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Glaucoma

CAMAMU: SAÚDE PROMOVEU TRIAGEM DE GLAUCOMA E CATARATA

O glaucoma é uma doença perigosa porque é lenta e gradual, assintomática. Muitas vezes só se descobre em fase final já com o estágio de cegueira. As pessoas com diagnóstico de glaucoma devem fazer o tratamento de prevenção.

Em atenção a esse público, a Prefeitura de Camamu, através da Secretaria Municipal da Saúde, em parceria com o Ministério da Saúde, realizou nesta terça-feira (26), uma triagem para pacientes com diagnóstico de glaucoma, principalmente aqueles com histórico de diabetes, miopia avançada ou com lesões oculares. Cerca de 300 pessoas foram atendidas.

Estes pacientes sendo detectados com a doença passarão por todos os exames necessários e usarão colírio durante 90 dias.

Pacientes com possíveis casos de Catarata, também passaram por exames a fim de se verificar casos de Catarata operável. Os pacientes que tiverem diagnóstico positivo passarão por cirurgia no próximo mês em Valença.

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ILHÉUS: ATENDIMENTO A PACIENTES COM GLAUCOMA SERÁ FEITO NAS UNIDADES DE SAÚDE

A Central de Regulação da Secretaria de Saúde (Sesau) reuniu-se com dirigentes do Hospital de Olhos de Ilhéus, no início desta semana, com o objetivo de dinamizar e facilitar o atendimento dos pacientes que fazem parte do programa do Ministério da Saúde para o Tratamento do Glaucoma. No encontro, decidiram que o acompanhamento médico e recebimento do colírio aos pacientes residentes no município serão realizados nas unidades de saúde.

Segundo o diretor da Central de Regulação, Fábio Mantena, estes pacientes devem se encaminhar ao posto de saúde mais próximo de sua residência, a partir da próxima segunda-feira (27), para agendar o atendimento no hospital. Já os pacientes das oito cidades pactuadas devem ir até a Secretaria de Saúde da sua cidade para o agendamento.

Os atendimentos começarão em setembro. “É necessário frisar que, a princípio, serão disponibilizadas 400 vagas mensais e para este agendamento”, enfatiza Mantena. Para ter acesso ao atendimento, o paciente precisa apresentar sua carteira do programa de Tratamento do Glaucoma.

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PF DEFLAGRA OPERAÇÃO LANZAROTE NO SUDOESTE DA BAHIA E SERGIPE

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (27) a Operação Lanzarote, que visa à repressão de fraudes relacionadas com a gestão do Projeto Glaucoma em diversos municípios da microrregião de Guanambi, no sudoeste baiano. Estão sendo cumpridos cinco mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, nas cidades de Guanambi e Brumado, na Bahia, e em Aracaju e Itabaiana, em Sergipe.

O Projeto Glaucoma é um programa instituído pelo Governo Federal e que consiste no cadastramento e contratação de instituições de saúde para o tratamento oftalmológico de pacientes com glaucoma, com o atendimento clínico e o fornecimento contínuo de medicação (colírios). Tal projeto é financiado pelo FAEC – Fundo de Ações Estratégicas e Compensação, do Ministério da Saúde.

As investigações constataram que a clínica responsável pela implementação do Projeto Glaucoma em Guanambi realizava mutirões de grandes dimensões em diferentes locais improvisados e, com isso, recebia repasses do Ministério da Saúde em quantidade superior à sua capacidade física instalada para atendimentos.

Verificou-se ainda que o sócio-administrador da clínica também exigia de seus subordinados (médicos, enfermeiras e técnicos) que multiplicassem a quantidade de pacientes atendidos no Projeto e que fossem ministrados aos pacientes os colírios da linha 3, em lugar dos colírios das linhas 1 e 2, que são mais baratos.

De acordo com a regulamentação do Projeto Glaucoma, o SUS realiza o pagamento (repasse) à clínica gestora do projeto do valor dos colírios, sendo que os da linha 3 (prostaglandinas) custam cerca de seis vezes mais que os da linha 1 e 70% a mais que os da linha 2. Além disso, em virtude dos atendimentos em regime de mutirão, verificou-se a ocorrência de inúmeros casos de falsos diagnósticos de glaucoma, inclusive com a prescrição e utilização de colírios para pacientes sem necessidade por períodos de até dois anos.

Segundo informações do Ministério da Saúde, no período de 2013 até maio de 2017, a clínica investigada recebeu a quantia de mais de R$ 9 milhões referentes a atendimentos de pacientes em 31 municípios baianos, a maioria da microrregião de Guanambi.

Os responsáveis pelas condutas delitivas investigadas responderão pelos crimes de lesão corporal, peculato, além de crime contra saúde pública, todos previstos no Código Penal.

O nome da operação é uma referência à ilha onde viveu o famoso escritor português JOSÉ DE SOUSA SARAMAGO, autor do premiado livro Ensaio sobre a Cegueira.

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