EM ITABUNA

Em função da redução dos estoques de combustíveis, motivada pela paralisação dos caminhoneiros em todo o país, as empresas que operam o transporte coletivo em Itabuna, Sorriso e São Miguel, decidiram reduzir em 20% o número de ônibus em circulação na cidade.

De acordo com as empresas, a redução, de 92 para 72 ônibus, se dará apenas fora dos chamados `horários de pico`, ou seja, entre 8 e 11 horas, 14 e 17 horas e após às 19;30 horas. Nos horários de maior circulação de passageiros, as empresas manterão a totalidade da frota em operação.  O serviço será normalizado assim que as empresas voltem a manter os estoques de combustíveis.

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MESMO COM ACORDO, CAMINHONEIROS MANTÊM PARALISAÇÃO NAS RODOVIAS BAIANAS

Apesar do acordo entre o governo federal e representantes dos caminhoneiros para suspender greve por 15 dias em todo o país no final da noite desta quinta-feira (24), as mobilizações continuam nas rodovias baianas nesta sexta (25). De acordo com o Bahia Notícias, na BA-526, próximo à Ceasa de Simões Filho, caminhões estão estacionados desde a 1h, no acostamento.

A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) está acompanhando a mobilização, de acordo com informações do Centro Integrado de Comunicação (Cicom), da Secretaria de Segurança Pública (SSP). De acordo com o jornal Correio, os manifestantes, no entanto, não estão bloqueando a pista. Também há mobilização dos caminhoneiros na BR-101, na altura do município de Muritiba, no Recôncavo baiano, segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Na BR-324, na altura do bairro de Valéria, em Salvador, há manifestação com uma faixa interditada sentido Salvador, segundo a Via Bahia. As manifestações também continuam na BR-116, com restrição de passagem apenas para veículos de carga (caminhões e carretas) nas cidades de Santo Estevão, Itatim, Milagres, Jequié, Poções, Manoel Vitorino e Vitória da Conquista. Ainda de acordo com a concessionária, o tráfego está fluindo normalmente para demais veículos.

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GREVE DOS CAMINHONEIROS JÁ APRESENTA IMPACTO NO PREÇO DOS ALIMENTOS, EXPLICA PROFESSORA

A greve dos caminhoneiros já começou a apresentar impacto direto na falta de produtos do setor alimentício e na alta dos preços dessas mercadorias. Como os alimentos não conseguem chegar aos centros de abastecimentos por estarem presos nas estradas que estão parcialmente interditadas, os que estão à venda nos supermercados estão com preços superfaturados.

“Os comerciantes tendem a aumentar o processo do produto escasso e dos que ainda não estão disponíveis. Além disso, a entrega mais cara vai recair também sobre o preço. Trata-se da lei da demanda e da oferta. Quanto maior a extensão da greve, maior o impacto nos preços. Isso vai pesar bastante no bolso dos consumidores”, explica a professora de economia da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio, Michele Nunes.

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