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CONVENÇÃO HOMOLOGA O NOME DE KLEBER ROSA AO GOVERNO DA BAHIA

A convenção da coligação “Juntos Vamos Governar ” composta pelo PSOL, REDE e UP, homologou nesta sexta-feira, 29, a candidatura ao Governo da Bahia do cientista social, Kleber Rosa, do candidato a vice-governador, Ronaldo Mansur, da candidatura coletiva ao Senado representada por Tâmara Azevedo, Zem Costa de Itabuna e Prof Max, no comitê da campanha, localizado na Rua Vieira Lopes, n° 162, no bairro do Rio Vermelho, ao lado da faculdade São Thomaz de Aquino.

O evento homologou também 40 candidaturas a deputados federais que vão concorrer à Câmara dos Deputados e 57 candidaturas a deputados estaduais que irão disputar as vagas da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) pela federação PSOL-REDE. O evento contou com as presenças da presidente estadual do PSOL, Elze Facchinetti, e da Porta-voz da Rede Sustentabilidade, Iaraci Dias.

O cientista social e candidato ao Governo da Bahia pela coligação “Juntos Vamos Governar” , Kleber Rosa, é filho de uma mulher sem terra, sertaneja e de um homem sem-teto, estofador, e soteropolitano. Kleber Rosa, 48 anos, nasceu em Salvador, passou a infância no bairro do Engenho Velho da Federação e a adolescência e juventude no Nordeste de Amaralina. Rosa irá estrear na disputa eleitoral, ao lançar sua primeira candidatura.

” O PSOL tem acertado muito na sua caminhada enquanto partido de esquerda e que representa as demandas populares do nosso país e acertou, mais uma vez, ao abrir mão de candidatura própria à presidência da República para apoiar a candidatura do ex-presidente Lula. Precisamos garantir a eleição de Lula no primeiro turno. Bolsonaro representa a cultura do ódio, da opressão, do racismo, da segregaçao. Juntos vamos governar e vamos derrotar bolsonaro e sua corja de nazifascistas e, na Bahia, a nossa candidatura é a que representa melhor os projetos políticos de Lula. Vamos fazer na Bahia a abolição que o Brasil ainda não fez”, frisou Kleber Rosa.

O candidato a vice-governador da coligação “Juntos Vamos Governar” , Ronaldo Mansur, assumiu a presidência estadual do PSOL Bahia, em 2015, foi candidato a vice-governador, em 2014, na chapa encabeçada pelo geólogo Marcos Mendes, atualmente, é Secretário Nacional de Relações Institucionais da Executiva Nacional do PSOL, e dirigente da corrente “Revolução Solidária”, mesma tendência de Guilherme Boulos. ” Quero saudar a Bahia e os baianos e todas as nossas candidaturas proporcionais. Vamos fazer uma campanha com a cara da Bahia, vamos apresentar um Programa vai dialogar com a realidade dos baianos, um Programa popular, que vai focar na inclusão social e no combate à pobreza “, assegurou Ronaldo Mansur.

A candidatura coletiva ao Senado representada por Tâmara Azevedo, Zem Costa de Itabuna, e Prof Max, pontuou a necessidade de o Estado combater a pobreza, o extermínio da juventude negra, e com os atuais índices “vergonhosos” da educação. “Não podemos continuar com 30 mil jovens negros dos bairros periféricos do nosso Estado morrendo todos os anos por esse Estado genocida. Temos medo de acordar e olhar o nosso WhatshApp porque ,provavelmente, vamos receber a notícia de mais um jovem negro assassinado. Somos um milhão de mulheres negras chefiando famílias no Estado da Bahia. Precisamos transformar a atual estética política do nosso Estado Somos a única candidatura, verdadeiramente, de esquerda ao Senado da Bahia “, frisou Tâmara Azevedo.

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SENADOR RANDOLFE APRESENTA PEC PARA ACABAR COM AUXÍLIO MORADIA NOS TRÊS PODERES

O senador Randolfe Rodrigues (REDE) apresentou esta semana, Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para extinguir o pagamento de auxílio-moradia a membros de todos os Poderes. Com isso, o senador pretende rever o que considera uma forma de burlar o teto remuneratório e uma distorção de precisa ser corrigida formalmente.

“O auxílio-moradia é uma vantagem que nada mais é, nos dias atuais, do que uma espécie de fraude e de ampliação irregular dos gastos públicos, bem como um aumento de privilégios daqueles agentes públicos que já têm remuneração muito acima da dos brasileiros comuns”, disse o senador.

Agora, Randolfe precisa do apoio popular para que a iniciativa não caia no “limbo legislativo” e consiga tramitar no Congresso Nacional. “Essa legislatura precisa dar respostas às demandas da sociedade” continua.

Segundo o parlamentar, o benefício pago de R$ 4 mil a R$ 4,5 mil individualmente para os membros dos três Poderes, Ministério Público, além de parlamentares, ministros de Estado e secretários estaduais e municipais, custa aos cofres públicos mais de R$ 1 bilhão anuais.

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NAZAL DIZ QUE NÚMEROS DO IBGE SOBRE POPULAÇÃO DE ILHÉUS SÃO DESACREDITADOS

O vice-prefeito de Ilhéus e secretário municipal de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável (Seplandes), José Nazal Soub (REDE), atribuiu ao resultado do Censo do IBGE realizado em 2000, os relevantes e incongruentes números que, a partir desse logro, vêm gerando desdobramentos igualmente desacreditados, contrariando a lógica, a matemática e a percepção geral sobre Ilhéus. Em nota pública distribuída ontem (31) à noite, Nazal afirma que por conta desta significativa diferença, auditores do IBGE chegaram a fazer uma aferição nos dados coletados entre os censos de 2000 e 2010, quando se verificou que, em várias localidades do município, especialmente na zona rural, o número de domicílios e de habitantes contados era inferior ao que havia sido coletado pelo mesmo Instituto. “Por razões que desconhecemos, os números do censo do IBGE do ano 2000, irreais, superestimaram a nossa população”, assegura. Conquista Na nota, Nazal dá como exemplo o populoso bairro da Conquista. “Em 2000, a população do bairro era de 22.045 habitantes e o bairro possuía 5.703 domicílios. Já em 2010, o mesmo local possuía 6.379 domicílios e registrava apenas 18.892 habitantes. Então, segundo o IBGE, ao tempo em que o número de residências cresceu 11%, houve uma redução da população em torno de 15% por cento”, afirmou, destacando que até hoje o IBGE não conseguiu explicar o fato. Segundo a nota, é por conta desta situação que, ao longo dos anos subsequentes, o município tem registrado quedas populacionais, já que o critério de definição dos novos números acontece por intermédio de projeções e não de novas contagens reais. “Ora, se o vetor 2000/2010, revela decréscimo demográfico, atribui-se o mesmo declínio aos anos subsequentes, alheio às possibilidades de estagnação do decréscimo, ou mesmo reversão do vetor. Assim, a população de Ilhéus continuará definhando, mesmo que não seja verdade, até que um novo censo populacional seja efetuado”, afirma Nazal. Diferente da realidade Outros sintomas, como o aumento do número de domicílios e a quantidade expressiva de novas construções, além do considerável crescimento da “mancha urbana”, são fatos incontestáveis e que contrariam as projeções do IBGE. Ou seja, a incongruência se evidencia, mais uma vez: enquanto o município se expande e a população decresce”, completa. Nazal assegura na nota que a Prefeitura oficializou a reclamação de Ilhéus no escritório do IBGE na Bahia, à metodologia questionável do Censo de 2000 e que uma demanda jurídica para anulação do referido censo chegou a ser cogitada, mas demonstrou-se inviável, pois seria demasiadamente longa e os efeitos buscados se perderiam. A nota ainda esclarece que os novos números apresentados não representam nenhum tipo de prejuízo financeiro direto, mas, eventualmente, podem gerar consequências danosas nas avaliações sobre o nosso município, conquanto a prováveis investimentos pelos quais nos empenhamos diuturnamente, mas cujo decréscimo populacional pode vir a representar um dado desestimulante. “Em que pese a queda nos índices populacionais, faz-se necessário informar que Ilhéus se manteve com uma boa margem de segurança na faixa de transferências constitucionais a que teríamos direito, sobretudo o Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Externo as minhas convicções de que esse erro será desmistificado em 2020 – quando está previsto a realização de um novo Censo Demográfico Nacional – e a verdade restabelecida”, finaliza Nazal. A nota divulgada por Nazal é uma resposta à estimativa populacional divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) sobre o município. Os números projetados e divulgados pelo IBGE, instituição nacional responsável pela guarda, controle e contagem da população brasileira, mais uma vez mostraram o crescimento populacional negativo no município de Ilhéus, questionados pelo vice-prefeito. Leia mais...