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PAU BRASIL: PREFEITA BABI DE PRADO, DO PSD, DEVE ANUNCIAR APOIO A ACM NETO

A Prefeita do Município de Pau Brasil, Bárbara Prado (PSD) e seu marido Antônio José Prado deverão anunciar nos próximos dias o apoio ao pré-candidato ACM Neto (UB) para o Governo baiano, segundo o Jornalista Victor Pinto, comentarista político e apresentador na Band Bahia.

Neste domingo, Prado almoçou ao lado de Neto, Cacá Leão (PP), Bruno Reis, Marcelo Nilo (Republicanos), Zé Cocá (PP) e outros políticos na residência do Deputado Estadual, Dal, em Amargosa. No município, nas rodas de conversa, é dado como certo o apoio. “Questão de dias”, disse um interlocutor ao iPolítica.

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GESTANTE EM TRABALHO DE PARTO É AUXILIADA POR POLICIAIS MILITARES

Uma gestante que entrou em trabalho de parto foi auxiliada por policiais do 4º Pelotão da Companhia Independente de Policiamento Rodoviário (CIPRv/Itabuna). Caso ocorreu na na noite desta segunda-feira (13), na ponte do Rio Jucuruçu, na cidade de Prado.

De acordo com o comandante do 4º Pelotão, o veículo transportava a grávida para o Hospital Municipal de Prado, mas parou na ponte, que estava avariada pela chuva, para aguardar a ambulância que faria o translado da mulher. Nesse intervalo, a jovem entrou em trabalho de parto.

O sargento Reinaldo Vieira Costa e soldado Walace Carmo mantiveram a gestante calma até a chegada dos enfermeiros e iluminaram a região para o parto. O recém-nascido e a mãe foram encaminhados ao hospital de Prado. “Um nascimento em com toda dificuldade e em meio a calamidade em qual estamos passando devido as chuvas é algo que emociona”, falou o sargento.

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PRADO: PREFEITURA REVOGA CONCURSO APÓS DECISÃO JUDICIAL

O Município de Prado revogou o concurso público para preenchimento de cargos na Prefeitura Municipal realizado em março do ano passado. O decreto de cancelamento do certame foi publicado dia 25, no Diário Oficial, após o Ministério Público ter recomendado a anulação do processo seletivo e a Justiça, a pedido do MP, ter suspendido o concurso em decisão liminar. (Relembre)

Segundo o decreto, a Prefeitura cancelou a seleção pública em consideração também ao Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado junto ao MP para regularização de contratações de funcionários municipais que vinham sendo feitas supostamente de forma ilegal.

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PRADO: MP RECOMENDA REALIZAÇÃO DE NOVO CONCURSO APÓS SUSPEITA DE FRAUDE

O Ministério Público estadual recomendou ao Município de Prado que realize novo concurso público para preenchimento de cargos na Prefeitura Municipal, com o cronograma do processo seletivo devendo ser apresentado ao MP dentro de 30 dias. Foi recomendado também que sejam anulados, integralmente, todos os atos do certame de março de 2017, devido a irregularidades constatadas na realização da seleção pública. No último dia 19, a pedido do MP, a Justiça determinou de forma liminar a suspensão do concurso.

Conforme a recomendação, expedida no último dia 20 pelo promotor de Justiça Kerginaldo Reis de Melo, o Município deve desfazer o contrato firmado com a empresa Ágora Consultoria Ltda., responsável pela realização do concurso suspenso pela Justiça. O promotor recomendou que para o novo processo seletivo seja contratada “empresa idônea, sem histórico de irregularidades/fraudes em certames”. Segundo Kerginaldo Melo, o atendimento as essas medidas contemplaria o cumprimento de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado pelo Município junto ao MP com o objetivo de regularizar as contratações de servidores pelo Poder Executivo Municipal, que vinha realizando contratações e terceirizações supostamente ilegais.

Entre as supostas irregularidades no concurso apontadas pelo MP e consideradas pelo juiz Leonardo Coelho na decisão liminar, estão a não participação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no processo de seleção para o cargo de Procurador do Município, cuja prova foi considerada inadequada em razão de não haver questões subjetivas, mas apenas dez questões objetivas de conhecimentos específicos. Elas foram consideradas como insuficientes quantitativa e qualitativamente, já que não se diferenciaram na cobrança de conteúdo das questões presentes nas provas de candidatos a cargos técnicos de nível médio. É apontada, também, a suspeita de fraude no concurso em razão da aprovação de quantidade considerável de pessoas que já atuavam na Administração Público Municipal, ocupando cargos comissionados.

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