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Patricia Betyar

SANTA CASA DE ITABUNA PARTICIPA DO XV CONGRESSO PORTUGUÊS DE TRANSPLANTAÇÃO

A Santa Casa de Misericórdia de Itabuna (SCMI) participa do XV Congresso Português de Transplantação que, por causa da pandemia do novo coronavírus, terá toda a programação virtual neste ano. O evento começa às 14h30min desta quarta-feira (24) e prossegue até sexta (26), com plenárias, simpósios, painéis, discussões e apresentação de estudos.

Durante o congresso, a coordenadora da Comissão Hospitalar de Transplante da SCMI, a enfermeira Patricia Betyar, apresentará o estudo “Educação em Saúde em Tempos Pandemia: Fortalecendo o Processo de Doação/Transplante”. “O transplante é uma terapia que depende da participação da sociedade e o percentual de negativa familiar na Bahia é alto, chegando a 50% quando comparado com a média nacional”, conta a enfermeira.

Betyar avalia que as pessoas podem contribuir mais com todo o processo de doação de órgãos. “É muito importante que todos conversem sobre o assunto, esclareçam suas dúvidas e informem para o familiar o desejo de ser um doador”, relata.

Campanha fila zero

A Comissão Intra-Hospitalar para Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT) da Santa Casa de Itabuna, em parceria com o Banco de Olhos da Bahia, iniciou em 2017 a Campanha Rumo à Fila Zero de Córnea e aumentou em 100% o número de doações de córnea e de notificações de morte encefálica pela instituição.

Patricia Betyar explica que, com a campanha, o número de pessoas na fila estadual para recebimento de doação de córnea caiu de 1.350 para 487. “Hoje, com a pandemia do novo coronavírus, essa quantidade voltou a subir. São 758 aguardando um “Sim” no estado”.

No geral, atualmente são 1.790 pessoas na fila esperando um órgão. A maior demanda é para o transplante de rins, com 1.012 pessoas inscritas. Em seguida, vem córneas com 758. “Por isso a importância da conscientização e mobilização da sociedade para a doação, embora reconheço que seja um momento muito delicado”, observa a coordenadora.

Patricia Betyar destaca que é preciso conscientizar para salvar vidas. “Mesmo com a pandemia, neste ano a Bahia seguiu realizando transplantes. Nos dois primeiros meses foram registrados 134 transplantes: córnea (78), rim doador falecido (44), fígado (7), medula (4) e pele (1).

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