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ATUAÇÃO DE BOLSONARO NA CRISE TEM PIOR AVALIAÇÃO, REVELA PESQUISA

O Presidente Jair Bolsonaro obteve uma avaliação pior do que o Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta e do que os governadores na condução da crise causada pelo coronavírus, revela pesquisa Datafolha.

Segundo a aferição, a atuação de Bolsonaro é aprovada por 35% e rejeitada por 33% — 26% a consideram regular. Já a atuação dos governadores foi vista como ótima ou boa por 54%, em média. Nas diferentes regiões do país, os índices de aprovação variaram de 51% a 61%.

Ainda segundo a pesquisa, divulgada pela Folha de São Paulo, o trabalho de Luiz Henrique Mandetta, titular do Ministério da Saúde, também foi aprovado pela maioria: 55% de ótimo/bom. Alguns grupos que usualmente apoiam o presidente mantêm sua aprovação no caso da pandemia, como os homens (42% de ótimo/bom).

Bolsonaro perde apoio entre os mais ricos (51% de ruim/péssimo) e mais instruídos (46%). A participação no ato do dia 15 foi reprovada por 68%. Concordam com a avaliação presidencial de que há histeria acerca do novo coronavírus 34% dos entrevistados, enquanto a assertiva é rejeitada por 54%. A pesquisa Datafolha foi feita por telefone de 18 a 20 de março em todo o país. A margem de erro é de três pontos percentuais.

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PESQUISA APONTA QUE MAIORIA TEM MEDO DO CORONAVÍRUS E APROVA MEDIDAS DURAS

A chegada da pandemia do novo coronavírus assustou o brasileiro e mudou seu cotidiano, com restrições de circulação e diversos estabelecimentos fechados. Ainda assim, a maioria dos entrevistados por telefone pelo Datafolha na última semana afirma concordar com esse tipo de ação mais severa.

A aferição divulgada pela Folha aponta que as decisões oficiais para tentar conter o coronavírus têm alta aceitação: 92% estão de acordo com a suspensão de aulas, 94% aprovam a proibição de viagens internacionais e 91% são favoráveis à interrupção do futebol. A suspensão de celebrações religiosas é adequada para 82% dos entrevistados.

O encerramento do comércio divide opiniões:46% são a favor, e 33%, contra. A pesquisa foi realizada antes do anúncio da quarentena no estado de São Paulo. Praticamente todos os entrevistados (99%) dizem saber sobre o vírus e a doença, sendo que 72% se consideram bem informados. Três quartos (74%) responderam que sentem medo de ser infectados. Pararam de trabalhar 37%, de ir aos estudos, 55%, e de sair às ruas, 46%

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PESQUISA APONTA QUE SERGIO MORO É O MAIS CONFIÁVEL, SEGUIDO POR LULA, BOLSONARO E LUCIANO HUCK

De 12 personalidades envolvidas com política avaliadas em pesquisa Datafolha, o ministro da Justiça, Sergio Moro, ficou com a melhor avaliação no quesito confiança, empatado dentro da margem de erro com o ex-Presidente Lula, que ficou com 30%, Em seguida, estão empatados na margem de erro, o Presidente Jair Bolsonaro, com 22% e Luciano Huck, com 21%. O apresentador de TV é considerado um possível candidato à Presidência em 2022.

Jair Bolsonaro e Luciano Huck estão empatados dentro da margem de erro

Outros dois possíveis presidenciáveis, Ciro Gomes (PDT) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), têm 11% e 7% de índice alto de confiança, respectivamente. O Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) é visto como altamente confiável por apenas 7% dos entrevistados. Seu par no Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), amarga a lanterna da lista, com 3%.

O Vice-Presidente, Hamilton Mourão apontou com 12%. Logo atrás, empatados na margem de erro, aparecem o ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso, com 10%, a Ex-Senadora Marina Silva, com 9% e a ex-deputada, Manuela D’Ávila, com 7%.

O Datafolha ouviu 2.948 pessoas em 176 municípios de todas as regiões do país nos dias 5 e 6 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%. A pesquisa foi divulgada pela Folha de São Paulo neste domingo, 5.

Sérgio Moro tem melhor confiança entre os mais ricos os e vais velhos
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AVALIAÇÃO DO STF É TÃO RUIM QUANTO A DE BOLSONARO, REVELA DATAFOLHA

A atuação do Supremo Tribunal Federal – SRF é mal avaliada por 39% da população, revela o Datafolha. Quatro em dez brasileiros a acham ruim ou péssima, número equivalente ao do presidente Jair Bolsonaro (36%), na margem de erro, mas inferior ao do Congresso (45%).

A taxa dos que aprovam a atuação do tribunal e a classificam como boa ou ótima é de 19%. Para 38%, o STF é regular, e 4% não opinaram. É a primeira vez que o Datafolha faz pesquisa de avaliação do STF na mesma escala dos levantamentos feitos sobre os outros Poderes. Com isso, é possível comparar a taxa de aprovação do Supremo com a do Executivo e a do Legislativo. “Nos últimos anos, as três esferas de poder federal têm se revezado no protagonismo do cenário político”, disse Alessandro Janoni, diretor de pesquisa do instituto. Com informações da Folha de São Paulo.

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43% DOS BRASILEIROS AFIRMAM NUNCA CONFIAR NO PRESIDENTE BOLSONARO, DIZ DATAFOLHA

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, 7, aponta que 43% dos brasileiros dizem que nunca confiam em afirmações do presidente Jair Bolsonaro e 37% declaram confiar às vezes. O levantamento foi feito em escala nacional na quinta-feira, 5, e na sexta-feira, 6, com 2.948 entrevistas em 176 municípios. Para 28% Bolsonaro não se comporta como um presidente em nenhuma situação, mesmo percentual que afirma que, na maioria das vezes, ele se comporta de acordo com o cargo que ocupa. 25% dos entrevistados dizem que Bolsonaro se comporta adequadamente em algumas ocasiões, mas não na maioria. 14% dizem que ele se comporta bem em todas as situações. O grupo mais favorável a Bolsonaro nesse item é o de pessoas com 60 anos ou mais e com renda entre cinco e dez salários mínimos. O Nordeste é a região mais crítica. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.

Desde que tomou posse em janeiro, Bolsonaro dá ao menos uma declaração falsa ou imprecisa a cada 30 dias. Os piores meses foram os de agosto e setembro, com 20 afirmações total ou parcialmente incorretas, de acordo com levantamento do jornal Folha de S. Paulo. Numa fala à imprensa no dia 22 de setembro, por exemplo, Bolsonaro declarou que “(ter radares nas estradas) prejudica. Causa mais acidente, até”. Ao contrário do que afirmou o presidente, o número de mortes nas estradas brasileiras caiu nos trechos em que foram instalados radares. Um dos temas em que houve mais desinformação este ano foi o que envolveu as queimadas na Amazônia. No dia 30 de agosto, Bolsonaro usou uma rede social para dizer que “Segundo o SEAE (Serviço Europeu de Ação Externa), as informações de satélite do Sistema Copernicus demonstram que a área com queimadas no Brasil teve um decréscimo entre janeiro e agosto de 2019, levando-se em conta o mesmo período de 2018, o que prova o compromisso do nosso governo com a questão ambiental.” Após a postagem, o presidente não apresentou documentos ou dados para provar a informação. Pior: números do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, órgão do governo brasileiro, indicaram que o país teve até o final de agosto 72.843 focos de incêndio, um aumento de 83% em relação ao mesmo período de 2018. Com informações da Revista Época.

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DATAFOLHA DESTACA O PATRIMÔNIO CULTURAL DA BAHIA EM PESQUISA

Em pesquisa Datafolha, divulgada esta semana, os paulistanos elegeram a Bahia como o melhor estado turístico do Brasil. Os dados revelam que Salvador, Chapada Diamantina e Porto Seguro estão entre os destinos mais procurados pelos visitantes, superando até o Estado do Rio de Janeiro. O Centro Histórico (tombado pelo Iphan e Unesco), que passou por importantes obras de intervenção pelo Instituto Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), é uma das áreas mais desejadas na capital citadas pelos turistas.

Somente no Centro Histórico, o IPAC é responsável pela gestão de cerca de 180 imóveis. Conforme Felipe Musse, da Diretoria de Projetos Obras e Restauro (Dipro/IPAC), além da conservação e manutenção desse patrimônio, o órgão mantém ações que envolvem a cultura imaterial, a exemplos de grandes eventos e shows artístico-culturais. “Há pouco mais de um ano, foram investidos R$ 1,5 milhão na requalificação das praças Tereza Batista, Quincas Berro D´Água e Pedro Archanjo, todas elas localizadas no Pelourinho. Essas obras tiveram um impacto muito grande para atrair mais visitantes aos nossos espaços”, complementou Musse.

O diretor IPAC, João Carlos de Oliveira, destaca que o turismo é uma das principais atividades geradoras de emprego do mundo. E como a Bahia possui um rico e diversificado patrimônio material e imaterial, atrai a atenção de visitantes o ano inteiro. “Uma das perspectivas fundamentais para o crescimento do turismo na Bahia está ligada ao seu patrimônio histórico e cultural. Todos nós somos responsáveis pela preservação desse patrimônio e disseminação de sua relevância dentro e fora do país,” afirmou.

Para Roberto Pellegrino, da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (Dipat/IPAC), dentro de suas competências, o órgão vem trabalhando no reconhecimento dos bens culturais da Bahia, por meio de processos de patrimonialização, o que também inclui a catalogação e orientação das populações sobre cultura e educação patrimonial. “Patrimônio é história. Quando cumprimos o papel de reconhecer, valorizar e preservar esse patrimônio, o Estado atrai mais visitantes. É assim que funcionam as cidades históricas,” disse.

As ações do IPAC, cadernos culturais e relatórios podem ser acessados no site www.ipac.ba.gov.br

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MARINA SILVA DIZ QUE RECEBEU COM TRANQUILIDADE RESULTADO DE PESQUISA DATAFOLHA

Em nota divulgada à imprensa, Marina Silva comentou o resultado da pesquisa Datafolha, divulgada neste domingo (15), que coloca a pré-candidata da REDE empatada tecnicamente em 1º lugar e vencendo as eleições no 2ª turno. “Recebo com tranquilidade o resultado da pesquisa DataFolha sobre possibilidades eleitorais dos pré-candidatos à Presidência de 2018. Lembro que pesquisa retrata um momento. E que nesse momento e nos próximos meses o eleitor estará fazendo escolhas entre um expressivo número de candidatos. Nesse período de pré-campanha em que tenho circulado pelo País, estou atenta ao risco da extrema polarização do debate político, recolho propostas para o programa que apresentarei aos cidadãos e me posiciono, como tenho feito desde 2010, comprometida com o debate e não com o embate.”

Os porta-vozes da REDE, Lais e Pedro Ivo, também comentaram o resultado da pesquisa. “Sabemos que as pesquisas retratam o momento presente. A REDE continuará trabalhando pela vitória de Marina Silva, independentemente de pesquisas. Nosso projeto é construir um Brasil democrático, sustentável e ético, derrotando a velha política.”, afirmaram.

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DATAFOLHA: LULA MANTÉM LIDERANÇA. BOLSONARO SE ISOLA EM SEGUNDO

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém a liderança para a Presidência, nas eleições do ano que vem em todos os cenários, segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, 2. Lula lidera com 34% e Jair Bolsonaro (PSC) o segue isoladamente com 17%. Marina Silva (Rede) aparece com 9% e empatados  na quarta colocação estão Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT), com 6%

Nesse cenário, Joaquim Barbosa tem 5% das intenções de voto, Alvaro Dias (Podemos) tem 3%, Manuela D’Ávila (PCdoB) 1%, Michel Temer (PMDB) 1%,  Meirelles (PSD) 1%, Paulo Rabello de Castro (PSC) 1%, branco/nulo/nenhum 12% e não sabe, 2%.

O instituto fez 2.765 entrevistas entre 29 e 30 de novembro, em 192 cidades. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.

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APROVAÇÃO DE DÓRIA CAI 10 PONTOS. ELE CULPA O PT!

A aprovação da administração do prefeito de São Paulo João Dória (PSDB), depencou quase dez pontos percentuais, De acordo com levantamento feito pelo Instituto Datafolha, o tucano tem 32% de aprovação (ótimo/bom), 26% de rejeição (ruim/péssimo) e 40% de regular entre os entrevistados na capital paulista. Foram ouvidos 1.092 eleitores nos dias 4 e 5 de outubro. Na sondagem anterior, João Dória tinha 41% de aprovação e 22% de rejeição.

O Datafolha quis saber, também, sobre a candidatura do prefeito paulistano a presidência da república. 58% preferem que ele permaneça como prefeito, enquanto 10% quer que ele se candidate ao palácio do planalto. 55% não votaria nele em hipótese alguma para presidente e 18% votariam com certeza.

Ao comentar o resultado da aferição João Dória afirmou que toda pesquisa deve ser respeitada, mas culpou diretamente a gestão do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT).”Temos um déficit no orçamento da prefeitura de R$ 7,5 bilhões, que oi herança do PT, que nos deixou esse rombo”, afirmou.

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TRANSFERÊNCIA DE VOTOS DE LULA É MODESTA, APONTA DATAFOLHA

Na prévia divulgada pelo jornal Folha de S. Paulo neste sábado, 30, apesar do crescimento do ex-presidente petista, a taxa de transferência de votos de Lula é modesta, apenas 26%. O PT tem negado ter um “plano B” caso Lula seja condenado em segunda instância e não possa se candidatar, mas um dos nomes apontados caso isso aconteça é Fernando Haddad. Entretanto, o cenário não é favorável para o ex-prefeito da capital paulista. Nos cenários em que seu nome aparece, ele oscila entre apenas 2% e 3% das intenções de voto.

O Datafolha entrevistou 2.772 pessoas entre os dias 27 e 28 de setembro e constatou que a rejeição ao nome de Lula, mesmo após sua condenação, caiu desde a última pesquisa, realizada em junho. Ao mesmo tempo em que é o favorito na corrida presidencial, Lula é também o mais rejeitado. As pessoas que responderam que não votariam nele de jeito nenhum caiu de 46% para 42%.

O segundo mais rejeitado é Bolsonaro, com 33%. Na pesquisa anterior ele tinha 30%. Em seguida vem Geraldo Alckmin, com 31%.

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