Laryssa Rocha
Faculdade de Ilhéus
Jequitibá
Pref itabuna
Ieprol
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Fake News

POLÍCIA FEDERAL CUMPRE MANDADOS POR DETERMINAÇÃO DO STF

A Polícia Federal cumpre, na manhã de hoje, diligências requeridas pela Procuradoria Geral da República e determinadas pelo Exm° Ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal.

As medidas tem o objetivo de instruir o Inquérito n.º 4.828/DF/STF que investiga a origem de recursos e a estrutura de financiamento de grupos suspeitos da prática de atos contra a Democracia.

No total são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Maranhão, Santa Catarina e no DF.

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RODRIGO MAIA “ADOROU” OPERAÇÃO CONTRA FAKE NEWS, APONTA COLUNA

Um dos principais alvos das milícias digitais que produzem e disseminam fake news, o Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), “adorou” a operação da Polícia Federal, realizada na última quarta-feira, 27, contra Bolsonaristas acusados de integrar o apelidado “Gabinete do Ódio”, revela a Coluna do Jornalista Lauro Jardim, em O Globo.

As ordens de busca e apreensão foram cumpridas no Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Paraná e Santa Catarina. A operação é parte de investigações abertas pelo STF, que analisam ameaças e difamação contra os ministros do Supremo e suas famílias.

De acordo com a Coluna, mesmo em êxtase com a operação, Maia avalia que o inquérito aberto pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal – STF, Alexandre de Moraes contém exageros.

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PF APONTA CARLOS BOLSONARO COMO ARTICULADOR DE FAKE NEWS

A Polícia Federal identificou o vereador carioca, Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, como um dos articuladores do esquema criminoso de fake news, segundo investigação sigilosa conduzida pelo Supremo Tribunal Federal – STF. Nos últimos meses, o presidente pediu informações sobre os trabalhos da polícia, em reuniões e por telefone, de Maurício Valeixo, demitido da diretoria-geral da PF na última sexta (23), informa o jornalista Leandro Colon.

Segundo a Folha apurou, Bolsonaro nunca recebeu dele dados sigilosos. Maurício Valeixo foi superintendente da PF no Paraná quando o então juiz Sergio Moro estava encarregado da Operação Lava Jato. Na sexta-feira (24), após Moro anunciar sua demissão do Ministério da Justiça, o ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito no Supremo, determinou que a PF mantenha os delegados que conduzem o caso. Para Carlos Bolsonaro, é “piada” falar em esquema criminoso de fake news.

Ainda de acordo com a publicação, dentro da Polícia Federal, não há dúvidas de que Bolsonaro quis exonerar o ex-diretor da PF Maurício Valeixo, homem de confiança do ex-ministro da Justiça Sergio Moro, porque tinha ciência de que a corporação havia chegado ao seu filho, chamado por ele de 02 e vereador do Rio de Janeiro pelo partido Republicanos.

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LEVANTAMENTO APONTA FAKES CONTRA MANDETTA EM GRUPOS DE WHATSAPP

Um Levantamento da DAPP-FGV (Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas) feito em 150 grupos públicos de WhatsApp, entre 22 de março e 5 de abril, mostrou mudança de tom nos comentários em relação ao Ministro da Saúde. A partir de sexta (3), ganharam força xingamentos, e passou a circular um dossiê falso com denúncias de uma suposta renovação de contrato no valor de R$ 1 bilhão.

De acordo com o levantamento, apresentado pela Coluna Painel, da Folha de São Paulo, nas mensagens negativas, Mandetta é colocado como peça de um plano do DEM para desestabilizar Bolsonaro. São citados como parte da estratégia membros do partido como o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, do Senado, Davi Alcolumbre, e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado.

Ainda de acordo com a publicação, o principal disseminador no Twitter da notícia falsa de que Mandetta teria encabeçado a renovação do contrato publicitário é o empresário bolsonarista Winston Ling. Ironicamente, ele vinha se queixando de receber mensagens de cunho racista após o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) fazer acusações falsas sobre o papel da China na pandemia do coronavírus.

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ILHÉUS: GERALDO MAGELA CRITICA DISSEMINAÇÃO DE FAKE NEWS SOBRE CORONAVÍRUS

Compartilhar notícias falsas pelas redes sociais podem prejudicar a batalha contra a doença causada pelo agente patogênico Coronavírus. Na primeira pandemia global da era da hiperconectividade, a informação se alastra com mais rapidez do que o vírus. Na coletiva de imprensa realizada esta semana, o secretário de Saúde de Ilhéus, Geraldo Magela, falou da preocupação dos órgãos de saúde sobre as “fake News”, as notícias falsas.

“Estamos numa pandemia e esse é um momento de seguir as orientações passadas pelos técnicos e especialistas da Secretaria Municipal de Saúde – Sesau e da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia, a Sesab, conforme o que foi recomendado pelo Ministério da Saúde aos municípios”. Magela ressaltou o papel da imprensa em assumir a responsabilidade de informar de maneira precisa e transparente sobre o assunto.

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“DISSEMINAÇÃO DE NOTÍCIAS FALSAS SOBRE CORONAVÍRUS TAMBÉM REPRESENTAM GRANDE PERIGO”, ALERTA RELATORA DA CPMI DAS FAKE NEWS

Em vídeo distribuído pela internet e postado em seus perfis nas redes sociais, nesta terça-feira (17), a deputada federal e relatora da CPMI das Fake News, Lídice da Mata (PSB-BA), fez um alerta e pediu que a população tenha cuidado com o compartilhamento de notícias falsas sobre a pandemia do coronavírus.

Segundo a parlamentar, este é um momento muito grave para a população brasileira. “É preciso evitar o compartilhamento de notícias falsas, uma vez que elas têm 70% mais chances de viralizar”, disse.

Para Lídice, é preciso que o País passe por este momento difícil com mais união. Ela também orientou os seus seguidores e apontou caminhos para a não disseminação de boatos e as chamadas Fake News. “Chequem as informações com os portais de notícias já consolidados, acessem os sites das agências de checagem, órgãos oficiais como as secretarias de Saúde e ministério”, finalizou.

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ANGELO CORONEL ANALISA CPI DAS FAKE NEWS E SUCESSÃO MUNICIPAL NO “BOM DIA BAHIA” DESTE SÁBADO

O Senador baiano Angelo Coronel será um dos entrevistados do “Bom Dia Bahia” deste sábado, 7. O parlamentar baiano, que é presidente da CPI das Fake News, conversará com os jornalistas Ederivaldo Benedito-Bené e Lane Fonseca, e fará um balanço dos trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito instalada em setembro último para investigar a propagação de notícias falsas.

Senador eleito pelo PSD, Angelo Coronel irá analisar o atual cenário político brasileiro e seus reflexos na Bahia, em especial o sul do Estado. Ele falará também sobre a sucessão estadual e a parceria do Governo da Bahia com as Prefeituras de Ilhéus e Itabuna, além de comentar as ações dos onze meses do governo Bolsonaro.

Apresentado aos sábados, das oito às dez da manhã, o programa retorna à Rádio Difusora de Itabuna AM-640. Além de Bené e Lane, a equipe do “Bom Dia Bahia” é formada por Fábio Luciano (reportagens), Walter Luiz (comentários esportivos) e pelo advogado Andirlei Nascimento, que orienta os ouvintes sobre questões de Direito.

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JOICE HASSELMANN VAI FAZER POWER POINT PARA DENUNCIAR MILÍCIAS DIGITAIS

A deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) está preparando um PowerPoint para detalhar o que diz serem as várias células de milícias digitais que atuam na internet para espalhar informações mentirosas ou distorcidas contra desafetos do presidente Jair Bolsonaro e do governo. Ela vai depor na quarta (20) na CPMI das fake news.

de acordo com a Coluna de Mônica Bérgamo, na Folha, cada célula será representada em um organograma com a foto de seu líder no centro —e, saindo dele, suas ramificações. A ilustração é inspirada no PowerPoint que Deltan Dallagnol fez para acusar Lula de chefe de uma organização criminosa em 2017. O vereador Carlos Bolsonaro (PSL-RJ) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filhos do presidente, devem aparecer na apresentação.

A coluna relata, ainda, que a deputada deve listar ainda funcionários de gabinetes que receberiam para alimentar as redes sociais com o que ela diz serem fake news.

Joice, que foi aliada de primeira hora de Bolsonaro e líder de seu governo no Congresso, vai pedir que a CPMI quebre o sigilo de mais de mil páginas que espalhariam notícias mentirosas ou manipuladas nas redes sociais.

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CPMI DAS FAKE NEWS TEM OITIVA COM DEPUTADO ALEXANDRE FROTA NESTA QUARTA-FEIRA

O delegado da Polícia Civil Alessandro Barreto e os representantes da Associação Brasileira de Estudos e Prevenção do Suicídio, Carlos Felipe Almeida D’Oliveira, e da Safernet, Thiago Tavares Nunes de Oliveira; serão ouvidos nesta terça-feira, 29, pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News.

De acordo com a Agência Câmara, a oitiva faz parte do ciclo de audiências iniciado no dia 22 de outubro para embasar os trabalhos do colegiado. A reunião está marcada para as 13h30, no plenário 19 da ala Alexandre Costa, no Senado Federal.

Nesta quarta-feira, 30, às 13 horas, a CPMI das Fake News tem agendada oitiva com o Deputado Alexandre Frota (PSDB-SP), no Plenário 2 da ala Nilo Coelho, no Senado.

O Parlamentar tem dito que não medirá esforços para tirar Bolsonaro da Presidência. Em suas redes sociais, ele afirma que tem trabalhado durante a madrugada com vasta documentação para entregar a CPMI das Fake News.

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STF LIBERA ACESSO A INFORMAÇÕES DO INQUÉRITO QUE APURA FAKE NEWS

Atendendo a pedido do procurador-geral da República, Augusto Aras, o Supremo Tribunal Federal (STF) liberou ao Ministério Público Federal (MPF), nesta segunda-feira (28), o acesso às informações constantes do Inquérito 4.781. A investigação foi aberta de ofício pelo presidente do STF, ministro Dias Toffoli, para apurar a responsabilidade sobre o que classificou como notícias falsas (fake news), denúncias caluniosas, ameaças e infrações que atingem a honorabilidade e a segurança da Suprema Corte.

O pedido do PGR foi feito na última sexta-feira (25), em manifestação em uma Arguição de Descumprimento de Direito Fundamental (ADPF), proposta pela Rede Sustentabilidade. Em outras duas manifestações sobre o caso, Augusto Aras havia defendido a atuação do MPF no inquérito.

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CPMI DEBATE IMPACTO DAS FAKE NEWS NA SOCIEDADE E DEMOCRACIA

A CPMI que investiga as Fake News realizou, nesta terça-feira (22), a primeira audiência com especialistas para discussão do fenômeno no Brasil. Além dos parlamentares que compõem a comissão, participaram o professor da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia, Wilson Gomes, o general de Divisão do Comando de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército e comandante da Defesa Cibernética, Guido Naves, o coordenador de pós-graduação em Direito Digital do IEP-MP/RJ, Walter Capanema e o presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Daniel Bramatti.

Na avaliação da relatora da CPMI, deputada federal Lídice da Mata (PSB-BA), a primeira audiência de escuta de especialistas foi muito importante porque buscou encontrar pontos de definição assemelhada entre os especialistas sobre o que é o fenômeno das Fake News. “Eu destaco inclusive a participação do professor da Universidade Federal da Bahia, Wilson Gomes, que demonstrou com clareza que há um projeto real organizado de produção de notícias falsas no País”, pontuou.

Segundo o doutor em Filosofia e professor da faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Wilson Gomes, há uma indústria de fake news que está resultando na falta de credibilidade de diversos atores sociais, não só políticos, como cientistas, pesquisadores, intelectuais. Além das instituições, como o Supremo Tribunal Federal. “Essa indústria de notícias falsas precisa ser descoberta para ser combatida”, afirmou.

Para a parlamentar baiana, nesta quarta-feira haverá um processo mais tensionado porque é uma sessão de votação dos novos requerimentos. “A partir de agora está consolidada a ideia de que existe uma comissão de investigação. A CPMI já tem requerimentos aprovados suficientes para criar a investigação para identificação de quem ataca a democracia e as instituições democráticas”, disse.

Nas eleições de 2018, a disseminação de notícias falsas por meio da internet tomou conta do debate político e pode ter influenciado no resultado das eleições. Para a socialista, este fenômeno tem atingido o mundo todo e é perigoso para a democracia. A parlamentar questionou os expositores se a disseminação de notícias falsas está ligada à falta de credibilidade dos meios de comunicação e se as pessoas acreditam nas agências que checam notícias para desmentir as fake news.

Ao general de Divisão do Comando de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército e comandante da Defesa Cibernética, Guido Naves, a Lídice perguntou sobre notícias veiculadas na última semana de que existe uma força tarefa do Governo que elabora fake news, até mesmo contra membros do Governo, com o intuito de afastá-los. “Como o departamento de Defesa Cibernética impede esse tipo de ocorrência?”

Liberdade de expressão 

Em relação à regulação para coibir este fenômeno, Lídice chamou a atenção para o cuidado de não interferir na liberdade de expressão. “A França avançou nesta temática com a previsão de corresponsabilidade das redes sociais que permitem a veiculação de notícias falsas. Dividiram a penalidade até mesmo do ponto de vista pecuniário para empresas que se colocaram à disposição dessa prática”, informou.

Para combater a prática de fake news, o coordenador de pós-graduação em Direito Digital do IEP-MP/RJ, Walter Capanema, sugeriu que a internet seja incluída em artigo do Código Eleitoral que prevê pena para vinculação de notícia falsa em programa eleitoral de TV, rádio ou imprensa. “Deve prever também medias coercitivas mais duras e cooperação de empresas de internet. Para a produção de fake news, não é necessário muito conhecimento tecnológico, basta pegar uma notícia verdadeira e transformá-la”, disse. Capanema afirmou que este fenômeno é antigo e causa situações perigosas.

O presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Daniel Bramatti, reforçou o cuidado necessário com a regulação. De acordo com ele, ditadores em todo o mundo tem usado a lei de criminalização para prender pessoas. Bramatti, que também é editor do Estadão Verifica, complementou que as agências de checagem que trabalham com transparência têm tido resposta positiva.

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FILHOS DE BOLSONARO TÊM REDE DE FAKE NEWS COM 1.500 PERFIS, DENUNCIA JOICE

Carlos, Eduardo e Flávio Bolsonaro são líderes de uma rede especializada em campanhas de difamação e notícias falsas usando aplicativos de mensagens, aponta a Coluna Poder, da Folha de São Paulo. A denúncia é da deputada federal Joice Hasselmann (PSL), que sempre trocou ataques com os filhos do presidente e recentemente se tornou alvo preferencial do clã.

Segundo a deputada, que conversou com o UOL antes de gravar o programa “Roda Viva”, da TV Cultura, os filhos do presidente mantêm funcionários que criam perfis falsos em redes sociais, como Instagram, WhatsApp e Twitter.

A atuação dos filhos de Jair Bolsonaro (PSL) se daria, de acordo com Joice, por meio de ao menos 1.500 perfis falsos, que alimentam uma rede propulsora de informações, a chamada “milícia digital”, nas palavras da parlamentar. “Não é só fake news, mas também campanhas de difamação”.

Segundo a publicação, Joice afirmou que fará denúncia ao Ministério Público e apresentará queixa na Comissão de Ética da Câmara dos Deputados. “Não vou ficar apanhando e ficar quieta.”

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PETISTAS VÃO CONVIDAR JOICE PARA DEPOR NA CPI DAS FAKE NEWS

Um grupo de parlamentares do PT vai convidar a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) para prestar esclarecimentos à CPI mista das fake news, aponta a Jornalista Mônica Bérgamo, da Folha de São Paulo.

O convite é devido a uma postagem em uma rede social na qual ela diz não temer a “milícia digital” pró-Bolsonaro. “Não estou preocupada. Tenho coisas mais importante para resolver”, disse Joice à coluna.

Na última sexta-feira,18, ela postou que “não tenho medo da milícia, nem de robôs!”. “Eu sei quem vocês são e o que fizeram no verão passado”, disse. (Relembre). A mensagem exibe uma montagem com o rosto de Joice em uma nota de R$ 3.

A imagem foi postada pelo Deputado Federal, Eduardo Bolsonaro, em retaliação à fala de Joice que disse que ele “não consegue nada sozinho”. Na quinta-feira, 17, ela foi destituída da liderança do governo no Congresso.

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EM EVENTO NOS EUA, HADDAD CRITICA SUBMISSÃO DE BOLSONARO A TRUMP

O ex-prefeito de São Paulo e candidato do PT nas eleições presidenciais deste ano Fernando Haddad criticou a submissão do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) às ideias do líder americano Donald Trump. Durante o evento “Brazil Talk: O Brasil após as Eleições“, na Universidade de Columbia-EUA, ele classificou o direcionamento da política externa como “cego e sem mediação”.

“Esse movimento do Brasil em direção aos Estados Unidos, de um acoplamento quase que sem mediação, cego – esse movimento ‘vamos fazer tudo o que os EUA quiserem, os Estados Unidos de Trump’ –, vai moldando uma nova ordem, vai comprometer conquistas que são caras do que a gente chama de Ocidente”, disse ele, durante a palestra.

Haddad também falou sobre a utilização das redes sociais, em diversos países, como plataforma de disseminação de mentiras que interferem no pleito eleitoral. Segundo ele, o PT não estava preparado para os ataques na última semana do primeiro turno, quando foram disparadas diversas notícias falsas em massa, via WhatsApp, contra o petista, alavancando sua taxa de rejeição em 20%.

“Aquilo definiu a eleição. A gente não tinha como reparar por completo aquele prejuízo”, afirma ele, que critica a falta de investigação contra o aplicativo de troca de mensagens. “Brasil, Estados Unidos, Reino Unido e Itália vivem no mesmo fenômeno de operação de rede. As ações do Facebook caíram e no WhatsApp, que possui um sistema de pessoa para pessoa, não há como rastrear, ou seja, podem fazer milhões de disparos com notícias falsas, mas sem identificar quem enviou”, finaliza.

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MARINA SILVA QUER QUE AS FAKE NEWS SEJAM INVESTIGADAS COM TODO O RIGOR

A candidata a Presidência da República, Marina Silva (REDE), disse neste domingo, 26, que anda muito preocupada com a velocidade com que chamadas Fake News estão sendo divulgadas. Por meio de redes sociais, a ex-senadora assumiu novamente o compromisso de fazer uma campanha ética, sem fazer uso da violência ou mentiras contra os adversários. A forma como se ganha determina a forma como se governa. “Não vale tudo para ganhar uma eleição!”.

A ex-ministra do Meio Ambiente disse, também que não vai utilizar robôs e nem tentativas de manipular o debate público. “É bom para a democracia que as possíveis máquinas de fake news e manipulação do debate político venham à tona e sejam investigadas com todo o rigor.”, finalizou.

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