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Flávio Bolsonaro

FLÁVIO BOLSONARO DIZ QUE CPI DA COVID É ABUSIVA, AUTORITÁRIA E INTOLERANTE

O senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, criticou, nesta quinta-feira (8), que a detenção do ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias.

“Uma prisão com DNA dessa CPI, ilegal, arbitrária, autoritária, intolerante. Uma prisão cheia de nulidades”, declarou a jornalistas.

O senador destacou que o ato da prisão ocorreu durante a Ordem do Dia do Senado, que votava indicações de autoridades. Segundo ele, o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), estava na sessão do Senado, quando soube de um áudio e voltou para dar voz de prisão.

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“VAGABUNDO É VOCÊ QUE ROUBOU DINHEIRO DO PESSOAL DO SEU GABINETE”, DIZ RENAN CALHEIROS AO SENADOR FLÁVIO BOLSONARO AO SER INSULTADO NA CPI DA PANDEMIA

O clima pegou fogo nesta quarta-feira (12) na CPI da Pandemia no Senado Federal. Ontem, os senadores ouviram o ex-secretário de comunicação Fabio Wajngarten no intuito de compreender os fatos que trouxeram todo esse caos no país. Mais cedo, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) havia informado que, caso o ex-secretário mentisse, ele pediria a prisão do mesmo, já que alguns relatos não condiziam com de depoimentos que antecederam o dele.

Com isso, o senador e filho do presidente Jair Bolsonaro, o Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) chamou Renan de vagabundo, após reagir as pressões dos senadores contra Wajngarten. “Imagina a situação, um cidadão honesto ser preso por um vagabundo com Renan Calheiros”, disse Flávio.

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FLÁVIO BOLSONARO FAZ CRÍTICAS PELA PRIMEIRA VEZ À OPERAÇÃO LAVA JATO

O senador e filho do presidente da República, Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) em uma entrevista ao jornal “O Globo”, fez críticas pela primeira vez à operação Lava-jato, coordenada pela Polícia Federal.

Na entrevista, Flávio disse também que ‘porventura’ tenha pedido a Fabrício Queiroz, na época seu assessor enquanto deputado estadual, que pagasse algumas contas pessoais com dinheiro do próprio parlamentar.

Flávio disse também que algumas pessoas ligadas a Lava-jato tenha interesses políticos e financeiros por trás das investigações. “Embora não ache que a Lava-Jato seja esse corpo homogêneo, considero que pontualmente algumas pessoas ali têm interesse político ou financeiro”, disse Flávio.

O senador é alvo de investigação de esquema de “rachadinha” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alesp), no qual funcionários eram obrigados a devolver parte do salário ao gabinete do parlamentar no período em que ele foi deputado estadual. Com informações do G1.

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FLÁVIO DIZ QUE PRISÃO DE QUEIRÓZ FOI PARA ATACAR BOLSONARO

O Senador, Flávio Bolsonaro disse que encara com tranquilidade a prisão do seu ex-assessor e motorista na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro – Alerj, Fabrício Queiróz, nesta quinta-feira, 18, pelo esquema de rachadinhas. Queiróz é investigado por movimentar cerca de R$ 1,2 milhão em sua conta de forma atípica.

Pelas redes sociais Flávio afirma que a verdade prevalecerá e acusa que o mandado de prisão do ex-assessor é mais uma peça foi movimentada no tabuleiro para atacar Bolsonaro. “Em 16 anos como deputado no Rio nunca houve uma vírgula contra mim.Bastou o Presidente Bolsonaro se eleger para mudar tudo! O jogo é bruto!”, disse.

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FILHOS DE BOLSONARO TÊM REDE DE FAKE NEWS COM 1.500 PERFIS, DENUNCIA JOICE

Carlos, Eduardo e Flávio Bolsonaro são líderes de uma rede especializada em campanhas de difamação e notícias falsas usando aplicativos de mensagens, aponta a Coluna Poder, da Folha de São Paulo. A denúncia é da deputada federal Joice Hasselmann (PSL), que sempre trocou ataques com os filhos do presidente e recentemente se tornou alvo preferencial do clã.

Segundo a deputada, que conversou com o UOL antes de gravar o programa “Roda Viva”, da TV Cultura, os filhos do presidente mantêm funcionários que criam perfis falsos em redes sociais, como Instagram, WhatsApp e Twitter.

A atuação dos filhos de Jair Bolsonaro (PSL) se daria, de acordo com Joice, por meio de ao menos 1.500 perfis falsos, que alimentam uma rede propulsora de informações, a chamada “milícia digital”, nas palavras da parlamentar. “Não é só fake news, mas também campanhas de difamação”.

Segundo a publicação, Joice afirmou que fará denúncia ao Ministério Público e apresentará queixa na Comissão de Ética da Câmara dos Deputados. “Não vou ficar apanhando e ficar quieta.” Leia mais...

ASSIDUIDADE DE FLÁVIO BOLSONARO NO TWITTER DIMINUIIU APÓS EPISÓDIO QUEIRÓZ

A assiduidade do Senador eleito, Flávio Bolsonaro (PSL), no Twitter diminuiu depois que o caso de Fabrício Queiroz veio à tona, em 6 de dezembro do ano passado. A chamada “comunicação direta” com o eleitor sempre foi alardeada como um grande diferencial do clã.

De acordo com a Coluna Painel da Folha, nos 35 dias que antecederam a revelação do relatório do Coaf sobre as movimentações atípicas de seu ex-assessor, o senador eleito fez cerca de 60 publicações na rede social e só não falou aos seus seguidores em 9 dias. Quando o caso foi revelado, Flavio fez um post para se explicar. Nos 35 dias que sucederam a descoberta de Queiroz, postou 13 publicações e passou ao todo 26 dias em silêncio.

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MOURÃO DIZ QUE NÃO VAI COMENTAR PEDIDO DE FLÁVIO BOLSONARO AO STF

O vice-presidente, Hamilton Mourão, disse ao blog da jornalista Andreia Sadi, nesta sexta-feira (18), que não vai comentar o pedido de Flávio Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender investigação que apura movimentações financeiras de Fabricio Queiroz, ex-assessor do senador eleito, consideradas “atípicas” pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

O pedido de Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, foi acolhido nesta quinta-feira (17), temporariamente, pelo ministro Luiz Fux. Segundo o blog, o ministro está plantão devido ao recesso do Judiciário. O relator do caso é o ministro Marco Aurélio Mello. Flávio não é investigado no caso, mas como ele passou a ter foro privilegiado ao ser diplomado como senador o ministro entendeu que caberá ao relator no STF decidir sobre a continuidade da investigação.

“Não vou me meter, não vou comentar: vou aguardar esclarecer”, afirmou o vice, questionado pela reportagem sobre sua opinião do caso. Mourão assumirá a interinidade da presidência da República na semana que vem, assim que o presidente Jair Bolsonaro viajar para Davos, na Suíça. Bolsonaro e Mourão se encontram nesta sexta para reunião antes da viagem. Sobre o que esperar de sua primeira interinidade, Mourão: “tudo normal, que mantenha as ordens em vigor”.

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