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Sérgio Moro

EX-MINISTRO SERGIO MORO PODE IR PARA O UNIÃO BRASIL APÓS PRESSÃO DE SENADORES DO PODEMOS

A poucos dias do fim do prazo para candidatos definirem o partido e o estado pelo qual disputarão as eleições de outubro, senadores do Podemos pressionam Sergio Moro a transferir seu domicílio eleitoral para São Paulo.

De acordo com o Jornalista Igor Gadelha, no portal Metrópoles, o movimento se intensificou após o último domingo (27/3), quando o ex-juiz anunciou a lideranças da sigla que pretendia manter seu título de eleitor no Paraná. A avaliação de senadores do Podemos, porém, é de que, no Paraná, Moro terá dificuldades para executar um eventual “plano B” nas eleições deste ano, caso ele desista de ser candidato ao Palácio do Planalto.

Ainda segundo a coluna, uma das alternativas para Moro seria concorrer ao Senado. No Paraná, contudo, o nome do partido para a disputa é o do senador Alvaro Dias, que é líder do partido na Casa e pré-candidato à reeleição. Nos últimos dias, Alvaro até sinalizou que poderia abrir mão de tentar se reeleger ao Senado em nome de Moro, mas seus colegas de bancada dizem não concordar com isso.

A coluna conversou com ao menos quatro senadores do Podemos sobre o assunto, e todos confirmaram o apelo a Moro. O único que topou falar publicamente, porém, foi Jorge Kajuru (Podemos-GO).

“Uma parte da bancada pediu para ele transferir o domicílio para São Paulo, mas ele resiste. O Alvaro Dias é um homem tão grandioso, que, se ele tiver que deixar a candidatura (ao Senado), ele faz isso. Mas a gente está demonstrando que não é certo ele se sacrificar”, afirmou Kajuru à coluna, dizendo, porém, torcer para que Moro leve à diante sua candidatura à Presidência.

Um outro parlamentar do Podemos ouvido pela coluna afirmou que, caso Moro insista em manter o domicílio eleitoral no Paraná, alguns senadores poderão deixar o partido.

Moro no União Brasil

A Coluna enfatiza que o movimento acendeu alerta no entorno de Moro e levou o ex-juiz a retomar as negociações com integrantes do União Brasil para uma possível filiação ao partido comandado por Luciano Bivar.

Interlocutores de Moro terão conversas com dirigentes do União Brasil nesta quarta-feira (30/3). Na segunda-feira (28/3), o ex-juiz já havia jantado em Brasília com o próprio Bivar. Procurados pela coluna, Moro não respondeu.

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BAIANOS REJEITAM BOLSONARO, APONTA GENIAL/QUAEST

Pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira, 23, aponta que 79% dos baianos responderam que o Presidente Jair Bolsonaro (PL), não merece ser reeleito, e 18% responderam que sim, merece um segundo mandato.

A pesquisa mostra que o ex-presidente Lula (PT), detém a intenção de 62% dos votos na Bahia; Bolsonaro, 15%; Ciro Gomes, 5%; Sergio Moro, 3%; Janones, 3%; Simone Tebet, 1%; João Doria, 1%. No segundo turno, Lula venceria todos os adversários, com cerca de 70% dos votos.

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DESAPONTADA, ASSESSORA DE IMPRENSA DE SÉRGIO MORO PEDE DEMISSÃO

A jornalista Cristiane Salles, que era assessora de imprensa de Sergio Moro desde o Ministério da Justiça, pediu demissão da campanha do ex-juiz. Anteriormente, fotógrafo já havia deixado o grupo.

De acordo com o Jornalista Guilherme Amado, do Portal Metrópoles, Salles enviou uma mensagem na semana passada em uma lista de transmissão dizendo que saía em virtude de um “tratamento de saúde”. A interlocutores, entretanto, Salles afirmou estar desapontada com os rumos que a campanha tomou, sem entrar em detalhes.

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A INVESTIDORES, MORO FALA SOBRE RECUPERAÇÃO DA ECONOMIA E RECONSTRUÇÃO DO PAÍS

O Pré-candidato a Presidente, Sergio Moro participou, nesta sexta-feira (19), de um encontro sobre economia e investimentos promovido pelo banco Credit Suisse. O debate foi conduzido pelo presidente do banco, José Olympio Pereira, em São Paulo.

Defensor do livre mercado, da livre iniciativa e da modernização da economia brasileira, Moro tem reforçado que, diante das desigualdades do País, é necessária a adoção de um capitalismo com solidariedade e compaixão.

Para acompanhá-lo na agenda, Moro convidou o economista Affonso Celso Pastore. Ex-presidente do Banco Central, Pastore é o principal conselheiro de Moro na área econômica.

Aos investidores, Moro defendeu a necessidade de reconstrução do País e reafirmou que seu objetivo é “vender um sonho, um projeto” e não entrar numa campanha “para acabar a polarização Lula-Bolsonaro”.

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SÉRGIO MORO CONVIDA PROFESSORA DAYANE PARA COORDENAR SUA CAMPANHA NA BAHIA

Pré-candidato à presidência da República, o ex-juiz Sérgio Moro (Podemos) convidou, nesta quarta-feira (17), a deputada federal Professora Dayane Pimentel (PSL) para coordenar sua campanha na Bahia.

Por meio do Instagram, a parlamentar revelou o convite e ratificou a luta contra a corrupção.

“Missão aceita! Sigo na coordenação do projeto que vai resgatar nossa nação. Juntos pelo que acreditamos, pelo nosso país, por ideais, por pautas contra a corrupção. Sérgio Moro é um ícone de seriedade e legado que faz o Brasil ser respeitado no mundo inteiro. Seguiremos juntos neste projeto. Obrigada pela confiança e pelo reconhecimento, futuro Presidente”, escreveu Dayane.

Pesquisa recente realizada pela Genial/Quaest aponta que Moro, antes de anunciar sua pré-candidatura, já pontuava com 8% do eleitorado no país.

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ASSOCIAÇÃO JUÍZES PARA A DEMOCRACIA DENUNCIA MANIPULAÇÃO POLÍTICA NA OPERAÇÃO LAVA-JATO

A Associação Juízes para a Democracia,  ante a notícia das candidaturas de Sérgio Moro e Deltan Dallagnol, vem a público reiterar sua denúncia acerca da existência de manipulação política no bojo da denominada “Operação Lava-jato”.

Moro e Dallagnol nunca atuaram contra a corrupção. Ao contrário, utilizaram o sistema de justiça para obstaculizar um projeto político popular e nacionalista, resultando em eleições parciais, já que afastado o candidato com maiores intenções de voto, em 2018.

Aos danos à democracia, somam-se a destruição da indústria naval e da construção civil brasileiras, entre outros nefastos efeitos do Lawfare praticado por esses que, agora, sem pudor algum, desvelam quais eram suas verdadeiras intenções: a manipulação da justiça em proveito próprio.

Caída a máscara da caçada implacável aqueles que eles chamavam de corruptos, Moro e Dallagnol escancaram que seu maior projeto era alavancar suas próprias carreiras políticas, vilipendiando seus cargos públicos, no Judiciário e no Ministério Público.

Tal como em outras ocasiões,  especialmente durante a visita institucional à vigília “Lula Livre”, a AJD vem reforçar seu alerta à sociedade, quanto aos riscos  e prejuízos à democracia que a prática do Lawfare e a atuação impune de Sérgio Moro e Deltan Dallagnol (dentre outros) representam.

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“MORO ATUOU CONTRA LULA COMO AGENTE PARTIDÁRIO”, DECLARA PRESIDENTE DO PT BAIANO

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), por ampla maioria, atenderam nesta quinta-feira (22) ao agravo regimental apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), (Relembre), onde afirmava que a decisão sobre a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba não afeta o reconhecimento da suspeição do ex-juiz Sergio Moro por quebra de imparcialidade, definido na Segunda Turma da Corte em 23 março deste ano. No agravo que foi apreciado no plenário do STF, a defesa de Lula apontou que o HC 164493, da suspeição de Moro, não poderia ser derrubado após a decisão sobre a incompetência de Curitiba, tendo em vista que o HC já foi apreciado na Segunda Turma.

Quem celebrou a decisão foi o presidente do PT da Bahia, Éden Valadares. “Finalmente a verdade venceu. Desde o início do processo, nós do PT apresentamos o caráter ilegal, parcial e de perseguição política ao presidente Lula. O ex-juiz Sergio Moro atuou como um agente partidário e hoje o STF reconheceu isso. Quando a política entra pela porta de um tribunal, a justiça sai pela janela. Lula está definitivamente livre, inocente e a possibilidade de sua candidatura à Presidência é uma luz de esperança para o Brasil sair desta fase marcada pela desumanidade, incompetência e agravamento da fome, do desemprego e falta de oportunidades”, declarou o petista.

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COM MUDANÇA DE VOTO, STF DECLARA QUE MORO FOI PARCIAL AO CONDENAR LULA

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), alterou o voto e declarou Moro como parcial em julgar o caso que envolveu o ex-presidente Lula. O julgamento foi retomado nesta terça-feira (23) após um pedido de vistas do ministro Nunes Marques, que decidiu a favor do ex-juiz (Relembre aqui).

Por 3 votos a 2, a Segunda Turma do Supremo decidiu que a sentença que condenou Lula segue anulada por outra decisão, determinada pelo ministro Edson Fachin, que apontou a incompetência da Justiça Federal do Paraná para analisar os processos do petista e tornou sem efeito as condenações pela Operação Lava Jato de Curitiba.

Com a decisão desta terça, a Segunda Turma anulou todo o processo do triplex, que precisará ser retomado da estaca zero pelos investigadores. A decisão resultou do julgamento pela turma de uma ação impetrada em 2018 pela defesa de Lula.

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NUNES MARQUES VOTA CONTRA SUSPEIÇÃO DE MORO NOS PROCESSOS DA LAVA JATO CONTRA O EX-PRESIDENTE LULA

A segunda turma do Supremo Tribunal Federal – STF, retomou nesta terça-feira (23) o julgamento da ação que analisa se, na época juiz, Sergio Moro teria sido parcial ao sentenciar o ex-presidente Lula nos processos da Lava Jato de Curitiba. O julgamento tinha sido suspenso após um pedido de vista do ministro Nunes Marques.

O recém-chegado ministro Nunes Marques votou contra a suspeição do ex-juiz, desempatando assim o julgamento e formando maioria a favor da manutenção da sentença. Nunes acompanhou os votos de Edson Fachin e Cármen Lúcia, que fizeram o voto em 2018. Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski votaram pela parcialidade de Moro.

Segundo apurou a CNN Brasil, a ministra Cármen Lúcia sinalizou que poderia alterar o voto, alegando que de 2018 pra cá novos fatos surgiram como a exemplo das mensagens trocadas entre Moro e os procuradores da força tarefa. Cármen chegou a dizer que era “gravíssimo” o fato, que foi mensurado pelo ministro Gilmar Mendes.

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SEGUNDA TURMA DO STF JULGA SUSPEIÇÃO DE MORO RELACIONADO A OPERAÇÃO LAVA JATO

Está sendo julgado pela segunda turma do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira, 9, um processo que apura a suspeição do ex-juiz Sergio Moro nos casos relacionados à operação Lava Jato. O ministro Edson Fachin chegou a apresentar um pedido para adiamento da sessão, mas foi rejeitado pelo colegiado.

O presidente da segunda turma, o ministro Gilmar Mendes, pautou um habeas corpus impetrado pela defesa do ex-presidente Lula onde pede a suspeição de Moro nos processos. A inclusão da pauta ocorre um dia após o ministro Fachin anular as condenações de Moro nos casos que envolviam o ex-presidente Lula. (Relembre)

A segunda turma é formada pelos ministros Edson Fachin, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Nunes Marques. Em dezembro de 2018, Cármen e Fachin votaram contra a suspeição do ex-juiz. Resta outros três ministros votarem no caso.

O ministro Nunes Marques pediu vista (mais tempo para analisar o processo) e com isso adiou a conclusão do julgamento na Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a suspeição do ex-juiz Sergio Moro na condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Os cinco ministros da turma estão decidindo se Moro agiu com parcialidade ao condenar Lula no caso do triplex do Guarujá, investigação no âmbito da Operação Lava Jato no Paraná.

Os demais ministros já votaram, e o resultado está 2 a 2.

Suspeição

A defesa do ex-presidente Lula acusa que Moro teria demonstrado parcialidade ao julgar os processos envolvendo-o. Segundo apontou a defesa, que teve acesso a diálogos entre o ex-juiz e procuradores da força tarefa em Curitiba, esses materiais deixam claro a interferência do magistrado no curso dos processos.

As conversas de Moro com os procuradores foram divulgadas pela Polícia Federal após o ministro Lewandowiski tornar público os dados da Operação Spoofing.

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“LULA PODE ATÉ MERECER ABSOLVIÇÃO, MORO JAMAIS” DIZ ARTHUR LIRA APÓS A DECISÃO DE FACHIN

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse que o ex-presidente Lula pode até merecer absolvição, mas o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, jamais. A declaração do presidente foi feita após a decisão do ministro do STF, Edson Fachin, que anulou as condenações do ex-presidente, tornando Lula elegível. (Relembre aqui)

Lira se manifestou nas redes sociais, onde questionou se a decisão beneficia Lula ou Moro. “Minha maior dúvida é se a decisão monocrática foi para absolver Lula ou Moro. Lula pode até merecer absolvição. Moro jamais”, relatou o presidente da Câmara.

A anulação dos procedimentos nos processos da Lava Jato de Curitiba pode beneficiar o ex-juiz Moro, que responde um processo pela suspeição na condução dos casos. A defesa de Lula pede que Moro seja julgado pelo Supremo Tribunal Federal. Com informações do Bahia Notícias.

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JORNALISTA AFIRMA QUE BRASIL ESTÁ COM UMA SAFRA DE “DEMOCRATAS DE PANDEMIA”

O Jornalista Kennedy Alencar, declarou em suas redes sociais, que o Brasil está com uma safra de “democratas de pandemia.”. O termo, segundo ele, se refere a figuras que usaram seu poder de influência sem o menor pudor para colaborar com a eleição de Jair Bolsonaro e hoje usam a ocasião pra reescrever biografia. (Luciano) Huck e (Sérgio) Moro são exemplos mais gritantes, mas a praça tá cheia dos que sabiam quem era Bolsonaro.”, disse.

O Jornalista pontuou que essas figuras causaram mal ao país, mas fingem que não têm nada a ver com o abismo no qual atiraram o Brasil. “Demonizaram política, colaboraram para eleger um genocida e agora posam de defensores da democracia. Hipocrisia tem limite. O Google tá aí pra quem quiser conferir o que fizeram.”, concluiu.

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DEFESA DE SERGIO MORO QUER APURAÇÃO SOBRE FRAUDE NA DEMISSÃO DE VALEIXO

Após a Secretaria-Geral da Presidência admitir que Sergio Moro não assinou o decreto de exoneração de Maurício Valeixo da direção-geral da Polícia Federal, a defesa do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública cobrou uma apuração das “circunstâncias anormais” envolvidas na publicação do ato no Diário Oficial, indica a Coluna Radar da Revista Veja.

Segundo o advogado de Moro, Rodrigo Sánchez Rios, não houve coleta de assinaturas físicas nem eletrônicas de nenhuma das autoridades com atribuição para o ato. “O ex-ministro não foi previamente consultado sobre a exoneração, com a qual, inclusive, ele não concordou. É preciso, portanto, a apuração das circunstâncias anormais envolvidas na publicação oficial”, afirma a defesa, em nota.

Pulicado no Diário Oficial do dia 24 de abril, o ato de exoneração de Maurício Valeixo foi apresentado como “a pedido” e contava com a assinatura de Jair Bolsonaro e de Sergio Moro. O nome do ex-ministro foi retirado do decreto depois que ele veio a público e disse que não havia assinado a demissão.

Segundo a publicação, a ocorrência de falsidade ideológica está sendo apurada no inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) sobre supostas interferências do presidente no comando da PF.

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STF DETERMINA PRAZO DE CINCO DIAS PARA INTIMAÇÃO DE SERGIO MORO EM INQUÉRITO SOBRE ACUSAÇÕES A BOLSONARO

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do Inquérito (INQ) 4831, determinou a intimação do ex-ministro Sérgio Moro, para que seja ouvido pela Polícia Federal com relação ao pronunciamento ocorrido no dia 24 deste mês, quando anunciou sua saída do governo e fez acusações ao presidente da República, Jair Bolsonaro. O pedido de inquérito foi apresentado pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, para apurar eventual prática de ilícitos como falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação, obstrução de Justiça e corrupção passiva pelo presidente.

O trâmite do inquérito foi autorizado pelo ministro na última segunda-feira (27), quando definiu o prazo de 60 dias para as diligências iniciais. Nesta quinta-feira, parlamentares pediram ao relator a intimação imediata do ex-ministro.

Ao analisar o pedido, o ministro Celso de Mello considerou as razões de urgência apresentadas pelos parlamentares, tendo em vista a crise política que, segundo os congressistas, resulta em prejuízos para o combate às concomitantes crises na saúde e na economia. Assim, o relator determinou a intimação de Moro pela Polícia Federal, no prazo de cinco dias, para “manifestação detalhada sobre os termos do pronunciamento, com a exibição de documentação idônea que eventualmente possua acerca dos eventos em questão”.

Quanto a outros pedidos apresentados pelos parlamentares, como a manutenção de todos os delegados federais atualmente lotados no setor responsável pelas investigações do inquérito, o ministro esclareceu que primeiramente deve se manifestar o Ministério Público, titular na ação penal. “Não se pode desconhecer, neste ponto, que o monopólio da titularidade da ação penal pública pertence ao Ministério Público, que age, nessa condição, com exclusividade, em nome do Estado”, conforme previsão constitucional.

Leia a íntegra da decisão. Leia mais...