Prefeitura de Ilhéus julho/ago
Laryssa Rocha
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#JairBolsonaro

SENADORES COBRAM INVESTIGAÇÃO SOBRE DOSSIÊ DE ESPIONAGEM A SERVIDORES PÚBLICOS OPOSITORES A BOLSONARO

Os Senadores, Jaques Wagner (PT-BA), e Randofe Rodrigues (REDE-AP), membros da Comissão Mista de Acompanhamento das Atividades de Inteligência do Congresso Nacional, apresentaram dois requerimentos para investigar e elucidar um suposto dossiê de espionagem a servidores públicos e responsabilizar os envolvidos.

De acordo com o Senador baiano, foi solicitada a convocação do Ministro da Justiça, André Mendonça e também um processo amplo e abrangente de investigação, com poder de responsabilizar as pessoas envolvidas com esse procedimento que atenta contra a democracia.

Uma reportagem do Portal UOL, revelou que o Ministério da Justiça fez um relatório minucioso e sigiloso sobre mais de 500 servidores públicos da área de segurança identificados como integrantes do movimento antifascismo e opositores do governo Jair Bolsonaro. O requerimento precisa ser aprovado pelos demais Senadores.

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ÁUDIOS INDICAM QUE FABRÍCIO QUEIROZ ERA MONITORADO POR WASSEF

O policial militar aposentado Fabrício Queiroz, ex-assessor do hoje Senador, Flávio Bolsonaro (Republicanos) e preso na última quinta-feira, era monitorado e sofria restrições de movimentação impostas pelo advogado Frederick Wassef. De acordo com a Folha, é o que indicam mensagens apreendidas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro.

Segundo os promotores, o ex-assessor buscava omitir as saídas que fazia do imóvel onde morou nos últimos meses, em Atibaia (SP). O Ministério Público do Rio de Janeiro, diz ainda que Queiroz e familiares desligavam os telefones para evitar monitoramento da polícia quando se aproximavam da casa, de propriedade de Wassef, também advogado do presidente Jair Bolsonaro.

A presença de Queiroz na residência contrariou todo o discurso do advogado e da família Bolsonaro ao longo de um ano e meio, segundo o qual não havia ocorrido mais contato entre eles e o ex-assessor de Flávio. Queiroz é apontado como operador financeiro da suposta “rachadinha” no antigo gabinete do filho de Bolsonaro na Assembleia do Rio, onde exerceu mandato de deputado.

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