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Mariana Benedito

ITABUNA GANHA CAMINNARE, ESPAÇO DE ATENDIMENTO PSICOTERAPÊUTICO CRIADO POR MARIANA BENEDITO E JULIANA PINHEIRO

A psicóloga Juliana Pinheiro e a psicanalista Mariana Benedito se uniram, criaram e lançaram a Caminnare-Psicologia e Psicanálise, espaço de atendimento psicoterapêutico. “A proposta é auxiliar na caminhada do autoconhecimento, dar suporte no entendimento e enfrentamento das dores emocionais e trilhar o caminho do equilíbrio”, afirma Juliana Pinheiro.

Com a experiência das profissionais, aliada a um atendimento humanizado e acolhedor, a Caminnare-Psicologia e Psicanálise nasceu, inicialmente, do Projeto Relacionar-se criado por essas duas especialistas itabunenses. “Nós sentimos que o projeto precisava de uma finalidade, traçar um caminho mais real, mais prático; o nosso trabalho precisava servir mais ao nosso público, precisávamos estar mais próximas, percorrendo e auxiliando nesta caminhada”, acrescentou Mariana Benedito.

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O CAMINHAR DA SAÚDE EMOCIONAL

Estamos no meio das Olimpíadas e uma das grandes estrelas, medalhistas, destaques mundiais da ginástica artística desistiu de competir nas finais individual e por equipe para cuidar de sua saúde mental. É, meu amado leitor. Simone Biles carregava uma expectativa sobre-humana nessas Olimpíadas. Todos os olhos do mundo em cima dela, aguardando o show impecável que ela faria e esperando nada menos do que medalhas de ouro. Mas, depois de cometer um erro e tirar uma nota abaixo dos seus padrões em uma das provas, a ginasta norte-americana de 24 anos pediu para sair e cuidar de sua saúde emocional.

Todos nós carregamos expectativas das pessoas ao nosso redor. Esperam de nós posturas, atitudes, comportamentos, padrões, ações; assim como a gente também espera do outro posturas, comportamentos, ações… a grande questão, meu querido leitor, é que essas expectativas não devem se tornar pesos. A gente não precisa carregar o peso do mundo nas costas. A gente não precisa lidar com todos os problemas do mundo sozinho. A gente não precisa suprir todas as expectativas que esperam de nós.

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E AS SOMBRAS, HEIM?!

Dia e noite. Sol e lua. Branco e preto. Inverno e verão. Luzes e sombras. Opostos. Complementares. Complementares! Essa é a principal ideia que precisamos ter em mente quando o assunto são as nossas sombras. Todo e qualquer objeto quando posto em direção à luz, automaticamente o que se forma é a sua sombra. E assim somos nós: compostos de aspectos positivos, que revelamos, que mostramos, que manifestamos; e aspectos que interpretamos como negativos, que escondemos, que mantemos obscuros, que renegamos. As sombras nada mais são do que partes, aspectos, características nossas que aprendemos, ao longo de nossa criação e educação, que não eram adequadas, aceitas. A raiva, os desejos sexuais, a demonstração de fraqueza, a vulnerabilidade, os anseios por poder e bens materiais foram construídos, na grande maioria das pessoas, como manifestações negativas, que precisavam ser reprimidas. Só que, por exemplo, a energia da raiva que nos leva à agressividade – quando não é reconhecida – é a mesma energia que impulsiona um pai ou uma mãe a se jogar num rio sem saber nadar para salvar um filho. Não existem emoções positivas ou negativas, quem as categoriza e coloca em caixinhas é a mente, que é constituída por nossas interpretações de mundo, experiências, crenças; e sempre busca analisar e colocar toda e qualquer informação que nos chega logo em algum rótulo ou categoria.

A grande questão que envolve as sombras é que, quando não as reconhecemos em nós – e todos nós temos! – projetamos nossos aspectos destrutivos nas pessoas que nos cercam, no mundo, na maneira como enxergamos a vida. Passamos a ver defeitos em tudo e todos, julgamos e acusamos a todo momento. Enxergamos e somos capazes de enumerar os defeitos do vizinho, do primo, do colega de trabalho. Sempre do outro. O mundo está errado, as pessoas precisam mudar; eu, nunca. Não vemos as nossas próprias sombras. E uma coisa importante a se dizer, também, querido leitor, é que as sombras não são de todo prejudiciais. Não se trata, aqui, de algo que é preciso a todo custo ser “jogado fora”. A grande busca é a integração dessas sombras. Passamos um tempo imenso de nossas vidas dispensando uma energia imensa em mostrar o que não somos e esconder o que somos pelos mais variados motivos. Criamos máscaras, personagens que nos protegem: mostramos e manifestamos todos os aspectos que julgamos como aceitáveis e que, no fundo, nos farão sentirmo-nos amados, e escondemos aqueles que entendemos que nos distanciarão do amor do outro. Mas, a integração de nossas sombras se dá, a partir do momento que, literalmente, paramos de apontar o dedo e percebemos em nós a existência daquele comportamento que julgamos no outro. Existe uma frase bem conhecida do renomado psicanalista Carl Jung que diz que a tudo que se resiste, persiste. Então, hoje, finalizo esta coluna de uma maneira diferente: propondo um exercício. Você, que me lê agora, neste momento, comece a observar seus incômodos. Se uma determinada pessoa te incomoda, seja por qual for o motivo, perceba, em você, de que forma essa característica que incomoda no outro se manifesta aí dentro. Topa? Valendo!

* – Psicanalista em formação; MBA Executivo em Negócios; Pós-Graduada em Administração Mercadológica; Consultora de Projetos da AM3–Consultoria e Assessoria. E-mail: [email protected]

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ITABUNA: SAÚDE FINANCEIRA É TEMA DE PALESTRA DE MARIANA BENEDITO NO INSTITUTO TELES

O Instituto Teles Saúde e Bem-estar, sediado de Itabuna, promove na noite da próxima segunda-feira, dia 21, mais um ciclo de palestras sobre saúde física e mental. O tema é “Saúde Financeira e as crenças limitadoras no fluxo da Abundância”, ministrada pela psicanalista em formação, Mariana Benedito. O Instituto, instalado na rua Ruffo Galvão, é dirigido pelos fisioterapeutas Roberta e Daniel Teles. “Vamos conversar sobre o que são crenças limitadoras, os paradigmas de abundância e escassez, de onde nascem as crenças; buscando a auto-observação e a reflexão, que são o pontapé para a mudança na percepção do dinheiro”, afirmou Mariana. A palestra, que está prevista para as 19 horas, é gratuita.

Itabunense, Mariana Benedito tem MBA Executivo em Negócios e pós-graduação em Administração Mercadológica. Administradora de Empresas, graduada pela Universidade Estadual de Santa Cruz, é mediadora de Grupo de Meditação, palestrante motivacional, mestre de cerimônia, colunista comportamental e consultora de projetos nas áreas de Inovação, Turismo, Comunicação e Meio Ambiente.

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NÃO, NÃO É EGOÍSMO!

Por Mariana Benedito*

Amor próprio. Substantivo masculino. Sentimento de dignidade, estima ou respeito que cada um tem por si. Assim diz o Dicionário Aurélio. Eu, particularmente, acrescentaria a compaixão e acolhimento com os nossos próprios defeitos, falhas, faltas, lacunas, dores, medos; e, mais além, a capacidade de dizer não àquilo que vai contra – ou de encontro – ao que acreditamos, à nossa verdade, ao nosso equilíbrio.

Uma das maiores questões que rondam os dilemas psíquicos é justamente a dificuldade que muitas pessoas encontram em defender seus pontos de vista, desejos, interesses, o que lhe é bom e saudável em detrimento do que o outro espera como seu comportamento. Com isso, vamos nos anulando, diminuindo, perdendo o brilho. E isso se dá, em grande parcela, devido ao fato de já termos, intrínseca e inconscientemente, uma ideia ilusória de que não somos suficientes, capazes, bons, talentosos, merecedores.

Existe uma gama de pensamentos negativos que alimentam e influenciam a sensação de não pertencimento, acolhimento, valorização. Mas o que precisamos observar é que o ponto em comem entre todas essas sensações está na importância que damos à opinião do outro. O que os demais pensam, dizem ou sentem sobre nós e que nos causa incerteza, a consequente insegurança que nos mantém ficar em estado de alerta e na defensiva: ora esperando que o pior aconteça, ora nos moldando e pisando em ovos para não “desagradar”; a comparação excessiva da nossa complexa realidade com a realidade superficial do outro, o que faz com que nos sintamos insatisfeitos, infelizes, com sentimentos de inadequação e, consequentemente, com baixa estima; debilitando e enfraquecendo cada vez mais o sentimento de amor próprio.

Só que chega um momento de nossas vidas em que esse enquadramento, a comparação, a submissão, se diminuir para caber no espaço do outro – ou que foi delimitado pelo outro – começa a ficar apertado, a incomodar, não nos cabe mais ali. É fundamental percebermos que é importante para nossa saúde física, emocional e psíquica tomarmos em nossas mãos as rédeas de nossas vidas. Ter amor próprio não significa ser inconsequente, passar por cima de tudo e de todos. Ter amor próprio é ter consciência de que é preciso saber o que é melhor para cada um de nós; é poder dizer não quando algo nos viola, violenta, deturpa.

Amor próprio é se colocar em primeiro lugar. Não! Isso não é egoísmo. Egoísmo é outra coisa. Quem sabe seja tema de um próximo texto…

*Psicanalista em formação; MBA Executivo em Negócios; Pós-Graduada em Administração Mercadológica; Consultora de Projetos da AM3–Consultoria e Assessoria. E-mail: [email protected]

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