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BOPE CAPACITA POLICIAIS MILITARES PARA ATUAÇÃO EM SITUAÇÕES DE ALTO RISCO

O Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) da Polícia Militar da Bahia (PMBA) finalizou, nesta sexta-feira (25), o curso Instruções de Primeiras Respostas em Ocorrências Complexas, que, desde segunda-feira (21), capacitou 15 policiais militares de unidades operacionais do Estado. O treinamento capacita os profissionais para ação mais rápida e eficaz em situações com reféns, de ataques contra instituições financeiras e envolvendo explosivos.

“O objetivo é melhorar o desempenho desses profissionais para atuarem em ocorrências de alto risco, com material explosivo, com refém localizado e outras situações. Aqui, além dos conhecimentos teóricos ministrados em sala de aula, eles tiveram aulas práticas para desenvolverem os conteúdos que adquiriram. A ideia é que esses policiais levem o que aprenderam aqui para suas corporações, estabelecendo os parâmetros de como o policiamento deve atuar nesses momentos”, explicou o subcomandante do Bope, Fernando Cardoso.

O treinamento realizado pelo Batalhão faz parte de um trabalho de prevenção a crimes contra instituições financeiras, que é realizado através de estudos de caso, instruções e prática de elaboração de plano de defesa e aperfeiçoamento das ações integradas.

Elite

O BOPE é uma tropa especializada da polícia, treinada para o combate em diversas situações e para o resgate de reféns, e está presente em alguns estados brasileiros. Na Bahia, o BOPE é constituído de seis companhias, sendo quatro Companhias de Operações Especiais, que tem a função de operações de alto risco em áreas conflagradas na zona urbana, bem como combate a criminalidade na zona rural, uma companhia antiterror e uma companhia com atiradores de precisão, que atuam em ocorrências com crise.

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ESTADO ASSEGURA ASSISTÊNCIA NO HOSPITAL REGIONAL COSTA DO CACAU

O atendimento no Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC) será mantido em plena capacidade operacional durante a fase de transição de gestão. Quem garante é o secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, que esteve no hospital na tarde desta sexta-feira (11) e se reuniu com os representantes do corpo clínico. Mesmo estando em fase de transição para uma nova organização social que assumirá a gestão da unidade pelos próximos 60 meses, nenhum serviço no hospital será paralisado.

“Tivemos uma reunião muito boa com o corpo clínico do Hospital Costa do Cacau, asseguramos os pagamentos dos médicos e alinhamos a garantia dos atendimentos eletivos e não urgentes”, afirmou Fábio Vilas-Boas. De acordo com o Secretário, a conversa foi importante para liquidar quaisquer movimentos de paralisação dos profissionais.

Com um ano em funcionamento, completado no dia 15 de dezembro, o HRCC realizou mais de 180 mil procedimentos, dentre os quais 30 mil atendimentos e mais de 3.500 cirurgias em nove especialidades, destacando-se 1.422 em Ortopedia.

O hospital oferece atendimento à população em 13 especialidades: Clínica Médica Geral, Cardiologia, Saúde Mental, Neurologia, Ortopedia, Infectologia, Urologia, Nefrologia, Terapia Intensiva e Cirurgia Geral, Ortopédica, Neurológica e Vascular. O serviço de diálise implantado na Unidade de Terapia Intensiva reduziu a necessidade de transferências para outras unidades, atendendo exclusivamente os usuários em estado grave e que apresentam quadro de insuficiência renal.

A unidade de saúde é pioneira em serviços de Cardiologia ofertados pelo SUS, realizando procedimentos de colocação de marca-passo; cardiodesfibrilador implantável, além dos serviços de hemodinâmica, como cateterismo, angioplastia e arteriografia.

Localizado em Ilhéus, o HRCC também atende a outros 65 municípios da região sul da Bahia. O hospital, uma das maiores e mais modernas unidades de saúde da Rede Pública do Estado, conta com 225 leitos, 195 destinados a internação e cirúrgicos e outros 30 leitos exclusivos para Terapia Intensiva Adulto; ambulatório, centro cirúrgico, parque de bioimagem completo, com equipamentos de última geração, incluindo ressonância magnética e tomógrafo.

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AUGUSTO CASTRO COBRA VALORIZAÇÃO DA POLICIA CIVIL

Em repúdio ao valor pago pelo Governo do Estado aos policiais civis que trabalham no maior carnaval de rua do país, um manifesto foi assinado por integrantes da corporação se recusando à trabalhar no próximo ano no carnaval de Salvador. Segundo o documento que será encaminhado à Secretaria de Segurança Pública da Bahia, os valores não correspondem com as despesas mínimas de estada e deslocamento neste período. Atualmente, o valor pago para despesas de transporte, alimentação e hospedagem a um policial civil convocado para o carnaval é de 149 reais por dia e 222 por plantão noturno. Já o sindicato da categoria cobra diária de 207 e plantão de 563 reais. Conforme dados do sindicato, a cada 10 policiais civis que trabalham no carnaval de Salvador, 7 são do interior do estado.

O deputado Augusto Castro concorda com a manifestação e espera que o governo refaça o cálculo a ser pago a cada policial civil convocado. “Não podemos concordar com os valores hoje praticados pela Secretaria, pois não compensa nem mesmo as despesas mínimas necessárias à sua estada na capital”. O deputado diz que entrará em defesa da categoria e que espera a sensibilidade do Governo em rever esses valores, dando uma condição mais justa de trabalho à corporação. “Os riscos são altos e o trabalho da polícia é fundamental para que os foliões curtam a festa com mais tranquilidade e segurança”.

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