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ITABUNA: ÍNDICE DO AEDES AEGYPTI CAI E VOLTA AO ALERTA AMARELO PARA A DENGUE 

Com os esforços das equipes da Prefeitura de Itabuna no combate ao mosquito, o município sai do alerta laranja e volta para o amarelo no registro de casos de dengue. A redução nos índices, decorre do sucesso dos Mutirões de Combate ao Aedes aegypti, transmissor de arboviroses.

Para o sucesso dos mutirões, a Secretaria Municipal de Saúde contou com a ajuda da frota de “carros fumacê” da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (SESAB), além da decisiva participação de agentes de combate às endemias e comunitários de saúde, prepostos do Departamento de Limpeza Pública da Secretaria de Infraestrutura e Urbanismo, e de voluntários que contribuíram na intensificação das ações.

“No início da pandemia de dengue, nós tínhamos cinco bairros onde foram detectados índices de infestação predial de 12%, 13% e 15%, que são Novo Horizonte, Novo São Caetano, Maria Pinheiro e Daniel Gomes, respectivamente”, lembrou a diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, Maristela Antunes.

“No entanto, nessas localidades os índices desceram para 1,2% e 2,3%, enquanto no Daniel Gomes o índice predial de infestação zerou. Porém temos que ficar em alerta e manter os cuidados. Tanto a população como a gestão devem continuar fazendo a sua parte”, disse .

Maristela acrescenta que, embora o número de notificações de casos de dengue nos bairros da cidade não seja preocupante, a infestação continua alta nos bairros Jardim Primavera, Vila Anália, Sarinha Alcântara, Corbiniano Freire, Antique e Alto Maron.

A Diretora da Vigilância em Saúde recomenda que a população evite deixar água parada, realize a limpeza de quintais e calhas e tampe bem vasilhames e reservatórios de água. Em caso de focos de larvas devem ligar para o Disk-Dengue (73) 3612-8324, no horário de expediente entre as 8 e 17 horas, de segunda a sexta-feira.

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ITABUNA: SECRETARIA DE SAÚDE DIVULGA QUEDA NO NÚMERO DE CASOS DE DENGUE

Na última terça-feira, 14, foi divulgado mais um Boletim da Dengue pela Vigilância Epidemiológica do Departamento de Vigilância em Saúde quando foi possível identificar queda constante dos últimos dias nos casos notificados. Com isso, Itabuna volta ao Alerta Laranja, deixando a situação de Alerta Vermelho epidêmico.

Desde o dia 7 até o dia 14, o decréscimo nos casos notificados foi de mais de 70% em relação à semana anterior, contabilizando aumento de apenas 22 casos notificados (do dia 31 ao dia 7 o aumento foi de 241 novos casos). Além disso, do dia 3 ao dia 14, houve estagnação nos casos de Zika (23) e aumento de apenas 6 casos a mais de chikungunya e dengue, se comparados à semana anterior.

Atualmente, segundo Boletim divulgado na terça-feira são 2.637 casos notificados sendo 1.396 os confirmados de dengue, 218 de chikungunya e 23 de zika. De acordo com a Vigilância em Saúde, Itabuna atualmente se encontra de volta ao Alerta Laranja junto a municípios como Coaraci, Santa Cruz da Vitória, Ibicaraí, Maraú, enquanto que os municípios de Itajuípe, Barro Preto, Almadina e Gongogi permanecem em alerta epidêmico.

Segundo a diretora de Vigilância em Saúde, Maristella Antunes, a queda se dá pelo trabalho contínuo e intensificado dos Mutirões de Combate ao Aedes aegyptipor meio das equipes de agentes de combate às endemias e de bloqueio e agentes comunitários de saúde e de vigilância epidemiológica, bem como as secretarias envolvidas como a de Infraestrutura e Urbanismo.

“Até agora, já foram visitados 15 bairros e os mutirões não param. Na próxima terça-feira, já visitaremos o Bairro João Soares seguindo critérios de prioridade das localidades com maior nível de infestação e incidência de casos”, afirmou Antunes.

Segundo ela, “essa regressão no aumento de casos é fruto do trabalho e empenho da Secretaria Municipal de Saúde e demais secretarias municipais envolvidas no combate à dengue. A luta continua e a população precisa ser nossa aliada contra o Aedes Aegypti”, finalizou.

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ITABUNA: PREFEITURA VAI REALIZAR MUTIRÕES PARA FREAR EPIDEMIA DE DENGUE, AFIRMA LÍVIA MENDES

A secretária municipal de Saúde, Lívia Mendes Aguiar, convocou todos setores administrativos  da Prefeitura de Itabuna, na manhã desta sexta-feira, dia 6, para se unir em uma força-tarefa de combate ao Aedes aegypti – mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Itabuna está vivendo uma epidemia de dengue e é preciso ações rápidas e eficazes para a cidade não viver o mesmo caos do ano de 2016.

O primeiro mutirão, com o envolvimento de todos os setores da Administração municipal, será realizado no próximo dia 21. “Estamos traçando e colocando em prática, estratégias para frear a proliferação do Aedes aegypti com ações de conscientização e de combate para consequentemente evitar que Itabuna viva o mesmo caos de cinco anos atrás. Será um grande evento de combate e de conscientização de toda população”, explicou Lívia Mendes.

Segundo dados do Departamento de Vigilância em Saúde, a cidade já contabiliza 988 casos confirmados das três arboviroses. “Posso assegurar que os casos confirmados deste ano, superam em quatro vezes o  de 2021”, alerta a secretária Lívia Mendes. Ela lembra que a cidade já viveu, em anos anteriores, um histórico importante de casos de dengue, com sobrecarga dos serviços de saúde. Por esse motivo, é preciso unir forças.

De acordo com a secretária de Saúde, ações já estavam sendo realizadas, até porque essas doenças são esperadas nessa época do ano em que há chuvas com períodos de estiagem. “Os agentes de combate às endemias fizeram um belo trabalho ano passado, quando o Índice de Infestação Predial reduziu bastante”, afirmou.

“Mas, a combinação de chuva e calor, enchentes, dentre outros fatores, tudo isso contribuiu para o momento crítico de agora. Atualmente, Itabuna conta com 100% de cobertura dos agentes de endemias em toda sua área rural e urbana”, informou.

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SESAB REALIZA REUNIÃO DE MONITORAMENTO COM OS MUNICÍPIOS BAIANOS EM ALTÍSSIMO RISCO PARA DENGUE

A secretária da Saúde da Bahia, Adélia Pinheiro, esteve a frente hoje, 4, de mais uma reunião de monitoramento das arboviroses urbanas (dengue, zica e chikungunya) com os representates de 5 núcleos regionais de saúde e dos 17 municípios que hoje são considerados de alto e altíssimo risco para epidemia de dengue. A reunião foi acompanhada também pela presidente do Cosems –  Conselho de Secretários Municipais de Saúde – BA, Stella Souza.

Os 17 municípios com coeficiente de incidência para dengue maior que 100 casos para cada 1000 habitantes ficam localizados nos núcleos de saúde Sudoeste, Sul, Oeste, Centro-Norte e Norte. São eles:  Urandi, Floresta Azul, Coaraci, Potiraguá, Apuarema, Santa Cruz da Vitória, Mirangaba, Caatiba, Oliveira dos Brejinhos, Chorrochó, Remanso, Abaré, Caculé, Itajuípe, Caldeirão Grande, Érico Cardoso e Ipupiara.  Outros 8 municípios estão em alerta do mesmo nível para chikungunya e 1 para zica.  Ao todo, cerca de 80 representantes de municípios  participaram do evento de forma virtual.

A epidemiologista chefe da Coordenação de Doenças por Transmissão Vetorial, Sandra Oliveira, explicou que, entre as ações dos planos de contingência, os municípios precisam dar atenção especial para as devidas notificações no SINAN – Sistema de Informação de Agravos de Notificação. É a partir destes dados que a Sesab norteia as ações de mapeamento para apoiar os municípios no combate às endemias. (mais…)

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BAHIA REGISTRA MAIS DE 24,5 MIL CASOS DE DENGUE, ZIKA E CHIKUNGUNYA EM 2022

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Bahia (Divep/Sesab) está em alerta para situação epidêmica de dengue e chinkungunya nas macrorregiões de saúde Sudoeste e Norte. De acordo com levantamento realizado até a 16ª Semana Epidemiológica de 2022, (até 23 de abril), foram notificados 24.500 casos das três arboviroses urbanas em todo o estado: dengue, chinkungunya e zika. Somente de dengue, foram 14.732 casos, registrados em 271 municípios, com 16 óbitos.

Levantamento das últimas quatro semanas epidemiológicas revela dez municípios em epidemia para dengue: Urandi, Coaraci, Floresta Azul, Potiraguá, Apuarema, Mirangaba, Caatiba, Santa Cruz da Vitória, Remanso e Oliveira dos Brejinhos.

Em relação à chikungunya, no mesmo período, foram notificados 9.290 casos, um incremento de 19,6% em relação às notificações do mesmo período do ano passado. No total, 193 municípios notificaram casos, 49 deles com uma incidência de 100 casos para cada 100 mil habitantes. Os municípios das regiões de Itapetinga, Guanambi, Brumado, Itabuna, Caetité e Santa Maria da Vitória são os que registraram os maiores índices para esta arbovirose. Não houve registro de óbito.

Já os casos de zika também tiveram um incremento de 35,9%, com 557 notificações em 2022, contra 410 registradas no mesmo período de 2021. 69 municípios realizaram notificação para esse agravo, 5 deles apresentaram incidência igual ou maior que 100 casos/100 mil habitantes. Até o momento, não foi confirmado óbito para zika. (mais…)

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IBICARAÍ: SECRETARIA DE SAÚDE INICIA CAMPANHA CONTRA DENGUE, ZIKA E CHIKUNGUNYA

Com o tema ‘Juntos contra a Dengue, Zika e Chikungunya. Essa é uma luta de todos!’, a Secretaria de Saúde de Ibicaraí deu início no mês de abril a uma grande campanha de combate ao mosquito Aedes aegypti. A campanha está nas ruas com panfletos, cartazes, outdoors, vídeo e spot para rádio e carro de som, além dos profissionais das Unidades de Saúde, ACE e ACS, que fazem o trabalho de prevenção e conscientização com a população local.

Segundo a Assessoria de Comunicação da Prefeitura, nesta sexta-feira, dia 8 de abril, a secretária de Saúde Luna Tavares e equipe fizeram uma grande caminhada pelas principais ruas da cidade para conscientizar a população local, entregando panfletos e falando sobre os perigos do mosquito e as suas consequências.

Segundo a Ascom, paralelo a caminhada, equipes da Saúde têm feito mutirões nos bairros para sensibilizar e chamar a atenção da população para o risco de uma epidemia de arboviroses, através dos Agentes de Combate a Endemias (ACE) e as equipes de cada unidade de saúde.

“Estamos pedindo o apoio da população na limpeza dos seus quintais, além da preocupação com vasos que possam acumular água parada. Nossas equipes de Saúde têm feito um trabalho intenso nos bairros, distritos e locais com terrenos abandonados que podem virar foco do mosquito Aedes aegypti. É necessário que a população entenda que essa é uma luta de todos”, disse a secretária de Saúde Luna Tavares.

Relembre quais os principais cuidados tomar para evitar a proliferação do mosquito transmissor:

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ITABUNA: PREFEITURA RECEBE APOIO DO GOVERNO DO ESTADO NO CONTROLE E COMBATE A DENGUE

A união de esforços entre a Prefeitura e o Governo do Estado para o controle e o combate à dengue tem surtido efeito positivo em Itabuna. O número de casos das arboviroses tem se mantido sob controle e estável, conforme adiantou a chefe da Divisão do Programa de Endemias da Secretaria de Saúde, Lucimar Santos Ribeiro.

Segundo ele, o trabalho dos Agentes de Combate às Endemias (ACE) realizado diariamente na cidade é intensificado em algumas áreas onde casos ainda persistem, a exemplo dos bairros Bananeira, Conceição e Santo Antônio e no centro. Nesses locais, os profissionais de saúde fazem bloqueio de transmissão das arboviroses com aplicação de inseticida nos imóveis há um raio de 100 metros onde tenha sido identificado caso de dengue, chikungunya e zika vírus.

A pulverização de inseticida nas áreas mais afetadas é feita durante a noite quando o movimento de veículos e pedestres diminui. Lucimar disse ainda que os Agentes de Endemia executam as ações de profilaxia com equipamentos de proteção individual (EPIs) – fardamento, luvas, óculos, máscaras e bombas costais motorizadas. (mais…)

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ITABUNA: AÇÕES CONTRA O MOSQUITO DA DENGUE SÃO INTENSIFICADAS PELA VIGILÂNCIA SANITÁRIA

A Divisão do Programa de Endemias do Departamento de Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde não tem dado trégua para o Aedes aegypti em Itabuna. As ações de combate e controle do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus são rotina para as equipes que trabalham diariamente em diversas partes da cidade. A preocupação é por conta da mudança climática, com períodos de sol e chuvas intensas, que favorecem a proliferação do mosquito.

A chefe da Divisão do Programa de Endemias, Lucimar Santos Ribeiro informou que a prevenção, controle e combate ao vetor se concentram nesta sexta-feira, dia 24, a ação será no Emanuel Leão. Durante a semana, aconteceu nos bairros Jardim Vitória, São Caetano, Nova Mangabinha, Jaçanã e Pedro Jerônimo, onde foram registrados novos casos.

As atividades incluem dentre outras ações, tratamento focal nos quintais, atividades educativas e orientação às famílias para chamar a atenção sobre os cuidados com a casa. “O trabalho preventivo das equipes em várias partes da cidade não pode parar, principalmente nesta época de clima instável, onde o risco de aumento de casos é grande”, alerta Lucimar.

Ela lembra que a população deve ficar atenta a métodos simples, mas eficazes, que ajudam no controle e combate do mosquito, a exemplo de evitar água parada em qualquer espécie de vasilhame descoberto, dentro ou fora de casa. “Existe um esforço muito grande por parte do poder público. Mas, é essencial que a comunidade também faça sua parte”, apela a chefe do Programa de Endemias de Itabuna.

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VITÓRIA DA CONQUISTA: CASOS DE DENGUE E CHIKUNGUNYA AUMENTAM E SECRETARIA DE SAÚDE ALERTA PARA CUIDADOS DOMÉSTICOS

O município de Vitória da Conquista registrou 27 novos casos de chikungunya e 13 de dengue no mês de fevereiro, de acordo com o boletim epidemiológico mensal das arboviroses do Centro de Controle de Endemias da Secretaria de Saúde (SMS). De 1º de janeiro até 28 de fevereiro foram feitas 465 notificações de casos suspeitos para as três doenças, com 33 casos confirmados de chikungunya e 21 de dengue. Não houve casos confirmados para zika nesse período.

De acordo com o coordenador de Endemias, Eliezer Almeida, foi observada uma tendência de crescimento do número de pessoas adoecidas por uma das três arboviroses – dengue, chikungunya e zika. “Existe um indicativo de aumento de casos nesse último boletim, não é algo alarmante, mas é um alerta para nós”, disse Eliezer. Segundo ele, ocorreram casos em alguns povoados, como o Choça, Itapirema e no distrito de Bate-Pé. “Estamos intensificando as ações de controle em todo o município. Contudo, precisamos também do apoio da população”, destacou o coordenador.

Os agentes de combate às endemias seguem trabalhando em ritmo intenso em todos os bairros e na zona rural para manter os índices de infestação controlados, identificar e tratar os focos do mosquito, além de mobilizar a população para não deixar de manter todos os cuidados para evitar os focos de água parada. Os cuidados domésticos são fundamentais no combate ao mosquito e na prevenção das doenças.

No atual contexto de pandemia, os sintomas de Covid-19 e adoecimento por arboviroses podem ser confundidos. E as chuvas e as altas temperaturas típicas do verão, são as condições ideais que o mosquito Aedes aegypti encontra para se reproduzir, por isso, a SMS recomenda à população que aumente os cuidados. Qualquer foco de água parada deve ser evitado em recipientes e as caixas d’águas devem ser devidamente vedadas.

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ITABUNA: LIRAA APONTA QUEDA DE 3,4% DO  ÍNDICE DE INFESTAÇÃO DA DENGUE

O Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), em Itabuna,  cujos resultados foram divulgados hoje, dia 15, pelo Departamento de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, aponta que a cidade apresentou um índice de infestação predial de 3,4%, condição considerada de médio risco pelo Ministério da Saúde. O levantamento de campo foi realizado entre os dias 21 e 26 de novembro.

A diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, Maristella Antunes, lembra que os últimos LIRAas realizados na cidade apontam uma queda significativa nos índices de infestação pelo mosquito Aedes Aegypti.

“Em setembro, o Índice de Infestação Predial (IIP) estava em 5,1%, em junho, 6,7% e em março 8,8%”, diz. Ela atribui a acentuada e gradativa queda ao intenso trabalho das equipes de Combate às Endemias. (mais…)

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PREFEITURA DE ITACARÉ REALIZA AÇÕES DE COMBATE À DENGUE NA RUA DA FEIRA

Com a proposta de combater a dengue e conscientizar os moradores para que se juntem nessa luta contra o Aedes Aegypti, mosquito transmissor da doença, a Prefeitura de Itacaré, através da Secretaria de Saúde, realizou nesta quinta-feira (21) uma força tarefa na Rua da Feira, no centro da cidade, orientando como se proteger e evitar a proliferação do inseto.

Durante a ação os agentes comunitários de endemias reforçaram as mensagens educativas, distribuíram panfletos, aplicaram produtos e colaram cartazes alertando sobre os devidos cuidados que a comunidade deve tomar para evitar a dengue.

O prefeito de Itacaré, Antônio de Anízio, destacou a importância de todos estarem juntos nessa luta para combater a dengue, daí a necessidade de realizar as campanhas educativas, visitas dos agentes de endemias aos bairros e distritos e a orientação à comunidade, principalmente nesse período do ano onde aumenta a proliferação do mosquito transmissor da doença. De acordo com o prefeito, novos mutirões, visitas e ações de combate à dengue serão realizadas durante todo o ano, como forma de garantir a proteção e a saúde de todos.

A Secretaria Municipal de Saúde pede a colaboração dos cidadãos e orienta que aproveitem esse período para observar o acúmulo de água parada em garrafas, vasos de plantas e pneus. Além disso, é preciso manter lixeiras tampadas e protegidas da chuva, assim como limpar os vasinhos de planta e vasilhas usadas para colocar água para animais, retirar água de plantas que acumulam água, limpar as calhas, manter caixas d’água e cisternas tampadas e descartar adequadamente objetos que acumulam água.

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AUMENTA PREOCUPAÇÃO COM DOENÇAS LIGADAS AO AEDES AEGYPTI NO VERÃO

Com a chegada do verão no Brasil e da chuva em diversas regiões, uma preocupação de saúde pública aumenta: o crescimento da circulação do mosquito Aedes aegypti e das doenças associadas a ele (chamadas de arboviroses urbanas), como dengue, zika e chikungunya.

Conforme o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde sobre o tema, lançado em dezembro, entre janeiro e novembro foram registrados 971.136 casos prováveis de dengue no Brasil, com 528 mortes. As maiores incidências se deram nas regiões Centro-Oeste (1.187,4 por 100 mil habitantes), Sul (931,3/100 mil) e Nordeste (258,6/100 mil).

No mesmo período, as autoridades de saúde notificaram 78.808 mil casos de chikungunya, com 25 óbitos e 19 casos em investigação. As maiores incidências ocorreram no Nordeste (99,4 por 100 mil habitantes) e Sudeste (22,7/100 mil). Já os casos de zika, até o início de novembro, totalizaram 7.006, com incidência mais forte no Nordeste (9/100 mil) e Centro-Oeste (3,6/100 mil).

Na avaliação do professor de epidemiologia da Universidade de Brasília Walter Ramalho, este é o momento de discutir o problema do Aedes aegypti e as medidas necessárias para impedir sua proliferação. O maior desafio é diminuir os focos de criação dele.

O Aedes está no Brasil há mais de 100 anos. Em alguns momentos, já chegou a ser erradicado. Mas nos últimos 30 anos o inseto vem permanecendo e, segundo o professor Ramalho, se adaptando muito bem ao cenário de urbanização do país e do uso crescente de materiais de plástico, que facilitam o acúmulo de água propício à reprodução do mosquito.

“Todos esses materiais, que podem durar muito tempo na natureza, podem ser criadouros do mosquito. A gente tem que olhar constantemente o domicílio, não somente na terra como nas calhas. Este é um momento do começo da chuva. Se não fizermos esse trabalho e se a densidade do mosquito for elevada, não temos o que fazer”, alerta o professor.

Ele lembra que não se trata apenas de um cuidado com a própria pessoa e sua casa, mas com o conjunto da localidade, uma vez que domicílios com foco de criação acabam trazendo risco para toda a vizinhança.

O professor da UnB acrescenta que o cuidado no combate aos focos não pode ser uma tarefa somente do Poder Público. Uma vez que qualquer residência, terreno ou imóvel pode concentrar focos, é muito difícil que as equipes responsáveis pela fiscalização deem conta de cobrir todo o território.

Ramalho destaca que as doenças cujos vírus são transmitidos pelo mosquito são graves. A dengue hemorrágica pode trazer consequências sérias para os pacientes.

“A zika causou microcefalia no Nordeste e em algumas cidades de outras regiões. E precisamos nos preocupar com a chikungunya. Ela causa sintomatologia de muitas dores articulares. Muitas pessoas passam dois, três anos sentindo muitas dores. Isso causa desconforto na vida durante todo esse período”, afirma.

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BAHIA EMITE ALERTA SOBRE AUMENTO DE 94% DOS CASOS DE DENGUE EM 2019

O número de casos de dengue, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, cresceu 94,1% em 2019, se comparado ao mesmo período de 2018, que registrou 204 casos. Este ano, do dia 1º ao dia 18, foram notificados 400 casos da doença, em 55 municípios. Por conta do risco de surtos e epidemias, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep), da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), divulgou um alerta para os municípios baianos, voltado para os profissionais de saúde.

As orientações, além de contemplar os casos de dengue, incluem as outras arboviroses (zika e chikungunya) também transmitidas pelo Aedes aegypti. Entre as recomendações da Divep voltadas para as equipes de saúde estão: alertar os profissionais para suspeição dos sinais e sintomas compatíveis com as arboviroses, bem como mobilizar equipes de saúde para medidas de prevenção e controle.

Além disso, o alerta ressalta a necessidade de fortalecer e alinhar comunicação entre as equipes de atenção à saúde, vigilância epidemiológica e controle vetorial; intensificar as ações de controle vetorial nas áreas com registro de casos suspeitos ou confirmados de arboviroses e/ou elevados Índices de Infestação Predial (IIP); monitorar semanalmente os casos, mapeando áreas de risco e adotar medidas de controle capazes de reduzir o número de casos

Também será intensificada a capacitação dos profissionais de saúde da rede pública a fim de aperfeiçoar o diagnóstico diferencial para zika em gestantes, priorizando as coletas de amostras nos cinco primeiros dias.

Combate ao mosquito

No fim de dezembro de 2018, a Sesab distribuiu 7,4 mil kits para serem utilizados pelos agentes de controle de endemias dos 417 municípios. Com investimento superior a R$ 2,6 milhões, cada kit é composto de 26 itens, como pesca larva, pipetas de vidro, tubos de ensaio, álcool, esponja, lanterna de led recarregável, bacia plástica, dentre outros materiais.

“Os agentes de controle de endemias têm um papel fundamental na eliminação de focos do Aedes aegypti, pois na visita aos imóveis, eles eliminam criadouros, orientam moradores e realizam mobilizações”, afirma o secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas.

O titular da Sesab ainda destaca que “construir uma estratégia agressiva de combate ao mosquito e controle dos agravos é fruto de um esforço conjunto do poder público, empresas e sociedade em geral, visto que mais de 80% dos focos estão dentro das casas”.

A distribuição desses kits se configura como um apoio essencial aos municípios, considerando que a maioria tem dificuldades para aquisição de bens e equipamentos, bem como escassez de recursos. “Os materiais e equipamentos adquiridos pela Sesab são todos padronizados pelo Ministério da Saúde”, acrescenta Vilas-Boas.

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