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ITABUNA: FUNCIONÁRIOS DO SAMU PARALISAM AS ATIVIDADES

A situação da saúde em Itabuna já não anda bem, seja pela falta de médicos, como foi o caso da maternidade Ester Gomes (Relembre), ou por não ter suprimentos básicos para prestar atendimentos básicos. Nesta quarta-feira, 16, funcionários do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU, paralisaram as atividades até às 13h, atendendo apenas casos considerados de ‘UTI’.

A presidente do Sindserv, Wilmaci Oliveira, esteve na sede do SAMU, em Itabuna, e concedeu uma entrevista ao blog iPolítica. Wilmaci disse que os servidores paralisaram as atividades por falta de ‘responsabilidade da prefeitura’. “Eles não querem nem dar uma justificativa, um posicionamento, de quando vão pagar. Servidores que não recebem salários desde o mês passado e eles não querem nem dar uma satisfação ao trabalhador”, disse.

O motivo da paralização é por conta de uma gratificação que, desde 2008, os servidores vêm recebendo esses valores, baseado nas altas complexidades, dos acessos em zonas de vulnerabilidade, pelo regime de plantão, que atualmente é de 24 horas. Com a alteração do regime municipal, esse acordo, segundo a prefeitura, perde a validade legal, necessitando assim de um projeto de lei que autorize os pagamentos. “O secretário me informou, de maneira intempestiva e sem nenhuma conversa prévia, que essas gratificações históricas, desde 2008, seriam retiradas dos contracheques dos trabalhadores em virtude da mudança de regime, e que hoje tem que ter uma previsão legal, então precisa passar pela Câmara de Vereadores uma lei para legalizar”, disse Wilmaci.

Servidores do SAMU permanecerão paralisados até as 13h de hoje, ou até receberem uma resposta da Prefeitura de Itabuna, relacionada aos pagamentos das gratificações. Caso não seja cumprido até o prazo estabelecido, o sindicato irá montar, junto com os servidores, uma agenda de mobilização. “A prefeitura está desdenhando, fazendo ouvido de mercador, deixando a gente para a última hora. Queremos resolver, o parecer, que era para ser enviado ontem pela secretaria de saúde, chegou hoje na prefeitura. Estou indo lá ver o que vai ser feito pela procuradoria, para que a secretaria tome rédea de sua responsabilidade. Foi deliberado ontem, em assembleia, que vamos paralisar até 13h ou até recebermos uma resposta deles, enquanto isso vamos estar aqui. Se até 13h não tivermos resposta nenhuma, vamos elaborar uma agenda de mobilização”, finalizou Wilmaci.

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