Movimenta Bahia
CVR
diabetes
Buerarema
Plansul
COLÉGIO JORGE AMADO
Pref ilheus junho
Ieprol
Navegação na tag

Marcos Dantas

AS AÇÕES DE PADRE JÚLIO LANCELOTTI NA CRACOLÂNDIA: UMA RELAÇÃO DE AMOR, EXEMPLO E DOAÇÃO

A paróquia de São Miguel Arcanjo, na zona Leste de São Paulo é administrada em todos os âmbitos pelo Padre Júlio Renato Lancellotti. A maneira que o Padre Júlio e os fiéis da igreja dedicam-se a população que vive em extrema pobreza tornou-se um exemplo de fé e doação. Explorando o cotidiano do sacerdote nas redes sociais, observarmos o modo peculiar de enxergar a face de Cristo naquelas pessoas que têm fome, frio, sede e vícios em drogas.

Rotineiramente o Padre Júlio publica fotos em suas redes sociais com frases como por exemplo, “encontrei Jesus e ele estava com fome” ao lado de pessoas em vulnerabilidade social. Se pararmos para analisar, essa perspectiva de viver o evangelho conhecendo Cristo nas pessoas que não conhecemos com sofrimentos inimagináveis sem a mínima condição de humanidade é uma premissa revelada pelo próprio Jesus quando disse: “Ame o próximo como a si mesmo”.

(mais…) Leia mais...

O CONSUMO OSTENTATÓRIO E A INTERNET

Desde as primeiras civilizações o consumo é uma prática adotada pelos indivíduos para a sobrevivência. A relação de troca de objetos e alimentos era costumeira quando o bem já não representava importância para uma comunidade, consequentemente, as pessoas pertencentes às sociedades primitivas conseguiam através do sistema de permuta os materiais indispensáveis para sobrevivência e conquista de objetos desejados.

Com o advento das relações de trocas mais sofisticadas através do dinheiro e o surgimento dos meios de comunicação de massa, a aquisição de bens materiais constituiu novos sentidos ao fenômeno social consumo. O ato de consumir passou a trazer arraigado muito mais do que apenas a compra de produtos por meio das trocas monetárias, revelando simbologias que outrora estavam intrínsecas nas primeiras comunidades, dentre elas, a luta por ascensão social e a distinção de classes através da ostentação.

(mais…) Leia mais...

O FUTEBOL E A ATITUDE DE IGNORAR A PANDEMIA

Não é novidade que o Brasil acumula recordes de infectados e mortos em decorrência da pandemia causada pelo vírus da Covid-19. Todas as áreas que compõem a cultura sofreram e sofrem com as normas adotadas pelos governos na tentativa de contenção do avanço do contágio no país, como por exemplo, os eventos de entretenimento.

O futebol para o(a)s brasileiro(a)s funciona como uma espécie de religião e não há como negar: temos o DNA desse esporte em nossas vidas, afinal, quem nunca torceu pela seleção brasileira nas copas do mundo? Sim, a maior parte das pessoas que vivem no Brasil já colocaram suas emoções na torcida para algum time de futebol e vários são os nomes brasileiros que encantaram e encantam o mundo com as bolas nos pés.

Esse esporte sofreu os primeiros impactos da pandemia ao ser praticado sem receber o público nos estádios, torcedores que apoiam e depositam, de certa forma, um pouco de felicidade em meio a tanto caos que se vive desde antes da pandemia. O futebol serve como um alento às lutas que o(a) brasileiro(a) trava todos os dias para sobreviver.

(mais…) Leia mais...

DIGNIDADE SOCIAL PARA AS FAMÍLIAS QUE VIVIAM DO LIXÃO

Você sabia que 100 famílias se sustentavam do lixão na nossa cidade? A prefeitura de Itabuna tomou uma grande decisão ao determinar o fechamento do lixão, destinando os resíduos para um aterro sanitário. Esta é uma medida para se comemorar quando os assuntos são meio ambientes e políticas sociais.

Obviamente não aprofundarei nesse texto os impactos ambientais, tem muito especialista na cidade que pode falar melhor que esse humilde escritor, sendo assim, estarei abordando neste artigo o lado social dessa decisão. Não são 100 pessoas, são 100 FAMÍLIAS! Idosos(as), homens, mulheres, jovens e crianças, todos os dias ali naquele árduo trabalho de conseguir algo para vender, objetos que para outras pessoas já não possuem mais valor, e infelizmente até mesmo algum alimento que pudesse ser reaproveitado. O lixão que por muitas vezes nos passou desapercebido, representava a degradação do ser humano em estado puro e há cerca de 30 anos era assim! Pessoas que provavelmente não se viam desempenhando outra função a não ser aquela que “sobrou”, cada uma delas com uma condição para estar ali e uma história de exposição às doenças que provocam riscos incalculáveis e inevitáveis. Essa situação não parece ser inimaginável?

(mais…) Leia mais...

O LOCKDOWN, A ELITE E A FOME

Inegavelmente ficamos sem entender se o “tranca tudo” é a melhor ou a pior saída. O decreto do Governo do Estado no dia 25 de fevereiro, ocasionou nas pessoas uma euforia de opiniões nas redes sociais, atitudes completamente justificadas pela preocupação com a nova possibilidade de fechar o comércio.

Aglomerou-se na eleição. Em seguida, houve aglomeração no ano novo e no carnaval. Uma sucessão de erros nos leva a conviver com a crescente falência de pequenas empresas, taxa de desemprego elevada e a fome. Aliás, a fome no Brasil mata há muito tempo e a maior parte da elite – quando digo elite lê-se: banqueiros, burgueses, GRANDES empresários entre outros – nunca se preocupou de fato com a fome. Lembram quando o bolsa família era chamado de “Bolsa esmola”? Pois é…o Bolsa Família é um programa crucial que um dia ajudou a erradicar a fome no Brasil.

Veladamente através da narrativa de que “o vírus mata, mas a fome mata também” que os grandes empresários e a elite brasileira (entendam que aqui não estou falando dos pequenos empreendedores, que realmente sofrem com o comércio fechado) utilizam, encontra-se o desespero por não lucrar. É a falta de empatia para manter seus funcionários em casa no possível fechamento total e acredite: existem empresas no Brasil que lucram em um dia o que garantiria 3 meses de salários dos(as) funcionários(as) em casa.

O exercício de colocar-se no lugar do próximo e da divisão mais justa dos lucros poderia ser utilizado em um momento instável como o que estamos vivendo.

O discurso negacionista do presidente, a corrida para a venda de medicamentos ineficazes para o tratamento e a postura trágica perante a aquisição de vacinas nos levou ao fundo do poço. O colapso da saúde é logo ali.

Que haja programas de benefícios aos pequenos empresários, trabalhadores, desempregados e miseráveis (que voltaram a existir no Brasil) para que de fato não haja um colapso social.

*Marcos Dantas é Graduando em Ciências Sociais na UESC.

Leia mais...

EX-PREFEITO DE ITAJUÍPE, MARCOS DANTAS É CONDENADO PELO DESVIO DE R$ 360MIL EM RECURSOS DA FUNASA

O Ex-prefeito de Itajuípe, Marcos Barreto Dantas foi condenado ao ressarcimento integral dos danos, além do pagamento de R$ 90 mil em multa civil e R$ 36 mil por danos morais coletivos, entre outras sanções

A pedido do Ministério Público Federal (MPF), a Justiça condenou o ex-prefeito do município de Itajuípe, Marcos Barreto Dantas, pelo desvio de R$ 360mil, nos anos de 2011 e 2012, de recursos repassados pela Fundação Nacional da Saúde (Funasa). Na sentença divulgada em 12 de agosto, Dantas foi condenado ao ressarcimento integral dos danos, no valor de R$ 360 mil, ao pagamento de R$ 90 mil em multa civil e de R$ 36 mil por danos morais coletivos, bem como à perda da função pública, à suspensão dos seus direitos políticos e à proibição de contratar com o poder público.

Segundo a ação, ajuizada pelo procurador da República Tiago Modesto Rabelo em 2015, o município de Itajuípe recebeu a quantia de R$ 360 mil, em 27 de julho de 2011, na primeira etapa do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), para obras de melhorias sanitárias na região. As verbas foram repassadas pelo Ministério da Saúde, por meio do Convênio TC/PAC nº 359/2007, firmado entre o Município e a Funasa em dezembro de 2007, com vigência até junho de 2013.

Após o repasse para a conta da prefeitura, os valores passaram a ser transferidos da conta investimento para a conta-corrente, sem comprovação de aplicação no objeto do convênio, até que, em 31 de dezembro de 2012, restou apenas o valor de R$ 56,50. Em 2013 – quando Dantas não era mais gestor – a Funasa realizou visita técnica e constatou que, embora os recursos recebidos tenham sido retirados da conta, o TC/PAC nº 359/2007 teve 0% de execução física das obras e não houve prestação de contas dos recursos, devolução do valor ou qualquer comprovação da regular utilização das verbas públicas.

O prazo para a prestação de contas foi encerrado em 26 de junho de 2013, contudo, Dantas também não disponibilizou a documentação para que seu sucessor à época pudesse efetivaras medidas de regularização da prestação de contas dos recursos públicos.

Condenações – A Justiça condenou o ex-prefeito às penas previstas na Lei de Improbidade (Lei nº 8.429/92) por prejuízo ao erário, incluindo: ressarcimento integral dos danos; perda da função pública; suspensão dos direitos políticos pelo período de cinco anos; pagamento da multa civil no valor de R$ 90 mil; proibição de contratar com o poder público ou dele receber benefícios fiscais ou creditícios pelo prazo de cinco anos; e pagamento de danos morais coletivos no valor de R$ 36 mil.

Leia mais...