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EM ENQUETE NO IPOLÍTICA, 59% DOS PARTICIPANTES ACREDITAM QUE “BANDIDO BOM É BANDIDO MORTO”

O Grupo iPolítica de Comunicação, na perspectiva de todas as enquetes que já realizou tanto no podcast, quanto no programa de rádio “Café iPolítica”, promoveu, durante essa semana, uma nova enquete exclusivamente no perfil do grupo no Instagram. Na abordagem, a equipe de editores e de jornalismo do iPolítica colocou em xeque as diversas notícias que permearam a imprensa local e estadual sobre as mortes de pessoas por espancamento.

No último domingo, 24/03, um professor de basquete foi espancado em Itabuna, no Condomínio Jubiabá / Gabriela. Na segunda-feira, 25/03, a Rede Bahia de Televisão repercutia no “Jornal da Manhã” a morte de um jovem que tentara roubar um cordão de um ouro de um rapaz que saía junto com o seu companheiro de uma casa de eventos no Corredor da Vitória. Um terceiro indivíduo percebeu a tentativa de roubo e, juntamente com os dois que estavam sendo ameaçados, acabaram detendo o meliante, mas a questão não ficou somente no campo da anulação do ato criminoso: o jovem que tentara roubar um cordão de ouro também foi espancado pelo grupo até a morte.

Neste segundo caso, todos os envolvidos estão com prisão preventiva decretada. Dois deles eram músicos da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA).

O caso do professor de basquete em Itabuna ainda está sob investigação por parte da Polícia Civil. Não pode, portanto, pelo menos até que as investigações sejam concluídas, ser confundido aqui como alguém que morreu por ter cometido quaisquer atos ilícitos.

O fato é que, a rigor, atos de espancamento não são isolados. Geralmente, surgem como uma forma de vingança, traçando a existência de um estado paralelo movido pela raiva e pelo ódio, alheio ao que preconiza as leis e capaz de suscitar a pena capital, qual seja a morte de pessoas.

O perfil @ipoliticabahia perguntou, então, aos seguidores e internautas se numa realidade em que há o estado paralelo, se as pessoas concordavam com a máxima de que ‘bandido bom é bandido morto’.

59% dos participantes disseram que “Sim”. 41% disseram que “Não”.

As enquetes lançadas pelo Grupo iPolítica de Comunicação (geralmente com temas muito polêmicos), frisa-se, não têm valor de pesquisa de opinião, nem os dados apresentados como resultados aferidos sofrem quaisquer tratamentos científicos. São opiniões isoladas de pessoas que interagem com as redes sociais do grupo na internet.

Os resultados são sempre divulgados no site iPolítica, onde os fatos se tornam notícias.

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