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Jair Bolsonaro

EMPRESÁRIO TENTA RECUPERAR CELULAR DE GUSTAVO BEBIANNO

De O Antagonista

Em entrevista à GloboNews, o empresário Paulo Marinho disse que tenta recuperar um celular de Gustavo Bebianno com conversas da época da campanha presidencial de Jair Bolsonaro, em 2018. Segundo Marinho, o aparelho está nos Estados Unidos.

“Esse celular tem registros de conversas dele durante um ano e meio de convívio da campanha, entre ele e todas as pessoas que participaram da campanha”, disse.

“Eu não posso te dizer o que tem, até porque eu não tenho conhecimento, mas eu quero resgatar esse telefone, até para saber o que tem ali.”

Na semana passada, Marinho afirmou que um delegado da PF teria se encontrado com interlocutores do então deputado estadual Flávio Bolsonaro para informar que a operação Furna da Onça seria atrasada, a fim de não prejudicar a campanha da família Bolsonaro.

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STF DETERMINA PRAZO DE CINCO DIAS PARA INTIMAÇÃO DE SERGIO MORO EM INQUÉRITO SOBRE ACUSAÇÕES A BOLSONARO

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do Inquérito (INQ) 4831, determinou a intimação do ex-ministro Sérgio Moro, para que seja ouvido pela Polícia Federal com relação ao pronunciamento ocorrido no dia 24 deste mês, quando anunciou sua saída do governo e fez acusações ao presidente da República, Jair Bolsonaro. O pedido de inquérito foi apresentado pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, para apurar eventual prática de ilícitos como falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação, obstrução de Justiça e corrupção passiva pelo presidente.

O trâmite do inquérito foi autorizado pelo ministro na última segunda-feira (27), quando definiu o prazo de 60 dias para as diligências iniciais. Nesta quinta-feira, parlamentares pediram ao relator a intimação imediata do ex-ministro.

Ao analisar o pedido, o ministro Celso de Mello considerou as razões de urgência apresentadas pelos parlamentares, tendo em vista a crise política que, segundo os congressistas, resulta em prejuízos para o combate às concomitantes crises na saúde e na economia. Assim, o relator determinou a intimação de Moro pela Polícia Federal, no prazo de cinco dias, para “manifestação detalhada sobre os termos do pronunciamento, com a exibição de documentação idônea que eventualmente possua acerca dos eventos em questão”.

Quanto a outros pedidos apresentados pelos parlamentares, como a manutenção de todos os delegados federais atualmente lotados no setor responsável pelas investigações do inquérito, o ministro esclareceu que primeiramente deve se manifestar o Ministério Público, titular na ação penal. “Não se pode desconhecer, neste ponto, que o monopólio da titularidade da ação penal pública pertence ao Ministério Público, que age, nessa condição, com exclusividade, em nome do Estado”, conforme previsão constitucional.

Leia a íntegra da decisão.

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PF APONTA CARLOS BOLSONARO COMO ARTICULADOR DE FAKE NEWS

A Polícia Federal identificou o vereador carioca, Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, como um dos articuladores do esquema criminoso de fake news, segundo investigação sigilosa conduzida pelo Supremo Tribunal Federal – STF. Nos últimos meses, o presidente pediu informações sobre os trabalhos da polícia, em reuniões e por telefone, de Maurício Valeixo, demitido da diretoria-geral da PF na última sexta (23), informa o jornalista Leandro Colon.

Segundo a Folha apurou, Bolsonaro nunca recebeu dele dados sigilosos. Maurício Valeixo foi superintendente da PF no Paraná quando o então juiz Sergio Moro estava encarregado da Operação Lava Jato. Na sexta-feira (24), após Moro anunciar sua demissão do Ministério da Justiça, o ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito no Supremo, determinou que a PF mantenha os delegados que conduzem o caso. Para Carlos Bolsonaro, é “piada” falar em esquema criminoso de fake news.

Ainda de acordo com a publicação, dentro da Polícia Federal, não há dúvidas de que Bolsonaro quis exonerar o ex-diretor da PF Maurício Valeixo, homem de confiança do ex-ministro da Justiça Sergio Moro, porque tinha ciência de que a corporação havia chegado ao seu filho, chamado por ele de 02 e vereador do Rio de Janeiro pelo partido Republicanos.

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BOLSONARO É DENUNCIADO NOVAMENTE AO TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL

O presidente Jair Bolsonaro é alvo de mais uma denúncia no Tribunal Penal Internacional (TPI) por genocídio e crimes contra a humanidade. De acordo com a Jornalista Mônica Bérgamo, a nova ação foi protocolada por José Manoel Pereira Gonçalves, coordenador do grupo Engenheiros pela Democracia. Ele alega que Bolsonaro negligencia precauções contra o novo coronavírus, como o isolamento social.

Ainda segundo a jornalista, no começo de abril, a Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) também denunciou o presidente ao TPI por “atitudes irresponsáveis” em meio à pandemia da Covid-19.

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MANDETTA JÁ AVISOU A EQUIPE QUE SERÁ DEMITIDO, DIZ COLUNA

A bombástica entrevista concedida pelo Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ao Fantástico, ainda repercute negativamente no núcleo duro do Governo, inclusive no núcleo militar, que avaliou a fala do Ministro como uma provocação desnecessária.

Segunda a Coluna Painel, da Folha, Mandetta já avisou sua equipe na noite desta terça-feira, 14, que o Presidente Jair Bolsonaro já procura um nome para o seu lugar e que deve ser demitido ainda nesta semana. Ele conversou com integrantes da pasta em clima de despedida após a entrevista coletiva da qual participou no Palácio do Planalto.

Ainda segundo a publicação, alguns membros da equipe sugeriram que ele pedisse demissão imediatamente, mas a ideia foi rejeitada pelo ministro, que combinou de esperar a escolha do substituto e de ficar até a exoneração de fato ocorrer.

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LEVANTAMENTO APONTA FAKES CONTRA MANDETTA EM GRUPOS DE WHATSAPP

Um Levantamento da DAPP-FGV (Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas) feito em 150 grupos públicos de WhatsApp, entre 22 de março e 5 de abril, mostrou mudança de tom nos comentários em relação ao Ministro da Saúde. A partir de sexta (3), ganharam força xingamentos, e passou a circular um dossiê falso com denúncias de uma suposta renovação de contrato no valor de R$ 1 bilhão.

De acordo com o levantamento, apresentado pela Coluna Painel, da Folha de São Paulo, nas mensagens negativas, Mandetta é colocado como peça de um plano do DEM para desestabilizar Bolsonaro. São citados como parte da estratégia membros do partido como o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, do Senado, Davi Alcolumbre, e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado.

Ainda de acordo com a publicação, o principal disseminador no Twitter da notícia falsa de que Mandetta teria encabeçado a renovação do contrato publicitário é o empresário bolsonarista Winston Ling. Ironicamente, ele vinha se queixando de receber mensagens de cunho racista após o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) fazer acusações falsas sobre o papel da China na pandemia do coronavírus.

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BOLSONARO CRITICA MANDETTA E DIZ QUE MINISTRO EXTRAPOLOU

Com 299 mortes pelo novo coronavírus confirmadas no país, Jair Bolsonaro fez críticas a Luiz Henrique Mandetta em entrevista a Rádio Jovem Pan, no início da noite desta quinta-feira, 2. Para o presidente, ‘está faltando humildade’ ao ministro da Saúde. ‘O Mandetta quer fazer muito a vontade dele. Pode ser que ele esteja certo. Pode ser. Mas está faltando um pouco mais de humildade para ele, para conduzir o Brasil neste momento difícil’, declarou.

Segundo Bolsonaro, o ministro ‘extrapolou’ no enfrentamento da pandemia e teria, em alguns momentos, que ‘ouvir mais o presidente da República’. À Folha o ministro afirmou que não comentaria nem rebateria as afirmações do chefe. ‘Quem tem mandato popular fala, e quem não tem, como eu, trabalha’, declarou. Na mesma entrevista, Bolsonaro admitiu falta de apoio popular para determinar agora a reabertura do comércio. Com Informações da Folha de São Paulo.

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EM MEIO A PRONUNCIAMENTO NA TV, BOLSONARO É ALVO DO 15º PENELAÇO CONSECUTIVO

Isolado por boa parte do seu governo, o Presidente da República, Jair Bolsonaro, foi alvo de panelaço pelo 15º dia consecutivo durante um novo pronunciamento de rádio e TV, esse já com um tom mais moderado, e propondo um pacto entre o judiciário, congresso e os governadores, com quem vinha em constantes trocas de farpas.

Bolsonaro, desde o início da pandemia do Coronavírus, tem minimizado os riscos da covid-19, referindo-se a doença, que já matou mais de 200 pessoas no Brasil, como “gripezinha” e resfriadinho” e adotando um discurso contrário a quarentena, defendida pelos principais órgãos de saúde do mundo.

O panelaço foi registrado, segundo os principais jornais do país, em janelas de apartamentos de diversas cidades. Na capital paulista,  por exemplo, o movimento já era registrado desde antes do início do pronunciamento em cadeia nacional.

Em Itabuna, as manifestações foram ouvidas em vários bairros da cidade, como Fátima, São Caetano, Mangabinha e Pontalzinho. Veja o vídeo.

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EM APOIO A MANDETTA, MORO E GUEDES SE OPÕEM A BOLSONARO

Os ministros da Justiça, Sergio Moro e da Economia, Paulo Guedes, uniram-se nos bastidores no apoio ao colega da Saúde, Luiz Henrique Mandetta e na defesa da manutenção das medidas de distanciamento social e isolamento da população no combate à pandemia do coronavírus.

De acordo com a Folha de São Paulo, o trio formou uma espécie de bloco antagônico, com o apoio de setores militares, criando um movimento oposto ao comportamento do presidente Jair Bolsonaro, contrário ao confinamento das pessoas, incluindo o fechamento do comércio.

Com isso, afirma a publicação, o isolamento político do chefe da República aumenta diante do apoio que Mandetta já tem da cúpula do Legislativo e do Judiciário — nesta segunda-feira (30), o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, destacou a necessidade do isolamento social.

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LÍDERES DE ESQUERDA SE UNEM E LANÇAM CARTA EXIGINDO A RENÚNCIA DE BOLSONARO

Líderes de esquerda de diversos partidos lançaram nesta segunda-feira, 30, uma carta supra-partidária unificada exigindo a renúncia do Presidente Jair Bolsonaro e apresentando medidas emergenciais para o Brasil.

O documento foi assinado por Carlos Siqueira (PSB), Carlos Lupi (PDT), Ciro Gomes (PDT), Edmilson Costa (PCB), Fernando Haddad (PT), Flávio Dino (PCdoB), Guilherme Boulos (PSOL), Gleisi Hoffmann (PT), Juliano Medeiros (PSOL), Luciana Santos (PCdoB), Manuela D’Avila (PCdoB), Roberto Requião (MDB), Sonia Guajajara, Tarso Genro e o líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (REDE).

Nesta segunda-feira, o Jornal The Guardian repercutiu a exigência de renúncia de Bolsonaro feita em unidade pela esquerda brasileira. (Veja Aqui).

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BOLSONARO IGNORA MINISTRO DA SAÚDE E VISITA COMÉRCIO EM BRASÍLIA

O presidente Jair Bolsonaro fez um giro neste domingo, 29, pelo comércio de Brasília, ignorando o Ministro da Saúde, Henrique Mandetta, que defendeu, um dia antes, o isolamento social como forma de evitar a propagação do Coronavírus. A ação foi justificada como “uma forma de ouvir o povo.”.

A atitude do Presidente terminou por gerar uma aglomeração de pessoas, querendo tirar fotos e conversar com ele, que aproveitou para conclamar as pessoas a voltar para as ruas para trabalhar. “Estou com vontade de fazer um decreto para liberar todas as atividades.”.

“Vamos enfrentar como homem, pô, não como moleque. Vamos enfrentar o vírus com a realidade, todos nós vamos morrer um dia.”, finalizou.

Veja o vídeo:

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GOVERNO LIBERA R$40 BILHÕES PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS PAGAREM SALÁRIOS

O governo Jair Bolsonaro anunciou nesta sexta-feira, 27, que vai abrir uma linha de crédito emergencial para pequenas e médias empresas financiarem a folha de salários. O programa demandará R$ 40 bilhões e será custeado em maior parte pelo Tesouro Nacional, informa a Folha.

Segundo o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, o pacote será destinado exclusivamente a negócios que faturam entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões por ano. Deve contemplar 12 milhões de pessoas e 1,4 milhão de firmas.

A decisão de fazer o anúncio ontem, mesmo sem a iniciativa estar pronta para ser enviada ao Congresso, foi política. O Executivo tenta conter críticas crescentes sobre o ritmo lento de medidas econômicas contra a crise do coronavírus.

De acordo com a publicação, o projeto vai financiar até dois salários mínimos por empregado, e estes não poderão ser demitidos por dois meses.

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CORONAVÍRUS: É CADA UM POR SI E O PRESIDENTE CONTRA TODOS

Por Andreyver Lima*

Em 24 de março de 2020, o Brasil viu o mais bizarro pronunciamento de um presidente da república ser transmitido em cadeia nacional de rádio e televisão. Indo na contramão de todas a orientações do próprio governo, Bolsonaro chamou o Covid-19 de ‘resfriadinho’, levando desinformação ao povo brasileiro.

Embora tente minimizar a gravidade do novo coronavírus, o presidente recebeu relatórios da Abin, a agência de inteligência do governo federal, que mostram o impacto da doença no Brasil. O mais recente deles projeta que 5.571 brasileiros deverão morrer por Covid-19 até 6 de abril – ou seja, em duas semanas.

Entretanto, na manhã desta quarta-feira (25), em reunião com governadores por videoconferência, para tratar do enfrentamento ao coronavírus, continuou na mesma linha de ataque, com suas bravatas, criticando o governador de São Paulo, João Doria.

Ainda pensando nas eleições 2018, afirmou que o governador não tem autoridade para criticá-lo após ter sido eleito as suas custas e depois ter lhe virado as costas. Mas o que chama atenção é a reação negativa do vice Hamilton Mourão, sentado ao lado do presidente.

*Andreyver Lima é comentarista político no Jornal Interativa News 93,7FM e editor do site sejailimitado.com.br

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EM NOTA, UPB REPUDIA PRONUNCIAMENTO DE BOLSONARO

A União do Prefeitos da Bahia – UPB, emitiu nesta quarta-feira, 25, um nota de repúdio ao pronunciamento do Presidente da República, Jair Bolsonaro.

Veja a nota, na íntegra:

NOTA DE REPÚDIO

A União dos Municípios da Bahia (UPB) assistiu com grande preocupação o pronunciamento do Presidente Jair Bolsonaro na noite desta terça-feira (24). Após esforços concentrados em ações locais de conscientização da população para manter o distanciamento social, fechar escolas, rodoviárias e estabelecimentos comerciais, os prefeitos foram descredibilizados em rede nacional pelo presidente da República, em um ato contraditório das orientações dadas pelo seu próprio governo, através do Ministério da Saúde.

Aos prefeitos baianos, o pronunciamento do presidente passou a sensação de que o Brasil está desgovernado, sem uma liderança coerente e responsável, que respalde as decisões dos gestores locais nesse momento de crise. Deixa a certeza de que, ao seguir seus delírios de que trata-se de uma “gripezinha”, serão as lideranças municipais criminalizadas pelas mortes diante da total falta de estrutura para atender casos graves como veem sendo registrados em diversos países.

A União dos Municípios da Bahia (UPB) orienta que os prefeitos sigam tendo responsabilidade com seus munícipes, garantindo o direito fundamental à vida, implementando as medidas necessárias já orientadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Governo do Estado da Bahia na contenção do vírus que deixa um rastro de morte por onde passa.

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BOLSONARO CRITICA FECHAMENTO DE ESCOLAS E ATACA A IMPRENSA

O presidente Jair Bolsonaro, em pronunciamento, criticou o fechamento de escolas para combater a epidemia, fez ataques a governadores e culpou a imprensa pelo que considera clima de histeria instalado no país. “Grande parte dos meios de comunicação foram na contramão. Espalharam a sensação de pavor, tendo como carro-chefe o grande número de vítimas na Itália”, declarou Bolsonaro.

“O que se passa no mundo mostra que o grupo de risco é de pessoas acima de 60 anos. Então, por que fechar escolas?”, questionou Bolsonaro, que voltou a comparar a Covid-19 a uma “gripezinha” ou “resfriadinho”. Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente do Senado, criticou o pronunciamento e pediu seriedade e responsabilidade a Bolsonaro, que durante a transmissão foi alvo de panelaços pelo oitavo dia seguido. Com informações da Folha.

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