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Medicamentos

ITABUNA: PREFEITURA ADOTA ESTRATÉGIAS EMERGENCIAIS PARA ENFRENTAR A FALTA DE MEDICAMENTOS

Itabuna tem enfrentado o mesmo cenário de falta de medicamentos que tem afetado farmácias, hospitais e unidades públicas de saúde de todo o país. Para manter o estoque de medicamentos abastecido, a Prefeitura de Itabuna tem enfrentado dificuldades. A Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Divisão de Assistência Farmacêutica tem adotado estratégias emergenciais para não enfrentar o desabastecimento total de alguns medicamentos.

A secretária municipal de Saúde, Lívia Mendes, informa que está sendo difícil adquirir medicamentos básicos como antibióticos, antitérmicos e até soro fisiológico. “Para não deixar o município desabastecido nós estamos realizando novos processos para aquisição dos medicamentos que estão em falta, sendo necessário, no entanto, comprar até mais caro para não deixar o município em falta e em muitos casos nem pagando a um preço maior encontramos”, explica.

A Secretária completa informando que em razão dessa dificuldade também está sendo necessário racionar o uso desses medicamentos e produtos, a exemplo do contraste que é adquirido pelos prestadores de serviço e que é muito utilizado em procedimentos cardíacos. Para estes produtos, a prioridade de uso está sendo para os casos de urgência. Para os procedimentos eletivos a recomendação do momento é aguardar a situação normalizar.

De acordo com dados de uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), mais de 80% dos gestores relataram sofrer com a falta de remédios para atender a população. Em Itabuna, entre os medicamentos que o município tem enfrentado dificuldades para comprar estão Dipirona, Amoxilina e Soro Fisiológico.

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FALTA DE MEDICAMENTOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE CONTINUA AFETANDO BAIANOS

Mais de 10 mil baianos continuam sendo afetados pela falta de medicamentos adquiridos de modo centralizado pelo Ministério da Saúde. Mesmo após reiteradas notificações da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) ao órgão federal, diversos insumos ainda não estão com as entregas regularizadas. São medicamentos que deveriam ser distribuídos regularmente a estados e municípios.

De acordo com o superintendente de Assistência Farmacêutica, Ciência e Tecnologia em Saúde (Saftec), Luiz Henrique d’Utra, a interrupção dos tratamentos em virtude da ausência de medicamento que deveria ser adquirido pelo Ministério da Saúde causa prejuízos incalculáveis na saúde, pois elas tratam doenças oncológicas, renais, alzheimer, parkinson, anemia falciforme, esclerose múltipla, diabetes, psoríase, dentre outras.

O Superintendente aponta que ao todo 13 medicamentos estão com estoque zerado. “Já são quase três anos que de forma recorrente temos que enviar ofícios ao Ministério de Saúde que cobrando os medicamentos que são de responsabilidade de compra centralizada pelo órgão federal. São medicamentos de alto custo que a população e até mesmo o Estado tem dificuldade de comprar”, alerta Luiz Henrique d’Utra.

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MÉDICOS E PESQUISADORES DEBATERÃO USO DE MEDICAMENTOS CONTRA A COVID-19 NA CPI DA PANDEMIA

Após consenso entre os senadores, a CPI da Pandemia terá duas reuniões para debate do tratamento contra a covid-19 com medicamentos como cloroquina e hidroxicloroquina. Para isso, foram aprovados nesta quarta-feira (26) uma série de convites que atendem a uma extensa lista de médicos, biólogos e outros especialistas na área.

Assim, os parlamentares querem ouvir quatro especialistas, sendo dois a favor, como defendem os governistas, e dois contra o uso desses medicamentos, desaconselhado pela Organização Mundial de Saúde, pela Disease Control and Prevention (CDC), dos Estados Unidos, e outras instituições de pesquisa e de saúde.

O tema tem sido bastante discutido durante os testemunhos prestados à CPI, pois dois dos ex-ministros da Saúde que deixaram o governo Bolsonaro — Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich — listaram entre as causas de suas saídas a pressão pela adoção do chamado “tratamento precoce” como política pública de saúde. O outro ex-ministro, Eduardo Pazuello, e o atual ministro, Marcelo Queiroga, negaram que o governo tenha promovido a distribuição de cloroquina para o combate à pandemia de covid-19.

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