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ITABUNA: LUPO VAI INVESTIR R$ 710 MIL E PREVÊ GERAR 150 EMPREGOS NO MUNICÍPIO

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) assina protocolo de intenções para ampliação da unidade industrial com a Itabuna Têxtil S.A., pertencente ao Grupo Lupo, nesta quinta-feira (22), às 16h, em Itabuna. Para a modernização da fábrica, serão investidos R$ 710 mil e a previsão é de gerar 150 novos empregos diretos.

A empresa, que atua no mercado de moda íntima feminina e masculina e produz as marcas Scala e Triffil, já investiu R$ 30 milhões na Bahia, gera atualmente 2,1 mil postos de trabalho diretos e 604 indiretos. Com a ampliação, prevê incrementar sua capacidade produtiva de 3,4 milhões para 4,6 milhões dúzia/ano.

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PENALTY GARANTE PERMANÊNCIA DA FÁBRICA EM ITABUNA E JUSTIFICA DEMISSÕES

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado da Bahia – SDE, por meio de nota esclareceu a permanência da fábrica da Penalty em Itabuna e elencou os motivos que levaram a empresa a demitir mais de cem funcionários. (Relembre)

Veja a nota, na íntegra:

NOTA À IMPRENSA – Penalty Itabuna

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado da Bahia (SDE) esclarece que a fábrica da Penalty segue em operação em Itabuna, no Sul baiano. A Cambuci S.A., empresa detentora da marca, informou à Secretaria que as recentes demissões ocorreram em virtude do cenário econômico nacional e do baixo faturamento da unidade grapiúna. Reforçaram, contudo, que se trata de uma adequação momentânea e que voltará a contratar.

A Penalty comunicou ainda que manterá o emprego dos atuais 450 funcionários de Itabuna e que não haverá demissões na unidade de Itajuípe. Nas duas fábricas em solo baiano, a empresa gera 700 empregos e já investiu cerca de R$ 5,6 milhões nos últimos 5 anos.

A SDE informa também que os incentivos fiscais, do Governo do Estado, destinados à empresa vencem em dezembro de 2020 e que o procedimento de pedido de prorrogação já foi aberto. E reforça que a permanência da Penalty na Bahia é estratégica para os municípios de Itabuna e Itajuípe e para a geração de emprego e renda em benefício de todo o povo baiano.

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ITABUNA: FÁBRICA DA PENALTY DEMITE MAIS DE 100 FUNCIONÁRIOS

Após o anúncio do fechamento da Nestlé em Itabuna, ocasionando assim um aumento do desemprego na cidade, a Empresa Penalty anunciou, neste final de semana, a demissão de mais de 100 funcionários da fábrica localizada na Avenida Kennedy.

Segundo o Blog Pimenta, a Penalty alegou que as vendas diminuíram e os estoques aumentaram, causando prejuízo à empresa. Há rumores de que as unidades localizadas em Itabuna e em Itajuípe poderão ser fechadas. A Penalty fabrica bolas e materiais esportivos nas unidades do sul da Bahia (Itabuna – Itajuípe) e emprega cerca de 600 funcionários.

O governo do estado, visando manter os empregos e o crescimento dos municípios baianos, cedeu à Penalty dez anos de isenções fiscais para operar no sul do estado. O membro do Sindicato dos Trabalhadores em Indústrias Têxteis e de Calçados do Sul e Extremo Sul da Bahia (Sintratec), Jéser Cardoso, disse ao Pimenta que manteve contato com a direção da empresa e, segundo o sindicalista, a empresa negou que irá sair de Itabuna.

Funcionários da unidade receberam férias coletivas, devido ao alto número de materiais em estoque e a pouca venda. A empresa não confirmou se realmente houve demissões em Itajuípe.

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DIRIGENTES DA CTB SÃO INTIMADOS A DEPOR SOBRE GREVE DO DIA 28 DE ABRIL

Coordenadores da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – Regional Sul Bahia foram intimados pela 2ª Delegacia de Itabuna a prestar depoimentos a respeito da greve do dia 28 de abril, convocada pelas centrais sindicais e que parou o país contra as reformas da previdência, trabalhista e terceirização. Os presidentes do Sindicato dos Bancários de Itabuna e Região, Jorge Barbosa, do Sindicato dos Comerciários de Itabuna, Jairo Araújo, e o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis e Calçadistas do Sul e Extremo Sul da Bahia, Jeser Cardoso, compareceram à audiência na tarde desta quarta-feira, 6, acompanhados de militantes da Central. A denúncia partiu da fábrica Penalty.

Segundo Jeser Cardoso, trata-se de uma acusação fantasiosa. Ele alega que o movimento foi totalmente pacífico e ninguém da CTB agrediu ou invadiu patrimônio de empresa alguma. Para Jairo Araújo, a Penalty não aceitou o resultado da greve. No entendimento dele, a fábrica defende seu privilégio de explorar legalmente os trabalhadores, a partir das reformas de Michel Temer.

Na opinião de Jorge Barbosa, esta é mais uma tentativa de criminalizar os movimentos sociais. “A atitude da Penalty merece todo o nosso repúdio, pois representa um atentado à livre organização dos trabalhadores, uma tentativa de criminalizar o movimento sindical e inibir a livre manifestação”, ponderou.

Uma nova audiência foi marcada para o dia 18 de setembro, às 14 horas, no mesmo local.

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