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Varíola dos Macacos

TRÊS NOVOS CASOS DA VARÍOLA DOS MACACOS FORAM CONFIRMADOS NA BAHIA

Três novos casos de Monkeypox foram confirmados na Bahia nesta quinta-feira (18). Os três casos são residentes de Salvador. Com estas confirmações, a Bahia totaliza trinta casos da doença, sendo 21 em Salvador, 2 em Santo Antônio de Jesus; 1 em Cairu; 1 em Conceição do Jacuípe; 1 em Feira de Santana; 1 em Ilhéus; 1 em Juazeiro; 1 em Mutuípe e 1 em Xique-Xique. Além dos confirmados, a Bahia tem notificados 191 casos suspeitos de Monkeypox.

O boletim completo com os municípios em que os casos foram notificados está disponível em  http://www.saude.ba.gov.br/boletinsmonkeypox.

Monkeypox é uma zoonose viral, do gênero Orthopoxvirus, da família Poxviridae, que se assemelha à varíola humana, erradicada em 1980. A doença cursa com febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão.

A infecção é autolimitada com sintomas que duram de 2 a 4 semanas, podendo ser dividida em dois períodos: invasão, que dura entre 0 e 5 dias, com febre, cefaleia, mialgia, dor das costas e astenia intensa. A erupção cutânea começa entre 1 e 3 dias após o aparecimento da febre e tem características clínicas semelhantes com varicela ou sífilis, com diferença na evolução uniforme das lesões.

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BAHIA TEM 27 CASOS CONFIRMADOS DA VARÍOLA DOS MACACOS

Dois novos casos de Monkeypox foram confirmados na Bahia nesta sexta-feira (12). Um caso de um indivíduo residente em Salvador e o outro de um residente de Juazeiro. Com estas confirmações, a Bahia totaliza vinte e sete casos da doença, sendo 18 em Salvador, 2 em Santo Antônio de Jesus; 1 em Cairu; 1 em Conceição do Jacuípe; 1 em Feira de Santana; 1 em Ilhéus; 1 em Juazeiro; 1 em Mutuípe e 1 em Xique-Xique. Além dos confirmados, a Bahia tem notificados 133 casos suspeitos de Monkeypox.

O boletim completo com os municípios em que os casos foram notificados está disponível em http://www.saude.ba.gov.br/boletinsmonkeypox.

Monkeypox é uma zoonose viral, do gênero Orthopoxvirus, da família Poxviridae, que se assemelha à varíola humana, erradicada em 1980. A doença cursa com febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão.

A infecção é autolimitada com sintomas que duram de 2 a 4 semanas, podendo ser dividida em dois períodos: invasão, que dura entre 0 e 5 dias, com febre, cefaleia, mialgia, dor das costas e astenia intensa.

A erupção cutânea começa entre 1 e 3 dias após o aparecimento da febre e tem características clínicas semelhantes com varicela ou sífilis, com diferença na evolução uniforme das lesões.

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SEGUNDO CASO SUSPEITO DE VARÍOLA DOS MACACOS É DESCARTADO EM VITÓRIA DA CONQUISTA

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) recebeu, na manhã do último sábado (30), a informação do Lacen Bahia de que o segundo caso notificado de varíola dos macacos (monkeypox) também foi descartado por critério laboratorial, com resultado de PCR não detectável para o vírus.

A paciente, uma mulher de 40 anos, está bem e já foi liberada hoje do isolamento. O caso havia sido notificado pela rede municipal de saúde.

O terceiro caso notificado por um hospital da rede particular, de um homem de 27 anos, que apresenta um ótimo estado de saúde e ainda segue aguardando resultado em isolamento domiciliar.

Não foi notificado nenhum novo caso suspeito da doença nesse período.

Caso alguém apresente sintomas característicos da varíola dos macacos (monkeypox) – febre alta súbita, dor no corpo, adenomegalia (aumentos dos gânglios), fraqueza e dor nas costas, e com presença de erupções cutâneas – e que tenha viajado para área de circulação do vírus ou que teve contato com caso suspeito ou confirmado da doença, deve entrar em contato com a Vigilância Epidemiológica, por meio do telefone 3429-7405, ou procurar a unidade de saúde mais próxima para avaliação médica.

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APÓS REVISÃO DE LAUDOS, CASO DA VARÍOLA DOS MACACOS EM ILHÉUS É DESCARTADO

Na Bahia, dados atualizados até às 15 horas desta terça-feira (26) registram que o estado permanece com 5 casos confirmados de Monkeypox, mantendo a mesma quantidade de casos confirmados do dia anterior. Ressalta-se que após revisão dos laudos laboratoriais, todos os casos confirmados são residentes do município de Salvador, excluindo assim, a confirmação inicial do caso no município de Ilhéus.

Ao todo 38 casos suspeitos aguardam diagnóstico laboratorial. Os casos em investigação são dos municípios de Barra (01), Ibicaraí (02), Ilhéus (02), Laje (01), Lauro de Freitas (01), Mutuípe (03), Porto Seguro (01), Salvador (18), Santa Cruz Cabrália (01), Santo Antônio de Jesus (03), São Gonçalo dos Campos (01), São Miguel das Matas (01) e Vitória da Conquista (03).

Monkeypox é uma zoonose viral, do gênero Orthopoxvirus, da família Poxviridae, que se assemelha à varíola humana, erradicada em 1980. A doença cursa com febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão. A infecção é autolimitada com sintomas que duram de 2 a 4 semanas, podendo ser dividida em dois períodos: invasão, que dura entre 0 e 5 dias, com febre, cefaleia, mialgia, dor das costas e astenia intensa. A erupção cutânea começa entre 1 e 3 dias após o aparecimento da febre e tem características clínicas semelhantes com varicela ou sífilis, com diferença na evolução uniforme das lesões.

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BAHIA REGISTRA TERCEIRO CASO CONFIRMADO DA VARÍOLA DOS MACACO

Três casos da doença causada pelo vírus Monkeypox (conhecida como varíola do macaco) foram confirmadas na Bahia. Todos são de residentes em Salvador. O primeiro registro foi no dia 13 de junho, o segundo em 14 de junho e o terceiro nesta quarta-feira (20).

Outros 13 casos suspeitos estão sendo investigados. São notificações dos municípios de Salvador (5), Santo Antônio de Jesus (2), Vitória da Conquista (2), Camaçari (1), Camamu (1), Ilhéus (1), Porto Seguro (1). Em todos os casos, as medidas sanitárias de monitoramento dos contactantes próximos, bem como isolamento foram adotadas.

Monkeypox é uma zoonose viral, do gênero Orthopoxvirus, da família Poxviridae, que se assemelha à varíola humana, erradicada em 1980. A doença cursa com febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão.

A infecção é autolimitada com sintomas que duram de 2 a 4 semanas, podendo ser dividida em dois períodos: invasão, que dura entre 0 e 5 dias, com febre, cefaleia, mialgia, dor das costas e astenia intensa. A erupção cutânea começa entre 1 e 3 dias após o aparecimento da febre e tem características clínicas semelhantes com varicela ou sífilis, com diferença na evolução uniforme das lesões.

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BAHIA CONFIRMA PRIMEIRO CASO DE VARÍOLA DO MACACO

Os centros de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) de Salvador e o da Bahia confirmaram o primeiro caso da doença causada pelo vírus Monkeypox (conhecida como varíola do macaco) nesta quarta-feira (13), após exame laboratorial. O indivíduo é residente na capital baiana e chegou a ser internado em uma unidade hospitalar privada com a tríade de sintomas da doença: febre alta de início súbito, adenomegalia e erupção cutânea. Atualmente o indivíduo encontra-se em isolamento domiciliar em Salvador.

As medidas sanitárias de monitoramento dos contactantes próximos, bem como isolamento foram adotadas. Além disso, dois outros casos suspeitos, sem ligação com o confirmado, aguardam resultado do exame laboratorial a ser divulgado nos próximos dias.

Monkeypox é uma zoonose viral, do gênero Orthopoxvirus, da família Poxviridae, que se assemelha à varíola humana, erradicada em 1980. A doença cursa com febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, adenomegalia, calafrios e exaustão. A infecção é autolimitada com sintomas que duram de 2 a 4 semanas, podendo ser dividida em dois períodos: invasão, que dura entre 0 e 5 dias, com febre, cefaleia, mialgia, dor das costas e astenia intensa. A erupção cutânea começa entre 1 e 3 dias após o aparecimento da febre. A erupção tem características clínicas semelhantes com varicela ou sífilis, com diferença na evolução uniforme das lesões.

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CASOS DE VARÍOLA DOS MACACOS CHEGAM A 76 EM TODO O PAÍS

O Ministério da Saúde informou neste domingo (3) que, até o momento, 76 casos de varíola dos macacos (monkeypox) foram confirmados em todo o país. Desse total, foram registrados um caso no Distrito Federal, um no Rio Grande do Norte, dois em Minas Gerais, dois no Rio Grande do Sul, dois no Ceará, 16 no Rio de Janeiro e 52 em São Paulo.

“A pasta, por meio da Sala de Situação e Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS Nacional) segue em articulação direta com os estados para monitoramento dos casos e rastreamento dos contatos dos pacientes”, disse o ministério.

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HOSPITAL REGIONAL COSTA DO CACAU CRIA COMITÊ MULTIPROFISSIONAL DE PREVENÇÃO DA VARÍOLA DO MACACO EM AMBIENTE HOSPITALAR

A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu alerta sobre a doença causada pelo Monkeypox vírus, conhecida como “varíola do macaco” ou “varíola símia”, com casos já confirmados em países não endêmicos da Europa e América Norte. No Brasil, secretarias estaduais de saúde investigam casos suspeitos da enfermidade.

Diante dessas informações e do crescente risco de aparecimento de casos da varíola do macaco em nosso país, o Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), em Ilhéus, sob orientação da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), criou na semana passada, um comitê multiprofissional para elaboração do plano de contingência para definir ações na prevenção do Monkeypox vírus, com o objetivo de evitar a possível propagação da doença no ambiente hospitalar.

Essa estratégia está fundamentada pela Nota Técnica ANVISA Nº03/2022 divulgada em 31/05/2022, assegura a enfermeira Ana Paula Lavigne. “Nosso comitê é composto pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), Núcleo Hospitalar Epidemiologia (NHE), Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) e diretorias Técnica e Operacional, com a finalidade de instituir, orientar, monitorar e garantir o funcionamento das ações de prevenção a propagação do Monkeypox contidas no plano de contingência”, afirmou. (mais…)

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ANVISA PEDE USO DE MÁSCARA PARA ADIAR CHEGADA DA VARÍOLA DOS MACACOS

Diante do aumento no número de casos da varíola de macaco, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu nota reforçando a necessidade de adoção de medidas “não farmacológicas”, como distanciamento físico, uso de máscaras de proteção e higienização frequente das mãos, em aeroportos e aeronaves, para retardar a entrada do vírus no Brasil.

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A varíola de macaco é uma doença pouco conhecida porque a incidência é maior na África. Até o momento, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) há 131 casos confirmados de varíola dos macacos, registrados fora do continente africano e 106 outros casos suspeitos, desde que o primeiro foi relatado em 7 de maio.

“A Anvisa mantém-se alerta e vigilante quanto ao cenário epidemiológico nacional e internacional, acompanhando os dados disponíveis e a evolução da doença, a fim de que possa ajustar as medidas sanitárias oportunamente, caso seja necessário à proteção da saúde da população”, diz a nota divulgada nesta segunda-feira (23).

Ainda, de acordo com a agência, essas recomendações protegem não só contra a varíola e a covid-19, mas também contra muitas doenças infectocontagiosas.

“Tais medidas não farmacológicas, como o distanciamento físico sempre que possível, o uso de máscaras de proteção e a higienização frequente das mãos, têm o condão de proteger o indivíduo e a coletividade não apenas contra a covid-19, mas também contra outras doenças”, reitera a Anvisa.

Diante do quadro, o Ministério da Saúde criou uma sala de situação para monitorar o cenário da varíola dos macacos no Brasil. A medida, anunciada pela pasta na noite desta segunda-feira (23), tem como objetivo elaborar um plano de ação para o rastreamento de casos suspeitos e na definição do diagnóstico clínico e laboratorial para a doença.

“Até o momento, não há notificação de casos suspeitos da doença no país”, informou o Ministério da Saúde, em nota. A pasta afirma que encaminhou aos estados um comunicado de risco sobre a patologia, com orientações aos profissionais de saúde e informações disponíveis até o momento sobre a doença. (mais…)

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