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Ministério da Saúde

UPB BUSCARÁ APOIO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE PARA FINANCIAMENTO DE LEITOS COVID NA BAHIA

O gargalo do financiamento de leitos de tratamento da Covid-19 na Bahia foi tema da 19º Reunião da Comissão Intergestores Bipartite da Bahia (CIB), ocorrida nesta quinta-feira (10), na qual foi discutido o aumento da demanda nos municípios baianos por atendimento de pessoas infectadas pelo coronavírus.

De acordo com prefeitos e secretários municipais de saúde, o recurso encaminhado pelo governo federal para a manutenção de leitos não tem correspondido com o crescimento da demanda por atendimento.

Nesta quarta-feira (9), a Bahia registrou em 24 horas o segundo maior número de novos casos da Covid-19, desde o início da pandemia. Foram 6.733 pessoas infectadas, conforme dados da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab).

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MINISTÉRIO DA SAÚDE INFORMA ATRASO NO ENVIO DE VACINAS DA PFIZER PARA BAHIA

A empresa responsável pela logística do envio das vacinas contra a Covid-19 pelo Ministério da Saúde, informou na manhã desta segunda-feira (3) que as doses da farmacêutica Pfizer sofreriam um atraso no envio para a Bahia.

A expectativa era de que as doses saíssem do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, às 7h45 desta segunda.

O Ministério da Saúde ainda não informou os motivos pelos quais ocasionou o adiantamento o envio das vacinas, mas disse que a carga tem previsão de sair do aeroporto ainda na tarde de hoje, por volta das 16h20.

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MARCELO QUEIROGA É ANUNCIADO POR BOLSONARO COMO NOVO MINISTRO DA SAÚDE

O médico Marcelo Queiroga foi anunciado nas redes sociais do presidente Jair Bolsonaro como o novo ministro da saúde. Ao todo, quatro nomes já assumiram a pasta, com três mudanças durante a pandemia. A divulgação do novo ministro foi feita nesta segunda-feira (15). Os dois estiveram reunidos no Palacio do Planalto para discutir a troca no comando da pasta.

Presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Queiroga terá o desafio de acelerar o processo de vacinação no país, que alcançou até agora 4,59% da população com a primeira dose, o que corresponde a 9,7 milhões de pessoas.

A nomeação do novo ministro deve sair nesta terça-feira (16) no Diário Oficial da União. A transição, segundo informou interlocutores do governo, será lenta e organizada.

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PRESIDENTE BOLSONARO SE REUNIU COM A MÉDICA LUDHMILA HAJJAR, COTADA PARA O MINISTÉRIO DA SAÚDE

O presidente Jair Bolsonaro teve um encontro neste domingo (14) com a médica Ludhmila Hajjar, cotada para assumir o Ministério da Saúde. O jornal O Globo divulgou que Eduardo Pazuello, atual ministro, teria pedido licença do cargo para tratar de sua saúde (Relembre aqui), o que foi negado por ele horas após. “Eu não estou doente, continuo ministro até que o presidente peça o cargo”, disse Pazuello.

Segundo a CNN Brasil, o governo estuda uma mudança de estratégia em relação à pandemia e busca virar o foco para a vacinação. Interlocutores do presidente disse que isso vai ser colocado em prática nos próximos dias.

No encontro com a cardiologista, que tem apoio de grupos importantes do Congresso, Pazuello também esteve presente. O presidente da Câmara, Arthur Lira, defendeu o nome de Ludhmila para assumir a pasta. “Espero e torço para que, caso nomeada ministra da Saúde, consiga desempenhar bem as novas funções. Como ministra, se confirmada, estarei à inteira disposição”, disse Lira.

O colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, disse que Ludhmila não deverá aceitar o cargo. Um suposto áudio atribuído a ela, onde chama Bolsonaro de “psicopata”, foi compartilhado em redes sociais de apoiadores do presidente, chegando até ele. A médica, segundo a coluna, deve se manifestar nesta segunda-feira, 15.

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EDUARDO PAZUELLO PEDE PARA DEIXAR MINISTÉRIO DA SAÚDE

Eduardo Pazuello pode deixar o cargo de ministro da saúde nos próximos dias, segundo apontou o jornal O Globo. O ministro teria comunicado ao presidente Jair Bolsonaro que está com problemas de saúde, justificando a sua saída da pasta.

Ludhmilla Abrahão Haijar e Marcelo Queiroga

Dois nomes já estão sendo cotados por assessores ligados ao presidente da República. O presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, o médico Marcelo Queiroga e a também médica Ludhmilla Abrahão Haijar, nome indicado por Arthur Lira, presidente da Câmara.

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ALIANÇA DE PACIENTES RENAIS AFIRMA QUE GOVERNO FEDERAL ESTÁ COLOCANDO MAIS DE 130 MIL VIDAS EM RISCO COM CORTE NA VERBA PARA DIÁLISE

O Ministério da Saúde cortou cerca de R$12 milhões de recursos para diálise e põe em risco mais de 130 mil pessoas de todo país. A Aliança Brasileira de Apoio à Saúde Renal (Abrasrenal) calculou que esse valor representa cerca de 30% do orçamento mensal de cada uma das clínicas de diálise, que já operam no limite de seus orçamentos e, por isso, os tratamentos devem ficar comprometidos. O diretor da Abrasrenal, Gilson Silva, cobra do Governo Federal a revogação da portaria do Ministério da Saúde de 1º de abril, que estabeleceu que durante 90 dias a transferência de recursos para os estabelecimentos de saúde seria feita com base na média dos gastos dos últimos 12 meses.

“O movimento renal nesse momento de pandemia vem sendo solidário com o Governo e com todo o país. Entendemos que esse é um momento de união para enfrentarmos o coronavírus e garantirmos a vida de todos; renais e não renais. Neste momento, ninguém falou de aumento na tabela da diálise do SUS, que sabidamente é uma das que pior remunera pelo tratamento no mundo. Não falamos da fila de mais de 3 mil pessoas aguardando em hospitais pelo único tratamento que lhes garante a vida. Não falamos na entrada anual de cerca de 5 mil novos pacientes renais no Sistema Único de Saúde, que recebem diagnóstico e não conseguem o tratamento. Não falamos no enorme número de pessoas que morrem sem conseguir acessar a terapia renal. Só queremos que o tratamento seja viabilizado e que o doente renal pare de ser negligenciado”, alerta Gilson Silva.

A diálise é a única maneira de garantir a vida de paciente renais, que perderam a função dos rins e, por isso, precisam receber o tratamento que simula a função do órgão eliminando as toxinas do organismo. Por isso, os mais de 130 mil pacientes nesta condição, de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), precisam ir às clínicas de três a cinco vezes por semana para receber o tratamento.

Realidade das clínicas – Gilson Silva expõe ainda uma preocupação adicional. A situação financeira da maioria das clínicas de diálise é sabidamente ruim, com muitas acumulando dívidas por atraso de repasses e subfinanciamento do SUS à terapia, sendo que as clínicas em todo o Brasil atendem prioritariamente pacientes provenientes do SUS. De acordo com os dados mais recentes da SBN, a média nacional está em torno de 80% pacientes SUS em tratamento nas clínicas de diálise no Brasil.

“Prefeituras como a do Rio de Janeiro e de cidades da Baixada Fluminense historicamente vêm represando os repasses de custeio do tratamento renal, levando ao fechamento de dezenas de clínicas em todo o país, fazendo que esse doente renal fique sem opção para receber a terapia que é a única forma de manter suas vidas”, alerta o diretor da Abrasrenal .

Rio de Janeiro, uma amostra do drama da diálise no Brasil – Há no Estado mais de 11 mil pacientes em diálise e apenas um terço nos municípios possui clínica de diálise. De acordo com levantamento recente da Associação Brasileira das Clínicas de Diálise e Transplante (ABCDT), já apenas 87 clínicas ativas no estado do Rio de Janeiro e cerca de 50 fecharam nos últimos 50 anos.

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MINISTÉRIO DA SAÚDE COMPRA MAIS 4,3 MIL RESPIRADORES PULMONARES

O Ministério da Saúde assinou, nesta segunda-feira, 13, contrato para aquisição de 4,3 mil ventiladores da empresa brasileira Intermed Equipamento Médico Hospitalar. O investimento federal para a aquisição dos equipamentos é de R$ 258 milhões. Com esta nova compra, o Governo Brasileiro totaliza 10.800 ventiladores pulmonares obtidos desde o início da emergência em saúde pública devido à pandemia por coronavírus.

Os ventiladores ajudam pacientes que não conseguem respirar sozinhos e seu uso é indicado nos casos graves de coronavírus (COVID-19), que apresentem dificuldades respiratórias. Na semana passada, o Ministério da Saúde já havia assinado contrato para a compra de 6.500 respiradores de outra empresa com produção nacional, a MagnaMed.

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BOLSONARO CRITICA MANDETTA E DIZ QUE MINISTRO EXTRAPOLOU

Com 299 mortes pelo novo coronavírus confirmadas no país, Jair Bolsonaro fez críticas a Luiz Henrique Mandetta em entrevista a Rádio Jovem Pan, no início da noite desta quinta-feira, 2. Para o presidente, ‘está faltando humildade’ ao ministro da Saúde. ‘O Mandetta quer fazer muito a vontade dele. Pode ser que ele esteja certo. Pode ser. Mas está faltando um pouco mais de humildade para ele, para conduzir o Brasil neste momento difícil’, declarou.

Segundo Bolsonaro, o ministro ‘extrapolou’ no enfrentamento da pandemia e teria, em alguns momentos, que ‘ouvir mais o presidente da República’. À Folha o ministro afirmou que não comentaria nem rebateria as afirmações do chefe. ‘Quem tem mandato popular fala, e quem não tem, como eu, trabalha’, declarou. Na mesma entrevista, Bolsonaro admitiu falta de apoio popular para determinar agora a reabertura do comércio. Com Informações da Folha de São Paulo.

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CLOROQUINA PODERÁ SER USADA EM CASOS GRAVES DO CORONAVÍRUS, DIZ MINISTÉRIO DA SAÚDE

O Ministério da Saúde começa a distribuir aos estados, a partir desta quinta-feira (26), 3,4 milhões de unidades dos medicamentos cloroquina e hidroxicloroquina para uso em pacientes com formas graves da Covid-19. Por ser uma doença nova, ainda não há evidências científicas suficientes que comprovem a eficácia do medicamento para casos de coronavírus. No entanto, há estudos promissores que demonstram o benefício do uso em pacientes graves.

O protocolo prevê cinco dias de tratamento e é indicado apenas para pacientes hospitalizados. A cloroquina e hidroxicloroquina irão complementar todos os outros suportes utilizados no tratamento do paciente no Brasil, como assistência ventilatória e medicações para os sintomas, como febre e mal-estar. Tanto a cloroquina e a hidroxicloroquina não são indicadas para prevenir a doença e nem tratar casos leves.

Segundo o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ainda existem poucas evidências sobre o medicamento, porém, o Ministério da Saúde irá deixar ao alcance do profissional médico caso ele entenda que o paciente grave possa se beneficiar com o uso. “Esse medicamento já provou que tem ação na evolução do ciclo do vírus, mas os estudos em humanos estão em curso. Essa é uma alternativa terapêutica que estamos dando aos profissionais de saúde para tratarmos esses pacientes graves que estão internados”, disse Luiz Henrique Mandetta.

O ministro fez ainda um alerta às pessoas que vão às farmácias em busca da cloroquina: “Quero fazer um pedido à população: não usem esse medicamento fora do ambiente hospitalar. Esse medicamento tem muitos efeitos colaterais que podem prejudicar a saúde”, concluiu o ministro da Saúde.

Medicamentos dessa classe terapêutica já são disponibilizados no SUS para tratamentos de outras doenças, como a malária, lúpus e artrite reumatóide. Até o momento, o Ministério da Saúde esclarece que não há nenhum medicamento, substância, vitamina, alimento específico ou vacina que possa prevenir a infecção pelo coronavírus.

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CAMPANHA NACIONAL DE VACINAÇÃO CONTRA GRIPE COMEÇA NESTA SEGUNDA-FEIRA

Após a confirmação de casos de infecção pelo novo coronavírus (Covid-19) no Brasil, o Ministério da Saúde antecipou a campanha de vacinação contra a gripe para a próxima segunda-feira (23), com o objetivo de facilitar e acelerar o diagnóstico para o Covid-19 e evitar que o sistema público de saúde fique sobrecarregado. Idosos com 60 anos ou mais, povos indígenas e profissionais da saúde compõe o público-alvo da primeira fase da campanha. A vacina Influenza Trivalente não protege contra o coronavírus, porém protege contra os vírus H1N1, H3N2 e influenza sazonal.

“Cuidem dos idosos. O momento agora é de proteção. Quanto menos idosos nós tivermos com esta gripe, menos pressão nós colocaremos nos leitos de CTI. Já que eles, infelizmente, são os que desenvolvem a maior necessidade de cuidado intensivo”, ressaltou Luiz Henrique Mandetta, ministro da Saúde.

Walkíria Freitas, chefe do setor de Imunização de Ilhéus, destaca que é importante atentar para a recomendação feita pelo Ministério da Saúde, que prioriza no primeiro momento os três grupos. Ela lembra que é imprescindível a apresentação de documento oficial com foto. Os funcionários da saúde, tanto da rede pública quanto da rede privada também devem apresentar o contracheque. “A vacina visa proteger a população mais vulnerável, evitando que outros agentes infecciosos acometam o sistema respiratório”.

Freitas informa que as salas de vacina em Ilhéus funcionarão nos seguintes locais: CAE III; PSF Conquista; UBS Joaquim Sampaio; UBS Euler Vilela; UBS Banco da Vitória; PSF Salobrinho; Morada do Porto; CSU; Posto Sarah Kubitscheck; PSF Nelson Costa; PSF Nossa Senhora da Vitoria; PSF Ilhéus II; UBS Olivença e UBS Hernani Sá, com dias e horários disponíveis nas unidades de saúde do município.

No dia 16 de abril outros grupos serão imunizados, incluindo professores, profissionais das forças de segurança e salvamento, além dos doentes crônicos. O Ministério da Saúde também recomenda atenção especial ao isolamento de idosos (mesmo sem sintomas) e pessoas gripadas. A população em geral também pode fazer a sua parte, reduzindo a circulação em ambientes com aglomerações e evitando reuniões desnecessárias.

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CAMPANHA CONTRA INFLUENZA É ANTECIPADA POR CAUSA DOS RISCOS DO CORONAVÍRUS

O Ministério da Saúde vai antecipar em quase um mês a campanha de vacinação contra a gripe Influenza para 23 de março por causa do novo coronavírus. A decisão foi anunciada pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ao explicar que a estratégia visa diminuir a quantidade de pessoas gripadas no inverno. A data inicial estava prevista para o fim de abril.

“Antecipamos a Campanha, pois a vacina contra a gripe dá completa cobertura e deixa o sistema imunológico 80% protegido contra o vírus Influenza, milhares de vezes mais comuns que o coronavírus”, justificou Mandetta. O ministro lembrou a importância de ampliar a cobertura vacinal e destacou que a vacina é uma das medidas mais importantes para a prevenção de doenças.

Mandetta afirmou também que se a pessoa for vacinada, fica mais fácil para profissionais diagnosticarem o tipo de vírus que um paciente eventualmente possa ter contraído. O ministro disse ainda que não somente pessoas acima de 60 anos estarão no alvo da campanha. O ministério atua em conjunto com os governos estadual e municipal para diminuir a circulação epidêmica do vírus.

Etapas da campanha – A campanha de vacinação contra a gripe Influenza será em etapas. Primeiro, devem ser vacinadas gestantes, crianças até 6 anos, mulheres até 45 dias após o parto. Depois, serão idosos, historicamente mais vulneráveis à doença, que pode causar a morte. Logo após, na terceira etapa, os demais grupos: profissionais de saúde, de força de segurança, por exemplo.

“Os vírus de influenza A e B (H1N1/H3N2) possui uma taxa de mortalidade maior do que a do covid19, o novo coronavírus. Por isso a população alvo deve se imunizar de acordo com cronograma do Ministério da Saúde. Por isso é tão importante que as pessoas procurem uma unidade de saúde”, salientou Walkíria Freitas, chefe de Imunização da Saúde de Ilhéus.

E para melhor atender a comunidade de Ilhéus, estarão funcionando as salas de vacina nos seguintes locais: CAE III; PSF Conquista; UBS Joaquim Sampaio; UBS Euler Vilela; UBS Banco da Vitória; PSF Salobrinho; Morada do Porto; CSU; Posto Sarah Kubitscheck; PSF Nelson Costa; PSF Nossa Senhora da Vitoria; PSF Ilhéus II; UBS Olivença e UBS Hernani Sá, com dias e horários disponíveis nas unidades de saúde do município.

Foram encomendadas mais de 75 milhões de doses, 15 milhões a mais que em 2019. A meta é imunizar ao menos 67 milhões de brasileiros. O esforço conjunto do Ministério da Saúde, Instituto Butantan (produtor das vacinas), e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é devido à atual situação de Emergência Internacional de Saúde Pública pelo novo coronavírus.

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