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Câncer de mama

GOVERNO DO ESTADO INTENSIFICA AÇÕES PARA COMBATE AO CÂNCER DE MAMA DURANTE O OUTUBRO ROSA

Começou neste mês de outubro e segue até novembro a ação promovida pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), que vai realizar 14 mil mamografias gratuitas na capital e no interior do estado. Para participar, a paciente deve ter de 40 a 69 anos, não precisa apresentar pedido médico, mas deve ter realizado o último exame há mais de um ano.

Em Salvador, as mamografias podem ser feitas no Centro Estadual de Oncologia (Cican), na Vasco da Gama, e nas unidades móveis, em diferentes endereços. No interior, as Policlínicas Regionais de Saúde são os pontos de realização. Antes, é preciso agendar dia, local e horário para evitar aglomerações.

“Os agendamentos serão realizados todos online, tanto para as pacientes que realizarão aqui no Cican, que começamos no dia 4, como nas unidades móveis nos diversos bairros na cidade. E para esse agendamento a paciente deve entrar no site.

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OUTUBRO ROSA: ARENA FONTE NOVA APOIA CAMPANHA DE PREVENÇÃO AO CÂNCER DE MAMA

A Arena Fonte Nova estará iluminada nas noites desta sexta-feira, sábado e domingo (dias 2, 3 e 4), em apoio à campanha do Outubro Rosa. A ação tem como objetivo chamar atenção da população para a importância da prevenção ao câncer de mama.

Segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), 66 mil novos casos de câncer de mama devem ser registrados anualmente no triênio 2020-2022. A doença corresponde a 29,7% do total de novos casos de câncer em mulheres a cada ano.

Especialistas alertam que, com exceção dos fatores hereditários e dos relacionados ao ciclo reprodutivo da mulher, é possível reduzir o risco de desenvolver câncer de mama, através da prática de atividade física, controle do peso corporal, de uma alimentação saudável e da não ingestão de bebidas alcóolicas.

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CÂNCER DE MAMA: DOENÇA NÃO PODE SER NEGLIGENCIADA DURANTE A PANDEMIA, ALERTAM ESPECIALISTAS

Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) aponta que houve queda de 75% das cirurgias relacionadas a tumores de mama em grandes centros hospitalares.

A pandemia da Covid-19, que determinou um regime de quarentena sem precedentes pelo mundo, tem apresentado impactos diretos na oncologia e mastologia. Segundo levantamento da Sociedade Brasileira de Patologia (SBP), 70 mil diagnósticos de câncer deixaram de ser realizados entre março e junho deste ano. E os reflexos dessa nova realidade podem a curto e médio prazos desencadear um aumento nos índices de tumores descobertos em fase mais avançada.

Entre os tumores mais incidentes no país figura o câncer de mama – tipo de câncer mais comum em mulheres depois do câncer de pele. A ocorrência por aqui vem apresentando crescimento constante: são 66.280 novos casos esperados, com um risco estimado de 61,61 casos a cada 100 mil mulheres por ano para o triênio 2020-2022 – números que ainda estão abaixo da incidência observada em países desenvolvidos, mas cuja tendência de aumento segue em ritmo acelerado, proporcional às taxas de envelhecimento da população.

Para o oncologista Bruno Ferrari, fundador e presidente do Conselho de Administração do Grupo Oncoclínicas, este cenário exige esforços contínuos no sentido de aumentar a taxa de cobertura da mamografia de rastreamento populacional, assim como o nível de alerta das mulheres para alterações na mama, requerendo atenção dos especialistas para que o câncer de mama seja diagnosticado da forma mais precoce possível.

“As campanhas de conscientização sobre a doença e alerta para que a população esteja munida de informações sobre os impactos positivos da descoberta de tumores logo no início de seu desenvolvimento são primordiais para a redução das taxas de letalidade do câncer de mama. A nossa batalha pelo diagnóstico precoce deve continuar, por ele significar maior número de pacientes curados. No entanto, nos últimos seis meses observamos uma queda na realização da mamografia”, diz o médico.

Ele alerta que se deixarmos de lado a vigilância ativa, no pós pandemia há grandes chances de observarmos um aumento considerável de diagnósticos tardios da doença. O exame de imagem na qual a mama é comprimida permite que sejam identificados tumores menores que 1 cm e lesões em início, sendo determinante para a descoberta do câncer de mama logo no início.

“O câncer de mama é o segundo mais comum entre mulheres no país e eram esperados quase 67 mil novos diagnósticos, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), até o fim deste ano. De forma geral, a mamografia deve ser realizada anualmente por todas as mulheres acima dos 40 anos e a decisão por adiar ou não esse exame só deve ser tomada mediante o aconselhamento médico”, ressalta Max Mano, oncologista clínico e especialista no tratamento do câncer de mama do Grupo Oncoclínicas

As chances de cura chegam a 95% ou mais quando o tumor é descoberto no início, sendo o tratamento menos invasivo, o que melhora, em muito, a qualidade de vida durante e após o tratamento da doença. “Mulheres que tratam ou já tiveram câncer de mama, bem como aquelas com histórico de câncer de mama entre parentes próximas (irmãs, mães) e/ou que têm mutações genéticas hereditárias já identificadas, não devem jamais deixar de fazer os controles sem orientação do especialista”, completa Max Mano.

Redução no número de cirurgias preocupa

Outro ponto de atenção desencadeado pela pandemia está relacionado ao adiamento ou cancelamento de cirurgias oncológicas. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO) indica que 70% dos procedimentos para retirada de tumores malignos deixaram de acontecer em abril. Especificamente nos casos de câncer de mama, um recorte da situação feito pela Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) nos meses de abril e maio mostra que nos grandes centros hospitalares de oncologia – públicos e privados – houve uma queda de 75% no movimento cirúrgico em comparação aos registros de 2019.

“Isso vai impactar na sobrevida dos nossos pacientes e isso é pior que a própria pandemia. Precisamos manter a população munida de informações relativas aos fluxos seguros que vêm sendo adotados para que eles possam estar confiantes para seguir com as orientações de tratamento devido, de acordo com cada caso”, alerta Bruno Ferrari.

O médico reforça que o câncer faz parte do rol de doenças estabelecido pelo Ministério da Saúde, cujo tratamento não pode ser considerado eletivo. Atualmente, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 1,3 milhão de brasileiros têm tumores malignos e estimativas do Instituto Nacional do Câncer (INCA) indicam que são esperados ao menos outros 625 mil novos diagnósticos da doença até o final de 2020.

Oncoclínicas no Outubro Rosa

Anualmente, o Instituto Oncoclínicas – iniciativa do corpo clínico do Grupo Oncoclínicas para promoção à saúde, educação médica continuada e pesquisa – desenvolve uma série de ações para alertar sobre a importância da realização de exames preventivos periódicos e mudanças nos hábitos de vida no combate ao câncer de mama. Em 2020 a iniciativa traz uma abordagem positiva nas redes sociais ressaltando a importância de não adiar consultas com especialistas e agendar os controles de rotina, incluindo a realização da mamografia por mulheres a partir dos 40 anos.

Com o mote “A melhor dica é viver bem”, a campanha é voltada à conscientização sobre a importância de estar atento a fatores de riscos evitáveis relacionados à incidência de câncer de mama, como ter uma alimentação balanceada e praticar atividades físicas regulares, para uma retomada da saúde e da qualidade de vida. Direcionada à sociedade em geral, ela ressalta ainda uma importante informação: busque sempre saber sobre os fluxos seguros implementados pelos centros de referência em atendimento e realização de exames diagnósticos. Apesar da pandemia e do medo da contaminação pelo coronavírus, é preciso que as mulheres mantenham seus controles em dia para que a luta contra o câncer de mama não seja deixada em segundo plano.

A ação faz parte de uma série de ativações nas redes sociais desenvolvidas pelo movimento “O Câncer Não Espera. Cuide-se Já” para alertar os pacientes oncológicos e a população em geral sobre como atrasos nos cuidados médicos adequados pode comprometer, até irreversivelmente, o sucesso na luta contra o câncer. A ação liderada pela Oncoclínicas é apoiada por entidades como a Sociedade Brasileira de Radioterapia (SBRT), Sociedade Brasileira de Patologia (SBP), Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica (SBCT), Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO), Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale), Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer (Tucca), Instituto Oncoguia , Movimento Todos Juntos Contra o Câncer (TJCC) e Rede Inspire Ser.

A mobilização também conquistou o reforço voluntário de personalidades como as atrizes Suzana Vieira, Mariana Rios e Priscila Fantin, os cantores Ivete Sangalo, Elba Ramalho, Bell Marques, Leo Jaime e Tomate, a jornalista Mona Lisa Duperon e o medalhista olímpico com a seleção brasileira de vôlei Maurício Lima.

Empresas, entidades ligadas à área médica ou qualquer cidadão engajado na luta em favor da vida e da saúde dos brasileiros podem aderir à campanha. Os interessados encontram mais informações nos sites https://www.grupooncoclinicas.com/movimentopelavida e www.ocancernaoespera.com.br

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CÂNCER DE MAMA DIFICULTA A REINSERÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO PARA MULHERES, REVELA ESTUDO

O dia 8 de março é marcado pela reinvindicação feminina para melhores condições de trabalho e mesmo após 44 anos da oficialização da data, o cenário ainda está desfavorável. Pela questão de gênero, muitas mulheres perdem oportunidades, sofrem com a desigualdade salarial ou não conquistam postos de liderança. Uma pesquisa realizada pelo IBGE mostrou que as mulheres são o grupo que menos conseguem empregos, mesmo sendo o maior grupo em idade ativa para trabalhar.

Ao fazer o recorte dessa realidade no que se refere a mulheres com câncer, é possível notar que as taxas de sobrevivência têm crescido, mas pouco se fala sobre a qualidade de vida dessas mulheres. Um estudo recente liderado pela oncologista Luciana Landeiro, do Grupo Oncoclínicas, revelou que mulheres com diagnóstico de câncer de mama, mesmo aquelas que já enfrentaram a doença, têm menos chances no mercado de trabalho.

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ITABUNA: MOSTRA FOTOGRÁFICA APRESENTA PERSONALIDADES QUE SUPERARAM O DIAGNOSTICO DO CÂNCER DE MAMA

Uma exposição fotográfica em Itabuna apresentará 16 personalidades guerreiras que enfrentaram a experiência do diagnóstico de câncer e se mostram agora para reafirmar sua posição de coragem e entusiasmo perante a vida. Representam o renascimento da mulher que se refaz pétala por pétala, tornando-se uma nova pessoa empoderada e que ilumina outras tantas que passam pela mesma situação.

O projeto de autoria do fotógrafo Daniel Medina tem como objetivo mostrar ao mundo que a vida da mulher, enquanto ser humano, apresenta uma analogia com a vida de uma flor: há momentos em que são viçosas, deslumbram o mundo com a sua beleza, há o momento de perdas e de reflorescimento demonstrando sua capacidade de reerguer-se e ser força transformadora no mundo.

Com a patircipação do Se Toque Grupo de Apoio para Pacientes de Câncer, a mostra fotográfica intinerante terá sua abertura dia 22.10.19 às 10 horas na sede do Grupo à Rua Monsenhor Moisés, 181 – Pontalzinho – Itabuna, com entrada gratuita e participação das modelos que emprestaram vida a esse projeto.

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