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Moro

SUSPEIÇÃO DE MORO NO CASO DO EX-PRESIDENTE LULA PODE SER JULGADO NO PRIMEIRO SEMESTRE DESTE ANO

O ministro do Supremo Tribunal Federal – STF, Gilmar Mendes disse que o julgamento do ex-juiz Sergio Moro pode ser iniciado ainda neste primeiro semestre de 2021.

O processo investiga a imparcialidade de Moro no caso em que condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do triplex. O Supremo, que já havia iniciado a votação em 2018, paralisou o processo com os votos contra a suspeição de Moro dos ministros Carmen Lucia e Edson Fachin. Faltam votar, além de Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Nunes Marques.

Além do caso Moro, Mendes disse que pretende julgar no primeiro semestre também o caso envolvendo Fabricio Queiroz, ex-assessor de Flavio Bolsonaro que foi preso no esquema das rachadinhas. O caso seria julgado em dezembro, mas foi adiado pelo ministro, relator do habeas corpus que garantiu a prisão domiciliar de Queiroz e de sua mulher, Marcia Aguiar. Com informações do G1.

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PROCURADORES SE PREOCUPARAM COM PARCIALIDADE DE MORO AO ACEITAR O CARGO DE MINISTRO DA JUSTIÇA

Do G1

O site Intercept publicou nesta sexta-feira (28) diálogos que atribuiu a procuradores da Lava Jato com críticas à decisão do então juiz Sérgio Moro de aceitar convite do recém-eleito presidente Jair Bolsonaro para ser ministro da Justiça.

O site afirma que um dia antes do anúncio de Moro, quando circulavam fortes boatos de que ele participaria do governo Bolsonaro, a procuradora Jerusa Viecili, integrante da força-tarefa em Curitiba, escreveu: “Acho péssimo. Só dá ênfase às alegações de parcialidade e partidarismo”.

O Intercept afirma que, em 6 de novembro, dias depois de Moro ter aceitado o convite, Deltan Dallagnol, segundo o site o procurador mais leal a Moro, disse estar preocupado com os danos causados à reputação e à credibilidade do trabalho realizado pela Lava Jato. A conversa teria sido com a procuradora Janice Ascari.

Nos diálogos, Deltan teria afirmado que, com a saída de Moro, preocupava-se com alegações de parcialidade que viriam. Ele teria ressaltado que não acredita que tenham fundamento, mas temia o corpo que o assunto poderia tomar na opinião pública. A procuradora Janice Ascari teria respondido que também se preocupava com esse aspecto da parcialidade de Moro, porque poria em dúvida, também, o trabalho do MPF.

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