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Rejeição

ITABUNA: REJEIÇÃO A FERNANDO GOMES ULTRAPASSA 70%, APONTA SÓCIO ESTATÍSTICA

A pesquisa Sócio Estatística mostrou que a Administração Fernando Gomes “possui uma avaliação tendendo ao negativo”. 54,48% dos entrevistados afirmaram que o Governo Municipal é péssimo e 16,79 dizem que é ruim. 21,14% consideram regular. 4,98% consideram boa e 1,24% ótima. Não responderam, 1,37%.

“Trata-se de uma situação marcada pelo desgaste da imagem. Aqui, ainda que seja válida a afirmação de que enquanto houver tempo, haverá possibilidades, mantendo-se situação, as perspectivas da atual administração não parecem promissoras, eleitoralmente falando. A favor, ainda há tempo e a recente troca de nomes no comando da administração, não captado por esta pesquisa, até por falta de tempo. Quanto a este ponto, cabe esperar e monitorar”, ressaltou Agenor Gasparetto.

O levantamento buscou saber também quais os principais problemas enfrentados pela população de Itabuna. Dentre os apontados, os dois mais graves são a questão da violência/falta de segurança e a questão da saúde/atendimento médico. Em terceiro lugar emerge a questão do desemprego. Na sequência, educação/qualidade do ensino, falta de saneamento básico, pavimentação/calçamento de ruas e transporte público.

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BOLSONARO E HADDAD TRAVAM BATALHA DE REJEIÇÕES

O novo Datafolha indica que a polarização entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) tende a desencadear uma batalha de rejeições cada vez mais acirrada. Os dois ostentam índices altos nos três maiores colégios eleitorais. De acordo com a Coluna Painel da Folha, em São Paulo, o deputado é rejeitado por 43%; o petista por 44%. No Rio de Janeiro, Bolsonaro marca 36%; Haddad 34%. Minas Gerais: 43% a 32%, respectivamente. Há, porém, uma má notícia a mais para o PT: os números de Bolsonaro estabilizaram nesses estados. Os de Haddad estão subindo.

Em comparação com a pesquisa anterior, a rejeição a Fernando Haddad Lula subiu de 38% para 44% entre os paulistas; de 31% para os atuais 34% entre os cariocas; e de 28% para 32% em solo mineiro. O Sudeste inteiro soma cerca de 63,5 milhões de eleitores. A âncora de Bolsonaro é mesmo a região Nordeste. Nela, a rejeição do deputado subiu de 56% para 61%. A de Haddad está entre as menores: 21%.

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