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CIMA COBRA PROVIDÊNCIAS PARA ENVIO DE CLONES SELECIONADOS PARA TESTE NO PERU E EQUADOR

O Consórcio Intermunicipal da Mata Atlântica (CIMA) enviou um ofício à Marcos Montes, atual ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do governo federal, solicitando o envio de 200 clones, aproximadamente mil plantas, para serem testadas no Peru e no Equador.

No documento, que foi assinado pelo presidente e prefeito de Jussari Antônio Valete, é informado que já tem cerca de dois anos que esses clones estão para serem enviados ao países e que se encontram, possivelmente, sem os devidos cuidados técnicos.

Ele ainda fala sobre a verba para o envio, que foi autorizada pelo Ministério Público, no valor de R$50 mil. Esses clones fazem parte de uma pesquisa sobre a monilíase do cacaueiro, causada pelo fungo Moniliophthora roreri, que é uma das principais ameaças a cacauicultura brasileira.

O Consórcio também faz duras críticas a atual gestão da CEPLAC que, segundo o documento, vêm promovendo aposentadoria dos pesquisadores e não repondo a demanda com a contratação de novos profissionais.

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A PAUTA É CACAU NO PODCAST CAFÉ IPOLÍTICA DESTA SEGUNDA-FEIRA

O programa Podcast Café Ipolítica vai receber nesta segunda-feira (9) os prefeitos Antônio Valete (Jussari e presidente do CIMA) e Vinicius Ibrann (Buerarema e presidente da Amurc) para bater um papo juntamente com o extensionista e um dos idealizadores do projeto 500 na Ceplac, Ivan Costa. A pauta do programa vai ser sobre o projeto Cacauicultura de Alta Produtividade mais Sustentabilidade e a Marcha para Brasília.

Conduzido pelo jornalista Andreyver Lima, o Podcast Café Ipolítica será transmitido ao vivo, a partir das 19 horas, no canal do IpodcasTV no YouTube, onde os assinantes poderão participar enviando suas perguntas ou comentários.

Assista o programa no link abaixo:

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INVESTIMENTOS NA AGRICULTURA BAIANA E MONILÍASE DO CACAUEIRO FORAM PAUTAS DO CAFÉ IPOLITICA DESTE SÁBADO

O O Programa Café iPolitica deste sábado, 10, teve como temática a agricultura baiana com ênfase na região cacaueira. O Secretário de Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia (Seagri), João Carlos Oliveira, e o Prefeito de Jussari e Presidente e Presidente do Consórcio Intermunicipal da Mata Atlântica, Antônio Valete, foram os convidados.

No primeiro bloco, o Secretário João Carlos foi entrevistado por Andreyver Lima e Ederivaldo Benedito, Bené e falou sobre os investimentos e ações da pasta em toda a Bahia e sobre a monilíase do cacaueiro, causada pelo fungo Moniliophthora roreri, uma das mais sérias doenças do cacaueiro, infectando os frutos em qualquer fase de desenvolvimento e, em condições favoráveis, pode causar perdas de até 100% da produção.

Secretário Estadual de Agricultura, João Carlos com Andreyver Lima e Ederivaldo Benedito

Já no segundo bloco do programa, o Prefeito de Jussari, Antônio Valete, que também presidente o Consórcio Intermunicipal da Mata Atlântica – CIMA, também discorreu sobre o fungo em um bate papo com Andreyver Lima e Larissa Moitinho.

Veja o programa na íntegra:

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NOVE PESQUISADORES DA CEPLAC PEDEM DEMISSÃO EM SOLIDARIEDADE A EXONERAÇÃO DE RAUL VALLE

O ex- chefe do Centro de Pesquisas e Extensão da Ceplac, Raul Valle, foi exonerado do cargo no mês de março, e em repúdio a demissão de Valle, que possui mais de 50 anos dedicados a Pesquisa e Extensão no órgão, outros nove pesquisadores também pediram demissão e escreveram uma carta para a Ministra da Agricultura Tereza Cristina solicitando a demissão do Diretor- Geral Waldeck Pinto Júnior, entre os pontos citados na carta, os pesquisadores relataram as manobras do Diretor para esvaziamento da instituição e desmonte do Setor de Pesquisa e Extensão.

Uma prova disso foi à disponibilização de dois dos mais importantes e renomados pesquisadores da área Raul Valle e Paulo Gil Gonçalves de Matos com dezenas de anos de dedicação a pesquisa em cacau a para o SDA.

Raul Valle ressalta que tanto sua exoneração quanto o que vem acontecendo após ela,é parte de um plano maior de desmonte da CEPLAC, não levando em conta todo patrimônio histórico, científico e imaterial que a CEPLAC representa para o mundo “são mais de cinqüenta anos de pesquisa e extensão que está sendo dilapidado, esse patrimônio não é meu, não é de partido político, nem do governo é de nosso país é do mundo”, ressaltou emocionado.

O Prefeito de Jussari e Presidente do Consórcio Intermunicipal da Mata Atlântica (CIMA) Antônio Valete, que é considerado um dos grandes defensores da CEPLAC e de tudo que ela representa para o país e para a região cacaueira disponibilizou uma Assessoria Jurídica para Valle após relatos de perseguição e assédio moral sofrido pelo pesquisador. “Os Consórcios Intermunicipais de Prefeitos notificaram extrajudicialmente a Ministra Tereza Cristina, que pode estar sendo induzida ao erro devido a um grupo de assessores.

A cacauicultura contribuiu para a balança comercial brasileira em 2020 com quatro bilhões e cento cinquenta milhões de reais nessa safra, na contra mão desses resultados, os pesquisadores alertam sobre ameaças como a possibilidade da entrada da moniliase do cacau no Brasil e o desmonte acelerado da pesquisa e da extensão, para beneficiar quem? A ministra já foi avisada pela nota extrajudicial, se o pior acontecer o endereço da responsabilização pelos danos já tem seu destino certo”, afirma Valete.

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REPRESENTANTES DOS CONSÓRCIOS INTERMUNICIPAIS, PESQUISADORES E O DEPUTADO FEDERAL TITO DISCUTEM PROJETO DE LEI QUE AMPLIA A POLÍTICA NACIONAL DO CACAU

Em vídeo conferência realizada na última terça-feira (06), representantes dos Consórcios Intermunicipais, Pesquisadores da CEPLAC e o Deputado Federal Tito, colocaram em pauta o Projeto de Lei 4107que amplia a Política Nacional do Cacau. O Deputado Tito (Avante-BA) é relator deste projeto na Comissão de Agricultura da Câmara Federal. O projeto de Lei, uma iniciativa da AMURC, CIMA e SIAPRA, foi votado no Senado Federal e posteriormente encaminhado para Câmara Federal para apreciação. De acordo com produtora de cacau Isabel Delmondes a lei atende as necessidades dos municípios, dos agricultores, dos industriais e dos servidores da CEPLAC que tem assistido a dilapidação do seu patrimônio material e imaterial.

De acordo o Presidente do Consórcio Intermunicipal da Mata Atlântica (CIMA) Antônio Valete, o Projeto de Lei 4107prevê a construção de Políticas Públicas que garantam a pesquisa e extensão. “É preciso preservar o patrimônio material e imaterial produzido ao longo de mais de 60 anos pela CEPLAC, que vem sendo dilapidado sistematicamente. Falar de Sistemas Agroflorestais é falar da Cacauicultura, do Sistema Cabruca, do Cacau de Várzea e, portanto da preservação da Mata Atlântica, da Floresta Amazônica e de outros agrossistemas. Os Sistemas Agroflorestais são essenciais à vida destes ecossistemas”, pontuou Valete.

Construída por 18 especialistas do Brasil, oriundos dos cinco estados produtores de cacau entre eles pesquisadores da CEPLAC e sob a coordenação do Consultor da Organização das Nações Unidas (ONU) Carlos Aquino, o Projeto de Lei conta com o apoio na Câmara Federal da Presidente da Comissão de Meio Ambiente Deputada Carla Zambelli e da Presidente da Comissão de Agricultura Deputada Aline Sleutjes. Sua aprovação é ansiosamente aguardada por todos os cacauicultores do país.

Para o Secretário Executivo da AMURC Luciano Veiga, os municípios podem contribuir efetivamente com ações bilaterais para a captação de recursos. “Os governos municipais podem garantir governança de ações importantes para o desenvolvimento regional, constituindo-se um importante aliado para a volta do desenvolvimento da lavoura cacaueira e consequentemente das regiões produtoras”, ressaltou Luciano.

Criação de Fundo para Cacauicultura

O Brasil possui mais de 76 mil produtores de cacau, desses, aproximadamente 2.700 estão endividados. Partindo desse pressuposto o projeto prevê a criação de um fundo para a cacauicultura, para que as verbas oriundas da produção de cacau, linhas de financiamentos externas, internas e de outras fontes sejam direcionadas para o fundo e de fato os resultados da aplicação dos recursos cheguem a quem precisa. O Projeto de Lei também indica que o equacionamento da dívida que pode ser discutido dentro da Política de Mecanismos de Desenvolvimentos Limpo (MDL).

O Diretor do Instituto do Chocolate e Ambientalista Erlon Botelho reforça a importância de se trabalhar as regiões produtoras de cacau partindo de um projeto desenvolvido por uma equipe multidisciplinar. “O Projeto de Desenvolvimento da Cacauicultura: Rotas Estratégicas para a Cacauicultura Brasileira e o Novo Prodecau, apresentados pelo PrefeitoValete, trás um direcionamento sobre os passos que devem ser seguidos para que o cacau volte a ser um grande propulsor do desenvolvimento econômico tanto regional com nacional. A cacauicultura devolve para o país muito mais que os R$: 4,65 bilhões para a balança comercial,as devoluções vão além das delimitações geográficas.

Em uma comparação com soja, este cultivo trouxe a economia 51 vezes mais dólares que o cacau. Só que a soja está plantada em 59 vezes mais hectares que o cacau! Por outro lado, os Sistemas Agroflorestais com Cacau, incluindo os agrossistemas Cabruca e Várzea e o Cacau a Pleno Sol com barreiras de árvores, entregam serviços ambientais importantes como: preservação de água, fauna, flora, sequestro de carbono e uma pauta mundialmente discutida como são os problemas climáticos. Problemas que atingem todo o planeta e que serão discutidos em agosto na Escócia, trazendo a importância da preservação da Amazônia”, informou Erlon.

O Brasil possui o maior Centro de Pesquisa em Agricultura Tropical do mundo, o CEPEC, e mesmo assim, as lideranças municipais das regiões produtoras de cacau não conseguem ser ouvidas pela Ministrada Agricultura Tereza Cristina que é Engenheira Agrônoma. “A Ministra precisa olhar para as particularidades de cada região; várias tentativas já foram feitas até mesmo extrajudicialmente, queremos apenas que ela ouça os anseios de nossos representantes, conheça nossa região, mas parece existir um muro intransponível entre os Prefeitos e a Ministra, que até o momento não atendeu nenhuma das solicitações”, concluiu Erlon Botelho.

A partir da crise do cacau houve um empobrecimento dos municípios brasileiros que têm, como principal atividade agrícola, a lavoura a cacauicultura. Êxodo rural, desordem social, favelamento, danos ambientais, abandono de roças de cacau, entre outros são efeitos da crise na lavoura. Uma das metas do próprio Governo Federal é que tenhamos “Mais Brasil e menos Brasília” e o Pacto Federativo visa estreitar as relações entre os Ministérios e os Municípios.

O Projeto Rotas Estratégicas foi criado a partir de pesquisas importantes e trás informações sobre onde garimpar os recursos que podem alavancar a economia das regiões produtoras de cacau. Existem recursos na ANATER, no Fundo da Amazônia e no Fundo Verde e,os municípios, através dos consórcios intermunicipais podem propor e adquirir recursos em Organismos Internacionais, verbas para a resolução desses problemas que acabam afetando todo o planeta.

Em julho esta prevista a visita de uma delegação de prefeitos ao Vale do Itajaí para tratar de temas como Cooperação Internacional com a Alemanha com Foco no Clima.

Para o Presidente do festival Internacional do Chocolate Marcos Lessa, “enquanto estão desmontando a CEPLAC o país poderia estar vendendo serviços para o mundo e ganhando dinheiro com isso. Temos tecnologia de ponta e pesquisas importantíssimas que estão sendo jogadas fora”, relatou o empresário.

O desmonte do CEPEC/CEPLAC, principal centro de pesquisa em cacau e sistemas agroflorestais do país, pode trazer sérios danos para toda a sociedade. Com o aparecimento de novas pragas como, por exemplo, a monilíase (Moniliophthora roreri), devastadora doença para o cacaueiro a necessidade das pesquisas é ainda maior, pois a prevenção de pragas é feita através da criação de mecanismos de defesa, desenvolvidos a partir de estudos aprofundados.

Lideranças e pesquisadores dos cinco estados brasileiros produtores de cacau, seguem incansáveis na busca por soluções para os problemas da lavoura cacaueira e de um plano de desenvolvimento econômico que atenda as particularidades de cada região.

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URUÇUCA: PREFEITURA E CEPLAC FIRMAM TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA

A Prefeitura de Uruçuca firmou um Termo de Cooperação Técnica com a Ceplac. O termo possibilitará ações conjuntas com a Ceplac como capacitações, ações e eventos, dividindo até mesmo o espaço do antigo escritório da Ceplac, na Rua José Serafim de Farias, no Centro da Cidade.

Parriciparam do encontro, o Prefeito Moacyr Leite Júnior, Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Econômico, Águido Muniz da Secretária de Educação, Célia Calmon e o Sr. Waldo Luiz Coutinho Britto, Coordenador da Ceplac.

Moacyr afirmou que é importante o cidadão está cada vez mais qualificado, o que vai possibilitar contribuir com o desenvolvimento do município. “Vamos continuar buscando parcerias para que nossa gente esteja cada vez mais preparada, mais qualificada para o mercado de trabalho.”, explicou.

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LÍDICE MANIFESTA APOIO AO CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DA MATA ATLÂNTICA EM DEFESA DA CEPLAC

A deputada federal Lídice da Mata (PSB-BA) registrou, nesta quinta-feira (12), no Plenário da Câmara, apoio aos integrantes do Consórcio Intermunicipal da Mata Atlântica, formado por 10 municípios do Território Litoral Sul da Bahia, que está atuando em defesa da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira – CEPLAC.

A direção do Consórcio enviou uma notificação extraoficial ao Ministério da Agricultura solicitando providências que evitem os efeitos danosos sobre a cacauicultura, resultantes do decreto de nº 10.253 de fevereiro de 2020, que alterou a estrutura organizacional da autarquia.

“Nós não podemos concordar com essas medidas que são contra o povo brasileiro, contra o patrimônio nacional, contra a economia do nosso país e contra a economia do nosso estado da Bahia”, afirmou a socialista que completou: “A alteração organizacional da CEPLAC também significa um atentando contra uma instituição que tem imensos serviços prestados ao agronegócio do cacau em nosso país”, completou.

Em defesa do cacau

Como senadora, Lídice foi uma das principais defensoras da lavoura cacaueira. A parlamentar chegou a apresentar projeto que exige um percentual mínimo de cacau no chocolate produzido e comercializado no Brasil. Na Câmara, a deputada manteve a pauta como uma das bandeiras do seu mandato.

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POTENCIAL AMBIENTAL DO CACAU PODE ATRAIR BILHÕES EM INVESTIMENTOS INTERNACIONAIS

De acordo com o Prefeito reeleito do município de Jussari, Antônio Valete (PSD), o Sul da Bahia e as demais regiões produtoras de cacau brasileiras, possuem um potencial ambiental riquíssimo, podendo atrair bilhões de reais em investimentos internacionais com recursos do clima para os Estados que cultivam o produto

Ao fazer uma análise do atual estágio da cacauicultura brasileira, Valete afirmou que “é urgente e necessário avançar nas relações bilaterais e, empreender esforços para estruturar um fundo em parceria com os consórcios de municípios dos estados produtores de cacau, para juntos, encaminharem as agências internacionais financiadoras de projetos, no sentido de atrair recursos financeiros que contribuam para o soerguimento do setor. São bilhões de consumidores de chocolate em todo o mundo, um milhão e duzentos mil empregos gerados pela cadeia produtiva do cacau. Além disso, para a produção do cacau, a preservação ambiental é imprescindível, o que justifica a busca por investimentos oriundos do dinheiro do clima “.

Segundo Valete, “o dinheiro do clima está disponível e deve ser investido em quem realmente produz, os setenta mil produtores de cacau no Brasil. Podemos voltar a ser o maior produtor de cacau do mundo, porque temos técnica e tecnologia para isso”.

O prefeito informou que está convidando pesquisadores e extensionistas da Ceplac, aposentados e da ativa, para construir essa proposta. Outro parceiro do projeto é o consultor Carlos Aquino. Além disso, Valete está abrindo diálogo com os três Consórcios Intermunicipais no sentido de estruturar a proposta. “Os consórcios de municípios podem garantir a segurança institucional de uma proposta dessa envergadura. O modelo de pesquisa, extensão e humano produzido pela Ceplac é único no mundo e deve ser aproveitado”, ressaltou o prefeito.

Outro parceiro do projeto é o Diretor do Instituto Chocolate, o consultor Erlon Botelho, para ele “os prefeitos devem assumir o mais rápido possível esse protagonismo, ou poderão ficar nas mãos das cooperativas e reféns da omissão do estado. As coisas estão dando erradas na região Sul da Bahia por falta de governança política, ou seja, transferência de responsabilidade do Estado para Ongs e cooperativas. O fortalecimento institucional é a palavra de ordem em qualquer organismo, as Ongs por conhecerem esse caminho saem na frente”, informou Erlon.

O Diretor falou ainda sobre a proximidade dos investidores internacionais “a Comunidade Europeia e o Banco Mundial são logo ali. Se a comunidade científica subscrever essa proposta, com o patrimônio material e imaterial da Ceplac e a participação das instituições e da sociedade, as regiões produtoras de cacau se tornarão autossuficientes em captação de recursos”, garantiu.

O Sistema Cabruca na Mata Atlântica do Sul da Bahia e os Sistemas Agroflorestais nos Estados da Amazônia prestam importantes serviços ambientais, contribuindo positivamente para redução do efeito estufa no planeta.

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DEBATE SOBRE O CACAU E A MANUTENÇÃO DA CEPLAC GANHA FORÇA NO SENADO

A audiência pública realizada nesta terça-feira, 15, no Senado Federal, em Brasília, contou com as presenças de prefeitos do sul da Bahia, além de deputados baianos, senadores de vários estados produtores de cacau e técnicos da Comissão Executiva da Lavoura Cacaueira (Ceplac), que destacaram a importância do órgão para as atividades de pesquisa e extensão, além da necessidade de investimentos científico, técnico e financeiro na lavoura.

O presidente do Consórcio Intermunicipal da APA do Pratigi – Ciapra e prefeito de Igrapiúna, Leandro Ramos, destacou que o debate foi muito importante para mostrar a força da cultura na região, que está presente em mais de 100 municípios da Bahia. Dessa forma, o prefeito Leonardo Barbosa (Leo de Neco), de Gandu, ressaltou “a importância dessa articulação política, imbuída com os técnicos da Ceplac para juntos unir esforços, para que fortaleça a economia cacaueira”.

O Senador Acir Gurgacz (RO), relator da PL 4.107/2019, que institui a Política Nacional de Incentivo à produção de Cacau de Qualidade, destacou que a Ceplac é necessária para que manter e aumentar a produção de cacau no Brasil. “Eu não vejo como o Brasil ficar sem a Ceplac, pois é fundamental para o futuro do cacau no país”, declarou o parlamentar, que aceitou o convite da comitiva baiana, de visitar a Ceplac no Sul da Bahia, e se comprometeu em solicitar junto a Ministra da Agricultura, uma audiência pública na região, visando ampliar as discussões.

Nesse sentido, o presidente da Amurc e prefeito de Firmino Alves, Aurelino Cunha, comemorou a inciativa do Senador, tendo em vista que a entidade defende uma maior participação de representantes da cacauicultura e da sociedade civil no debate. “Uma audiência pública em nossa região será uma oportunidade muito grande para que as repartições, a sociedade civil e os municípios participem e possa criar uma condição de sugerir as mudanças estruturantes que a Ceplac precisa”.

A audiência ainda contou com a presença do diretor geral da Ceplac, Guilherme Galvão e do geneticista da Ceplac, Wilson Melo, que apresentou as pesquisas em desenvolvimento da instituição, em especial o estudo da monilíase, principal doença do cacau a nível mundial, com trabalhos realizados com clones resistentes, antecipando futuros prejuízos a lavoura, reafirmando a importância da pesquisa e extensão conjunta a serviço dos produtores.

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MINISTRA DA AGRICULTURA GARANTE QUE GOVERNO FEDERAL NÃO IRÁ FECHAR A CEPLAC

Em uma reunião nesta terça-feira, 1, em Brasília com a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, os parlamentares Elmar Nascimento (DEM), João Roma (Republicanos), Leur Lomanto (DEM) e o presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA, João Martins, debateram sobre a permanência da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira – Ceplac.

Tereza disse que em momento algum o Ministério e o Governo Federal cogitaram a possibilidade de um fechamento da Ceplac, mas que há planejamentos de melhorias nos serviços das unidades. “Não existe nenhuma medida tomada, nem hoje e nem no futuro, que acabe com a Ceplac. Ao contrário, o Ministério, dentro de seu projeto de modernização e de resolução dos problemas, busca fazer uma Ceplac mais moderna, mais atuante e que possa levar aos produtores de cacau resultados efetivos”, disse a ministra.

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CEPLAC EMITE NOTA PARA ESCLARECER TRANSFERÊNCIA DE SERVIDORES

A Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira – Ceplac, emitiu uma nota pública relacionada a transferência e demissões de servidores.

Veja a nota na íntegra:

Uma grande ameaça ronda a Cacauicultura brasileira. Por conta das dificuldades encontradas pela Secretaria de Defesa Agropecuária-SDA do Ministério da Agricultura-MAPA em recompor seu quadro de Fiscais Federais e Agentes de Atividades Agropecuárias – por falta de concurso público e por aposentadorias – o Secretário da SDA solicitou a transferência de todos esses profissionais de outras unidades do Ministério para sua Secretaria.

A Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação-SDI, à qual a CEPLAC (Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira) está subordinada, deu parecer favorável às transferências dos citados profissionais da CEPLAC – 611 funcionários que servem à Instituição – para a SDA, à revelia de consulta à CEPLAC sobre as consequências de tal intervenção e sem observar a luta verdadeiramente heróica que esta Instituição trava contra a falta de reposição de pessoal, uma vez que a CEPLAC há 32 anos não obtém autorização para contratar um só funcionário, seja cientista, técnico ou da área administrativa!

Com parecer favorável da SDI, no dia 12/09 o Secretário Executivo do MAPA determina à Coordenação de Pessoal efetuar as transferências e, nesse mesmo dia, o Secretário da SDI comunica à CEPLAC da transferência de parte de seu Quadro Funcional para a SDA e da formação de um Grupo de Trabalho para ver como ficariam apenas a Pesquisa e o Banco de Germoplasma da CEPLAC.

No dia 17/09 o Secretário Executivo adjunto do MAPA manifesta que a transferência da força de trabalho da CEPLAC independe das conclusões do Grupo de Trabalho e pede celeridade na transferência do pessoal da CEPLAC para a SDA.

No dia 18/09 a direção da CEPLAC, perplexa, se reúne com o Secretário Executivo para expor que esta decisão simplesmente aniquilaria de imediato todos os serviços de PESQUISA e EXTENSÃO do órgão que provê Ciência e Tecnologia aos produtores de Cacau de seis estados do Brasil, justamente no momento em que a Instituição deflagra um grande e valoroso programa de elevação da produtividade e da melhoria da qualidade do cacau brasileiro que está motivando a adesão de milhares de produtores, atraindo investimento e gerando empregos na área rural, mas não obtém compreensão.

Neste mesmo dia, 18/09, o Grupo de Trabalho é formado para apresentar o “Plano de contingência para a Pesquisa e Recursos Genéticos no âmbito da Ceplac/SDI-MAPA”.

A presente NOTA EXPLICATIVA apela às autoridades políticas responsáveis nos Estados produtores de Cacau – BA, PA, ES, RO, MT, AM – para mediar entendimentos urgentíssimos com o Ministério da Agricultura a fim de expor as consequências de tal decisão e a busca de solução em que não sejam penalizados os Cacauicultores e os Estados produtores de todo o Brasil com a consequente e iminente extinção da CEPLAC.

OBJETIVO IMEDIATO: Anulação do Despacho Processo No. 21000.065189/2019-74

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GUILHERME GALVÃO É NOMEADO DIRETOR-GERAL DA CEPLAC

O Ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, nomeou nesta sexta-feira, 8, o cacauicultor, Guilherme Galvão de Oliveira Pinto, como Diretor-geral da Ceplac – Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Ministerio da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Com as propostas de reestruturar a Ceplac e fortalecer o agronegócio cacau no Brasil, Guilherme Galvão, de 66 anos terá a responsabilidade de cuidar dos sistemas agroflorestais brasileiros.

Guilherme Galvão, foi nomeado com o apoio da totalidade dos produtores de cacau e das lideranças da cacauicultura baiana. Ele é agricultor no sul da Bahia e na região de Muquém e Capitão da reserva do Exército. Tem uma atuação em defesa dos produtores como integrante do Sindicato Rural de Barro Preto, presidente da APC-Associação dos Produtores de Cacau e diretor da Federação de Agricultura do Estado da Bahia.

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DEPUTADOS CONSEGUEM APOIO DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA NA LUTA PELA VALORIZAÇÃO DO CACAU

Preocupados com os prejuízos sofridos pelos produtores de cacau e com a necessidade de valorização da lavoura cacaueira da região Sul do estado, o deputado federal Leur Lomanto Jr. (DEM) e o deputado estadual Pedro Tavares (DEM) se reuniram ontem com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, no Ministério, em Brasília. Diante dos relatos, os deputados garantiram o apoio na luta pela reparação das dívidas dos produtores e uma visita da titular a região.

Os parlamentares relataram a decadência da produção do cacau, iniciada no final dos anos 80 com a disseminação da vassoura de bruxa, nas plantações e a crise econômica que o fato causou na região. Durante a reunião, eles ressaltaram os prejuízos sofridos pelos produtores a partir dos empréstimos concedidos pelo Governo, através da nota técnica da Ceplac e que, ao final se tornaram dívidas impagáveis e pediram solução para a questão que se arrasta há anos.

Leur Jr. enfatizou a reação da ministra, diante dos relatos e o compromisso de apoiar a causa. “Conseguimos sensibilizar a ministra, que ressaltou a sua disponibilidade em agendar uma visita a região Sul do nosso estado a fim de conhecer mais de perto a realidade e nos ajudar nessa luta”, afirmou Leur Jr.

O deputado Pedro Tavares frisou o apelo para que o Governo Federal olhe pela situação e frisou a receptividade da titular. Ele “Vamos lutar pela renegociação das dívidas, já que os produtores não têm culpa e não podem pagar por um erro que não é deles. A região cacaueira quer continuar gerando emprego e renda, plantando e produzindo o cacau. Não pedimos um favor, mas justiça por toda a contribuição que a região Sul do estado da Bahia deu ao país”, enfatizou.

Participou também da reunião, o representante dos produtores de cacau, Rui Souza, o ex-deputado estadual Ewerton Almeida, do Instituto Pensar Cacau e a vereadora de Itabuna, Charliane Sousa.

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CORAL DOS SERVIDORES DA CEPLAC COMEMORA 20 ANOS COM SHOW NO TMI

​ Cantando um repertório que passeia pela música popular brasileira e pela sua própria história, o Coral dos Servidores da Ceplac marca a comemoração dos seus 20 anos com um show que acontece na sexta-feira, 04 de maio, às 19h, Teatro Municipal de Ilhéus. A seleção de músicas para esta noite contempla, também, trechos dos musicais “Festa de Arromba” e “Nordeste em Festa”, sucesso do grupo em 2015 e 2016. A apresentação ganha ainda mais brilho com os três corais convidados: Coral da UESC, Coral Dom Eduardo e o Coral Mokiti Okada, de Ilhéus. “O show está sendo produzido com muito carinho para ser uma grande celebração, com coristas que nos acompanham desde o início e outros que entraram ao longo desses anos. O coral faz parte da nossa história pessoal e do nosso ambiente profissional”, conta Nylson Valença, cantor do coral e produtor do evento. O ingresso custa R$10 e pode ser adquirido antecipadamente na Loja Etc e Tal e, no dia, na bilheteria do Teatro Municipal de Ilhéus. Leia mais...