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Coluna Livre

ENTREVISTA: DR. RAFAEL SODRÉ, CIRURGIÃO TORÁCICO – AGORA EM ILHÉUS, ALERTA PARA O CÂNCER DE PULMÃO

DR. RAFAEL SODRÉ, CIRURGIÃO TORÁCICO, AGORA ESTÁ EM ILHÉUS NA CLÍNICA AVANTTI, DENOMINADA ANTERIORMENTE COMO OTOCLIN, RECÉM REINAUGURADA NO CENTRO DE SAÚDE DR. GUTENBERG LUCENA UM EMPREENDIMENTO DE DR. GUSTAVO LEAL.

Nascido em Belo Horizonte hoje reside em Vitória da Conquista-BA, Dr. Rafael Sodré divide sua agenda em atendimentos e cirurgias em todo sul da Bahia. Dr. Rafael também é Professor de Medicina do Instituto Multidisciplinar em Saúde (IMS) -UFBA/ Vitória da Conquista-BA e Coordenador do Médico do Instituto Conquistense de Cirurgia Torácica. Graduado em medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais – FCMMG (2007) em Belo Horizonte – MG; fez Residência médica em Cirurgia Geral no Hospital Municipal de Contagem (2010) em Contagem-MG; fez Residência médica em Cirurgia torácica na Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais, FHEMIG – no Hospital Júlia Kubistchek (2012) em Belo Horizonte-MG.

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ITABUNA: A CÂMARA E OS CONJUNTOS HABITACIONAIS

Ao longo dos anos vários conjuntos habitacionais foram construídos em Itabuna numa parceria entre a Caixa Econômica Federal e a prefeitura para acalentar o sonho de todo ser humano ter a sua casa própria. Será que esses conjuntos foram construídos, realmente, dentro dos padrões exigidos pelo governo e as construtoras que ganharam as licitações ergueram os prédios dentro das especificações contratuais? Para se ter uma noção da falta de fiscalização (ao longo dos anos) dos órgãos competentes ( Caixa Econômica, Prefeitura, Emasa, Setran, etc), esses conjuntos não tem CEP ( Código de Endereçamento Postal) além de ser um inferno o problema de abastecimento de água potável.

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ACI, RONALDO ABUD, MAURO RIBEIRO

Noite do dia 14 de junho de 2015. O salão de festas da Associação Atlética do Banco do Brasil ( AABB ), bairro São Judas, na cidade de Itabuna, estava literalmente ornamentado para a posse do empresário Ronaldo Eustáquio Abud da Silva na presidência da centenária Associação Comercial da cidade. O mundo empresarial, político, econômico, social e financeiro de Itabuna e região se confraternizava naquela noite.

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E SALLES ESTÁ PASSANDO A BOIADA

O vídeo da reunião ministerial que causou mais rebuliço, por ter sido o motivo principal da saída do ex-ministro Sérgio Moro, divulgada no dia 22 de maio do ano passado, ainda faz muito barulho. Isto porque as gravações mostram o ministro do meio ambiente, Ricardo Salles, tecendo algumas declarações no mínimo controversas. Ele disse durante a reunião que deveria ser aproveitado o momento em que os olhos da mídia estavam fixos na pandemia (que naquela época contava com um pouco mais de 21 mil mortos pela doença) e disse: “oportunidade” para “ir passando a boiada e mudando todo o regramento e simplificando normas [ambientais] (…) de baciada”

Não seria muita coincidência que está tramitando no Congresso Nacional um famigerado projeto de lei ambiental, o qual causou muitas revoltas e discussões, pois facilita e muito o processo de licenciamento ambiental, e, cuja a reputação não está sendo uma das melhores, para se ter uma noção, este projeto já estava engavetado na câmara por 17 anos. Ele já tem um tempo que foi aprovado pela Câmara, mais precisamente em 5 de maio, e agora, ele foi para o Senado para ser analisado, e aprovado ou vetado, em todo, ou em partes.

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1º DE JUNHO: A IMPRENSA COMO JANELA PARA O MUNDO REAL

Por natureza, a humanidade tem a necessidade de fugir de sua realidade. Vide o sucesso do cinema, videogames ou redes sociais. Seja qual for o ímpeto que nos faz fechar os olhos para o mundo real, a imprensa segue vigilante, mesmo quando atacada por aqueles que juraram defender o cumprimento da liberdade.

O dever de ser um vigilante dessa liberdade, impõe aos jornalistas a missão de revelar a verdade. Infelizmente, muitos pensam que a imprensa tem apenas o papel de informar, mas o que está nos bastidores da diagramação de uma notícia tem muito mais a ver com direito e liberdade, do que informar um fato.

O direito de informar e ser informado. Direito esse que na filosofia, Immanuel Kant afirma que ‘devemos fazer uso do nosso próprio entendimento, pensar sobre o mundo, sobre as instituições e também tornar isso público’.

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O CONSELHO TUTELAR E SUAS ATRIBUIÇÕES: PERIGO DAS DISTORÇÕES

Tornou-se comum ouvir frases do tipo: “O Conselho Tutelar não está presente nas festas”; “mas eu não vejo o trabalho do Conselho”; “aquela família pobre não tem condições de criar os meninos, porque o conselho tutelar não tira?”; “o Conselho tirou o filho da vizinha”, entre tantos outros questionamentos que são pontuados diariamente, principalmente quando passa aquele carro plotado com o nome do órgão.

O Conselho Tutelar ele tem suas atribuições (funções) muito bem descritas no art. 136, e por vezes o não conhecimento dessa realidade faz com que a sociedade civil recaia na ideia do senso comum de achar que o Conselho deve estar nas festas ou “tirar adolescentes de delegacia”.

Quando pensar que a maioria das pessoas não percebem a atuação do Conselheiro ou Conselheira, entenda que o trabalho é sigiloso já que estamos falando de crianças e adolescentes. A partir do momento em que as situações são expostas, estes servidores infringem o que diz o ECA no seu Art. 18; “é dever de todos velar pela dignidade da criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor.” Tal artigo garante que é proibida a divulgação de imagens e situações que identifique a criança ou adolescente e ainda assim o conselheiro tutelar, se for necessário, se expõe para atender as demandas em lugares considerados perigosos e em horários que a maioria da população já descansa.

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O FUTEBOL E A ATITUDE DE IGNORAR A PANDEMIA

Não é novidade que o Brasil acumula recordes de infectados e mortos em decorrência da pandemia causada pelo vírus da Covid-19. Todas as áreas que compõem a cultura sofreram e sofrem com as normas adotadas pelos governos na tentativa de contenção do avanço do contágio no país, como por exemplo, os eventos de entretenimento.

O futebol para o(a)s brasileiro(a)s funciona como uma espécie de religião e não há como negar: temos o DNA desse esporte em nossas vidas, afinal, quem nunca torceu pela seleção brasileira nas copas do mundo? Sim, a maior parte das pessoas que vivem no Brasil já colocaram suas emoções na torcida para algum time de futebol e vários são os nomes brasileiros que encantaram e encantam o mundo com as bolas nos pés.

Esse esporte sofreu os primeiros impactos da pandemia ao ser praticado sem receber o público nos estádios, torcedores que apoiam e depositam, de certa forma, um pouco de felicidade em meio a tanto caos que se vive desde antes da pandemia. O futebol serve como um alento às lutas que o(a) brasileiro(a) trava todos os dias para sobreviver.

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QUAL É A SUA VISÃO DE MUNDO, AFINAL?

Somos as nossas conexões e experiências, já escrevi isso outras vezes. São elas que proporcionam a nossa visão de mundo e assim as nossas perspectivas. “Manu, o que você vê à sua frente? ”, me questionou um profissional de saúde recentemente. “Você”, respondi. “E eu vejo você, com uma bolsa colorida nas mãos, um sorrisão bonito e olhos curiosos. Você sabe que seus olhos passam essa curiosidade né? ”, sorriu. “Você não está errada na sua resposta, nem eu na minha. Nós só estamos em um mesmo ambiente, mas vendo coisas completamente diferentes”. Passei alguns dias pensando sobre isso e como transformar essa pauta neste texto que você lê agora.

Dia desses, voltando de Salvador, um amigo teve a ideia de entrarmos em Cachoeira para conhecermos de perto Edson Gomes, cantor e compositor baiano de destaque nos anos 80 e 90 através do reggae. Numa escala de preferências, mesmo sendo uma apaixonada por música e manifestações culturais, confesso que o reggae não configura o topo da minha lista, mas ainda assim topei a empreitada, que foi um desastre. Conseguimos achar a casa dele, que apareceu na sacada e disse que não iria descer para tirar uma foto porque estava ocupado. Passei o restante da viagem rindo da decepção do fã, e essa história me trouxe algumas lições na sequência.

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SOBRE OS SUPOSTOS CRIMES COMETIDOS NA CPI DA COVID-19

A CPI da Pandemia foi instaurada a mando do ministro Luís Barroso em 8 de abril para apurar as atuações do Governo Federal para a contenção do vírus, após o segundo surto ocorrido no Estado do Amazonas em janeiro de 2021 (o primeiro havia ocorrido entre abril e maio do ano passado) em que na metade do mês já haviam sido registrados mais de 6 mil mortes.

O fato que levou o magistrado a ordenar a abrir a CPI foi a abertura de igrejas e a permissão de de realização de missas. O pedido de uma CPI foi feito pelos parlamentares Jorge Kajuru (Cidadania-GO) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE). Segundo Barroso, em justificativa da sua decisão, ele disse que: “Trata-se de garantia que decorre da cláusula do Estado Democrático de Direito e que viabiliza às minorias parlamentares o exercício da oposição democrática. Tanto é assim que o quórum é de um terço dos membros da casa legislativa, e não de maioria. Por esse motivo, a sua efetividade não pode estar condicionada à vontade parlamentar predominante”, e complementou dizendo que: “Coerente com a minha visão de institucionalidade da Corte, tinha a intenção de submetê-la em mesa ao Plenário, na data de hoje. Infelizmente, a relevância e a extensão do julgamento relativo ao decreto restritivo de cultos religiosos durante a pandemia impediram que o fizesse. Observo, porém, que se trata, como demonstrado adiante, de mera reiteração de jurisprudência antiga e pacífica do Tribunal.”. Após a notificação, a CPI foi aberta (mesmo com muitas queixas dos aliados do governo, os quais tentaram impor todos os empecilhos para que a investigação  não ocorresse, inclusive, o deputado Flávio Bolsonaro dizendo que a abertura da CPI causaria aglomeração.

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AINDA ESTAMOS EM PROCESSO DE DESACORRENTAMENTO DOS ‘ESCRAVOS’

No dia em que se comemora a validação da Lei Áurea, ocorrida em 13 de maio de 1888 e assinado pela princesa Isabel, o nosso país vive ainda o processo de desacorrentamento dos ‘escravos’. Abolimos apenas a formalidade do ato de escravizar, acabando assim com a naturalidade. Entretanto, vivenciamos em pleno século XXI, 133 anos depois da criação da lei, as mesmas violações enfrentadas pelos escravos daquele tempo.

Áurea significa ouro, e a expressão foi pensada ao caráter glorioso que aquela lei propunha na época, onde se imaginava por fim na forma desumana de explorar o humano. Lindo no papel, terrível na prática. Esse processo foi cruel e resultou em muitos problemas sociais que hoje somos obrigados a conviver, muitos ainda sofrendo as marcas desse passado sombrio.

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A REPAGINADA DA LEI DE SEGURANÇA NACIONAL

Apesar de estar ocorrendo uma das maiores CPIs que já instauraram, nesta semana vou retirar o meu foco naquilo que está  sendo o mais nos holofotes, e estarei virando um pouco mais para o lado. Isto farei porque há um outro fato de supra relevância mas que está meio nas sombras. Estou falando sobre a votação da nova lei de Segurança Nacional.

A lei 7.170 foi criada em 1983, quando a ditadura/revolução (para alguns)  militar estava já com os seus dias contados. Naquela época, a intenção desta lei era o receio de insurreição ao governo o qual estava declinando, dando espaço para o novo governo democrático. E  no artigo 26 vê-se a preocupação exacerbada em salvaguardar aquele governo: “Art. 26 – Caluniar ou difamar o Presidente da República, o do Senado Federal, o da Câmara dos Deputados ou o do Supremo Tribunal Federal, imputando-lhes fato definido como crime ou fato ofensivo à reputação. Pena: reclusão, de 1 a 4 anos.”. Malgrado ser uma lei muito pouco conhecida, este ano ela virou a estrela principal. Em um levantamento realizado por advogados, constatou-se que, só neste ano, a lei quase não falada nos últimos 30 anos, foi acionada no ano de 2021 pelo menos 120 vezes (e nem chegamos à metade do ano), e na maioria dos casos foi utilizado pelo próprio governo federal.

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O “GOLPE” DAS PERFEIÇÕES EM REDE SOCIAL

O “golpe” está na ilusão de separação. Na fantasia de que fotos postadas de partes do cotidiano, devidamente escolhidas e editadas, representam de fato a vida daquela pessoa. E mesmo que represente a vida dessa pessoa, seria justo comprar com a sua própria vida?

Essa é a ilusão que as redes sociais nos fazem cair e que carregamos indiretamente para nossas próprias vidas. O recorte feito milimetricamente para ser postado nas redes é exatamente isso, um recorte. Um pequeno pedaço do todo. Uma parte pequena e caprichada que fazemos questão de vez ou outra expor para uma plateia.

A falta dessa consciência de estarmos vendo recortes e não o todo causa certo incômodo a algumas pessoas.

Vejo o quanto ainda comparamos uma vida de recortes da rede social, daquela pessoa influente, com a nossa própria.

As comparações não cessam em aparências, mas também em estilos de vida, comidas, exercícios, relacionamentos, moradias e tudo o que for possível que envolva a vida humana. Aqueles feeds perfeitos que combinam cores e fotos.

Daí surgem as comparações. Comparamos nossa aparência, nossos companheiros e companheiras, nossa forma de vestir, falar, escrever, brincar, distrair, relaxar, beber, tudo! E chega aquela famosa insatisfação. Nada está perfeito como o feed do coleguinha.

A aparente perfeição das redes é isso. Uma capa ilusória que disfarça as dificuldades da vida real. Uma maquiagem bem feita para cobrir imperfeições da pele queimada do sol e das rugas de expressão, realçar o olhar já cansado, afinar o nariz que não respira mais como antes e disfarçar as olheiras das noites mal dormidas.

Não nos satisfazemos mais com o que temos e partimos em busca de mudança. Mas essa necessidade surgiu de uma insatisfação interna, daquela inquietação saudável que nos move rumo ao nosso crescimento, ou surgiu das comparações feitas nas redes?

Inspirar-se não é comparar-se. A inspiração requer que admiremos o outro em sua singularidade e cativemos em nós o desejo de nos parecer, a nossa maneira, com aquela pessoa. Admirar o outro e a si, pois somos, também, fonte de inspiração.

*Laís Lins é Psicóloga com abordagem da Terapia Cognitivo Comportamental e dos Esquemas.

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O FENÔMENO JULIETTE E A MÁXIMA: QUEM É DE VERDADE SABE QUEM É DE MENTIRA!

Em tempos de rótulos e definições para tudo e todos, se tem uma frase que muita gente concorda é: não se explica fenômenos! Nem os produzidos pela natureza, nem os produzidos pela mente humana, como a paixão por celebridades etc. A gente até tenta decifrar, achar “a culpa” ou culpados, mas não passamos do campo das ideias e dos achismos. Sempre foi assim!

E é sustentando essa máxima que escrevo este texto, já que ninguém consegue explicar o que leva uma nação em peso a se apaixonar por uma determinada pessoa. No caso de Juliette em si, vencedora do BBB e recorde em engajamento nas redes sociais, vendas de produtos e rankings estrondosos em buscas por seu nome, nem ela mesma. “Por que?”, questionava. “Porque o Brasil te ama”, respondiam os apresentadores. E só isso!

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NOVOS CAVALETES APORTAM NO SUL DA BAHIA, OS FARÓIS DE UM NOVO TEMPO

A Região Sul da Bahia caminha para um novo momento de quebra de paradigma, com novos desafios e em especial a busca por um equilíbrio de novas forças de transformação e inovação.

Como diria o saudoso Professor Selem Rachid, é preciso romper com o CAVALETE CULTURAL – individualismo, conformismo, imediatismo e utilitarismo. Estes quatro pés, que travava o desenvolvimento sustentável regional, nas suas mais variadas vertentes: Política, Social, Econômica e Ambiental, abre espaço para novas bases de sustentação, através da quebra deste estigma cultural via uma força de continuada transformação, ocorrida nos últimos anos, através da oxigenação dos agentes políticos e privados, consequentemente, das suas instituições pública e privada.

A quebra dos elementos trazidos pelo Professor Selem que sustentaram por décadas o Cavalete Cultural, abre espaço para os novos elementos de um CAVALETE DE TRANSFORMAÇÃO E INOVAÇÃO, onde o individualismo – abre espaço para o associativismo/consórcio; o conformismo – para a transformação/inovação; o imediatismo – para o Planejamento Estratégico/visão de médio e longo prazo e o utilitarismo/ egocentrismo/uno – para compartilhamento/todo.

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DIGNIDADE SOCIAL PARA AS FAMÍLIAS QUE VIVIAM DO LIXÃO

Você sabia que 100 famílias se sustentavam do lixão na nossa cidade? A prefeitura de Itabuna tomou uma grande decisão ao determinar o fechamento do lixão, destinando os resíduos para um aterro sanitário. Esta é uma medida para se comemorar quando os assuntos são meio ambientes e políticas sociais.

Obviamente não aprofundarei nesse texto os impactos ambientais, tem muito especialista na cidade que pode falar melhor que esse humilde escritor, sendo assim, estarei abordando neste artigo o lado social dessa decisão. Não são 100 pessoas, são 100 FAMÍLIAS! Idosos(as), homens, mulheres, jovens e crianças, todos os dias ali naquele árduo trabalho de conseguir algo para vender, objetos que para outras pessoas já não possuem mais valor, e infelizmente até mesmo algum alimento que pudesse ser reaproveitado. O lixão que por muitas vezes nos passou desapercebido, representava a degradação do ser humano em estado puro e há cerca de 30 anos era assim! Pessoas que provavelmente não se viam desempenhando outra função a não ser aquela que “sobrou”, cada uma delas com uma condição para estar ali e uma história de exposição às doenças que provocam riscos incalculáveis e inevitáveis. Essa situação não parece ser inimaginável?

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